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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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PHP ::: PHP + MySQL ::: MySQL (mysql) |
Como criar uma tabela MySQL usando o comando CREATE TABLE e as funções mysql_query() e mysqli_query() do PHPQuantidade de visualizações: 22968 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos usar a função mysqli_query() do PHP para disparar uma instrução SQL CREATE TABLE para criar uma nova tabela na base de dados MySQL. Esta dica foi atualizada. Removi a função mysql_query(), já que esta não funciona mais nas versões atuais do PHP. Em seu lugar eu coloquei mysqli_query() e ajustei o código. Note que inclui neste exemplo o código para efetuar a conexão PHP + MySQL usando a função mysqli_connect(). Novamente vale lembrar que removi a função mysql_connect() e deixei apenas a versão mais atual. Se você pretende escrever seu primeiro CRUD PHP + MySQL, este é o exemplo ideal para você começar. Veja o código completo:
<?php
// vamos efetuar a conexao com o banco
$servidor = "localhost";
$usuario = "root";
$senha = "osmar1234";
$base_dados = "estudos";
$conexao = mysqli_connect($servidor, $usuario,
$senha, $base_dados);
// Comando SQL para criar a tabela
$sql = "CREATE TABLE my2_usuarios(
id int(11) NOT NULL auto_increment,
usuario varchar(50),
senha varchar(10),
data_cadastro datetime,
PRIMARY KEY(id)
)";
// Executa o comando SQL
$result = mysqli_query($conexao, $sql);
// Verifica se o comando foi executado com sucesso
if(!$result){
die("Falha ao executar o comando: " . mysqli_error($conexao));
}
else{
echo "Comando executado com sucesso.";
}
// fecha a conexão
mysqli_close($conexao);
?>
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Java ::: Fundamentos da Linguagem ::: Modificadores |
Como usar o modificador native da linguagem JavaQuantidade de visualizações: 10322 vezes |
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O modificador native é usado exclusivamente com métodos. A implementação de um método marcado como native não é feita em Java mas sim em outra linguagem de programação, tal como C ou C++. Veja um exemplo de uma aplicação Java contendo um método native:
public class Estudos{
private static native void escrever();
public static void main(String[] args){
System.loadLibrary("Funcoes");
escrever();
}
}
O primeiro detalhe a observar é a definição de um método native chamado escrever(). Veja que este método possui apenas a assinatura, o que quer dizer que sua implementação virá de um ponto externo ao nosso código. Em seguida temos uma chamada ao método LoadLibrary() da classe System. Este método recebe uma string contendo o nome da biblioteca que contém a implementação do método escrever(). O próprio método LoadLibrary se encarrega de acrescentar as extensões .dll ou .so ao nome da biblioteca que será carregada. Quando estamos trabalhando com métodos native, é sempre uma boa idéia estudarmos JNI (Java Native Interface). JNI é uma API do Java que permite que métodos Java chamem funções nativas implementadas em C. |
C ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes) |
Tenha cuidado com os limites dos índices de um vetor ou matriz na linguagem CQuantidade de visualizações: 10467 vezes |
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Um erro muito comum em programas C ocorre quando não atentamos para os limites dos índices de um vetor ou matriz. Como sabemos, os índices iniciam em 0 e vão até o tamanho do vetor menos 1. Porém, ao contrário de outras linguagens, o C (compiladores sendo usados em 2007 e 2008) não evita que este limite seja ultrapassado. O resultado disso é que o programa acaba lendo posições de memória inexistentes ou pertecentes a outros programas. Veja um trecho de código no qual acessamos uma posição inválida no vetor valores. Este código foi testado no MinGW 3.4.2 e compilou e executou sem qualquer mensagem de advertência.
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
int main(int argc, char *argv[])
{
// array com 5 inteiros
int valores[] = {23, 6, 45, 9, 3};
// acessa um índice além dos limites do array
// lembre-se de que os índices iniciam em 0
int valor = valores[5];
// exibe o resultado
printf("%d\n\n", valor);
system("PAUSE");
return 0;
}
Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado (o seu vai ser diferente, é claro): -858993460 Minha recomendação é: se você quer mesmo programar na linguagem C, crie uma forma de impedir o acesso à índices inválidos. Se isso acontecer, os resultados exibidos pelos seus programas poderão ser realmente inesperados. |
Java ::: Fundamentos da Linguagem ::: Variáveis e Constantes |
Java para iniciantes - Como usar os diferentes tipos de variáveis em JavaQuantidade de visualizações: 17930 vezes |
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Na linguagem de programação Java podemos encontrar diferentes tipos de variáveis. Veja a lista e uma descrição detalhada de cada um destes tipos: Variáveis de instância (Instance Variables) - Estas variáveis são não-estáticas, ou seja, declaradas sem o modificador static. Variáveis de instância são assim chamadas porque seus valores são únicos para cada instância da classe. Assim, a variável nomeCliente pode armazenar valores diferentes para cada cópia da classe Cliente. Variáveis de classes - Estas variáveis são declaradas com o modificador static. Isso informa ao compilador que há exatamente uma única cópia desta variável, independente do número de instâncias da classe. Um bom exemplo de tal variável é quantCliente, que pode ser incrementada cada vez que uma nova cópia da classe é criada. Variáveis locais - São usadas para armazenar o estado temporário de um método. Variáveis locais são acessíveis somente dentro do método em que são declaradas, e automaticamente abandonadas na saída deste. Parâmetros - São os parâmetros de métodos. Tais variáveis são acessíveis somente ao código no corpo do método. Geralmente quando falamos de "campos em geral" (excluindo variáveis locais e parâmetros), podemos simplesmente dizer "campos". Se a discussão se aplica a todas as variáveis acima, usamos "variáveis". Se o contexto pede uma distinção, usamos termos específicos (campo estático, variável local, etc) como apropriado. Podemos ainda usar o termo "membro". Os campos, métodos e tipos aninhados de um tipo podem ser chamados de seus membros. |
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