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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Laravel ::: Artigos e Tutorias ::: CRUD - CREATE, READ, UPDATE, DELETE |
Como criar um CRUD completo em Laravel 8 - CRUD em Laravel usando PHP e MySQL (MariaDB) - Parte 1Quantidade de visualizações: 7492 vezes |
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Uma das maiores dificuldades de quem está aprendendo a desenvolver aplicações em Laravel é encontrar livros e tutoriais realmente direcionados para os iniciantes. A documentação do framework Laravel é muito consistente e apurada, mas não nos oferece um caminho progressivo para desenvolver do zero uma aplicação que vai de encontro ao anseio daqueles que querem desenvolver códigos Laravel com conexão à banco de dados, principalmente com o MySQL (ou MariaDB). Nesta série de tutoriais eu mostrarei como criar um CRUD completo em Laravel e MySQL, usando o XAMPP (PHP, MySQL e Apache Web Server). CRUD é uma abreviação para CREATE, READ, UPDADE e DELETE, ou seja, as quatro operações que comumente usamos em cadastros de clientes, produtos, etc. Então, sem mais atrasos, vamos colocar a mão na massa. Comece verificando se você já tem o Laravel instalado. Caso não tenha, aqui mesmo no site você encontrará instruções para fazer a instalação. Certifique-se também de que o seu XAMPP esteja instalado e funcionando corretamente. Criando a aplicação Laravel Para começar, vamos criar a aplicação. Daremos a ela o nome de biblioteca e faremos o cadastro de alguns livros. Abra uma janela de prompt e dispare os comandos abaixo: C:\Users\Osmar>cd C:\xampp\htdocs C:\xampp\htdocs>composer create-project --prefer-dist laravel/laravel biblioteca Aguarde um pouco até que a aplicação seja criada e as dependências sejam instaladas. Vá pegar um cafezinho e, quando voltar, verifique se tudo correu bem e vamos progredir. Hora de criar a base de dados no MySQL Depois de criada a aplicação Laravel, vamos até o banco MySQL criar a nossa base de dados. Daremos a ela o nome de biblioteca. Você pode criar a base de dados usando o phpMyAdmin, a linha de comando ou sua ferramenta GUI favorita. O passo seguinte é configurar os parâmetros de conexão essa base de dados. Para isso, abra o arquivo .env na raiz do projeto e localize as linhas abaixo (caso não saiba como abrir o arquivo .env, use a opção File -> Open File do Visual Code da Microsoft): DB_CONNECTION=mysql DB_HOST=127.0.0.1 DB_PORT=3306 DB_DATABASE=laravel DB_USERNAME=root DB_PASSWORD= Encontrou as linhas mencionadas? Agora altere-as para as definições abaixo: DB_CONNECTION=mysql DB_HOST=localhost DB_PORT=3306 DB_DATABASE=biblioteca DB_USERNAME=root DB_PASSWORD=osmar1234 É claro que os parâmetros de conexão Laravel + MySQL podem variar do meu exemplo para o seu. Vamos criar a migração (migration) - Mais café, por favor Com a base de dados MySQL já criada, vamos criar agora uma tabela chamada livros. Em uma janela de terminal, dispare os comandos abaixo: C:\xampp\htdocs>cd C:\xampp\htdocs\biblioteca C:\xampp\htdocs\biblioteca>php artisan make:migration criar_tabela_livros --create=livros Created Migration: 2021_01_29_141019_criar_tabela_livros Se tudo correu bem, abra o diretório C:\xampp\htdocs\biblioteca\database\migrations e verá um arquivo chamado 2021_01_29_141019_criar_tabela_livros.php. Abra-o e teremos o seguinte conteúdo:
<?php
use Illuminate\Database\Migrations\Migration;
use Illuminate\Database\Schema\Blueprint;
use Illuminate\Support\Facades\Schema;
class CriarTabelaLivros extends Migration
{
/**
* Run the migrations.
*
* @return void
*/
public function up()
{
Schema::create('livros', function (Blueprint $table) {
$table->id();
$table->timestamps();
});
}
/**
* Reverse the migrations.
*
* @return void
*/
public function down()
{
Schema::dropIfExists('livros');
}
}
?>
Note que temos uma classe chamada CriarTabelaLivros que extende Migration e, dentro dessa classe, foram criados dois métodos: up(), que permite criar a tabela livros e down(), que permite excluí-la. Vamos alterar o método up() para a seguinte versão:
public function up()
{
Schema::create('livros', function (Blueprint $table) {
$table->increments('id');
$table->string('titulo');
$table->string('autor');
$table->integer('paginas');
$table->timestamps();
});
}
Veja que nossa tabela livros será composta de quatro campos: id (chave primária auto-incremento), titulo (varchar), autor (varchar) e paginas (int). O Laravel incluirá dois outros campos: created_at e updated_at para podemos registrar data e hora da criação e alteração dos registros individuais. Vamos fazer a migração agora? Agora que já temos a base de dados MySQL criada, configuramos os parâmetros de conexão no arquivo .env e criamos o arquivo de migração, o passo seguinte é rodar a migração. Para isso abra uma janela de terminal e digite o comando a seguir: C:\xampp\htdocs\biblioteca>php artisan migrate Migrating: 2021_01_29_141019_criar_tabela_livros Migrated: 2021_01_29_141019_criar_tabela_livros (63.66ms) Se olharmos na base de dados agora, veremos que a tabela livros foi devidamente criada. Confira os campos atentamente e faça as alterações que julgar necessárias. Na parte 2 deste tutorial de CRUD usando Laravel + MySQL, veremos como criar a rota de direcionamento das ações CRUD, o controlador (controller), o model (model) e as views (visões). Até lá e bons estudos. Leia a parte 2 aqui: Como criar um CRUD completo em Laravel 8 - CRUD em Laravel usando PHP e MySQL (MariaDB) - Parte 2 |
Java ::: Fundamentos da Linguagem ::: Tipos de Dados |
Como usar o tipo de dados char da linguagem JavaQuantidade de visualizações: 25856 vezes |
O tipo de dados char é usado para representar um único caractere. Veja:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
char letra1 = 'A';
char letra2 = 'B';
System.out.println("As letras são: "
+ letra1 + " e " + letra2);
System.exit(0);
}
}
Observe que um literal string deve estar entre aspas duplas, enquanto que um literal do tipo caractere deve estar entre aspas simples. Desta forma, "H" é uma string e 'H' é um caractere. O tipo char é integral mas sem sinal. A faixa de uma variável deste tipo vai de 0 à 65536. Os caracteres em Java são codificados em Unicode, que é um codificação de 16 bits capaz de representar uma larga faixa de caracteres internacionais. Se os 9 bits mais significantes de um char forem todos 0, então a codificação será a mesma que o ASCII de 7 bits. É possível atribuir literais inteiros à uma variável do tipo char. Veja:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
char letra = 98;
System.out.println("A letra é: "
+ letra);
System.exit(0);
}
}
Este código exibirá o caractere 'b'. Veja um exemplo no qual imprimimos todas as letras do alfabeto minúsculo:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
for(char i = 97; i <= 122; i++){
System.out.print(i + " ");
}
System.exit(0);
}
}
O tipo char pode ser convertido (sem a necessidade de cast) para os seguintes tipos: char -> int -> long -> float -> double Não é possível converter um char em um short ou byte. Caso isso seja realmente necessário, temos que fazer uma coerção (cast). Veja:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
char letra = 57;
byte valor = (byte)(letra);
System.exit(0);
}
}
É fácil entender porque um char não pode ser convertido implicitamente em um byte. Um char possui 16 bits enquanto um byte possui apenas 8 bits. Mas, um short possui 16 bits. Assim, o que impede a conversão implicita de um char para um short? É simples. Como o tipo short possui sinal (aceita valores negativos) e o tipo char é sem sinal, o resultado é que o tipo short possui um bit a menos (reservado para o sinal) e portanto, não pode acomodar os 16 bits do tipo char. |
Delphi ::: dbExpress ::: TSQLDataSet |
Como obter a quantidade de campos nos registros retornados em um TSQLDataSet do Delphi usando a propriedade FieldCountQuantidade de visualizações: 11343 vezes |
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Em algumas situações precisamos saber a quantidade de campos retornados em um objeto TSQLDataSet depois de dispararmos o comando SQL SELECT definido em sua propriedade CommandText. Para isso podemos usar a propriedade FieldCount. Veja sua assinatura: property FieldCount: Integer; Esta propriedade é definida originalmente em TDataSet e herdada pela classe TSQLDataSet. Veja um trecho de código no qual disparamos um comando SQL SELECT em uma tabela contatos e exibimos a quantidade de campos dos registros retornados:
procedure TForm3.Button1Click(Sender: TObject);
begin
// vamos definir o comando SQL a ser executado
SQLDataSet1.CommandText := 'SELECT * FROM contatos';
// vamos executar o comando
SQLDataSet1.Open;
// vamos obter a quantidade de registros retornados
ShowMessage('Quantidade de campos retornados: ' +
IntToStr(SQLDataSet1.FieldCount));
end;
Ao executarmos este trecho de código teremos uma mensagem com o seguinte texto: Quantidade de campos retornados: 5. Note que a propriedade FieldCount inclui somente os campos listados na propriedade Fields. Quaisquer campos agregados listados pela propriedade AggFields não são incluídos na contagem. |
Python ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística |
Como calcular desvio padrão em Python - Python para Matemática e EstatísticaQuantidade de visualizações: 5430 vezes |
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Em Matemática e Estatística, o Desvio padrão (em inglês: Standard Deviation) é uma medida de dispersão, ou seja, é uma medida que indica o quanto um conjunto de dados é uniforme. Quando o desvio padrão é baixo, isso quer dizer que os dados do conjunto estão mais próximos da média. Como calcular o desvio padrão de um conjunto de dados? Vamos começar analisando a fórmula mais difundida na matemática e na estatística: \[\sigma = \sqrt{ \frac{\sum_{i=1}^N (x_i -\mu)^2}{N}}\] Onde: a) __$\sigma__$ é o desvio; b) __$x_i__$ é um valor qualquer no conjunto de dados na posição i; c) __$\mu__$ é a média aritmética dos valores do conjunto de dados; d) N é a quantidade de valores no conjunto. O somatório dentro da raiz quadrada nos diz que devemos somar todos os elementos do conjunto, desde a posição 1 até a posição n, subtrair cada valor pela média do conjunto e elevar ao quadrado. Obtida a soma, nós a dividimos pelo tamanho do conjunto. Veja o código Python completo que obtém o desvio padrão a partir de um conjunto de dados contendo quatro valores:
# precisamos importar o módulo Math
import math
# função principal do programa
def main():
# conjunto dos dados
conjunto = [10, 30, 90, 30]
soma = 0.0 # soma dos elementos
desvio_padrao = 0.0 # desvio padrão
tam = len(conjunto) # tamanho dos dados
# vamos somar todos os elementos
for i in range(0, tam):
soma = soma + conjunto[i]
# agora obtemos a média do conjunto de dados
media = soma / tam
# e finalmente obtemos o desvio padrão
for i in range(0, tam):
desvio_padrao = desvio_padrao + math.pow(conjunto[i] - media, 2)
# mostramos o resultado
print("Desvio Padrão Populacional: {0}".format(math.sqrt(desvio_padrao / tam)))
print("Desvio Padrão Amostral: {0}".format(math.sqrt(desvio_padrao / (tam - 1))))
if __name__== "__main__":
main()
Ao executar este código Python nós teremos o seguinte resultado: Desvio Padrão Populacional: 30.0 Desvio Padrão Amostral: 34.64101615137755 Veja que, para calcular o Desvio Padrão Populacional, nós dividimos o somatório pela quantidade de elementos no conjunto, enquanto, para calcular o Desvio Padrão Amostral, nós dividimos o somatório pela quantidade de elementos - 1 (cuidado com a divisão por zero no caso de um conjunto com apenas um elemento). |
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