LISP ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística |
Como calcular MDC em Lisp usando a função GCDQuantidade de visualizações: 1000 vezes |
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Atualmente a definição de Máximo Divisor Comum (MDC) pode ser assim formalizada: Sejam a, b e c números inteiros não nulos, dizemos que c é um divisor comum de a e b se c divide a (escrevemos c|a) e c divide b (c|b). Chamaremos D(a,b) o conjunto de todos os divisores comum de a e b. Podemos calcular o Máximo Divisor Comum na linguagem Common Lisp usando a função GCD. Esta função aceita um número ilimitado de valores inteiros e retorna seu Máximo Divisor Comum. Veja um trecho de código Common Lisp no qual pedimos para o usuário informar dois números inteiros e, em seguida, fazemos uso da função GCD para retornar o MDC: ; variáveis que vamos usar no programa (let ((num1)(num2)(mdc)) ; Vamos ler o primeiro número (princ "Informe o primeiro número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável num1 (setq num1 (read)) ; Vamos ler o segundo número (princ "Informe o segundo número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável num2 (setq num2 (read)) ; Vamos obter o MDC dos dois números informados (setq mdc (gcd num1 num2)) ; E mostramos o resultado (format t "O Máximo Divisor Comum é: ~D" mdc) ) Ao executarmos este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: Informe o primeiro número: 9 Informe o segundo número: 12 O Máximo Divisor Comum é: 3 |
PHP ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação Orientada a Objetos em PHP - Como criar e usar variáveis estáticas em PHPQuantidade de visualizações: 10441 vezes |
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Como já vimos em outras dicas desta seção, uma classe possui propriedades (variáveis) e métodos. Dessa forma, cada instância (cópia ou objeto) desta classe possui suas próprias cópias das variáveis declaradas na classe. Veja a seguinte declaração de uma classe Produto:
<?
// classe Produto com duas variáveis privadas e seus
// correspondentes métodos mutatórios e acessórios
class Produto{
private $nome;
private $preco;
public function setNome($nome){
$this->nome = $nome;
}
public function getNome(){
return $this->nome;
}
public function setPreco($preco){
$this->preco = $preco;
}
public function getPreco(){
return $this->preco;
}
}
?>
Aqui cada instância da classe Produto terá suas próprias variáveis $nome e $preco. Há, porém, situações nas quais gostaríamos que uma determinada variável pertencesse à classe e não à cada instância individual. Um bom exemplo disso seria uma variável que registra a quantidade de instâncias que temos de uma classe ou a técnica de se atribuir um identificador único a cada instância da classe. Variáveis estáticas em PHP podem ser criadas por meio do uso da palavra-chave static. É comum tais variáveis serem declaradas com o modificador public, o que as torna acessíveis fora da classe na qual estas estão declaradas. Veja um exemplo:
<?
// classe Produto com duas variáveis privadas e seus
// correspondentes métodos mutatórios e acessórios
class Produto{
private $nome;
private $preco;
// uma variável estática que permite contar as instâncias
// desta classe
public static $contador = 0;
// construtor da classe Produto
function __construct(){
// vamos incrementar o contador aqui
self::$contador++;
}
}
// vamos criar duas instâncias da classe Produto
$p1 = new Produto();
$p2 = new Produto();
// vamos obter o valor do contador de instâncias
echo "Até este momento já criamos " . Produto::$contador .
" instâncias da classe Produto";
?>
Este código possui alguns pontos interessantes e merece uma análise bem detalhada. Perceba que, dentro da classe, uma variável estática é acessada usando-se self e não $this, como fazemos com as variáveis de instâncias. Outra observação interessante é em relação ao acesso da variável estática fora da classe. Aqui nós usamos o nome da classe seguida por um par de dois pontos "::" e não por meio de referências às suas instâncias individuais. Finalmente observe o construtor da classe. A cada instância construída nós acessamos a variável estática e incrementamos seu valor em 1. É importante observar que variáveis estáticas não podem ser acessadas por meio de referências às instâncias da classe usando o operador "->". Assim, o trecho de código abaixo: // vamos tentar alterar o valor da variável estática por meio // de uma referência a uma das instâncias da classe Produto $p1->contador = 5; não provoca erros mas, também não traz o resultado esperado. |
Rust ::: Fundamentos da Linguagem ::: Compilador rustc |
Como escrever um "Hello, World!" na linguagem Rust usando a ferramenta rustcQuantidade de visualizações: 925 vezes |
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Então você já fez a instalação do Rust, testou o seu funcionamento disparando "rustc --version" em uma janela de terminal e agora quer começar a aprender mais sobre a linguagem? Que tal começar escrevendo o famoso "Hello, World!" ("Olá, Mundo!")? Nesta dica mostrarei como essa tarefa é fácil, principalmente se optarmos pelo uso da ferramenta rustc. Lembre-se, no entanto, que rustc é usado diretamente quando estamos escrevendo aplicações simples, provas de conceito, protótipos e coisas assim. Para aplicações mais complexas, é sempre recomendado o uso do Cargo, que é um sistema de build e gerenciador de pacotes do Rust. Então vamos começar. Abra o seu editor de códigos favorito (tal como o Notepad++) e digite a seguinte listagem:
fn main() {
println!("Hello, world! Aqui é Rust na veia.");
}
Salve este arquivo como "estudos.rs" no diretório de sua preferência. Aqui eu optei por salvá-lo em um diretório chamado "C:\estudos_rust". Agora vamos compilar nosso programa Rust. Abra uma janela de terminal e navegue até o diretório que você salvou o arquivo "estudos.rs" e dispare o comando abaixo: C:\Users\Osmar>cd c:\estudos_rust c:\estudos_rust>rustc estudos.rs Se tudo correr bem, você verá a criação de um arquivo "estudos.exe". Para executá-lo pela linha de comando nós só precisamos disparar: c:\estudos_rust>estudos Hello, world! Aqui é Rust na veia. Simples, né? No entanto, se dermos duplo-clique em cima do executável gerado, ele abre e fecha automaticamente. Não seria bom exibir uma mensagem do tipo "Pressione uma tecla para fechar..."? Basta modificar seu código para a versão abaixo:
// importamos a biblioteca io
use std::io;
use std::io::Write;
fn main() {
println!("Hello, world! Aqui é Rust na veia.");
// procedimento para pausar o programa
let mut resposta = String::new();
print!("\nPressione Enter para sair...");
io::stdout().flush().unwrap();
io::stdin().read_line(&mut resposta)
.expect("Erro ao ler a entrada do usuário");
}
Sim, eu sei que agora nós adicionamos código demais para alcançar um detalhe tão simples. Mas, à medida que a linguagem Rust evolui, talvez os desenvolvedores resolvam simplificar esta parte. Compile o programa novamente e experimente abrir o executável com duplo-clique. Você verá que agora o programa fica aguardando o pressionamento da tecla Enter para fechar. |
MySQL ::: Dicas & Truques ::: Data e Hora |
Como subtrair horas, dias, semanas, meses, anos, etc, do valor de um campo do time DATE ou DATETIME do MySQL usando a função DATE_SUB()Quantidade de visualizações: 18321 vezes |
A função DATE_SUB() é muito útil quando precisamos subtrair horas, dias, semanas, meses, etc, do valor de um campo do tipo DATE ou DATETIME. Esta função é composta de três partes:DATE_SUB(date, INTERVAL expr unit) O argumento date deve ser do tipo DATE ou DATETIME. O argumento expr indica um número inteiro que indica a quantidade de horas, dias, meses, etc, que será usada como intervalo. O argumento unit indica a unidade a ser usada. Valores possíveis são: HOUR, DAY, WEEK, MONTH, QUARTER, YEAR, etc. Veja um exemplo no qual subtraímos 15 dias da data atual: SELECT DATE_SUB(NOW(), INTERVAL 15 DAY) Suponha que você tenha um campo chamado data_hora_compra do tipo DATETIME e que este campo tenha o valor 2008-03-30 02:30:15. A query: SELECT DATE_SUB(data_hora_compra, INTERVAL 2 MONTH) FROM tabela_estudos retornará 2008-01-30 02:30:15. |
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