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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Java ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Como criar e usar métodos estáticos em suas classes Java - Programação Orientada a Objetos em Java - Java OOPQuantidade de visualizações: 13983 vezes |
Como já vimos em outras dicas desta seção, uma classe Java possui propriedades (variáveis) e métodos (funções). Veja a seguinte declaração de uma classe Produto:
package estudos;
// declaração da classe Produto
public class Produto {
private String nome;
private double preco;
public String getNome() {
return nome;
}
public void setNome(String nome) {
this.nome = nome;
}
public double getPreco() {
return preco;
}
public void setPreco(double preco) {
this.preco = preco;
}
}
Aqui cada instância da classe Produto terá suas próprias variáveis nome e preco e os métodos que permitem acesso e alteração destas variáveis também estão disponíveis a cada instância. Há, porém, situações nas quais gostaríamos que um determinado método estivesse atrelado à classe e não à cada instância individual. Desta forma, é possível chamar um método de uma classe sem a necessidade da criação de instâncias da mesma. O método main() presente em todas as aplicações Java é um bom exemplo deste tipo de método. Métodos estáticos em Java podem ser criados por meio do uso da palavra-chave static. É comum tais métodos serem declarados com o modificador public, o que os torna acessíveis fora da classe na qual estes foram declarados. Veja um exemplo: Código para Pessoa.java:
package estudos;
// classe Pessoa com duas variáveis privadas e
// um método estático
public class Pessoa {
private String nome;
private int idade;
// um método estático que permite verificar a validade
// de um número de CPF
public static boolean isCPFValido(String cpf){
// alguns cálculos aqui
return true;
}
}
Veja agora como podemos chamar o método isCPFValido() sem a necessidade da criação de uma nova instância da classe Pessoa: Código para Main.java:
package estudos;
public class Main {
public static void main(String[] args) {
// vamos efetuar uma chamada ao método isCPFValido() sem
// criar uma instância da classe Pessoa
if(Pessoa.isCPFValido("12345")){
System.out.println("CPF Válido");
}
else{
System.out.println("CPF Inválido");
}
}
}
Note que o método estático isCPFValido() da classe Pessoa foi declarado assim: public static boolean isCPFValido(String cpf); Desta forma, podemos chamá-lo a partir de código externo à classe sem a necessidade de criar uma nova instância da mesma. Veja: if(Pessoa.isCPFValido("12345")){} É importante notar que métodos estáticos não possuem acesso a variáveis e métodos não estáticos da classe, tampouco ao ponteiro this (que só existe quando criamos instâncias da classe). Assim, o trecho de código abaixo:
// um método estático que permite verificar a validade
// de um número de CPF
public static boolean isCPFValido(String cpf){
// alguns cálculos aqui
// vamos acessar a variável não estática nome
nome = "Osmar J. Silva";
return true;
}
vai gerar o seguinte erro de compilação: Uncompilable source code - non-static variable nome cannot be referenced from a static context. Se usarmos this.nome a mensagem de erro de compilação será: Uncompilable source code - non-static variable this cannot be referenced from a static context. Métodos estáticos são úteis quando precisamos criar classes que atuarão como suporte, nas quais poderemos chamar funções (métodos) auxiliares sem a necessidade de criar novas instâncias a cada vez que estas funções forem necessárias. |
PHP ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Como renomear um arquivo em PHP usando a função rename()Quantidade de visualizações: 27258 vezes |
Arquivos podem ser renomeados em PHP usando a função rename(). Esta função recebe o caminho e nome atual do arquivo e o novo caminho e nome. Se o destino for diferente, o arquivo será movido de um diretório para outro. Veja um exemplo:
<?php
// renomeia o arquivo testes.txt para testes2.txt
$de = "/site/public_html/testes.txt";
$para = "/site/public_html/testes2.txt";
if(rename($de, $para)){
echo "Arquivo renomeado com sucesso.";
}
else{
echo "Não foi possível renomear o arquivo.";
}
?>
Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado: Arquivo renomeado com sucesso. A função rename() da linguagem PHP retorna um valor boolean (verdadeiro ou falso) indicando se a operação foi realizada com sucesso ou se houve um erro. |
Delphi ::: Data Access Controls (Controles de Acesso a Dados) ::: TClientDataSet |
Como usar o método FindField para pesquisar um campo no TClientDataSet do Delphi e retornar um objeto da classe TFieldQuantidade de visualizações: 14601 vezes |
O método FindField pode ser usado quando queremos pesquisar um campo no TClientDataSet e retornar um objeto da classe TField. Este método possui a seguinte assinatura:function FindField(const FieldName: string): TField; Veja um trecho de código no qual eu mostro como encontrar um campo chamado "autor" em um ClientDataSet e retornar seu valor no registro atual:
procedure TForm3.Button3Click(Sender: TObject);
var
campo: TField;
begin
// vamos obter o campo com o nome "autor" no ClientDataSet
campo := ClientDataSet1.FindField('autor');
// este campo existe no dataset?
if campo <> nil then
ShowMessage('O campo existe e seu valor no registro atual é: ' +
campo.AsString)
else // o campo não existe no dataset
ShowMessage('O campo não existe no dataset');
end;
Se o campo existir no dataset, veremos uma mensagem parecida com: "O campo existe e seu valor no registro atual é: M. D. Deitel". Em geral usamos o método FindField para determinar se um determinado componente field existe no dataset. O argumento para o método é o nome do campo que queremos pesquisar. Este nome pode ser o nome de um campo simples, o nome de um sub-campo de um objeto field que tenha sido qualificado pelo nome do campo pai ou o nome de um campo agregado. O comportamento do método FindField é o mesmo do método FieldByName. A diferença é que FindField retorna o valor nil se o campo não existir, enquanto FieldByName lança uma exceção do tipo EDatabaseError com a mensagem "Field not found". Esta dica foi escrita e testada no Delphi 2009. |
Android Java ::: Gerenciadores de Layout ::: LinearLayout |
Como usar o gerenciador de layout LinearLayout em suas aplicações AndroidQuantidade de visualizações: 8374 vezes |
O gerenciador de layout LinearLayout (no pacote android.widget) do Android SDK nos permite exibir seus componentes filhos em uma única coluna ou linha. Esta classe está disponível desde a API Level 1. Veja sua posição na hierarquia de classes do Android:
java.lang.Object
android.view.View
android.view.ViewGroup
android.widget.LinearLayout
As classes diretas mais conhecidas são: NumberPicker, RadioGroup, SearchView, TabWidget, TableLayout, TableRow e ZoomControls. Veja um exemplo de como podemos usar o gerenciador LinearLayout em um arquivo de layout em XML:
<LinearLayout xmlns:android="http://schemas.android.com/apk/res/android"
android:orientation="vertical"
android:layout_width="fill_parent"
android:layout_height="fill_parent">
</LinearLayout>
Veja agora como este mesmo gerenciador pode ser criado em tempo de execução a partir do método onCreate() de uma activity:
package arquivo.estudos;
import android.app.Activity;
import android.os.Bundle;
import android.view.ViewGroup.LayoutParams;
import android.widget.LinearLayout;
public class EstudosActivity extends Activity
{
/** Called when the activity is first created. */
@Override
public void onCreate(Bundle savedInstanceState)
{
super.onCreate(savedInstanceState);
// vamos criar o gerenciador de layout
LinearLayout layout = new LinearLayout(this);
layout.setOrientation(LinearLayout.VERTICAL);
layout.setLayoutParams(new LinearLayout.LayoutParams(
LayoutParams.FILL_PARENT, LayoutParams.FILL_PARENT));
// vamos atribuir este layout à janela
setContentView(layout);
}
}
Em ambos os exemplos, os componentes filhos serão dispostos em uma única coluna, ou seja, serão empilhados na vertical, uma vez que o valor da orientação do layout é vertical. Note que a orientação do layout LinearLayout é definida em um arquivo XML usando o atributo android:orientation. Via código, a orientação é definida por meio de uma chamada ao método setOrientation(). A orientação padrão de um LinearLayout é horizontal (os componentes são dispostos em uma linha horizontal e a quebra de linha só ocorrerá quando forçada por questões de espaço). |
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