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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Java ::: Tratamento de Erros ::: Passos Iniciais |
Quais as diferenças entre checked exceptions, runtime exceptions e errors na linguagem Java?Quantidade de visualizações: 16001 vezes |
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Checked exceptions (exceções verificadas), runtime exceptions (exceções de tempo de execução) e errors (erros) possuem diferenças importantes e devem ser entendidas perfeitamente para tirarmos maior proveito da plataforma Java. Entre as checked exceptions podemos citar FileNotFoundException, ClassNotFoundException e IOException. Agora veja: problemas tais como um arquivo não encontrado, uma classe não encontrada ou problemas com entrada e saída (talvez a impressora parou de responder ou a rede caiu) fogem completamente do domínio da aplicação. Tais exceções não são provocadas por código mal escrito ou mal testado. Desta forma, o Java força que todas as checked exceptions estejam em um bloco try...catch. Vamos ver se isso é verdade? Observe o trecho de código abaixo:
import java.io.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
DataInputStream in = new DataInputStream(
new BufferedInputStream(
new FileInputStream("conteudo.txt")));
while(in.available() != 0)
System.out.print((char) in.readByte());
System.exit(0);
}
}
Se tentarmos compilar este código teremos o seguinte resultado:
Estudos.java:7: unreported exception
java.io.FileNotFoundException; must be caught
or declared to be thrown
new FileInputStream("conteudo.txt")));
^
Estudos.java:9: unreported exception
java.io.IOException; must be caught or
declared to be thrown
while(in.available() != 0)
^
Estudos.java:10: unreported exception
java.io.IOException; must be caught or
declared to be thrown
System.out.print((char) in.readByte());
^
3 errors
Aqui nós temos uma exceção FileNotFoundException e duas exceções IOException. Vamos nos concentrar na exceção gerada pelo construtor da classe FileInputStream. Folheando a documentação do Java nós encontramos: public FileInputStream(String name) throws FileNotFoundException É aqui que as coisas começam a ficar interessantes. Todos os métodos Java que podem atirar exceções verificadas são marcados com throws e o tipo de exceção lançada. A palavra throws é usada para transferir a responsabilidade do tratamento do erro para o chamador de tais métodos. Outro exemplo é o método readByte() da classe DataInputStream: public final byte readByte() throws IOException Para corrigir as exceções acima, só precisamos usar um bloco try...catch. Veja:
import java.io.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
try{
DataInputStream in = new DataInputStream(
new BufferedInputStream(
new FileInputStream("conteudo.txt")));
while(in.available() != 0)
System.out.print((char) in.readByte());
}
catch(IOException e){
System.out.print(e.getMessage());
}
System.exit(0);
}
}
Exceções verificadas são todas aquelas que descendem de Exception mas não descendem de RuntimeException. As exceções de tempo de execução (runtime exceptions) são provocadas por código mal escrito ou mal testado, ou seja, são causadas por nós programadores. Entre estas exceções podemos citar ArithmeticException, IndexOutOfBoundsException e NoSuchElementException. De fato, um erro aritmético é responsabilidade do programador, pois cabe a este verificar se os valores estão dentro da faixa permitida por cada tipo de dados. Ao contrário das exceções verificadas, o compilador não força o uso do bloco try...catch para as runtime exceptions. De fato, isso é fácil de compreender, uma vez que tais exceções não deveriam jamais aparecer. Contudo, pode ser desejável usar o bloco try...catch em casos em que os valores de uma operação são definidos pelo usuário. Veja um exemplo:
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
Scanner in = new Scanner(System.in);
System.out.print("Informe um inteiro: ");
int valor = in.nextInt();
System.out.print("Informe outro inteiro: ");
int valor2 = in.nextInt();
System.out.println("O resultado é " +
valor / valor2);
}
}
Se executarmos este código e informarmos o valor 0 para o segundo inteiro, teremos a seguinte exceção: Informe um inteiro: 4 Informe outro inteiro: 0 Exception in thread "main" java.lang.ArithmeticException: / by zero at Estudos.main(Estudos.java:13) Uma forma de corrigir isso é testando os valores informados para verificar suas faixas ou lançar uma exceção. Veja como usamos esta última alternativa:
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
Scanner in = new Scanner(System.in);
System.out.print("Informe um inteiro: ");
int valor = in.nextInt();
System.out.print("Informe outro inteiro: ");
int valor2 = in.nextInt();
try{
System.out.println("O resultado é " +
valor / valor2);
}
catch(ArithmeticException e){
System.out.println("Uma exceção " +
"ArithmeticException ocorreu, " +
"possivelmente uma tentativa de " +
"divisão por zero.");
}
}
}
Agora se informarmos zero para o segundo inteiro, teremos: Informe um inteiro: 5 Informe outro inteiro: 0 Uma exceção ArithmeticException ocorreu, possivelmente uma tentativa de divisão por zero. As runtime exceptions (causadas por falha nossa, os programadores) descedem de java.lang.RuntimeException. Além das runtime exceptions e das checked exceptions, temos também os errors, que descedem de java.lang.Error e não devem jamais ser atirados ou tratados em blocos try...catch. Este tipo de erro é reservado para indicar problema na JVM. Entre tais erros temos OutOfMemoryError, que é lançado quando a Java Virtual Machine não consegue alocar um objeto porque sua fatia de memória esgotou e o Garbage Collector ainda não liberou mais memória. Não há razão para tratarmos isso em um bloco try...catch uma vez que, ao contrário de C++, a liberação de memória só é feita pelo GC. O melhor a fazer é deixar mesmo o programa ser encerrado e encontrar alternativas para a correção do problema. |
Delphi ::: Data Access Controls (Controles de Acesso a Dados) ::: TClientDataSet |
Como tornar o TClientDataSet do Delphi somente leitura usando a propriedade ReadOnlyQuantidade de visualizações: 12258 vezes |
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Em algumas situações gostaríamos que um TClientDataSet fosse somente leitura, ou seja, não queremos permitir inserção, atualização ou exclusão dos dados do dataset. Para isso podemos usar a propriedade ReadOnly. Se seu valor for True, os dados do TClientDataSet serão apenas para leitura. Se o valor for False, os dados podem ser modificados e/ou novos dados podem ser inseridos no dataset. O valor padrão é False. Em tempo de design a propriedade ReadOnly do TClientDataSet pode ser ajustada selecionando-se o componente no formulário e acessando o Object Inspector. Em tempo de execução esta propriedade pode ser ajustada por meio do seguinte trecho de código: procedure TForm3.Button3Click(Sender: TObject); begin // vamos tornar o TClientDataSet somente leitura ClientDataSet1.ReadOnly := True; end; Se necessário, podemos obter o valor desta propriedade em tempo de execução da seguinte forma:
procedure TForm3.Button3Click(Sender: TObject);
begin
// vamos verificar se o TClientDataSet é somente leitura
if ClientDataSet1.ReadOnly then
ShowMessage('O ClientDataSet é somente leitura')
else
ShowMessage('O ClientDataSet NÃO é somente leitura')
end;
Ao executarmos este código e clicarmos no botão teremos uma mensagem parecida com: "O ClientDataSet NÃO é somente leitura". É importante observar que se tentarmos efetuar alguma operação que modifica o conteúdo de um TClientDataSet somente leitura nós teremos uma exceção do tipo: Project Project2.exe raised exception class EDatabaseError with message 'ClientDataSet1': Cannot modify a read-only dataset'. Quando ajustamos o valor da propriedade ReadOnly para True, automaticamente a propriedade CanModify do dataset é ajustada para False. Importante: Mesmo que o valor da propriedade ReadOnly seja False, os usuários ainda podem ser impedidos de modificar os dados de um client dataset se este obtém seus dados a partir de um provider (por exemplo: TDataSetProvider). A propriedade Options do provider pode limitar se os dados podem ser editados e, se puderem, os tipos de alterações permitidos. Esta dica foi escrita e testada no Delphi 2009. |
Java ::: Fundamentos da Linguagem ::: Variáveis e Constantes |
Regras para a escolha de nomes de variáveis e constantes em JavaQuantidade de visualizações: 16293 vezes |
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Cada linguagem de programação tem seu conjunto próprio de regras e convenções para os tipos de nomes que você pode usar, e Java não é diferente. As regras e convenções para nomear variáveis em Java são as seguintes: 1) Nomes de variáveis são sensíveis a minúsculas e maiúsculas. Isso quer dizer que "cliente" é diferente de "Cliente". O nome de uma variável pode ser qualquer identificador legal: Uma sequência sem limites de tamanho de letras Unicode e dígitos, começando com uma letra, "$" ou o caractere de sublinhado "_" (underscore). A convenção, contudo, é sempre começar um nome de variável com uma letra e não "$" ou "_". Além disso, por convenção, o caractere $ nunca é usado. Você pode encontrar situações em que nomes gerados automaticamente podem conter o sinal $, mas evite usá-lo sempre que possível. O mesmo acontece com "_". Embora permitido, evite começar nomes de variáveis com "_". Espaços não são permitidos em nomes de variáveis. 2) Caracteres subsequentes podem ser letras, dígitos, $ ou "_". Convenções (e senso comum) se aplicam a esta regra também. Quando escolher nomes para suas variáveis, use nomes completos em vez de abreviações confusas. Isso tornará seu código mais legível. Nomes tais como "cliente", "nota", "quantidade", etc, são bem mais fáceis de entender e lembrar que "cl", "n", "qt", etc. Tenha também em mente que palavras-chaves e palavras reservadas da linguagem não podem ser usadas como nomes de variáveis. 3) Se o nome de variável que você escolher consistir de apenas um palavra, escreva-a toda em letras minúsculas. Ex.: cliente. Se consistir de mais de uma palavra, escreva a primeira letra da segunda palavra usando letra maiúscula. Ex.: nomeCliente. Se o nome for de uma constante, ele deve ser escrito todo em letras maiúsculas. Ex.: MODELO = 102. Se o nome da constante possuir mais de uma palavra, separe-as com o caractere "_". Ex.: NIVEL_BOLETO = 2. |
VB.NET ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle |
Como usar o laço Do...While...Loop do VB.NETQuantidade de visualizações: 18123 vezes |
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Um instrução de repetição (também chamada de laço ou loop) permite que um bloco de códigos seja executado repetidamente até que uma condição seja satisfeita. O laço Do...While...Loop é usado quando queremos testar uma condição e, executar um bloco de código repetidamente enquanto esta condição for verdadeira. Lembre-se de que, se a condição já for falsa, o laço nunca será executado. Veja um exemplo de laço Do...While...Loop que nos permite exibir os números de 0 a 10: Dim numero As Integer = 0 Do While numero <= 10 Console.WriteLine(numero) numero += 1 Loop Veja uma nova versão deste código, desta vez contando de 10 a 0: Dim numero As Integer = 10 Do While numero >= 0 Console.WriteLine(numero) numero -= 1 Loop Aqui nós estamos novamente avaliando uma condição, ou seja, se o resultado da condição for True, a execução do laço continua. Se for False, o laço pára. Veja um exemplo no qual a condição booleana está bem explícita:
Dim pode As Boolean = True
Dim valor As Integer = 1
Do While pode
Console.WriteLine(valor)
valor += 1
If valor > 20 Then
pode = False
End If
Loop
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