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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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C ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres |
Como verificar a existência de uma substring em uma string usando a função strstr() da linguagem CQuantidade de visualizações: 10676 vezes |
Nesta dica mostro como pesquisar uma substring dentro de uma string. Para isso usaremos a função strstr() do header string.h. Esta função aceita a string e a substring que queremos pesquisar e retorna NULL se a substring não for encontrada. Caso esta esteja contida na string, um ponteiro para o caractere inicial de sua ocorrência é retornado. Veja o código:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <string.h>
int main(int argc, char *argv[]){
char frase[] = "Gosto muito de Java e Python";
// vamos pesquisar a substring "Java" na string
char *res = strstr(frase, "Java");
// se for NULL a substring não foi encontrada
if(res == NULL)
printf("A substring nao foi encontrada");
else
printf("A substring foi encontrada: %s", res);
puts("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
Note que neste exemplo, a substring é localizada e o conteúdo de res é o restante da string a partir do primeiro caractere da substring pesquisada. |
Ruby ::: Dicas & Truques ::: Data e Hora |
Como retornar os minutos em Ruby a partir de um objeto da classe Time usando a função minQuantidade de visualizações: 6747 vezes |
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Muitas vezes precisamos obter os minutos de uma determinada hora a partir de um determinado objeto Time. Para isso a classe Time nos fornece o método min. Este método retorna um número inteiro na faixa 0..59. Veja uma demonstração de como usar este método no trecho de código a seguir: # constrói um objeto Time com a data e hora atual agora = Time.now # obtém os minutos minutos = agora.min # exibe o resultado puts "Os minutos são: " + minutos.to_s Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado: Os minutos são: 7 |
Java ::: Estruturas de Dados ::: Árvore Binária e Árvore Binária de Busca |
Como percorrer uma árvore binária em Java usando o algorítmo depth-first search (DFS) de forma iterativaQuantidade de visualizações: 1414 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos implementar o algorítmo da Busca em Profundidade (DFS, do inglês depth-first search) em Java de forma iterativa, ou seja, sem usar recursão. Não farei a busca, mas sim o percurso, para que você entenda como a lógica dessa busca funciona. Antes de iniciarmos, veja a árvore binária que vamos usar no exemplo: ![]() Note que esta árvore possui seis nós. O nó 5 é o nó raiz, e possui como filhos os nós 4 e 9. O nó 4, por sua vez, possui apenas um filho, o nó 2, ou seja, o filho da esquerda. O nó 9 possui dois filhos: o nó 3 é o filho da esquerda e o nó 12 é o filho da direita. Os filhos da árvore binária que não possuem outros filhos são chamados de folhas. Com a abordagem da busca em profundidade, começamos com o nó raiz e viajamos para baixo em uma única ramificação. Se o nó desejado for encontrado naquela ramificação, ótimo. Do contrário, continuamos subindo e pesquisando por nós não visitados. Esse tipo de busca também tem uma notação big O de O(n). Vamos à implementação? Veja o código para a classe No, que representa um nó na árvore binária:
// implementação da classe No
class No{
public int valor; // o valor do nó
public No esquerdo; // o filho da esquerda
public No direito; // o filho da direita
public No(int valor){
this.valor = valor;
this.esquerdo = null;
this.direito = null;
}
}
Veja agora o código completo para o exemplo. Note que usei uma implementação não-recursiva, na qual todos os nós expandidos recentemente são adicionados a uma pilha, para realizar a exploração. O uso da pilha permite o retrocesso (backtracking) de forma a reiniciarmos o percurso ou busca no próximo nó. Para manter o código o mais simples possível, eu usei a classe Stack do Java, juntamente com seus métodos push() e pop() para simular a pilha. Usei também uma ArrayList para guardar os valores da árvore binária na ordem depth-first. Eis o código:
package estudos;
import java.util.ArrayList;
import java.util.Stack;
// implementação da classe No
class No{
public int valor; // o valor do nó
public No esquerdo; // o filho da esquerda
public No direito; // o filho da direita
public No(int valor){
this.valor = valor;
this.esquerdo = null;
this.direito = null;
}
}
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
// vamos criar os nós da árvore
No cinco = new No(5); // será a raiz da árvore
No quatro = new No(4);
No nove = new No(9);
No dois = new No(2);
No tres = new No(3);
No doze = new No(12);
// vamos fazer a ligação entre os nós
cinco.esquerdo = quatro;
cinco.direito = nove;
quatro.esquerdo = dois;
nove.esquerdo = tres;
nove.direito = doze;
// agora já podemos efetuar o percurso depth-first
ArrayList<Integer> valores = percursoDepthFirst(cinco);
System.out.println("Os valores na ordem Depth-First são: " + valores);
}
public static ArrayList<Integer> percursoDepthFirst(No no){
// vamos usar uma ArrayList para retornar os elementos
// na ordem Depth-First
ArrayList<Integer> valores = new ArrayList<>();
// vamos criar uma nova instância de uma pilha
Stack<No> pilha = new Stack<>();
// já vamos adicionar o primeiro nó recebido, que é a raiz
pilha.push(no);
// enquanto a pilha não estiver vazia
while(pilha.size() > 0){
// vamos obter o elemento no topo da pilha
No atual = pilha.pop();
// adicionamos este valor no ArrayList
valores.add(atual.valor);
// vamos colocar o filho direito na pilha
if(atual.direito != null){
pilha.push(atual.direito);
}
// vamos colocar o filho esquerdo na pilha
if(atual.esquerdo != null){
pilha.push(atual.esquerdo);
}
}
return valores; // retorna os valores da árvore
}
}
Ao executarmos este código Java nós teremos o seguinte resultado: Os valores na ordem Depth-First são: [5, 4, 2, 9, 3, 12] Compare estes valores com a imagem vista anteriormente para entender ainda melhor o percurso ou busca Depth-First. |
Delphi ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Como escrever em um arquivo texto usando as funções Write() e WriteLn() do DelphiQuantidade de visualizações: 29320 vezes |
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Não há como fugir. Cedo ou tarde precisaremos escrever em um arquivo texto usando Delphi. E esta dica foi escrita com o propósito de facilitar esta tarefa. O primeiro passo para se escrever em um arquivo texto usando Delphi é declarar uma variável do tipo TextFile. Em seguida usamos a procedure AssignFile() para associar a variável TextFile ao arquivo em disco. Como queremos escrever conteúdo novo no arquivo, a função Rewrite() pode ser usada. Esta função cria o arquivo em disco se este ainda não existir. Se o mesmo existir, ele é excluído e a função cria outro com o mesmo nome. E, para escrever conteúdo no arquivo texto, usamos as funções Write() e WriteLn(). A primeira escreve no arquivo enquanto a segunda escreve no arquivo e adiciona o marcador de quebra de linha. Veja o exemplo para um melhor entendimento:
procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
arquivo: TextFile;
begin
// vamos fazer uma ligação entre a variável arquivo e o
// arquivo que queremos manipular
AssignFile(arquivo, 'C:\arquivo de codigos\dados.txt');
// vamos abrir o arquivo ou criar um novo
Rewrite(arquivo);
// vamos escrever no arquivo agora
WriteLn(arquivo, 'Sou a primeira linha.');
Write(arquivo, 'Sou a segunda linha.');
WriteLn(arquivo, ' E lá vem...');
WriteLn(arquivo, 'A terceira linha');
// hora de fechar o arquivo
CloseFile(arquivo);
// fim
ShowMessage('Operação realizada com sucesso.');
end;
Para fins de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009. |
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1º lugar: Java |





