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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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HTML5 ::: HTML5 + JavaScript ::: Geolocation API |
Como retornar a localização do usuário usando o método getCurrentPosition() da API Geolocation do HTML5Quantidade de visualizações: 3216 vezes |
O método getCurrentPosition() da API Geolocation do HTML5 nos permite obter tanto a latitude quanto a longitude do usuário que está acessando nossas páginas web. A forma mais simples deste método requer apenas uma função JavaScript que receberá o objeto de coordenadas. Veja o trecho de código a seguir:
<html>
<head>
<title>Obtendo a latitude e longitude usando a API
Geolocation</title>
</head>
<body>
<script type="text/javascript">
function mostrarPosicao(posicao) {
document.writeln("<h1>Latitude: " + posicao.coords.latitude +
"; Longitude: " + posicao.coords.longitude + "</h1>");
}
// não se esqueça de testar se o navegador web suporta a API
// Geolocation do HTML5
if(window.navigator.geolocation) {
// chamamos o método getCurrentPosition() fornecendo a função
// JavaScript que receberá o objeto de coordenadas
navigator.geolocation.getCurrentPosition(mostrarPosicao);
}
else{
document.writeln("A API Geolocation foi encontrada.");
}
</script>
</body>
</html>
Ao executar este trecho de código, a primeira coisa que você verá é uma mensagem do navegador avisando que o site a partir do qual o código está sendo executado quer saber sua localização. A mensagem exibirá os botões Permitir ou Bloquear. Se você clicar no botão Permitir, a latitude e longitude serão escritas no navegador: Latitude: -16.7143838; Longitude: -49.2327622 É claro que, se você estiver executando o código em um laptop ou desktop, o resultado será muito diferente daquele mostrado no seu celular. O motivo é que, em geral, um GPS não está disponível nos laptops e desktops. Por essa razão, o navegador vai obter sua localização usando posicionamento de WI-FI e também por meio do seu endereço IP (Internet Protocol). |
Delphi ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Como verificar a existência de um diretório usando a função DirectoryExists() do DelphiQuantidade de visualizações: 13539 vezes |
Em algumas situações precisamos saber se um diretório já existe, talvez para evitar que nosso código tente criar um diretório com o mesmo caminho e nome. Em Delphi isso pode ser feito com o auxílio da função DirectoryExists() da unit SysUtils. Esta função recebe uma string contendo o nome do diretório a ser pesquisado e retorna true se o diretório existir e false em caso contrário. Veja o exemplo:
procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
diretorio: string;
begin
// diretório que queremos verificar a existência
diretorio := 'C:\arquivo de codigos';
// vamos verificar se o diretório existe
if DirectoryExists(diretorio) then
ShowMessage('O diretório existe')
else
ShowMessage('O diretório NÃO existe');
end;
Note que a unit FileCtrl também contém uma função chamada DirectoryExists(). Porém, esta função foi considerada ultrapassada. Dê preferência àquela da unit SysUtils. Para fins de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009. |
Java ::: Java + MySQL ::: Metadados da Base de Dados (Database Metadata) |
Java MySQL - Como obter os tipos de dados suportados pelo MySQL e seus correspondentes JDBC usando o método getTypeInfo() da interface DatabaseMetaDataQuantidade de visualizações: 6511 vezes |
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Em algumas situações precisamos obter os tipos de dados suportados pelo MySQL e mapeá-los para seus correspondentes JDBC. Esta não é uma tarefa fácil, mas que, com uma pequena ajuda dos recursos de reflexão do Java, pode ser realizada depois de algumas xícaras de café. O primeiro passo é obter os tipos de dados suportados pelo MySQL com uma chamada ao método getTypeInfo() da interface DatabaseMetaData. Os campos do ResultSet que nos interessam são TYPE_NAME e DATA_TYPE. TYPE_NAME traz o nome do tipo de dados no MySQL enquanto DATA_TYPE traz o tipo JDBC correspondente como um inteiro. Assim, o que temos que fazer é usar reflexão para obter todos os campos da classe java.sql.Types e efetuar um mapeamento entre os tipos. Veja o código completo para o exemplo:
package estudosbancodados;
import java.lang.reflect.Field;
import java.sql.*;
import java.util.HashMap;
import java.util.Map;
public class EstudosBancoDados{
static Map mapa; // usado para mapear os tipos JDBC
public static void main(String[] args) {
// strings de conexão
String databaseURL = "jdbc:mysql://localhost/estudos";
String usuario = "root";
String senha = "osmar1234";
String driverName = "com.mysql.jdbc.Driver";
try {
Class.forName(driverName).newInstance();
Connection conn = DriverManager.getConnection(databaseURL, usuario, senha);
// vamos obter um objeto da classe com.mysql.jdbc.DatabaseMetaData
DatabaseMetaData dbmd = conn.getMetaData();
// vamos obter os tipos de dados suportados por esta versão do MySQL
// e seus correspondentes JDBC
ResultSet tiposDados = dbmd.getTypeInfo();
while(tiposDados.next()){
System.out.println("MySQL: " + tiposDados.getString("TYPE_NAME") + " - JDBC: "
+ getJdbcTypeName(Integer.parseInt(tiposDados.getString("DATA_TYPE"))));
}
// vamos fechar o ResultSet
tiposDados.close();
}
catch (SQLException ex) {
System.out.println("SQLException: " + ex.getMessage());
System.out.println("SQLState: " + ex.getSQLState());
System.out.println("VendorError: " + ex.getErrorCode());
}
catch (Exception e) {
System.out.println("Problemas ao tentar conectar com o banco de dados: " + e);
}
}
// Este método retorna o nome de um tipo JDBC
// O retorno é null se o tipo JDBC não puder ser reconhecido
public static String getJdbcTypeName(int jdbcType){
// vamos usar reflection para mapear valores inteiros a seus nomes
if(mapa == null) {
mapa = new HashMap();
// vamos obter todos os campos da classe java.sql.Types
Field[] campos = java.sql.Types.class.getFields();
// vamos percorrer os campos
for(int i = 0; i < campos.length; i++){
try{
// vamos obter o nome do campo
String nome = campos[i].getName();
// vamos obter o valor do campo
Integer valor = (Integer)campos[i].get(null);
// vamos adicionar ao mapa
mapa.put(valor, nome);
}
catch(IllegalAccessException e){
System.out.println("Ops: " + e.getMessage());
}
}
}
// vamos retornar o nome do tipo JDBC
return (String)mapa.get(new Integer(jdbcType));
}
}
O resultado da execução deste código foi: MySQL: BIT - JDBC: BIT MySQL: BOOL - JDBC: BIT MySQL: TINYINT - JDBC: TINYINT MySQL: TINYINT UNSIGNED - JDBC: TINYINT MySQL: BIGINT - JDBC: BIGINT MySQL: BIGINT UNSIGNED - JDBC: BIGINT MySQL: LONG VARBINARY - JDBC: LONGVARBINARY MySQL: MEDIUMBLOB - JDBC: LONGVARBINARY MySQL: LONGBLOB - JDBC: LONGVARBINARY MySQL: BLOB - JDBC: LONGVARBINARY MySQL: TINYBLOB - JDBC: LONGVARBINARY MySQL: VARBINARY - JDBC: VARBINARY MySQL: BINARY - JDBC: BINARY MySQL: LONG VARCHAR - JDBC: LONGVARCHAR MySQL: MEDIUMTEXT - JDBC: LONGVARCHAR MySQL: LONGTEXT - JDBC: LONGVARCHAR MySQL: TEXT - JDBC: LONGVARCHAR MySQL: TINYTEXT - JDBC: LONGVARCHAR MySQL: CHAR - JDBC: CHAR MySQL: NUMERIC - JDBC: NUMERIC MySQL: DECIMAL - JDBC: DECIMAL MySQL: INTEGER - JDBC: INTEGER MySQL: INTEGER UNSIGNED - JDBC: INTEGER MySQL: INT - JDBC: INTEGER MySQL: INT UNSIGNED - JDBC: INTEGER MySQL: MEDIUMINT - JDBC: INTEGER MySQL: MEDIUMINT UNSIGNED - JDBC: INTEGER MySQL: SMALLINT - JDBC: SMALLINT MySQL: SMALLINT UNSIGNED - JDBC: SMALLINT MySQL: FLOAT - JDBC: REAL MySQL: DOUBLE - JDBC: DOUBLE MySQL: DOUBLE PRECISION - JDBC: DOUBLE MySQL: REAL - JDBC: DOUBLE MySQL: VARCHAR - JDBC: VARCHAR MySQL: ENUM - JDBC: VARCHAR MySQL: SET - JDBC: VARCHAR MySQL: DATE - JDBC: DATE MySQL: TIME - JDBC: TIME MySQL: DATETIME - JDBC: TIMESTAMP MySQL: TIMESTAMP - JDBC: TIMESTAMP |
Delphi ::: Classes, Controles e Componentes ::: TRegistry (Registro do Windows) |
Como verificar se uma chave já existe no registro do Windows usando a função KeyExists() da classe TRegistry do DelphiQuantidade de visualizações: 17754 vezes |
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Em algumas situações nós gostaríamos de verificar se uma determinada chave já existe no registro do Windows, talvez antes de criá-la, excluí-la ou tentar ler algum de seus valores. O método KeyExists() da classe TRegistry pode ser usado para esta finalidade. Este método recebe uma string representando a chave a ser pesquisada e retorna um valor Boolean indicando a existência da chave. Veja o trecho de código abaixo:
procedure TForm3.Button5Click(Sender: TObject);
var
reg: TRegistry;
begin
// uses Registry
// vamos criar uma instância da classe TRegistry
reg := TRegistry.Create;
// a chave raiz padrão é HKEY_CURRENT_USER mas, por via das dúvidas
// vamos reafirmar isso
reg.RootKey := HKEY_CURRENT_USER;
// vamos verificar a existência de uma chave a partir da chave raiz
if reg.KeyExists('Arquivo de Códigos') then
begin
ShowMessage('A chave pesquisada existe.');
end
else
begin
ShowMessage('A chave pesquisada não existe.');
end;
// vamos liberar o registro
reg.Free;
end;
Aqui nós estamos verificando a existência da chave "Arquivo de Códigos" a partir da chave raiz HKEY_CURRENT_USER. Para fins de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009. |
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