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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Java ::: Dicas & Truques ::: Recursão (Recursividade) |
Java Avançado - Como listar o conteúdo de um diretório recursivamenteQuantidade de visualizações: 1 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos usar recursividade (recursão) para listar todo o conteúdo de um diretório. Este é um exercício para melhorar o seu entendimento de funções recursivas em Java. Veja o código completo para o exemplo:
package arquivodecodigos;
import java.io.*;
import java.util.*;
public class Estudos {
static int indentLevel = -1;
public static void main(String[] args) {
listPath(new File("c:\\estudos_c"));
}
static void listPath(File path) {
File files[];
indentLevel++;
files = path.listFiles();
Arrays.sort(files);
for (int i = 0, n = files.length; i < n; i++) {
for (int indent = 0; indent < indentLevel; indent++) {
System.out.print(" ");
}
System.out.println(files[i].getName());
if(files[i].isDirectory()) {
listPath(files[i]);
}
}
indentLevel--;
}
}
Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado:
DICA.txt
estudos
.vs
estudos
v16
.suo
Browse.VC.db
ipch
AutoPCH
1dcb307edee5acf8
ORIGEM.ipch
Debug
estudos.exe
estudos.exe.recipe
estudos.ilk
estudos.log
estudos.pdb
estudos.tlog
CL.command.1.tlog
CL.read.1.tlog
CL.write.1.tlog
estudos.lastbuildstate
link.command.1.tlog
link.read.1.tlog
link.write.1.tlog
estudos.vcxproj.FileListAbsolute.txt
Origem.obj
vc142.idb
vc142.pdb
estudos.sln
estudos.vcxproj
estudos.vcxproj.filters
estudos.vcxproj.user
Origem.cpp
Estudos_C.dev
Estudos_C.exe
Estudos_C.layout
main.c
main.o
Makefile.win
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PostgreSQL ::: Dicas & Truques ::: Comandos DDL (Data Definition Language - Linguagem de Definição de Dados) |
Como excluir uma tabela no PostgreSQL usando o comando DDL DROP TABLEQuantidade de visualizações: 8530 vezes |
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Em algumas situações precisamos excluir uma tabela em uma base de dados PostgreSQL. Isso pode ser feito por meio do comando DDL DROP TABLE. Este comando remove a tabela da base de dados completamente, incluindo índices, regras (rules), triggers e restrições (constraints). Para disparar um comando DROP TABLE, você precisa ser um super usuário ou possuir privilégios sobre a tabela e o schema na qual ela reside. Em geral excluímos tabelas usando a ferramenta pgAdmin. No entanto, é importante conhecer e dominar este comando de forma a conseguirmos excluir tabelas a partir da janela de Query do pgAdmin, do SQL Shell (psql) ou usando uma linguagem de programação. Veja um comando DDL DROP TABLE usado para excluir uma tabela chamada produtos: DROP TABLE produtos; Se o comando for executado com sucesso, o PostgreSQL nos exibirá a seguinte mensagem: Query returned successfully with no result in 31 ms. ERRO: tabela "produtos" não existe ********** Error ********** ERRO: tabela "produtos" não existe SQL state: 42P01 DROP TABLE IF EXISTS produtos; Agora o PostgreSQL trocará a mensagem de erro por uma mensagem de advertência: NOTA: tabela "produtos" não existe, ignorando Query returned successfully with no result in 14 ms. |
C ::: C para Engenharia ::: Física - Mecânica |
Como calcular a massa de um corpo dada sua energia cinética e sua velocidade usando a linguagem CQuantidade de visualizações: 2957 vezes |
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Na Física, a energia cinética em um objeto é a energia que ele possui devido ao seu movimento. Isso é definido como o trabalho necessário para acelerar um corpo de massa em repouso para que este adquira velocidade. Tendo ganho essa energia durante a aceleração, o corpo mantém essa energia cinética a menos que a sua velocidade mude. A mesma quantidade de trabalho é produzida por um corpo desacelerando da sua velocidade atual para um estado de repouso. Os carros de uma montanha-russa atingem sua energia cinética máxima quando estão no fundo de sua trajetória. Quando eles começam a subir, a energia cinética começa a ser convertida em energia potencial gravitacional, mas, se forem assumidos atritos insignificantes e outros fatores de atraso, a quantidade total de energia no sistema permanece constante. A fórmula para obtenção da massa de um corpo, quando temos a sua energia cinética e a sua velocidade é: \[ \text{m} = \frac{\text{2} \cdot E_c}{v^2} \] Onde: m ? massa do corpo (em kg). Ec ? energia cinética (em joule, J). v ? velocidade do corpo (em m/s). Vamos ver um exemplo agora? Observe o seguinte enunciado: 1) Uma bola de golfe está viajando a uma velocidade de 50m/s, e possui energia cinética de 75J. Qual é a sua massa? Note que o exercício nos dá a velocidade já em m/s, evitando a necessidade da conversão de km/h para m/s. Temos também a energia cinética já em sua medida apropriada. Assim, só precisamos jogar na fórmula. Veja o código C completo para este cálculo:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <math.h>
int main(int argc, char *argv[]){
// velocidade (em m/s)
float velocidade = 50; // em m/s
// energia cinética
float energia_cinetica = 75; // em joule
// e então calculamos a massa do corpo
float massa = (2 * energia_cinetica) / pow(velocidade, 2);
// mostramos o resultado
printf("A massa do corpo é: %fkg", massa);
printf("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado: A massa do corpo é: 0.060000kg (ou 0.060000 x 1000 = 60 gramas). |
Java ::: Pacote java.io ::: Console |
Java para iniciantes - Como usar a classe Console da linguagem JavaQuantidade de visualizações: 47 vezes |
A classe Console, que é definida no pacote java.io como public e final, fornece métodos para acessar o dispositivo de console baseado em caracteres associado com a máquina virtual Java (JVM) sendo executada no momento. Um objeto desta classe é obtido por meio de uma chamada ao método console() da classe System. Veja:
import java.io.Console;
public class Estudos {
public static void main(String[] args) {
// vamos obter o console para a JVM atual
Console console = System.console();
// vamos testar se o console foi obtido com sucesso
if(console != null){
System.out.println("Console obtido com sucesso");
}
else{
System.out.println("Não foi possível obter o console");
}
}
}
É importante observar que, durante a autoria desta dica (Maio/2012), não é possível obter um objeto da classe Console executando a aplicação dentro do Netbeans e/ou Eclipse, somente executando a aplicação a partir da linha de comando ou outros editores, tais como o JCreator. A razão disso é que, tanto o Netbeans quanto o Eclipse executam a janela de console como um processo de fundo, afim de obter sua saída e exibir em suas próprias janelas. Veja a posição desta classe na hierarquia de classes da plataforma Java: java.lang.Object java.io.Console O fato de a máquina virtual ter um console ou não depende da plataforma na qual ela está sendo executada, e também na forma que a JVM foi invocada. Se a máquina virtual é iniciada a partir de uma janela de linha de comando interativa sem redirecionar os fluxos de entrada e saída padrão, então o console existirá e estará conectado ao teclado e tela a partir da qual a JVM foi lançada. Se a máquina virtual é iniciada automaticamente, por exemplo, como um gerenciador de agendamento de tarefas em segundo plano, então ela, em geral, não terá um console. Se a JVM atual tiver um console, então este é representado por uma instância única da classe Console, que pode ser obtida por meio de uma chamada ao método console() da classe System. Se nenhum dispositivo de console estiver disponível, uma chamada a este método retornará o valor null. Operações de leitura e escrita são sincronizadas para garantir a atomicidade das operações críticas. Assim, as chamadas aos métodos readLine(), readPassword(), format() e printf(), assim como operações de leitura, formatação e escrita nos objetos retornados pelos métodos reader() e writer() poderão causar bloqueios em cenários de múltiplas threads. Chamar close() nos objetos retornados pelos métodos reader() e writer() não fechará os fluxos destes objetos. Os métodos de leitura da classe Console retornam null quando o fim do fluxo de entrada de console é alcançado, por exemplo, ao digitar control-D no Linux/Unix ou control-Z no Windows. Operações de leitura subsequentes terão sucesso se caracteres adicionais forem inseridos mais tarde no dispositivo de entrada do console. |
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