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Você está aqui: C ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas

Como calcular o cateto oposto dadas as medidas da hipotenusa e do cateto adjascente em C

Quantidade de visualizações: 3083 vezes
Todos estamos acostumados com o Teorema de Pitágoras, que diz que "o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos". Baseado nessa informação, fica fácil retornar a medida do cateto oposto quando temos as medidas da hipotenusa e do cateto adjascente. Isso, claro, via programação em linguagem C.

Comece observando a imagem a seguir:



Veja que, nessa imagem, eu já coloquei os comprimentos da hipotenusa, do cateto oposto e do cateto adjascente. Para facilitar a conferência dos cálculos, eu coloquei também os ângulos theta (que alguns livros chamam de alfa) e beta já devidamente calculados. A medida da hipotenusa é, sem arredondamentos, 36.056 metros.

Então, sabendo que o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (Teorema de Pitógoras):

\[c^2 = a^2 + b^2\]

Tudo que temos que fazer é mudar a fórmula para:

\[a^2 = c^2 - b^2\]

Veja que agora o quadrado do cateto oposto é igual ao quadrado da hipotenusa menos o quadrado do cateto adjascente. Não se esqueça de que a hipotenusa é o maior lado do triângulo retângulo.

Veja agora como esse cálculo é feito em linguagem C:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <math.h>
 
int main(int argc, char *argv[]){
  float c = 36.056; // medida da hipotenusa
  float b = 30; // medida do cateto adjascente
  
  // agora vamos calcular o comprimento da cateto oposto
  float a = sqrt(pow(c, 2) - pow(b, 2));
 
  // e mostramos o resultado
  printf("A medida do cateto oposto é: %f", a);
 
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

A medida do cateto oposto é: 20.000877

Como podemos ver, o resultado retornado com o código C confere com os valores da imagem apresentada.

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C ::: Dicas & Truques ::: Ponteiros, Referências e Memória

Como alocar memória dinâmica usando a função calloc() da linguagem C

Quantidade de visualizações: 18700 vezes
A função calloc() é bem parecida com a função malloc() e também é usada em C para alocarmos um bloco de memória. A diferença é que calloc() recebe a quantidade de elementos e o número de bytes do elemento e retorna um ponteiro do tipo void (genérico) para o início do bloco de memória obtido. Veja sua assinatura:

void *calloc(size_t n, size_t size);


Se a memória não puder se alocada, um ponteiro nulo (NULL) será retornado.

É importante se lembrar de alguns conceitos antes de usar esta função. Suponhamos que você queira alocar memória para um único inteiro. Você poderia ter algo assim:

// aloca memória para um int
ponteiro = calloc(1, 4);


Embora este código esteja correto, não é um boa idéia assumir que um inteiro terá sempre 4 bytes. Desta forma, é melhor usar o operador sizeof() para obter a quantidade de bytes em um inteiro em uma determinada arquitetura. Veja:

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// aloca memória para um int
ponteiro = calloc(1, sizeof(int));

Eis o código completo para um aplicativo C que mostra como alocar memória para um inteiro e depois atribuir e obter o valor armazenado no bloco de memória alocado:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  // ponteiro para uma variável do tipo inteiro
  int *ponteiro;

  // aloca memória para um int
  ponteiro = calloc(1, sizeof(int));

  // testa se a memória foi alocada com sucesso
  if(ponteiro)
    printf("Memoria alocada com sucesso.\n");
  else
    printf("Nao foi possivel alocar a memoria.\n");

  // atribui valor à memória alocada
  *ponteiro = 45;

  // obtém o valor atribuído
  printf("Valor: %d\n\n", *ponteiro);

  // libera a memória
  free(ponteiro);

  system("PAUSE");
  return 0;
}

Uma aplicação interessante da função calloc() é quando precisamos construir uma matriz dinâmica. Veja como isso é feito no código abaixo:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  int i;

  // quantidade de elementos na matriz
  int quant = 10;

  // ponteiro para o bloco de memória
  int *ponteiro;

  // aloca memória para uma matriz de inteiros
  ponteiro = calloc(quant, sizeof(int));

  // testa se a memória foi alocada com sucesso
  if(ponteiro)
    printf("Memoria alocada com sucesso.\n");
  else{
    printf("Nao foi possivel alocar a memoria.\n");
    exit(1);
  }

  // atribui valores aos elementos do array
  for(i = 0; i < quant; i++){
    ponteiro[i] = i * 2;
  }

  // exibe os valores
  for(i = 0; i < quant; i++){
    printf("%d  ", ponteiro[i]);
  }

  // libera a memória
  free(ponteiro);

  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}



C ::: C para Engenharia ::: Física - Mecânica

Como calcular Velocidade Vetorial Média usando a linguagem C - C para Engenharia - Física - Mecânica - Cinemática

Quantidade de visualizações: 2854 vezes
Como calcular Velocidade Vetorial Média usando a linguagem C

Na Física, mais especificamente na Mecânica e Cinemática, nós estamos o tempo todo interessados em medir a "rapidez" com que uma partícula se move de um ponto para outro ponto. Por partícula podemos entender qualquer móvel: um carro, um avião, uma bola, uma pessoa, etc.

No caso de um movimento bidimensional ou tridimensional nós devemos considerar a grandeza velocidade média como vetores e usar a notação vetorial. Em outras dicas do site você encontrará cálculos envolvendo vetores e até mesmo calculadoras com as operações vetoriais mais comuns.

Dessa forma, a fórmula para obtenção da Velocidade Vetorial Média é:

\[\vec{v}_\text{méd} = \frac{\Delta \vec{r}}{\Delta t} \]

Onde __$\Delta \vec{r}__$ é a variação da posição da partícula e __$\Delta t__$ é a variação do tempo entre os dois deslocamentos cuja velocidade vetorial média querermos medir.

Antes de vermos o código C, dê uma boa olhada na imagem a seguir:



Nosso objetivo será calcular a velocidade vetorial média da partícula saindo da posição __$\vec{r}_1__$ = 10__$\hat{\imath}__$ + 7__$\hat{\jmath}__$ m (10, 7), no instante t1 = 2s, e indo para a posição __$\vec{r}_2__$ = 12__$\hat{\imath}__$ + 2__$\hat{\jmath}__$ m (12, 2) em t2 = 7s. Note que o trajeto da partícula foi marcado de verde na imagem.

E agora, finalmente, vamos ao código C que lê os valores das coordenadas x e y dos dois vetores de posições (inicial e final), o tempo de deslocamento inicial e final e mostra o vetor velocidade média:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
    
int main(int argc, char *argv[]){
  // coordenadas dos dois vetores de posições
  float x1, y1, x2, y2;
  // guarda o vetor delta r (variação do deslocamento)
  float delta_r_x, delta_r_y;
  // guarda o tempo inicial, tempo final e variacao (em segundos)
  float tempo_inicial, tempo_final, delta_t;
  // guarda as coordenadas do vetor velocidade
  float vetor_vm_x, vetor_vm_y; 
        
  // x e y do primeiro vetor
  printf("Coordenada x do primeiro vetor: ");
  scanf("%f", &x1);
  printf("Coordenada y do primeiro vetor: ");
  scanf("%f", &y1);
      
  // x e y do segundo vetor
  printf("Coordenada x do segundo vetor: ");
  scanf("%f", &x2);
  printf("Coordenada y do segundo vetor: ");
  scanf("%f", &y2);   
      
  // vamos ler o tempo inicial e tempo final    
  printf("Tempo inicial em segundos: ");
  scanf("%f", &tempo_inicial);
  printf("Tempo final em segundos: ");
  scanf("%f", &tempo_final);
	    
  // vamos calcular o vetor delta r
  delta_r_x = x2 - x1;
  delta_r_y = y2 - y1;
  
  // vamos calcular o delta t (variação do tempo)
  delta_t = tempo_final - tempo_inicial;
      
  // finalmente calculamos o vetor velocidade média
  vetor_vm_x = delta_r_x / delta_t;    
  vetor_vm_y = delta_r_y / delta_t; 
	    
  // mostramos o resultado
  printf("O Vetor Velocidade Média é: (%.2f, %.2f)m/s",
   vetor_vm_x, vetor_vm_y);
   
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

Coordenada x do primeiro vetor: 10
Coordenada y do primeiro vetor: 7
Coordenada x do segundo vetor: 12
Coordenada y do segundo vetor: 2
Tempo inicial em segundos: 2
Tempo final em segundos: 7
O Vetor Velocidade Média é: (0.40, -1.00)m/s

Pressione qualquer tecla para continuar. . .

Note que aqui nós estamos usando vetores do R2, mas o processo é o mesmo para vetores do R3.


C ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística

Como calcular juros compostos e montante usando C

Quantidade de visualizações: 11908 vezes
O regime de juros compostos é o mais comum no sistema financeiro e portanto, o mais útil para cálculos de problemas do dia-a-dia. Os juros gerados a cada período são incorporados ao principal para o cálculo dos juros do período seguinte.

Chamamos de capitalização o momento em que os juros são incorporados ao principal. Após três meses de capitalização, temos:

1º mês: M = P .(1 + i)
2º mês: o principal é igual ao montante do mês anterior: M = P x (1 + i) x (1 + i)
3º mês: o principal é igual ao montante do mês anterior: M = P x (1 + i) x (1 + i) x (1 + i)

Simplificando, obtemos a fórmula:

M = P . (1 + i)^n

Importante: a taxa i tem que ser expressa na mesma medida de tempo de n, ou seja, taxa de juros ao mês para n meses.

Para calcularmos apenas os juros basta diminuir o principal do montante ao final do período:

J = M - P

Vejamos um exemplo:

Considerando que uma pessoa empresta a outra a quantia de R$ 2.000,00, a juros compostos, pelo prazo de 3 meses, à taxa de 3% ao mês. Quanto deverá ser pago de juros?

Veja o código C para a resolução:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <math.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  float principal = 2000.00;
  float taxa = 0.03; // 3%
  int meses = 3;

  float montante = principal * pow((1 + taxa), meses);
  float juros = montante - principal;

  printf("O total de juros a ser pago é: %f\n", juros);
  printf("O montante a ser pago é: %f", montante);

  printf("\n\n");
  system("pause");
  return 0;
}

Um outra aplicação interessante é mostrar mês a mês a evolução dos juros. Veja o código a seguir:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <math.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  float principal = 2000.00;
  float taxa = 0.03; // 3%
  int meses = 3;
  float anterior = 0.0;
  float montante;
  float juros;

  for(int i = 1; i <= meses; i++){
    montante = principal * pow((1 + taxa), i);
    juros = montante - principal - anterior;

    anterior += juros;

    printf("Mês: %d - Montante: %f - Juros %f\n", i, montante, juros);
  }

  printf("\n\n");
  system("pause");
  return 0;
}



C ::: Dicas & Truques ::: Ponteiros, Referências e Memória

Apostila C para iniciantes - Como usar ponteiros na linguagem C

Quantidade de visualizações: 32396 vezes
Antes de pensarmos em ponteiros, é importante nos lembrarmos de alguns aspectos referentes à variáveis. Dependendo do seu conhecimento de programação, você deve saber que variáveis possuem nomes que as identificam durante a execução do programa. Você deve saber também que uma variável armazena um valor (que pode ser fixo, no caso de uma constante, ou pode mudar durante a execução de seus códigos).

O que poucos programadores se lembram é que uma variável possui um endereço, e que o nome da variável não é nada mais que um apelido para a localização deste endereço. Desta forma, um ponteiro não é nada mais que um tipo especial de variável que armazena o endereço de outra. Veja um exemplo:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  // variável do tipo int
  int valor = 10;

  // ponteiro para uma variável do tipo int
  int *p = &valor;

  // exibe o valor da variável "valor", apontada
  // pelo ponteiro p
  printf("%d", *p);

  printf("\n\n");

  system("PAUSE");
  return 0;
}

Neste código nós temos a declaração e definição de duas variáveis:

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int valor = 10;
int *p = &valor;

A primeira variável é uma variável do tipo int e a segunda é um ponteiro para uma variável do tipo int. Veja que devemos sempre usar "*" antes do nome de um ponteiro em sua declaração. O símbolo "&" serve para indicar que estamos acessando o endereço de uma variável e não o seu conteúdo. O resultado destas duas linhas é que agora temos um ponteiro que nos permite acessar e manipular a variável valor.

Observe a linha:

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printf("%d", *p);

Aqui nós estamos acessando o valor da variável apontada por p. Veja o uso do símbolo "*" para acessar o valor da variável. Isso é chamado de desreferenciamento de ponteiros. Pareceu complicado? Veja uma linha de código que altera indiretamente o valor da variável valor para 30:

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*p = 30;

Ponteiros são ferramentas muito importantes na programação em C. No entanto, é preciso ter muito cuidado ao lidar com eles. A primeira coisa a ter em mente é que um ponteiro não está apontando para nenhum lugar até que atribuimos a ele o endereço de uma outra variável. E é aí que mora o perigo. Um programa entra em colapso absoluto se tentarmos acessar um ponteiro que aponta para um local de memória que já foi liberado novamente ao sistema. No caso menos grave, estaremos tentando acessar locais de memória inválidos ou reservados a outros programas ou tarefas do sistema operacional. Isso me lembra os velhos tempos da tela azul de morte.


C ::: Estruturas de Dados ::: Lista Ligada Simples

Estrutura de Dados em C - Como inserir nós no final de uma lista singularmente ligada em C

Quantidade de visualizações: 8045 vezes
Esta dica mostra como inserir nós no final de uma lista singularmente ligada. A estrutura usada para representar cada nó é a seguinte:

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struct No{
  int valor;
  struct No *proximo;
};

Note que cada nó contém apenas um valor inteiro e um ponteiro para o próximo nó. Ao analisar o código você perceberá que tanto a inserção no final quanto a exibição dos nós são feitas usando funções. Isso permitirá o reaproveitamento deste código em suas próprias implementações. Vamos ao código:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

// estrutura Nó
struct No{
  int valor;
  struct No *proximo;
};
// fim da estrutura Nó

// função que permite exibir os valores de
// todos os nós da lista
void exibir(struct No *n){
  if(n != NULL){
    do{
      printf("%d\n", n->valor);
      n = n->proximo;
    }while(n != NULL);
  }
  else
    printf("A lista esta vazia\n\n");
}

// função que permite inserir nós no
// final da lista.
// veja que a função recebe o valor a ser
// armazenado em cada nó e um ponteiro para o
// início da lista. A função retorna um
// ponteiro para o início da lista
struct No *inserir_final(struct No *n, int v){
  // reserva memória para o novo nó
  struct No *novo = (struct No*)malloc(sizeof(struct No));
  novo->valor = v;

  // verifica se a lista está vazia
  if(n == NULL){
    // é o primeiro nó...não deve apontar para
    // lugar nenhum
    novo->proximo = NULL;
    return novo; // vamos retornar o novo nó como sendo o início da lista
  }
  else{ // não está vazia....vamos inserir o nó no final
    // o primeiro passo é chegarmos ao final da lista
    struct No *temp = n; // vamos obter uma referência ao primeiro nó
    // vamos varrer a lista até chegarmos ao último nó
    while(temp->proximo != NULL){
      temp = temp->proximo;
    }
    // na saída do laço temp aponta para o último nó da lista
  
    // novo será o último nó da lista...o campo próximo dele deve
    // apontar para NULL
    novo->proximo = NULL;
    // vamos fazer o último nó apontar para o nó recém-criado
    temp->proximo = novo;
    return n; // vamos retornar o início da lista intacto
  }
}

int main(int argc, char *argv[])
{
  // declara a lista
  struct No *inicio = NULL;

  // vamos inserir quatro valores no final
  // da lista
  inicio = inserir_final(inicio, 45);
  inicio = inserir_final(inicio, 3);
  inicio = inserir_final(inicio, 98);
  inicio = inserir_final(inicio, 47);

  // vamos exibir o resultado
  exibir(inicio);

  system("pause");
  return 0;
}



C ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como contar as linhas de um arquivo usando a função fgetc() da linguagem C

Quantidade de visualizações: 20889 vezes
Em algumas situações precisamos obter a quantidade de linhas em um arquivo em C. Nesta dica eu mostro como isso pode ser feito usando-se a função fgetc(), no header stdio.h. Note que aqui estamos assumindo que o arquivo texto não possui uma quebra de linha após a última linha de texto.

Veja o código comentado:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  // nome e local do arquivo que será aberto para
  // obtermos a quantidade de linhas
  FILE *arquivo = fopen("c:\\testes.txt", "r");
  int caractere, existe_linhas = 0;
  int quant_linhas = 0;
  
  while((caractere = fgetc(arquivo)) != EOF){
    existe_linhas = 1; // há conteúdo no arquivo
    
    if(caractere == '\n'){ // é uma quebra de linha?
      // vamos incrementar a quantidade de linhas
      quant_linhas++;             
    } 
  }

  // se não houver uma quebra de linha na última linha
  // a contagem será sempre um a menos. Assim, é melhor
  // incrementar quant_linhas mais uma vez
  if(existe_linhas)
    quant_linhas++;

  // vamos exibir o resultado
  printf("O arquivo possui %d linhas.", quant_linhas);
  
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");	
  return 0;
}



C ::: Fundamentos da Linguagem ::: Métodos, Procedimentos e Funções

Como usar protótipos de função em C

Quantidade de visualizações: 12185 vezes
Um protótipo de função é uma declaração que define o nome, tipos de parâmetros e tipos de retorno de uma função. Em geral o protótipo de uma função é exigido quando a definição da função não é feita antes do código que efetua uma chamada a ela. Veja um exemplo:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

// uma função que retorna a soma de dois inteiros
// fornecidos como argumento
int somar(int a, int b){
  return (a + b);
}

int main(int argc, char *argv[]){
  // efetua uma chamada à função somar
  int res = somar(3, 5);

  // exibe o resultado
  printf("Soma: %d", res);

  puts("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Este código compila e executa normalmente, uma vez que a função somar() foi definida antes da função main(), ou seja, antes da parte do programa que possui uma chamada a ela. Veja agora esta nova versão:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[]){
  // efetua uma chamada à função somar
  int res = somar(3, 5);

  // exibe o resultado
  printf("Soma: %d", res);

  puts("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

// uma função que retorna a soma de dois inteiros
// fornecidos como argumento
int somar(int a, int b){
  return (a + b);
}

Aqui temos um problema: a função somar() é definida depois do código contendo uma chamada a ela. No Dev-C++ temos o seguinte erro de compilação:

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`somar` undeclared (first use this function) 

A solução para este casos é a criação do protótipo da função. Para a função somar() isso pode ser feito da seguinte forma:

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// protótipo da função somar()
int somar(int, int);

Note que não há a necessidade de especificar os nomes dos parâmetros da função, apenas seus tipos. Veja ainda que o protótipo da função é terminado com ponto-e-vírgula e sempre colocado após as instruções de #include. Veja o código completo para um exemplo usando protótipos de funções:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

// protótipo da função somar()
int somar(int, int);

int main(int argc, char *argv[]){
  // efetua uma chamada à função somar
  int res = somar(3, 5);

  // exibe o resultado
  printf("Soma: %d", res);

  puts("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

// uma função que retorna a soma de dois inteiros
// fornecidos como argumento
int somar(int a, int b){
  return (a + b);
}



C ::: Estruturas de Dados ::: Lista Ligada Simples

Estruturas de Dados em C - Como inserir antes de um determinado nó em uma lista encadeada simples usando C

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Em algumas situações nós precisamos inserir o novo nó antes de um determinado nó na lista encadeada simples. Veja, por exemplo, uma lista com o seguintes valores:

45 | 3 | 98 | 47

Suponha que queremos inserir o valor 50 antes do 98, então o novo conteúdo da lista será:

45 | 3 | 50 | 98 | 47

Observe que neste exemplo eu tratei o caso de inserir antes do primeiro nó, ou seja, antes do 45, mas não tratei a lista vazia. Há também a questão do laço infinito caso o usuário queira inserir antes de um nó não existente (não tratada). Veja o código completo:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
 
// estrutura Nó
struct No{
  int valor;
  struct No *proximo;
};
// fim da estrutura Nó
 
// função que permite exibir os valores de
// todos os nós da lista
void exibir(struct No *n){
  if(n != NULL){
    do{
      printf("%d\n", n->valor);
      n = n->proximo;
    }while(n != NULL);
  }
  else
    printf("A lista esta vazia\n\n");
}
 
// função que permite inserir um novo nó
// antes de um determinado valor
struct No *inserir_antes_valor(struct No *n, int v, int v_antes){
  // reserva memória para o novo nó
  struct No *novo = (struct No*)malloc(sizeof(struct No));
  novo->valor = v;

  // guarda o nó antes do valor que procuramos
  struct No *anterior = NULL; 
  struct No *temp = n; // aponta para o início da lista
  // enquanto for diferente do valor que estamos procurando
  while(temp->valor != v_antes){
    anterior = temp; // anterior recebe temp
    // e temp recebe o seu próximo
    temp = temp->proximo;
  }
  
  // ATENÇÃO: não estamos tratando a condição
  // de lista vazia. Para isso veja minha dica
  // sobre como inserior no início da lista
  
  // devemos inserior no início da lista?
  if(anterior == NULL){
    // o próximo do novo nó é o início da lista
    novo->proximo = n;
    n = novo; // início da lista é o novo nó
  }
  else{
    // o proximo do anterior é o novo nó
    anterior->proximo = novo;
    // e o próximo do novo nó é temp
    novo->proximo = temp;
  }
  
  return n;
}

// função que permite inserir nós no
// final da lista.
// veja que a função recebe o valor a ser
// armazenado em cada nó e um ponteiro para o
// início da lista. A função retorna um
// ponteiro para o início da lista
struct No *inserir_final(struct No *n, int v){
  // reserva memória para o novo nó
  struct No *novo = (struct No*)malloc(sizeof(struct No));
  novo->valor = v;
 
  // verifica se a lista está vazia
  if(n == NULL){
    // é o primeiro nó...não deve apontar para
    // lugar nenhum
    novo->proximo = NULL;
    return novo; // vamos retornar o novo nó como sendo o início da lista
  }
  else{ // não está vazia....vamos inserir o nó no final
    // o primeiro passo é chegarmos ao final da lista
    struct No *temp = n; // vamos obter uma referência ao primeiro nó
    // vamos varrer a lista até chegarmos ao último nó
    while(temp->proximo != NULL){
      temp = temp->proximo;
    }
    // na saída do laço temp aponta para o último nó da lista
   
    // novo será o último nó da lista...o campo próximo dele deve
    // apontar para NULL
    novo->proximo = NULL;
    // vamos fazer o último nó apontar para o nó recém-criado
    temp->proximo = novo;
    return n; // vamos retornar o início da lista intacto
  }
}
 
int main(int argc, char *argv[])
{
  // declara a lista
  struct No *inicio = NULL;
 
  // vamos inserir quatro valores no final
  // da lista
  inicio = inserir_final(inicio, 45);
  inicio = inserir_final(inicio, 3);
  inicio = inserir_final(inicio, 98);
  inicio = inserir_final(inicio, 47);
 
  // vamos exibir a lista
  puts("Valores atuais:\n");
  exibir(inicio);
  
  // vamos inserir o valor 50 antes do 98
  inicio = inserir_antes_valor(inicio, 50, 98);
  
  // vamos exibir a lista novamente
  puts("\nValores agora:\n");
  exibir(inicio);
  
  puts("\n\n");
  system("pause");
  return 0;
}



Vamos testar seus conhecimentos em

Vidros

Qual dos tipos abaixo não é um modelo de vidro:

A) Float.

B) Acrílico.

C) Laminado.

D) Aramado.

E) Cromogênico.
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Vamos testar seus conhecimentos em Ética e Legislação Profissional

Ética Empresarial e Profissional: Noções Gerais

A partir dos anos 80, a questão da ética começou a ganhar mais destaque e importância nas rotinas das empresas brasileiras. Indique a alternativa que contém os fatores que contribuem para essa mudança.

A) O enxugamento dos cargos de comando; a competição interna pelos cargos mais elevados; a conquista de maior autonomia pelos empregados.

B) O enxugamento dos cargos de comando; a competição externa pelos cargos mais elevados; a conquista de maior autonomia pelos empregados.

C) O enxugamento dos cargos operacionais; a competição interna pelos cargos mais elevados; a conquista de maior autonomia pelos empregados.

D) O enxugamento dos cargos operacionais; a competição interna pelos cargos mais elevados; as parcerias com os fornecedores.

E) Maior contratação para os cargos operacionais; a competição interna pelos cargos mais elevados; a conquista de maior autonomia pelos empregados.
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Vamos testar seus conhecimentos em JavaScript

Qual é a forma correta de adicionar comentários de uma linha em JavaScript?

A) <!-- Este é um comentário -->

B) // Este é um comentário

C) ' Este é um comentário

D) # Este é um comentário
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Vamos testar seus conhecimentos em Engenharia Civil - Estruturas de Aço e Madeira

Estrutura e propriedade dos materiais

A compreensão de muitas propriedades físicas dos materiais baseia-se no entendimento das forças existentes entre as moléculas.

Em relação às ligações atômicas, assinale a alternativa correta.

A) Cada ligação tem por objetivo fazer com que os átomos adquiram ligações metálicas.

B) As ligações não costumam ocorrer concomitantemente em um mesmo material.

C) Há três tipos de ligações diferentes: iônica, covalente e a força de Van der Waals.

D) As ligações atômicas em alguns materiais podem ser puramente iônicas ou covalentes.

E) A ligação metálica se dá por meio de uma aproximação muito intensa dos elementos.
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Vamos testar seus conhecimentos em Java

Analise o seguinte código Java

double a = 3.0 / 0;
System.out.println(a);

Qual é o resultado de sua execução?

A) Infinity

B) NaN

C) Uma exceção java.lang.ArithmeticException: / by zero

D) 0
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Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de C

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