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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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VisuAlg ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Estruturas de Controle |
Exercícios Resolvidos de VisuAlg - Ler os lados de um triângulo e informar se ele é isósceles, escaleno ou equiláteroQuantidade de visualizações: 1182 vezes |
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Pergunta/Tarefa: Um triângulo é uma forma geométrica (polígono) composta de três lados, sendo que cada lado é menor que a soma dos outros dois lados. Assim, para que um triângulo seja válido, é preciso que seus lados A, B e C obedeçam à seguinte regra: A < (B + C), B < (A + C) e C < (A + B). Escreva um programa VisuAlg que leia os três lados de um triângulo e verifique se tais valores realmente formam um triângulo. Se o teste for satisfatório, informe se o triângulo é isósceles (dois lados iguais e um diferente), escaleno (todos os lados diferentes) ou equilátero (todos os lados iguais). Sua saída deverá ser parecida com: Informe o primeiro lado do triângulo: 30 Informe o segundo lado do triângulo: 40 Informe o terceiro lado do triângulo: 60 O triângulo é escaleno Veja a resolução comentada deste exercício usando VisuAlg:
algoritmo "Testar o tipo de um triângulo em VisuAlg"
var
// variáveis usadas na resolução do problema
lado_a, lado_b, lado_c: inteiro
inicio
// vamos ler o primeiro lado do triângulo
escreva("Informe o primeiro lado do triângulo: ")
leia(lado_a)
// vamos ler o segundo lado do triângulo
escreva("Informe o segundo lado do triângulo: ")
leia(lado_b)
// vamos ler o terceiro lado do triângulo
escreva("Informe o terceiro lado do triângulo: ")
leia(lado_c)
// os lados informados formam um triângulo?
se ((lado_a < (lado_b + lado_c)) e (lado_b < (lado_a + lado_c)) e
(lado_c < (lado_a + lado_b))) entao
// é um triângulo equilátero (todos os lados iguais)?
se ((lado_a = lado_b) e (lado_b = lado_c)) entao
escreval("O triângulo é equilátero")
senao
// é isósceles (dois lados iguais e um diferente)?
se ((lado_a = lado_b) ou (lado_a = lado_c) ou (lado_c = lado_b)) entao
escreval("O triângulo é isósceles")
senao
// é escaleno
escreval("O triângulo é escaleno")
fimse
fimse
senao
escreval("Os lados informados não formam um triângulo.")
fimse
fimalgoritmo
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Java ::: Design Patterns (Padrões de Projeto) ::: Singleton Pattern |
Padrões de projeto para iniciantes - Como usar o padrão de projeto Singleton em suas aplicações JavaQuantidade de visualizações: 12606 vezes |
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O padrão de projeto Singleton (ou Singleton Pattern) é um dos padrões de projeto mais conhecidos e implementado extensivamente nas linguagens que suportam programação orientada a objetos, tais como Java e C#. Nesta dica eu mostrarei como implementá-lo. Uma das situações nas quais usamos o padrão Singleton é quando queremos que somente uma instância de uma determinada classe seja criada e que esta esteja disponível para todas as demais classes do sistema. Um exemplo disso é uma classe responsável por registrar logs do sistema, uma classe responsável por obter conexões com o banco de dados, ou ainda uma classe que concentra dados de configuração da aplicação. Assim, a chave do padrão Singleton é um método estático, geralmente chamado de getInstance(), que retorna uma nova instância da classe se esta ainda não foi instanciada. Se a classe já tiver sido instanciada, o método getInstance() retorna a instância já existente. Vamos ver um exemplo deste padrão em Java. Observe o código a seguir: Código para Logger.java:
package estudos;
// Uma classe Singleton responsável por gravar
// logs no sistema
public class Logger {
// variável estática e privada que guarda a instância
// atual da classe
private static Logger instancia = null;
// Método estático que retorna uma instância já existente, ou
// cria uma nova instância
public static Logger getInstance() {
if (instancia == null) {
instancia = new Logger();
}
return instancia;
}
// Construtor privado para evitar que instâncias sejam
// criadas usando new
private Logger() {
// não precisamos fazer nada aqui
}
// método usado para registrar logs
public void registrarLog(String dados) {
System.out.println("Vou registrar o log: " + dados);
}
}
Veja agora como podemos chamar o método getInstance(), obter um objeto da classe Logger e "registrar um log": Código para Main.java:
package estudos;
public class Main {
public static void main(String[] args) {
// vamos registrar um novo log usando a classe Singleton
Logger.getInstance().registrarLog("Novo usuário cadastrado.");
}
}
Ao executar esta aplicação teremos a seguinte saída: Vou registrar o log: Novo usuário cadastrado. |
Java ::: Pacote java.io ::: Console |
Java para iniciantes - Como usar a classe Console da linguagem JavaQuantidade de visualizações: 168 vezes |
A classe Console, que é definida no pacote java.io como public e final, fornece métodos para acessar o dispositivo de console baseado em caracteres associado com a máquina virtual Java (JVM) sendo executada no momento. Um objeto desta classe é obtido por meio de uma chamada ao método console() da classe System. Veja:
import java.io.Console;
public class Estudos {
public static void main(String[] args) {
// vamos obter o console para a JVM atual
Console console = System.console();
// vamos testar se o console foi obtido com sucesso
if(console != null){
System.out.println("Console obtido com sucesso");
}
else{
System.out.println("Não foi possível obter o console");
}
}
}
É importante observar que, durante a autoria desta dica (Maio/2012), não é possível obter um objeto da classe Console executando a aplicação dentro do Netbeans e/ou Eclipse, somente executando a aplicação a partir da linha de comando ou outros editores, tais como o JCreator. A razão disso é que, tanto o Netbeans quanto o Eclipse executam a janela de console como um processo de fundo, afim de obter sua saída e exibir em suas próprias janelas. Veja a posição desta classe na hierarquia de classes da plataforma Java: java.lang.Object java.io.Console O fato de a máquina virtual ter um console ou não depende da plataforma na qual ela está sendo executada, e também na forma que a JVM foi invocada. Se a máquina virtual é iniciada a partir de uma janela de linha de comando interativa sem redirecionar os fluxos de entrada e saída padrão, então o console existirá e estará conectado ao teclado e tela a partir da qual a JVM foi lançada. Se a máquina virtual é iniciada automaticamente, por exemplo, como um gerenciador de agendamento de tarefas em segundo plano, então ela, em geral, não terá um console. Se a JVM atual tiver um console, então este é representado por uma instância única da classe Console, que pode ser obtida por meio de uma chamada ao método console() da classe System. Se nenhum dispositivo de console estiver disponível, uma chamada a este método retornará o valor null. Operações de leitura e escrita são sincronizadas para garantir a atomicidade das operações críticas. Assim, as chamadas aos métodos readLine(), readPassword(), format() e printf(), assim como operações de leitura, formatação e escrita nos objetos retornados pelos métodos reader() e writer() poderão causar bloqueios em cenários de múltiplas threads. Chamar close() nos objetos retornados pelos métodos reader() e writer() não fechará os fluxos destes objetos. Os métodos de leitura da classe Console retornam null quando o fim do fluxo de entrada de console é alcançado, por exemplo, ao digitar control-D no Linux/Unix ou control-Z no Windows. Operações de leitura subsequentes terão sucesso se caracteres adicionais forem inseridos mais tarde no dispositivo de entrada do console. |
C ::: C para Engenharia ::: Física - Mecânica |
Como calcular a Energia Potencial Gravitacional de um corpo dado a sua massa e altura em CQuantidade de visualizações: 2958 vezes |
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A Energia Potencial Gravitacional ou Energia Gravitacional é a energia potencial que um objeto massivo tem em relação a outro objeto massivo devido à gravidade. É a energia potencial associada ao campo gravitacional, que é parcialmente convertida em energia cinética quando os objetos caem uns contra os outros. A energia potencial gravitacional aumenta quando dois objetos são separados. A fórmula para obtenção da Energia Potencial Gravitacional de um corpo em relação à sua massa e distância do chão, ou seja, da superfície terrestre, é: \[ E_\text{pg} = \text{m} \cdot \text{g} \cdot \text{h} \] Onde: Epg: energia potencial gravitacional (em joule, J). m: massa do corpo (em kg). g: aceleração da gravidade (m/s2). h: altura do objeto em relação ao chão (em metros). Como podemos ver, a Energia Potencial Gravitacional está diretamente relacionada à distância do corpo em relação à superfície terrestre. Dessa forma, quanto mais distante da terra o objeto estiver, maior a sua energia gravitacional. Isso nós diz também que, um objeto de altura zero possui Energia Potencial Gravitacional nula. Vamos ver um exemplo agora? Observe o seguinte enunciado: 1) Uma pessoa levanta um tijolo com peso de 2 quilogramas à distância de 1,5 metros do chão. Qual é a Energia Potencial Gravitacional deste corpo? Como o exercício nos dá a massa do objeto em kg e a distância dele em relação ao chão já está em metros, tudo que temos a fazer é jogar na fórmula. Veja o código C completo para o cálculo:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
// função principal do programa
int main(int argc, char *argv[]){
// gravidade terrestre em m/s2
float gravidade = 9.80665;
// massa do corpo
float massa = 2; // em kg
// altura do corpo em relação ao chão
float altura = 1.5; // em metros
// vamos calcular a energia potencial gravitacional
float epg = massa * gravidade * altura;
// mostramos o resultado
printf("A Energia Potencial Gravitacional é: %fJ", epg);
printf("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado: A Energia Potencial Gravitacional é: 29.419950J |
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