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Como percorrer todos os elementos de um vetor de inteiros e exibir a soma de seus valores - Desafio de Programação Resolvido em C

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Pergunta/Tarefa:

Considere o seguinte vetor de inteiros:

// um vetor de inteiros contendo sete elementos
int valores[] = {4, 5, 1, 8, 2, 2, 10};
Escreva um programa C que usa um laço for para percorrer todos os elementos deste vetor e exibir a soma de seus valores. Seu programa deverá exibir uma saída com a mensagem:

A soma dos valores do vetor é: 32

Resposta/Solução:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

// função principal do programa
int main(int argc, char *argv[]){
  // um vetor de inteiros contendo sete elementos
  int valores[] = {4, 5, 1, 8, 2, 2, 10};
  int soma, i;
	  
  // o primeiro passo é criar uma variável que vai receber a soma
  // dos valores dos elementos
  soma = 0;

  // agora vamos usar uma laço for para percorrer todos os elementos
  // do vetor, obter o valor do elemento atual e adicionar ao valor atual
  // da variável soma
  for(i = 0; i < 7; i++){
    soma = soma + valores[i];
    // poderia também ser escrito assim:
    // soma += valores[i];
  }

  // vamos exibir a soma dos valores do vetor
  printf("A soma dos valores do vetor é: %d", soma);
  
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}


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C ::: C para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear

Como somar os elementos da diagonal principal de uma matriz em C

Quantidade de visualizações: 4637 vezes
A Matriz quadrada é um tipo especial de matriz que possui o mesmo número de linhas e o mesmo número de colunas, ou seja, dada uma matriz Anxm, ela será uma matriz quadrada se, e somente se, n = m, onde n é o número de linhas e m é o número de colunas.

Em geral as matrizes quadradas são chamadas de Matrizes de Ordem n, onde n é o número de linhas e colunas. Dessa forma, uma matriz de ordem 4 é uma matriz que possui 4 linhas e quatro colunas.

Toda matriz quadrada possui duas diagonais, e elas são muito exploradas tanto na matemática quanto na construção de algorítmos. Essas duas diagonais são chamadas de Diagonal Principal e Diagonal Secundária.

A diagonal principal de uma matriz quadrada une o seu canto superior esquerdo ao canto inferior direito. Veja:



Nesta dica veremos como calcular a soma dos valores dos elementos da diagonal principal de uma matriz usando C. Para isso, só precisamos manter em mente que a diagonal principal de uma matriz A é a coleção das entradas Aij em que i é igual a j. Assim, tudo que temos a fazer é converter essa regra para código C.

Veja um trecho de código C completo no qual pedimos para o usuário informar os elementos da matriz e em seguida mostramos a soma dos elementos da diagonal superior:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
 
int main(int argc, char *argv[]){
  // vamos declarar e construir uma matriz de três linhas
  // e três colunas
  int linhas = 3, colunas = 3;
  int matriz[linhas][colunas];
  // guarda a soma dos elementos na diagonal principal
  int soma_diagonal = 0;
  int i, j;
	   
  // vamos ler os valores para os elementos da matriz
  for(i = 0; i < linhas; i++){ // linhas
    for(j = 0; j < colunas; j++){ // colunas
      printf("Informe o valor para a linha %d e coluna %d: " 
        , i, j);
      scanf("%d", &matriz[i][j]);       
    }       
  }
     
  // vamos mostrar a matriz da forma que ela
  // foi informada
  printf("\n");
  // percorre as linhas
  for(i = 0; i < linhas; i++){ 
    // percorre as colunas
    for(j = 0; j < colunas; j++){ 
      printf("%d    ", matriz[i][j]);
    }
    // passa para a próxima linha da matriz
    printf("\n");
  }
     
  // vamos calcular a soma dos elementos da diagonal   
  // principal
  for(i = 0; i < linhas; i++){
    for(j = 0; j < colunas; j++){
      if(i == j){
        soma_diagonal = soma_diagonal + matriz[i][j];
      }
    }
  }
     
  // finalmente mostramos a soma da diagonal principal
  printf("\nA soma dos elementos da diagonal principal é: %d" 
   , soma_diagonal);
  
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

Informe o valor para a linha 0 e coluna 0: 3
Informe o valor para a linha 0 e coluna 1: 7
Informe o valor para a linha 0 e coluna 2: 9
Informe o valor para a linha 1 e coluna 0: 2
Informe o valor para a linha 1 e coluna 1: 4
Informe o valor para a linha 1 e coluna 2: 1
Informe o valor para a linha 2 e coluna 0: 5
Informe o valor para a linha 2 e coluna 1: 6
Informe o valor para a linha 2 e coluna 2: 8

3    7    9
2    4    1
5    6    8

A soma dos elementos da diagonal principal é: 15



C ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como inverter (reverter) o conteúdo de uma string em C usando uma função str_reverse() personalizada

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O código abaixo mostra como você pode implementar uma função que inverte o conteúdo de uma string. Veja que o argumento para um função é um ponteiro para a string a ser invertida:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

// função que reverte uma string
void str_reverse(char* str)
{
  char ch;
  int i, j;

  for(i = 0, j = strlen(str) - 1;  i < j;  ++i, --j)
  {
    ch = str[i];
    str[i] = str[j];
    str[j] = ch;
  }
}

int main(int argc, char *argv[])
{
  char nome[] = "Osmar J. Silva";

  // original
  printf("Original: %s\n", nome);

  // inverte
  str_reverse(nome);
  printf("Invertido: %s\n", nome);

  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado:

Original: Osmar J. Silva
Invertido: avliS .J ramsO

Pressione qualquer tecla para continuar...


C ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas

Como calcular o cosseno de um ângulo em C usando a função cos() do header math.h - Calculadora de cosseno em C

Quantidade de visualizações: 972 vezes
Em geral, quando falamos de cosseno, estamos falando do triângulo retângulo de Pitágoras (Teorema de Pitágoras). A verdade é que podemos usar a função cosseno disponível nas linguagens de programação para calcular o cosseno de qualquer número, mesmo nossas aplicações não tendo nenhuma relação com trigonometria.

No entanto, é sempre importante entender o que é a função cosseno. Veja a seguinte imagem:



Veja que temos um triângulo retângulo com as medidas já calculadas para a hipotenusa e os dois catetos, assim como os ângulos entre eles.

Assim, o cosseno é a razão entre o cateto adjascente e a hipotenusa, ou seja, o cateto adjascente dividido pela hipotenusa. Veja a fórmula:

\[\text{Cosseno} = \frac{\text{Cateto adjascente}}{\text{Hipotenusa}} \]

Então, se dividirmos 30 por 36.056 (na figura eu arredondei) nós teremos 0.8320, que é a razão entre o cateto adjascente e a hipotenusa (em radianos).

Agora, experimente calcular o arco-cosseno de 0.8320. O resultado será 0.5881 (em radianos). Convertendo 0.5881 radianos para graus, nós obtemos 33.69º, que é exatamente o ângulo em graus entre o cateto adjascente e a hipotenusa na figura acima.

Pronto! Agora que já sabemos o que é cosseno na trigonometria, vamos entender mais sobre a função cos() da linguagem C. Esta função, que faz parte do header math.h, recebe um valor numérico double e retorna um valor double, ou seja, também numérico) entre -1 até 1 (ambos inclusos). Veja:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <math.h>
 
int main(int argc, char *argv[]){
  // vamos calcular o cosseno de três números
  printf("Cosseno de 0 = %f\n", cos(0));
  printf("Cosseno de 1 = %f\n", cos(1));
  printf("Cosseno de 2 = %f\n", cos(2));
 
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

Cosseno de 0 = 1.000000
Cosseno de 1 = 0.540302
Cosseno de 2 = -0.416147

Note que calculamos os cossenos dos valores 0, 1 e 2. Observe como os resultados conferem com a curva da função cosseno mostrada abaixo:




C ::: Dicas & Truques ::: Ponteiros, Referências e Memória

Como usar ponteiros void na linguagem C - Curso de Linguagem C para iniciantes

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Em dicas desta seção você aprendeu que é possível criar ponteiros para os mais diferentes tipos. Veja:

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int *ponteiro_int;
float *ponteiro_float;
double *ponteiro_double;

Existe, porém, um tipo de ponteiro que pode ser usado com todos os tipos de dados existentes ou ainda a serem criados. Este tipo é conhecido como void, ou seja, um ponteiro genérico e pode ser declarado da seguinte forma:

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void *ponteiro; // ponteiro genérico

Veja um trecho de código no qual usamos um ponteiro genéríco para apontar para variáveis de diferentes tipos:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  int valor = 20;
  float valor2 = 5.23;

  void *ponteiro; // ponteiro genérico

  ponteiro = &valor; // aponta para um inteiro
  printf("%d\n", *(int *)ponteiro);

  ponteiro = &valor2; // aponta para um float
  printf("%0.2f\n", *(float *)ponteiro);

  system("PAUSE");
  return 0;
}

Uma observação importante é a necessidade de uma conversão explícita (cast) no momento de desreferenciar um ponteiro genéríco. Neste caso ele precisa ser convertido para o tipo de ponteiro sendo usado no momento. Veja:

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printf("%d\n", *(int *)ponteiro);

A parte (int *)ponteiro converte o ponteiro genérico em um ponteiro do tipo int e o símbolo * externo é usado para desreferenciar. Se essa conversão não for feita teremos um aviso e erro na maioria dos compiladores. Veja:

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printf("%d\n", *ponteiro);

[Warning] dereferencing 'void *' pointer
invalid use of void expression  

Embora essa conversão seja necessária quando estamos desreferenciando um ponteiro genérico, podemos abrir mão dela na atribuição de um ponteiro genérico a um ponteiro de um tipo específico:

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ponteiro = &valor; // aponta para um inteiro
int *ponteiro_int = ponteiro;
printf("%d\n", *ponteiro_int);

Para finalizar, saiba que as funções malloc() e calloc() retornam ponteiros void, ou seja, ponteiros genéricos que podem ser atribuídos a ponteiros de qualquer tipos. Neste caso, o ponteiro retornado por estas funções aponta para a primeira posição do bloco de memória requisitada.


C ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como testar se um arquivo existe usando a linguagem C

Quantidade de visualizações: 14225 vezes
Muitas vezes precisamos saber se um determinado arquivo existe antes de efetuarmos alguma operação. O trecho de código abaixo mostra como você pode implementar uma função file_exists() em C que pode ser usada em seus programas. O segredo aqui é tentar abrir o arquivo passado como argumento para a função. Se o arquivo for aberto com sucesso, sabemos que ele existe e a função retorna o valor 1 (true), do contrário retorna 0 (false):

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

/*
  Implementação de uma função file_exists() em C. Se
  o arquivo existir o valor 1 (true) será retornado. Caso
  contrário a função retornará 0 (false).
*/
int file_exists(const char *filename)
{
  FILE *arquivo;

  if(arquivo = fopen(filename, "r"))
  {
    fclose(arquivo);
    return 1;
  }
  return 0;
}

int main(int argc, char *argv[])
{
  // testa se o arquivo existe
  if(file_exists("c:\\testes.txt")){
    printf("O arquivo existe no local especificado.\n");
  }
  else
    printf("O arquivo NAO existe no local especificado.\n");

  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}



C ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como contar as ocorrências de uma substring em uma string em C usando uma função substring_count() personalizada

Quantidade de visualizações: 10258 vezes
Em algumas situações precisamos obter a quantidade de vezes que uma substring ocorre dentro de uma string. Para isso podemos usar a função personalizada substring_count(). Esta função recebe a string e a substring que desejamos pesquisar e retorna um inteiro contendo a quantidade de vezes que a substring foi encontrada. Veja o código:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <string.h>

// função personalizada que permite contar as
// ocorrências de uma substring em uma string
int substring_count(const char *str, const char *substring){
  int i, j, k, quant = 0;

  // vamos percorrer todos os caracteres da string
  for(i = 0; str[i]; i++){
    for(j = i, k = 0; str[j] == substring[k]; j++, k++){
      if(substring[k + 1] == 0) // fim da comparação
        quant++;
    }
  }

  return quant;
}

int main(int argc, char *argv[]){
  char frase[] = "Gosto muito de Java, JavaScript e Python";

  printf("Ocorrencias encontradas: %d",
    substring_count(frase, "Java"));

  puts("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}



C ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Recursão (Recursividade)

Exercícios Resolvidos de C - Um método recursivo que conta de 10 até 0

Quantidade de visualizações: 839 vezes
Pergunta/Tarefa:

Escreva um método recursivo em C que conta e exibe os valores de 10 até 0. Seu método deverá possuir a seguinte assinatura:

void contar_recursivamente(int n){
  // sua implementação aqui
}
Veja que o método deverá receber o valor 10 e efetuar novas chamadas a si mesmo até que os valores de 10 até 0 sejam exibidos. O ponto de parada da recursividade é a exibição do valor 0.

Sua saída deverá ser parecida com:

10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
Resposta/Solução:

Veja a resolução comentada deste exercício usando C console:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <locale.h>   
   
// função recursiva que conta de 10 até 0;
void contar_recursivamente(int n){
  // vamos exibir o número atual
  printf("%d\n", n);
	
  // devemos prosseguir com a recursividade?
  if(n > 0){
    // decrementa o valor de n
    n--;  
    contar_recursivamente(n); // e faz uma nova chamada recursiva
  }
}
   
int main(int argc, char *argv[]){
  setlocale(LC_ALL,""); // para acentos do português
	
  // efetua uma chamada ao método recursivo fornecendo 
  // o primeiro valor
  contar_recursivamente(10);
	
  printf("\n\n");
  system("pause");
  return 0;
}



C ::: Dicas & Truques ::: Recursão (Recursividade)

Como calcular o fatorial de um número em C usando recursividade

Quantidade de visualizações: 15871 vezes
O fatorial de um determinado número, representado por n! equivale a multiplicar este número por seus antecessores. Assim, o fatorial de 4 (4!) pode ser calculado da seguinte forma:

4 x 3 x 2 x 1 = 24


Sempre que falamos de recursão, o cálculo de fatorial nos auxilia na exemplificação por ser relativamente fácil de se entender todas as etapas do processo. O código abaixo mostra uma função recursiva em C que calcula o fatorial de qualquer número. Tenha cuidado. Calcular o fatorial de um número maior que 10 pode tornar sua máquina extremamente lenta, além de, muitas vezes, não retornar os resultados esperados.

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <locale.h>

// cabeçalho da função fatorial recursiva
int fatorial(int n);

// função principal do programa
int main(int argc, char *argv[]){
  setlocale(LC_ALL,""); // para acentos do português 
    
  // vamos calcular o fatorial de 5
  int res = fatorial(5);

  // exibe o resultado
  printf("O fatorial de 5 é: %d", res);
  
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");	
  return 0;
}

// função recursiva para calcular o fatorial
// de um determinado número
int fatorial(int n){
  if(n == 0){
    return 1;
  }
  else{
    return n * fatorial(n - 1);
  }
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

O fatorial de 5 é: 120


Vamos testar seus conhecimentos em Fenômeno de Transportes e Hidráulica

Classificação de turbinas

O processo de conversão de energia hidráulica em energia mecânica em uma turbina pode também ser utilizado para uma classificação em turbinas de ação ou de reação.

Considerando as turbinas de reação, qual afirmativa está correta?

A) As turbinas de reação são similares às de ação e operam com pressão variável.

B) As turbinas de reação são as turbinas que têm pressão constante no sistema.

C) Nas turbinas de reação, a água tem pressão variando desde a entrada até a saída.

D) As turbinas de ação correspondem a um subgrupo das turbinas de reação mista.

E) Nas turbinas de reação, o fluido converte energia mecânica em energia hidráulica.
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Vamos testar seus conhecimentos em Engenharia Civil - Construção Civil

Revestimentos: técnicas construtivas

Qual alternativa está correta em relação aos cuidados necessários com os materiais antes do início do assentamento das cerâmicas?

A) Deve-se prever a compra de duas peças a mais dos revestimentos cerâmicos, pensando-se nos acidentes que possam ocorrer, como trocas e reparos das peças.

B) É fundamental comprar os revestimentos cerâmicos em lojas diferentes ou fornecedores diferentes, pois há uma grande variação de preço entre as empresas.

C) É fundamental ler as recomendações dos fabricantes dos materiais a serem usados, pois existe uma vasta gama de produtos no mercado e é necessário saber para quais ambientes o produto é indicado.

D) É imprescindível que o local onde os materiais ficam estocados até o início das obras seja limpo e seco. A fim de facilitar a retirada desses materias e organizar melhor os espaços, deve-se sempre empilhar as caixas com cerâmicas.

E) Em obras de grande porte, após a compra dos revestimentos cerâmicos, a construtora deve exigir a entrega em um único frete à empresa fornecedora.
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Vamos testar seus conhecimentos em Fundações

Fundações diretas ou rasas

As sapatas são elementos da fundação rasa dimensionadas de modo que as tensões de tração nelas atuantes resistam por meio de uma armadura disposta com essa finalidade, sendo produzidas com concreto armado. Considerando a importância da utilização desse tipo de fundação nas edificações, dimensione uma sapata para um pilar de 30X100 com carga 2.000KN para um σs = 0,5Mpa.

Observações:

- A sapata não deverá ter nenhuma dimensão menor que 60cm.

- Os valores de a e b devem ser escolhidos de modo que a relação entre a e b seja, no máximo, igual a 2,5.

- Os valores de a e b devem ser escolhidos de forma que os balanços da sapata, em relação às faces do pilar, sejam iguais nas duas direções.

Assinale a alternativa correta.

A) a = 240cm e b = 170cm.

B) a = 250cm e b = 190cm.

C) a = 230cm e b = 150cm.

D) a = 245cm e b = 180cm.

E) a = 220cm e b = 130cm.
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Vamos testar seus conhecimentos em JavaScript

Qual das instruções JavaScript abaixo envolve um array?

A) var a = b ^ i;

B) var a = b(i);

C) var a = b[i];

D) var a = b >> i;
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Vamos testar seus conhecimentos em

Domínios de Deformações

O dimensionamento de uma seção transversal de um elemento linear concreto armado, sujeito a solicitações normais, de acordo com a NBR 6118 - "Projeto de estruturas de concreto" - é realizado com base em hipóteses básicas.

A respeito dessas hipóteses, analise as informações a seguir, indicando V para as verdadeiras e F para as falsas:

( ) A distribuição das deformações ocorre de forma não linear ao longo da altura da seção.

( ) As deformações nas barras de armadura são idênticas às deformações do concreto que as envolve.

( ) Admite-se que todas as tensões de tração existentes serão resistidas pelo concreto e pela armadura.

( ) Adota-se o diagrama parábola-retângulo idealizado para o concreto comprimido.

Assinale a alternativa que contém a sequência correta:

A) V - V - F - F.

B) V - F - F - F.

C) F - V - F - V.

D) F - V - V - V.

E) V - F - F - V.
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Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de C

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E-Book 650 Dicas, Truques e Exercícios Resolvidos de Python - PDF com 1.200 páginas
Domine lógica de programação e a linguagem Python com o nosso E-Book 650 Dicas, Truques e Exercícios Exercícios de Python, para você estudar onde e quando quiser.

Este e-book contém dicas, truques e exercícios resolvidos abrangendo os tópicos: Python básico, matemática e estatística, banco de dados, programação dinâmica, strings e caracteres, entrada e saída, estruturas condicionais, vetores e matrizes, funções, laços, recursividade, internet, arquivos e diretórios, programação orientada a objetos e muito mais.
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E-Book 350 Exercícios Resolvidos de Java - PDF com 500 páginas
Domine lógica de programação e a linguagem Java com o nosso E-Book 350 Exercícios Exercícios de Java, para você estudar onde e quando quiser.

Este e-book contém exercícios resolvidos abrangendo os tópicos: Java básico, matemática e estatística, programação dinâmica, strings e caracteres, entrada e saída, estruturas condicionais, vetores e matrizes, funções, laços, recursividade, internet, arquivos e diretórios, programação orientada a objetos e muito mais.
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