Você está aqui: Lisp ::: Dicas & Truques ::: Recursão (Recursividade) |
Como calcular fatorial em LISP usando uma função recursivaQuantidade de visualizações: 609 vezes |
Nesta dica mostrarei como podemos escrever uma função recursiva para calcular o fatorial de um número informado pelo usuário na linguagem Common Lisp. Veja o código completo:---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; Programa que usa recursão para calcular ; o fatorial de um número informado pelo ; usuário (defun fatorial(numero) (if (= numero 0) ; caso base: retorna 1 1 ; efetua mais uma chamada recursiva (* numero (fatorial (1- numero))) ) ) ; solicita um número ao usuário e informa o ; fatorial do número informado (let((numero)(resultado)) ; vamos ler o número (princ "Informe um número inteiro: ") (force-output) (setq numero (read)) ; agora vamos calcular o fatorial do número ; informado pelo usuário (setq resultado (fatorial numero)) ; E mostramos o resultado (format t "O fatorial de ~D é ~D" numero resultado) ) Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado: Informe um número inteiro: 5 O fatorial de 5 é 120 |
![]() |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres |
Como retornar uma substring de uma string em LISP usando a função subseq()Quantidade de visualizações: 505 vezes |
Nesta dica mostrarei como podemos extrair uma parte de uma palavra, frase ou texto, ou seja, vamos obter uma substring a partir de uma string. Na linguagem LISP isso pode ser feito por meio da função subseq(). Esta função aceita 3 argumentos. O primeiro argumento é a string a partir da qual a substring será extraída. O segundo argumento é o índice inicial da substring, começando sempre em 0. O terceiro argumento marca o índice final da substring (um índice a mais que o último caractere desejado). Se o terceiro argumento for omitido, todo o restante da string será incluído na substring. Veja o código LISP completo para o exemplo no qual pedimos para o usuário informar uma frase e extraímos dessa frase os 5 primeiros caracteres: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; variáveis que vamos usar no programa (let ((frase)(substring)) ; Vamos pedir para o usuário informar ; uma frase (princ "Informe uma frase: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável frase (setq frase (read-line)) ; vamos mostrar a frase informada ; o símbolo ~% provoca uma quebra de linha (format t "A frase informada foi: ~S~%" frase) ; agora vamos obter os 5 primeiros caracteres (setq substring (subseq frase 0 5)) ; e mostramos a substring (format t "A substring obtida foi: ~S" substring) ) Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado: A frase informada foi: "Estudar LISP é bom demais" A substring obtida foi: "Estud" |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas |
Como calcular o cosseno de um ângulo em LISP e AutoLISP (AutoCAD) usando a função cos() - Calculadora de cosseno em LISPQuantidade de visualizações: 627 vezes |
Em geral, quando falamos de cosseno, estamos falando do triângulo retângulo de Pitágoras (Teorema de Pitágoras). A verdade é que podemos usar a função cosseno disponível nas linguagens de programação para calcular o cosseno de qualquer número, mesmo nossas aplicações não tendo nenhuma relação com trigonometria. No entanto, é sempre importante entender o que é a função cosseno. Veja a seguinte imagem: ![]() Veja que temos um triângulo retângulo com as medidas já calculadas para a hipotenusa e os dois catetos, assim como os ângulos entre eles. Assim, o cosseno é a razão entre o cateto adjascente e a hipotenusa, ou seja, o cateto adjascente dividido pela hipotenusa. Veja a fórmula: \[\text{Cosseno} = \frac{\text{Cateto adjascente}}{\text{Hipotenusa}} \] Então, se dividirmos 30 por 36.056 (na figura eu arredondei) nós teremos 0.8320, que é a razão entre o cateto adjascente e a hipotenusa (em radianos). Agora, experimente calcular o arco-cosseno de 0.8320. O resultado será 0.5881 (em radianos). Convertendo 0.5881 radianos para graus, nós obtemos 33.69º, que é exatamente o ângulo em graus entre o cateto adjascente e a hipotenusa na figura acima. Pronto! Agora que já sabemos o que é cosseno na trigonometria, vamos entender mais sobre a função cos() da Common Lisp e da AutoLISP (a implementação LISP do AutoCAD). Esta função recebe um valor numérico e retorna um valor, também numérico) entre -1 até 1 (ambos inclusos). Veja: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- (format t "Cosseno de 0 = ~F~%" (cos 0)) (format t "Cosseno de 1 = ~F~%" (cos 1)) (format t "Cosseno de 2 = ~F" (cos 2)) Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado: Cosseno de 0 = 1.0 Cosseno de 1 = 0.5403023 Cosseno de 2 = -0.41614684 Note que calculamos os cossenos dos valores 0, 1 e 2. Observe como os resultados conferem com a curva da função cosseno mostrada abaixo: ![]() |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas |
Como converter graus em radianos em LISP - Trigonometria em LISPQuantidade de visualizações: 889 vezes |
Quando estamos trabalhando com trigonometria na linguagem Common Lisp (e AutoLISP, para programadores AutoCAD), é importante ficarmos atentos ao fato de que todos os métodos e funções trigonométricas em Lisp recebem seus argumentos em radianos, em vez de graus. Nesta dica veremos como converter graus em radianos (sem a chatice de ficar relembrando regra de três). Veja a fórmula abaixo: \[Radianos = Graus \times \frac{\pi}{180}\] Agora veja como esta fórmula pode ser escrita em código LISP: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; programa LISP que converte graus em radianos (let((graus)(radianos)) ; valor em graus (setq graus 30) ; obtém o valor em radianos (setq radianos (* graus (/ pi 180))) ; mostra o resultado (format t "~F graus em radianos é ~F" graus radianos) ) Ao executarmos este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: 30 graus convertidos para radianos é 0.5235987755982988 |
Lisp ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Lisp Básico |
Exercícios Resolvidos de Lisp - Como converter quilômetros em metros, centímetros e milímetros usando LispQuantidade de visualizações: 834 vezes |
Pergunta/Tarefa: Escreva um programa em Common Lisp para converter quilômetros em metros, centímetros e milímetros. Seu programa deverá pedir para o usuário informar a quantidade de quilômetros e exibir as conversões solicitadas. Como sabemos, um Quilômetro = 1000 Metros, 100.000 Centímetros ou 1.000.000 Milímetros. Seu programa deverá exibir uma saída parecida com: Informe a distância em quilômetros: 2.5 Distância em Quilômetros: 2.5 Distância em Metros: 2500.0 Distância em Centímetros: 250000.0 Distância em Milímetros: 2500000.0 Veja a resolução comentada deste exercício usando Common Lisp: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; Variáveis usadas na resolução do problema (let ((quilometros)(metros)(centimetros)(milimetros)) ; vamos ler a quantidade de quilômetros (princ "Informe a distância em quilômetros: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável quilometros (setq quilometros (read)) ; vamos calcular a distância em metros (setq metros (* quilometros 1000.0)) ; vamos calcular a distância em centímetros (setq centimetros (* quilometros 100000.0)) ; e agora a distância em milímetros (setq milimetros (* quilometros 1000000.0)) ; E mostramos o resultado (format t "Distância em Quilômetros: ~F" quilometros) (format t "~%Distância em Metros: ~F" metros) (format t "~%Distância em Centímetros: ~F" centimetros) (format t "~%Distância em Milímetros: ~F" milimetros) ) |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Passos Iniciais |
O que é Lisp e como escrever seu primeiro programa nessa linguagem de programaçãoQuantidade de visualizações: 1401 vezes |
O que é Common Lisp? A linguagem de programação ANSI Common Lisp, ou simplesmente Common Lisp, é uma implementação específica da linguagem de programação Lisp multi-paradigma que suporta programação funcional e procedural. Sua especificação foi criada por Guy L. Steele nos anos 1980 a partir da linguagem Lisp com o intuito de combinar aspectos de diversos dialetos Lisp anteriores, incluindo Scheme. Foi proposto inicialmente o nome de "Standard Lisp" para a linguagem, mas em virtude de um dialeto Lisp já existir com este nome, se buscou um nome similar, resultando no nome "Common Lisp". Em 1994 foi publicada no padrão ANSI Information Technology - Programming Language - Common Lisp, registro X3.226-1994 (R1999). É bem maior e semanticamente mais complexa que Scheme uma vez que foi projetada para ser uma linguagem comercial e ser compatível com os diversos dialetos Lisp dos quais derivou. Como baixar, instalar e testar a Common Lisp no Windows? Embora exista uma quantidade enorme de compiladores Lisp disponíveis atualmente, minha pesquisa recaiu sobre o Steel Bank Common Lisp (SBCL), que pode ser baixado no endereço http://www.sbcl.org. No meu Windows 10 eu baixei o instalador sbcl-2.2.3-x86-64-windows-binary.msi, com o tamanho de 11.7Mb. Finalizada a instalação, vamos testar nossa distribuição do Bank Common Lisp (SBCL). Para isso, abra um janela de terminal e navegue até o diretório de instalação do SBCL: C:\Users\Osmar>cd C:\Program Files\Steel Bank Common Lisp Se você vir um arquivo sbcl.exe dentro deste diretório nós já temos a indicação de que tudo correu bem. Tudo que temos a fazer é chamar este arquivo na linha de comando: C:\Program Files\Steel Bank Common Lisp>sbcL Você verá as seguintes informações na sua tela: This is SBCL 2.2.3, an implementation of ANSI Common Lisp. More information about SBCL is available at <http://www.sbcl.org/>. SBCL is free software, provided as is, with absolutely no warranty. It is mostly in the public domain; some portions are provided under BSD-style licenses. See the CREDITS and COPYING files in the distribution for more information. * Note que o cursor já está esperando comandos, uma vez que estamos no modo interativo. Assim, digite o seguinte comando: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- * (+ 5 (* 2 4)) Pressione Enter. Se você vir o valor 13, então é sinal de que o SBCL está funcionando 100% e já podemos prosseguir. Para sair do modo interativo do SBCL, digite: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- * (quit) Como escrever um programa em Common List e carregá-lo no SBCL Agora vamos ver como podemos escrever um programa Common Lisp, salvá-lo em arquivo e carregá-lo a partir do compilador Steel Bank Common Lisp (SBCL). Para isso, abra o seu editor de códigos favorito e digite a seguinte listagem: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; Este programa talvez seja um dos mais básicos ; que podem ser escritos em Common Lisp (defun Primeiro() ; Vamos mostrar uma mensagem de boas-vindas (write-line "Bem-vindo(a) à Common Lisp") ) ; Efetua uma chamada automática ao programa (Primeiro) Para executar este programa, basta chamar o SBCL pela linha de comando, da seguinte forma: C:\Program Files\Steel Bank Common Lisp>sbcl --script C:\estudos_common_lisp\Primeiro.lsp Se o seu código estiver correto, sem nenhum erro de sintáxe, você verá o seguinte texto: Bem-vindo(a) à Common Lisp Pronto! Agora é só aproveitar as nossas dicas, truques e exercícios resolvidos de Common Lisp para aprender ainda mais. Bons estudos. |
Lisp ::: LISP para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear |
Como converter Coordenadas Polares para Coordenadas Cartesianas em LISP - LISP para EngenhariaQuantidade de visualizações: 654 vezes |
Nesta nossa série de LISP e AutoLISP para Geometria Analítica e Álgebra Linear, mostrarei um código 100% funcional para fazer a conversão entre coordenadas polares e coordenadas cartesianas. Esta operação é muito frequente em computação gráfica e é parte integrante das disciplinas dos cursos de Engenharia (com maior ênfase na Engenharia Civil). Na matemática, principalmente em Geometria e Trigonometria, o Sistema de Coordenadas Polares é um sistema de coordenadas em duas dimensões no qual cada ponto no plano é determinado por sua distância a partir de um ponto de referência conhecido como raio (r) e um ângulo a partir de uma direção de referência. Este ângulo é normalmente chamado de theta (__$\theta__$). Assim, um ponto em Coordenadas Polares é conhecido por sua posição (r, __$\theta__$). Já o sistema de Coordenadas no Plano Cartesiano, ou Espaço Cartesiano, é um sistema que define cada ponto em um plano associando-o, unicamente, a um conjuntos de pontos numéricos. Dessa forma, no plano cartesiano, um ponto é representado pelas coordenadas (x, y), com o x indicando o eixo horizontal (eixo das abscissas) e o y indicando o eixo vertical (eixo das ordenadas). Quando saímos do plano (espaço 2D ou R2) para o espaço (espaço 3D ou R3), temos a inclusão do eixo z (que indica profundidade). Antes de prosseguirmos, veja uma imagem demonstrando os dois sistemas de coordenadas: ![]() A fórmula para conversão de Coordenadas Polares para Coordenadas Cartesianas é: x = raio × coseno(__$\theta__$) y = raio × seno(__$\theta__$) E aqui está o código LISP completo que recebe as coordenadas polares (r, __$\theta__$) e retorna as coordenadas cartesianas (x, y): ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; programa LISP que converte Coordenadas Polares ; em Coordenadas Cartesianas (let((raio)(theta)(graus)(x)(y)) ; vamos ler o raio e o ângulo (princ "Informe o raio: ") (force-output) (setq raio (read)) (princ "Informe o theta: ") (force-output) (setq theta (read)) (princ "Theta em graus (1) ou radianos (2): ") (force-output) (setq graus (read)) ; o theta está em graus? (if(eq graus 1) (setq theta (* theta (/ pi 180.0))) ) ; fazemos a conversão para coordenadas cartesianas (setq x (* raio (cos theta))) (setq y (* raio (sin theta))) ; exibimos o resultado (format t "As Coordenadas Cartesianas são: (x = ~F, y = ~F)" x y) ) Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado: Informe o raio: 1 Informe o theta: 1.57 Theta em graus (1) ou radianos (2): 2 As Coordenadas Cartesianas são: (x = 0,00, y = 1,00) |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas |
Como converter radianos em graus em LISP - Trigonometria em LISPQuantidade de visualizações: 642 vezes |
Todas as funções trigonométricas em Common Lisp (ou AutoLISP, para programadores AutoCAD) recebem seus argumentos em radianos, em vez de graus. Um exemplo disso é a função sin(). Esta função recebe o ângulo em radianos e retorna o seu seno. No entanto, há momentos nos quais precisamos retornar alguns valores como graus. Para isso é importante sabermos fazer a conversão de radianos para graus. Veja a fórmula abaixo: \[Graus = Radianos \times \frac{180}{\pi}\] Agora veja como esta fórmula pode ser escrita em código LISP: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; programa LISP que converte radianos em graus (let((radianos)(graus)) ; valor em radianos (setq radianos 1.5) ; obtém o valor em graus (setq graus (* radianos (/ 180 pi))) ; mostra o resultado (format t "~F radianos em graus é ~F" radianos graus) ) Ao executarmos este código LISP nós teremos o seguinte resultado: 1.5 radianos convertidos para graus é 85.94366926962348 Para fins de memorização, 1 radiano equivale a 57,2957795 graus. |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística |
Como calcular MDC em Lisp usando a função GCDQuantidade de visualizações: 801 vezes |
Atualmente a definição de Máximo Divisor Comum (MDC) pode ser assim formalizada: Sejam a, b e c números inteiros não nulos, dizemos que c é um divisor comum de a e b se c divide a (escrevemos c|a) e c divide b (c|b). Chamaremos D(a,b) o conjunto de todos os divisores comum de a e b. Podemos calcular o Máximo Divisor Comum na linguagem Common Lisp usando a função GCD. Esta função aceita um número ilimitado de valores inteiros e retorna seu Máximo Divisor Comum. Veja um trecho de código Common Lisp no qual pedimos para o usuário informar dois números inteiros e, em seguida, fazemos uso da função GCD para retornar o MDC: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; variáveis que vamos usar no programa (let ((num1)(num2)(mdc)) ; Vamos ler o primeiro número (princ "Informe o primeiro número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável num1 (setq num1 (read)) ; Vamos ler o segundo número (princ "Informe o segundo número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável num2 (setq num2 (read)) ; Vamos obter o MDC dos dois números informados (setq mdc (gcd num1 num2)) ; E mostramos o resultado (format t "O Máximo Divisor Comum é: ~D" mdc) ) Ao executarmos este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: Informe o primeiro número: 9 Informe o segundo número: 12 O Máximo Divisor Comum é: 3 |
Vamos testar seus conhecimentos em Engenharia Civil - Estruturas de Aço e Madeira |
Ações em estruturas: apresentação dos principais carregamentos na análise de estruturas convencionais Um gerador industrial movido a gás natural, colocado na laje de cobertura de um prédio, apresentou defeito em um dos cilindros. Foi contratada uma empresa para prestar manutenção no gerador. A equipe da manutenção é formada por três pessoas, que carregam consigo cerca de 100 kg em equipamentos. Tendo em vista a descrição acima feita, a equipe e os equipamentos podem ser enquadrados em que classificação de carregamento? A) Ação permanente direta. B) Ação excepcional. C) Ação acidental direta. D) Ação permanente indireta. E) Ação acidental indireta. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
Vamos testar seus conhecimentos em |
Dimensionamento de pilares intermediários O pilar P6 é classificado como pilar intermediário porque as vigas são contínuas sobre o pilar, não originando flexão importante que deva ser considerada no cálculo do pilar. Considerando que a largura do pilar seja de 14cm, o coeficiente de majoração da carga yn é 1,25. Dados: Nk = 600kN lex = ley = 280cm Qual é a força normal de cálculo? A) 750kN. B) 1.050kN. C) 700kN. D) 690kN. E) 840kN. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
Vamos testar seus conhecimentos em |
Ano: 2014 Banca: Fundação Carlos Chagas - FCC Prova: FCC - TCE GO - Analista de Controle Externo - Área: Engenharia - 2014 Considere uma viga de uma estrutura usual de concreto armado, submetida à flexão simples, com momento fletor de cálculo Md = 25 kNm, como ilustrado na figura abaixo. ![]() A área necessária de armadura de tração com aço CA50, em cm2, calculada no estado limite último para situações de combinações normais, é A) 1,0. B) 1,2. C) 1,6. D) 1,8. E) 2,0. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
Vamos testar seus conhecimentos em |
Cisalhamento e detalhamento de vigas O modelo clássico de treliça foi idealizado por Ritter e Mörsch no início do século XX e se baseia na analogia entre uma viga fissurada e uma treliça. Acerca desse modelo, marque a alternativa correta: A) As bielas comprimidas devem apresentar inclinação de 60º com o eixo longitudinal do elemento estrutural. B) As armaduras de cisalhamento, conhecidas como estribos, devem ter inclinação entre 45 e 90º. C) A treliça de Ritter e Mörsch deve ser hiperestática, havendo, dessa forma, engastamento nos nós. D) As diagonais tracionadas da treliça de Ritter e Mörsch são equivalentes às bielas de concreto. E) Na treliça de Ritter e Mörsch, os elementos resistentes são somente as armaduras longitudinal e transversal. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
Vamos testar seus conhecimentos em Fundações |
Fundações diretas ou rasas As fundações rasas são executadas nas camadas mais superficiais do solo, geralmente em profundidades inferiores a 2m e são utilizadas comumente em obras de pequeno ou médio porte. De acordo com a norma ABNT NBR 6122: 2010 (Projeto e execução de fundações), no que se refere às fundações superficiais rasas ou diretas, assinale a alternativa correta. A) No dimensionamento de fundação superficial solicitada por carga excêntrica, a área comprimida deve ser de, no mínimo, dois terços da área total da fundação. B) Levando em consideração o custo-benefício de uma obra, recomenda-se que a profundidade mínima para assentamento de uma sapata seja de 1m. C) As partes da fundação rasa em contato com o solo devem ser concretadas sobre um lastro de concreto estrutural igual a 2,5cm de espessura. D) No caso de fundações próximas, porém situadas em cotas diferentes, a fundação situada em cota mais alta deve sempre ser executada primeiro. E) As sapatas isoladas não devem ter dimensões em planta inferiores a 1m. Se esse critério não puder ser utilizado, deve-se adotar outro tipo de fundação. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
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Java - Como adicionar ou subtrair dias de uma data e hora usando o método add() da classe Calendar do Java Java - Como criar um Jogo da Velha em Java - Jogo completo com código fonte comentado - Versão console |
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1º lugar: Java |