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Você está aqui: C ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: C Básico

Ler três números inteiros e indicar se eles estão em ordem crescente ou decrescente - Lista de Exercícios Resolvidos de C

Quantidade de visualizações: 1086 vezes
Pergunta/Tarefa:

Escreva um programa C que pede para o usuário informar três números inteiros e informa se eles estão em ordem crescente ou decrescente. Se os números estiverem em ordem crescente, escreva "Ordem Crescente". Se estiverem em ordem decrescente, escreva "Ordem Decrescente". Do contrário escreva "Sem ordem definida".

Sua saída deverá ser parecida com:

Primeiro número: 4
Segundo número: 8
Terceiro número: 11
Ordem Crescente
Resposta/Solução:

Veja a resolução comentada deste exercício em C:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <locale.h>

// função principal do programa
int main(int argc, char *argv[]){
  // variáveis usadas na resolução do exercício
  int a, b, c;
	
  setlocale(LC_ALL,""); // para acentos do português
  
  // vamos pedir para o usuário informar três números
  printf("Primeiro número: ");
  scanf("%d", &a);
  printf("Segundo número: ");
  scanf("%d", &b);
  printf("Terceiro número: ");
  scanf("%d", &c);
    
  // os números estão em ordem crescente?
  if (a < b && b < c){
    printf("Ordem Crescente");
  }
  // os números estão em ordem decrescente?
  else if (a > b && b > c){
    printf("Ordem Decrescente");
  }
  // sem ordem definida
  else{
    printf("Sem ordem definida");
  } 
	
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");	
  return 0;
}


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C ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Engenharia Civil - Cálculo Estrutural

Exercícios Resolvidos de C - Como calcular as reações de apoio, momento de flexão máxima e forças cortantes em uma viga bi-apoiada com carga distribuída retangular usando C

Quantidade de visualizações: 955 vezes
Pergunta/Tarefa:

Veja a seguinte figura:



Nesta imagem temos uma viga bi apoiada com uma carga q distribuída de forma retangular a uma distância l. Para fins didáticos, vamos considerar que a carga q será em kN/m e a distância l será em metros. O apoio A é de segundo gênero e o apoio B é de primeiro gênero.

Escreva um programa C que solicita ao usuário que informe o valor da carga q e a distância l entre os apoios A e B. Em seguida mostre os valores das reações nos apoios A e B, o momento de flexão máxima da viga e o momento de flexão para uma determinada distância (que o usuário informará) a partir do apoio A.

Mostre também as forças cortantes nos apoios A e B. Lembre-se de que, para uma carga distribuída de forma retangular, o diagrama de momento fletor é uma parábola, enquanto o diagrama de cortante é uma reta (com o valor zero para a força cortante no meio da viga).

Sua saída deve ser parecida com:

Valor da carga em kN/m: 10
Distância em metros: 13

A reação no apoio A é: 65.000000 kN
A reação no apoio B é: 65.000000 kN
O momento fletor máximo é: 211.250000 kN

Informe uma distância a partir do apoio A: 4
O momento fletor na distância informada é: 180.000000 kN

A força cortante no apoio A é: 65.000000 kN
A força cortante no apoio B é: -65.000000 kN
Resposta/Solução:

Veja a resolução comentada deste exercício usando C:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <math.h>

int main(int argc, char *argv[]) {
  // variáveis usadas na resolução do problema
  float carga, distancia, reacao_a, reacao_b;
  float flexao_maxima, distancia_temp, flexao_distancia;
  float cortante_a, cortante_b;
  
  // vamos pedir para o usuário informar o valor da carga
  printf("Valor da carga em kN/m: ");
  scanf("%f", &carga);
  
  // vamos pedir para o usuário informar a distância entre os apoios
  printf("Distancia em metros: ");
  scanf("%f", &distancia);
  
  // vamos calcular a reação no apoio A
  reacao_a = (1.0 / 2.0) * carga * distancia;
  
  // vamos calcular a reação no apoio B
  reacao_b = reacao_a;
  
  // vamos calcular o momento fletor máximo
  flexao_maxima = (1.0 / 8.0) * carga * pow(distancia, 2.0);
  
  // e mostramos o resultado
  printf("\nA reacao no apoio A e: %f kN", reacao_a);
  printf("\nA reacao no apoio B e: %f kN", reacao_b);
  printf("\nO momento fletor maximo e: %f kN", flexao_maxima);
  
  // vamos pedir para o usuário informar uma distância a
  // partir do apoio A
  printf("\n\nInforme uma distancia a partir do apoio A: ");
  scanf("%f", &distancia_temp);
  // vamos mostrar o momento fletor na distância informada
  if (distancia_temp > distancia) {
    printf("\nDistancia invalida.\n");
  }
  else {
    flexao_distancia = (1.0 / 2.0) * carga * distancia_temp * 
      (distancia - distancia_temp);
    printf("O momento fletor na distancia informada e: %f kN", 
      flexao_distancia);  
  }
  
  // vamos mostrar a força cortante no apoio A
  cortante_a = (1.0 / 2.0) * carga * distancia;
  printf("\n\nA forca cortante no apoio A e: %f kN", cortante_a);
  
  // vamos mostrar a força cortante no apoio B
  cortante_b = cortante_a * -1;
  printf("\nA forca cortante no apoio B e: %f kN\n\n", cortante_b);
  
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}



C ::: C para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear

Como calcular a norma ou módulo de vetores nos espaços R2 e R3 usando C - Geometria Analítica e Álgebra Linear usando C

Quantidade de visualizações: 4165 vezes
Em Geometria Analítica e Álgebra Linear, a magnitude, norma, comprimento, tamanho ou módulo (também chamado de intensidade na Física) de um vetor é o seu comprimento, que pode ser calculado por meio da distância de seu ponto final a partir da origem, no nosso caso (0,0).

Considere o seguinte vetor no plano, ou seja, no espaço bidimensional, ou R2:

\[\vec{v} = \left(7, 6\right)\]

Aqui este vetor se inicia na origem (0, 0) e vai até as coordenadas (x = 7) e (y = 6). Veja sua plotagem no plano 2D:



Note que na imagem já temos todas as informações que precisamos, ou seja, o tamanho desse vetor é 9 (arredondado) e ele faz um ângulo de 41º (graus) com o eixo x positivo. Em linguagem mais adequada da trigonometria, podemos dizer que a medida do cateto oposto é 6, a medida do cateto adjacente é 7 e a medida da hipotenusa (que já calculei para você) é 9.

Note que já mostrei também o ângulo theta (__$\theta__$) entre a hipotenusa e o cateto adjacente, o que nos dá a inclinação da reta representada pelos pontos (0, 0) e (7, 6).

Relembrando nossas aulas de trigonometria nos tempos do colegial, temos que o quadrado da hipotenusa é a soma dos quadrados dos catetos, ou seja, o Teorema de Pitágoras:

\[a^2 = b^2 + c^2\]

Como sabemos que a potenciação é o inverso da radiciação, podemos escrever essa fórmula da seguinte maneira:

\[a = \sqrt{b^2 + c^2}\]

Passando para os valores x e y que já temos:

\[a = \sqrt{7^2 + 6^2}\]

Podemos comprovar que o resultado é 9,21 (que arredondei para 9). Não se esqueça da notação de módulo ao apresentar o resultado final:

\[\left|\vec{v}\right| = \sqrt{7^2 + 6^2}\]

E aqui está o código C que nos permite informar os valores x e y do vetor e obter o seu comprimento, tamanho ou módulo:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <math.h>
  
int main(int argc, char *argv[]){
  float x, y, norma;
  // vamos ler os valores x e y
  printf("Informe o valor de x: ");
  scanf("%f", &x);
  printf("Informe o valor de y: ");
  scanf("%f", &y);
  
  // vamos calcular a norma do vetor
  norma = sqrt(pow(x, 2) + pow(y, 2));
    
  // mostra o resultado
  printf("A norma do vetor é: %f", norma);
 
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

Informe o valor de x: 7
Informe o valor de y: 6
A norma do vetor é: 9.219544457292887

Novamente note que arredondei o comprimento do vetor para melhor visualização no gráfico. Para calcular a norma de um vetor no espaço, ou seja, no R3, basta acrescentar o componente z no cálculo.


C ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle

Apostila de C para iniciantes - Como criar um laço for infinito na linguagem C

Quantidade de visualizações: 10156 vezes
A linguagem C nos permite criar laços for infinitos. Para isso, só precisamos omitir as partes de inicialização, teste e incremento/decremento. Veja um exemplo:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  int i = 1;

  for(;;){
    printf("%d  ", i);
    i++;

    if(i > 10)
      break; // sai do laço
  }

  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Veja que só usamos for(;;). Tenha o cuidado de fornecer uma forma de parar o laço. Do contrário seu programa executará até travar.


C ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como escrever uma função concat() que reproduz a funcionalidade da função strcat() da linguagem C

Quantidade de visualizações: 11519 vezes
O C (C99, ANSI C) contém uma função strcat(), no header string.h, que permite concatenar duas strings. Para fins de estudo, segue abaixo o código completo para uma função concat(), que recebe duas strings, anexa a segunda à primeira e retorna um ponteiro para uma string contendo ambas:

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// uma função concat
char *concat(char *destino, const char *origem)
{
  // um ponteiro para a string de destino
  char *original = destino;

  // vai para o final da string de destino
  while(*original)
    original++;

  // anexa a string de origem
  while(*original++ = *origem++)
    ;

  // retorna o resultado
  return destino;
}


Veja como usar no trecho de código abaixo:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

// uma função concat
char *concat(char *destino, const char *origem)
{
  // um ponteiro para a string de destino
  char *original = destino;

  // vai para o final da string de destino
  while(*original)
    original++;

  // anexa a string de origem
  while(*original++ = *origem++)
    ;

  // retorna o resultado
  return destino;
}

int main(int argc, char *argv[])
{
  char frase1[100] = "Gosto";
  char frase2[20] = " muito de C e Java.";
  char *resultado = concat(frase1, frase2);

  // exibe o resultado
  printf("%s", resultado);

  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

Gosto muito de C e Java.


C ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas

Como calcular o cateto adjascente dadas as medidas da hipotenusa e do cateto oposto em C

Quantidade de visualizações: 2319 vezes
Nesta dica mostrarei como podemos tirar proveito do Teorema de Pitágoras para obter a medida do cateto adjascente quando temos as medidas da hipotenusa e do cateto oposto. Este teorema diz que "o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos", o que torna a nossa tarefa, na linguagem C, muito fácil.

Comece observando a imagem a seguir:



Veja que, nessa imagem, eu já coloquei os comprimentos da hipotenusa, do cateto oposto e do cateto adjascente. Para facilitar a conferência dos cálculos, eu coloquei também os ângulos theta (que alguns livros chamam de alfa) e beta já devidamente calculados. A medida da hipotenusa é, sem arredondamentos, 36.056 metros.

Então, sabendo que o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (Teorema de Pitógoras):

\[c^2 = a^2 + b^2\]

Tudo que temos que fazer é mudar a fórmula para:

\[b^2 = c^2 - a^2\]

Veja que agora o quadrado do cateto adjascente é igual ao quadrado da hipotenusa menos o quadrado do cateto oposto. Não se esqueça de que a hipotenusa é o maior lado do triângulo retângulo.

Veja agora como esse cálculo é feito em linguagem C:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <math.h>
 
int main(int argc, char *argv[]){
  float c = 36.056; // medida da hipotenusa
  float a = 20; // medida do cateto oposto
  
  // agora vamos calcular a medida da cateto adjascente
  float b = sqrt(pow(c, 2) - pow(a, 2));
 
  // e mostramos o resultado
  printf("A medida do cateto adjascente é: %f", b);
 
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

A medida do cateto adjascente é: 30.000586

Como podemos ver, o resultado retornado com o código C confere com os valores da imagem apresentada.


C ::: Dicas & Truques ::: Geometria, Trigonometria e Figuras Geométricas

Como calcular o coeficiente angular de uma reta em C dados dois pontos no plano cartesiano

Quantidade de visualizações: 3480 vezes
O Coeficiente Angular de uma reta é a variação, na vertical, ou seja, no eixo y, pela variação horizontal, no eixo x. Sim, isso mesmo. O coeficiente angular de uma reta tem tudo a ver com a derivada, que nada mais é que a taxa de variação de y em relação a x.

Vamos começar analisando o seguinte gráfico, no qual temos dois pontos distintos no plano cartesiano:



Veja que o segmento de reta AB passa pelos pontos A (x=3, y=6) e B (x=9, y=10). Dessa forma, a fórmula para obtenção do coeficiente angular m dessa reta é:

\[\ \text{m} = \frac{y_2 - y_1}{x_2 - x_1} = \frac{\Delta y}{\Delta x} = tg \theta \]

Note que __$\Delta y__$ e __$\Delta x__$ são as variações dos valores no eixo das abscissas e no eixo das ordenadas. No triângulo retângulo que desenhei acima, a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto oposto e a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto adjascente.

Veja agora o trecho de código na linguagem C que solicita as coordenadas x e y dos dois pontos, efetua o cálculo e mostra o coeficiente angular m da reta que passa pelos dois pontos:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
   
int main(int argc, char *argv[]){
  // coordenadas dos dois pontos
  float x1, y1, x2, y2;
  // guarda o coeficiente angular
  float m; 
       
  // x e y do primeiro ponto
  printf("Coordenada x do primeiro ponto: ");
  scanf("%f", &x1);
  printf("Coordenada y do primeiro ponto: ");
  scanf("%f", &y1);
     
  // x e y do segundo ponto
  printf("Coordenada x do segundo ponto: ");
  scanf("%f", &x2);
  printf("Coordenada y do segundo ponto: ");
  scanf("%f", &y2);   
     
  // vamos calcular o coeficiente angular
  m = (y2 - y1) / (x2 - x1);
     
  // mostramos o resultado
  printf("O coeficiente angular é: %f", m);
  
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

Coordenada x do primeiro ponto: 3
Coordenada y do primeiro ponto: 6
Coordenada x do segundo ponto: 9
Coordenada y do segundo ponto: 10
O coeficiente angular é: 0.666667
Pressione qualquer tecla para continuar...

Veja agora como podemos calcular o coeficiente angular da reta que passa pelos dois pontos usando o Teorema de Pitágoras. Note que agora nós estamos tirando proveito da tangente do ângulo Theta (__$\theta__$), também chamado de ângulo Alfa ou Alpha (__$\alpha__$):

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
   
int main(int argc, char *argv[]){
  // coordenadas dos dois pontos
  float x1, y1, x2, y2;
  // guarda os comprimentos dos catetos oposto e adjascente
  float cateto_oposto, cateto_adjascente;
  // guarda o ângulo tetha (em radianos) e a tangente
  float tetha, tangente; 
       
  // x e y do primeiro ponto
  printf("Coordenada x do primeiro ponto: ");
  scanf("%f", &x1);
  printf("Coordenada y do primeiro ponto: ");
  scanf("%f", &y1);
     
  // x e y do segundo ponto
  printf("Coordenada x do segundo ponto: ");
  scanf("%f", &x2);
  printf("Coordenada y do segundo ponto: ");
  scanf("%f", &y2);   
     
  // vamos obter o comprimento do cateto oposto
  cateto_oposto = y2 - y1;
  // e agora o cateto adjascente
  cateto_adjascente = x2 - x1;
  // vamos obter o ângulo tetha, ou seja, a inclinação da hipetunesa
  // (em radianos, não se esqueça)
  tetha = atan2(cateto_oposto, cateto_adjascente);
  // e finalmente usamos a tangente desse ângulo para calcular
  // o coeficiente angular
  tangente = tan(tetha);
	  
  // mostramos o resultado
  printf("O coeficiente angular é: %f", tangente);
  
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código você verá que o resultado é o mesmo. No entanto, fique atento às propriedades do coeficiente angular da reta:

1) O coeficiente angular é positivo quando a reta for crescente, ou seja, m > 0;

2) O coeficiente angular é negativo quando a reta for decrescente, ou seja, m < 0;

3) Se a reta estiver na horizontal, ou seja, paralela ao eixo x, seu coeficiente angular é zero (0).

4) Se a reta estiver na vertical, ou seja, paralela ao eixo y, o coeficiente angular não existe.


C ::: Dicas & Truques ::: Ponteiros, Referências e Memória

Como alocar memória dinâmica usando a função calloc() da linguagem C

Quantidade de visualizações: 18699 vezes
A função calloc() é bem parecida com a função malloc() e também é usada em C para alocarmos um bloco de memória. A diferença é que calloc() recebe a quantidade de elementos e o número de bytes do elemento e retorna um ponteiro do tipo void (genérico) para o início do bloco de memória obtido. Veja sua assinatura:

void *calloc(size_t n, size_t size);


Se a memória não puder se alocada, um ponteiro nulo (NULL) será retornado.

É importante se lembrar de alguns conceitos antes de usar esta função. Suponhamos que você queira alocar memória para um único inteiro. Você poderia ter algo assim:

// aloca memória para um int
ponteiro = calloc(1, 4);


Embora este código esteja correto, não é um boa idéia assumir que um inteiro terá sempre 4 bytes. Desta forma, é melhor usar o operador sizeof() para obter a quantidade de bytes em um inteiro em uma determinada arquitetura. Veja:

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// aloca memória para um int
ponteiro = calloc(1, sizeof(int));

Eis o código completo para um aplicativo C que mostra como alocar memória para um inteiro e depois atribuir e obter o valor armazenado no bloco de memória alocado:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  // ponteiro para uma variável do tipo inteiro
  int *ponteiro;

  // aloca memória para um int
  ponteiro = calloc(1, sizeof(int));

  // testa se a memória foi alocada com sucesso
  if(ponteiro)
    printf("Memoria alocada com sucesso.\n");
  else
    printf("Nao foi possivel alocar a memoria.\n");

  // atribui valor à memória alocada
  *ponteiro = 45;

  // obtém o valor atribuído
  printf("Valor: %d\n\n", *ponteiro);

  // libera a memória
  free(ponteiro);

  system("PAUSE");
  return 0;
}

Uma aplicação interessante da função calloc() é quando precisamos construir uma matriz dinâmica. Veja como isso é feito no código abaixo:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  int i;

  // quantidade de elementos na matriz
  int quant = 10;

  // ponteiro para o bloco de memória
  int *ponteiro;

  // aloca memória para uma matriz de inteiros
  ponteiro = calloc(quant, sizeof(int));

  // testa se a memória foi alocada com sucesso
  if(ponteiro)
    printf("Memoria alocada com sucesso.\n");
  else{
    printf("Nao foi possivel alocar a memoria.\n");
    exit(1);
  }

  // atribui valores aos elementos do array
  for(i = 0; i < quant; i++){
    ponteiro[i] = i * 2;
  }

  // exibe os valores
  for(i = 0; i < quant; i++){
    printf("%d  ", ponteiro[i]);
  }

  // libera a memória
  free(ponteiro);

  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}



C ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística

Como arredondar um valor de ponto-flutuante para cima usando a função ceil() da linguagem C

Quantidade de visualizações: 14676 vezes
A função ceil() da linguagem C é usada quando precisamos arredondar um valor de ponto-flutuante (com casas decimais) para cima. Esta função retorna o menor valor integral maior que o valor fornecido a ela. Note que, mesmo o retorno sendo um inteiro, ele virá encapsulado em um double.

Para entender o funcionamento desta função, vamos considerar o valor 4.5. Ao aplicarmos a função ceil() a este valor, o retorno será 5.0. Isso pode ser comprovado no trecho de código abaixo:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  printf("O valor 4.5 arredondado para cima e %f", 
    ceil(4.5));
  
  printf("\n\n");
  system("pause");
  return 0;
}

Ao executarmos este código teremos o seguinte resultado:

O valor 4.5 arredondado para cima é 5.000000.


Vamos testar seus conhecimentos em

Principais Normas Brasileiras para Concreto Armado

A ABNT é o órgão brasileiro responsável pela normatização técnica do Brasil, o qual fornece insumos para o desenvolvimento tecnológico, por meio de normativas que buscam a qualidade em qualquer tipo de trabalho.

Em se tratando da ABNT, das NBRs e do uso do concreto, assinale a alternativa que apresenta corretamente qual é a NBR que se refere ao procedimento para projeto de estruturas de concreto armado:

A) NBR 6123.

B) NBR 6120.

C) NBR 6118.

D) NBR 7187.

E) NBR 8681.
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Vamos testar seus conhecimentos em Engenharia Civil - Instalações Hidráulicas Prediais

Dimensionamento de Redes de Distribuição de Água

O primeiro passo para você entender uma rede de distribuição de água (RDA) é conhecer as duas formas nas quais diferentes condutos podem se associar: em série ou em paralelo. Quanto aos condutos em série e paralelo pode-se dizer que as afirmações a seguir:

I) Para manter a vazão constante, a velocidade do escoamento se altera, sendo inversamente proporcional à área. Assim, se a área da seção transversal aumenta, a velocidade diminui, e vice-versa.

II) O que você precisa saber em uma associação de condutos em paralelo é que existe uma perda de carga entre A e B, ou seja, o início e final de um segmento. Essa perda de carga é constante, independentemente do trecho pelo qual o escoamento flui.

III) Quando em paralelo, a vazão que parte do nó A se divide em função das características da tubulação e do escoamento, como diâmetro, rugosidade e velocidade, quando chega em B, houve alteração nesta vazão a variação da velocidade diferenciada em cada um dos caminhos ao qual fora dividida.

Pode-se dizer que:

A) I e III estão corretas

B) Somente III está correta

C) Somente I está correta

D) I e II estão corretas

E) Todas estão corretas
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Vamos testar seus conhecimentos em Fenômeno de Transportes e Hidráulica

Fórmula de Hazen-Williams

A fórmula de Hazen-Williams (1903) é resultado de um estudo estatístico com grande número de dados experimentais, recomendada para escoamento turbulento de transição, água a 20ºC e diâmetro maior ou igual a 50mm.

Calcule o diâmetro de uma tubulação de aço (C=90), com 1.000m de comprimento e perda de carga de 51m, cuja vazão é de 200l/s.

A) Aproximadamente 0,3m de diâmetro.

B) Aproximadamente 0,4m de diâmetro.

C) Aproximadamente 0,1m de diâmetro.

D) Aproximadamente 0,5m de diâmetro.

E) Aproximadamente 0,2m de diâmetro.
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Vamos testar seus conhecimentos em Fenômeno de Transportes e Hidráulica

Velocidade de entrada e saída de um fluido

O tanque tem uma entrada e uma saída de água. Determine a altura H do tanque em função da área A, velocidade de entrada V1 em um bocal com diâmetro d1 e velocidade de saída V2 em um bocal com diâmetro d2, após um intervalo de tempo t, sendo que o tanque se encontrava vazio. Determine também o tempo de enchimento do tanque conforme os dados:
H = 10m; A = 2,5m2; V1 = 0,7m/s; d1 = 20cm; V2 = 3m/s; d2 = 15 cm.

A) H = (V2d22 - V1d12)tπ/4A 0,08 segundos.

B) H = (V2 - V1)t/A 10,87 segundos.

C) H = (V2d22 - V1d12)tπ/4A 806 segundos.

D) H = (V2d22 - V1d12)tπ/A 201 segundos.

E) H = (V2d22 - V1d12)tπ/2A 403 segundos.
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Vamos testar seus conhecimentos em Ética e Legislação Profissional

Responsabilidade civil no código de defesa do consumidor

A Constituição Federal brasileira confere à defesa do consumidor garantia de:

A) ordem social.

B) direitos e garantias fundamentais.

C) direitos políticos.

D) princípio fundamental.

E) direito de nacionalidade.
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Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de C

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E-Book 650 Dicas, Truques e Exercícios Resolvidos de Python - PDF com 1.200 páginas
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E-Book 350 Exercícios Resolvidos de Java - PDF com 500 páginas
Domine lógica de programação e a linguagem Java com o nosso E-Book 350 Exercícios Exercícios de Java, para você estudar onde e quando quiser.

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