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Como declarar variáveis globais em Lisp usando as funções defvar e defparameterQuantidade de visualizações: 922 vezes |
Em algumas situações nós precisamos declarar variáveis globais em Lisp, ou melhor, em Common Lisp, que é a padronização da Lisp que adotamos para estas dicas. Variáveis globais em Common Lisp se comportam de forma idêntica àquelas de outras linguagens de programação, ou seja, possuem valores permanentes por todo o sistema Lisp e mantém seus valores até que novos valores são especificados. Se quisermos, por exemplo, a partir do corpo de uma função acessar uma variável fora dela, então esta variável deverá ser declarada globalmente. Em Common List nós podemos declarar variáveis globais usando as funções defvar e defparameter. Vamos ver exemplos envolvendo as duas e no final desta dica eu mostro a diferença. Veja um trecho de código Common Lisp na qual declaramos uma variável global chamada valor e a acessamos de dentro de uma função: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; vamos declarar uma variável global (defvar valor 10) ; vamos mostrar o valor atual da variável global (format t "O valor da variável global é ~D" valor) ; agora vamos acessar a variável global ; de dentro de uma função (defun ModificaValor() ; vamos alterar o valor da variável global (setq valor 50) ) ; chamamos a função ModificaValor (ModificaValor) ; e checamos se o valor da variável global foi ; mesmo alterado (terpri) (format t "O valor da variável global é ~D" valor) Ao executar este código Common List nós teremos o seguinte resultado: O valor da variável global é 10 O valor da variável global é 50 Veja agora um trecho de código Common Lisp no qual usamos a função defparameter para declarar e inicializar as variáveis globais: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; vamos declarar três variáveis globais (defparameter *a* 5) (defparameter *b* 3) (defparameter *soma* 0) ; agora vamos acessar as variáveis globais ; de dentro de uma função (defun Somar() ; vamos somar as duas variáveis globais ; e guardar o resultado em uma terceira ; variáveis global (setq *soma* (+ *a* *b*)) ) ; chamamos a função Somar (Somar) ; e mostramos o resultado da soma (format t "A soma das variáveis globais é ~D" *soma*) Ao executar este novo código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: A soma das variáveis globais é 8 Note que coloquei asteríscos (*) ao redor dos nomes das variáveis globais. Esta é uma prática comum entre programadores Lisp e altamente recomendado pelo comunidade, pois facilita a distinção entre variáveis globais e locais. Então, qual é a diferença entre defvar e defparameter? A primeira delas é que a função defparameter nos obriga a informar o valor inicial para a variável global, enquanto a função defvar não o faz. A segunda diferença é que, ao redefinirmos o valor de uma variável global usando defparameter, o valor armazenado anteriormente será sobreposto, enquanto a função defvar não altera o valor anterior. |
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Lisp ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres |
Como retornar uma substring de uma string em LISP usando a função subseq()Quantidade de visualizações: 505 vezes |
Nesta dica mostrarei como podemos extrair uma parte de uma palavra, frase ou texto, ou seja, vamos obter uma substring a partir de uma string. Na linguagem LISP isso pode ser feito por meio da função subseq(). Esta função aceita 3 argumentos. O primeiro argumento é a string a partir da qual a substring será extraída. O segundo argumento é o índice inicial da substring, começando sempre em 0. O terceiro argumento marca o índice final da substring (um índice a mais que o último caractere desejado). Se o terceiro argumento for omitido, todo o restante da string será incluído na substring. Veja o código LISP completo para o exemplo no qual pedimos para o usuário informar uma frase e extraímos dessa frase os 5 primeiros caracteres: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; variáveis que vamos usar no programa (let ((frase)(substring)) ; Vamos pedir para o usuário informar ; uma frase (princ "Informe uma frase: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável frase (setq frase (read-line)) ; vamos mostrar a frase informada ; o símbolo ~% provoca uma quebra de linha (format t "A frase informada foi: ~S~%" frase) ; agora vamos obter os 5 primeiros caracteres (setq substring (subseq frase 0 5)) ; e mostramos a substring (format t "A substring obtida foi: ~S" substring) ) Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado: A frase informada foi: "Estudar LISP é bom demais" A substring obtida foi: "Estud" |
Lisp ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Estruturas de Controle |
Exercícios Resolvidos de LISP - Um programa que lê duas notas, calcula a média aritmética e exibe uma mensagem de reprovado, exame ou aprovadoQuantidade de visualizações: 455 vezes |
Pergunta/Tarefa: Escreva um programa LISP ou Common Lisp que leia duas notas (como double ou float), calcule e mostre a média aritmética e uma mensagem de acordo com as seguintes regras: 1) Se a média for inferior a 4,0 escreva "Reprovado"; 2) Se a média for igual ou superior a 4,0 e inferior a 7,0 escreva "Exame"; 3) Se a média for igual ou superior a 7,0 escreva "Aprovado". Sua saída deverá ser parecida com: Informe a primeira nota: 8 Informe a segunda nota: 7.4 A média obtida foi: 7.7 Aprovado Veja a resolução comentada deste exercício usando Common Lisp (a padronização da linguagem LISP): ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; Algoritmo LISP para calcular a média de um aluno ; variáveis que vamos usar no programa (let ((n1)(n2)(media)) ; vamos solicitar as duas notas do aluno (princ "Informe a primeira nota: ") (force-output) (setq n1 (read)) (princ "Informe a segunda nota: ") (force-output) (setq n2 (read)) ; vamos calcular a média aritmética (setq media (/ (+ n1 n2) 2)) (format t "A média obtida foi ~F" media) ; vamos verificar se o aluno foi reprovado, está de exame ou aprovado (cond ((< media 4.0) ; reprovado (format t "~%Reprovado")) ((and (>= media 4.0)(< media 7.0)) ; exame (format t "~%Exame")) (t (format t "~%Aprovado")) ) ) |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística |
Como calcular MMC em Lisp - Como calcular o Mínimo Múltiplo Comum na linguagem LispQuantidade de visualizações: 835 vezes |
O Mínimo Múltiplo Comum (MMC), ou LCM (Least Common Multiple) é um tipo de operação matemática utilizada para encontrar o menor número positivo, diferente de 0 (zero), que é múltiplo ao mesmo tempo de dois ou mais números. O MMC é utilizado, por exemplo, na soma e subtração de frações - quando é necessário um denominador comum. Nesta dica mostrarei como podemos calcular o MMC de dois números inteiros informados pelo usuário. Veja o código Common Lisp completo: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; variáveis que vamos usar no programa (let ((num1)(num2)(maior)(mmc)) ; Vamos ler o primeiro número (princ "Informe o primeiro número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável num1 (setq num1 (read)) ; Vamos ler o segundo número (princ "Informe o segundo número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável num2 (setq num2 (read)) ; agora escolhemos o maior número (cond ((> num1 num2)(setq maior num1)) (t (setq maior num2)) ) ; e entramos em um laço loop (loop ; testa se o maior é divisível por num1 e por num2 (cond ((and (= 0 (rem maior num1))(= 0 (rem maior num2))) ; mmc recebe o maior e sai do laço (setq mmc maior)(return))) ; incrementa o valor da variável maior (setq maior (+ maior 1)) ) ; mostra o resultado (format t "O MMC dos dois números é ~D" mmc) ) Ao executarmos este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: Informe o primeiro número: 6 Informe o segundo número: 3 O MMC dos dois números é: 6 Note que a linguagem Common Lisp possui uma função LCM() que permite calcular o MMC de dois ou mais números. Minha intenção com essa dica foi mostrar como o cálculo do MMC é feito em Common Lisp. |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas |
Como converter radianos em graus em LISP - Trigonometria em LISPQuantidade de visualizações: 642 vezes |
Todas as funções trigonométricas em Common Lisp (ou AutoLISP, para programadores AutoCAD) recebem seus argumentos em radianos, em vez de graus. Um exemplo disso é a função sin(). Esta função recebe o ângulo em radianos e retorna o seu seno. No entanto, há momentos nos quais precisamos retornar alguns valores como graus. Para isso é importante sabermos fazer a conversão de radianos para graus. Veja a fórmula abaixo: \[Graus = Radianos \times \frac{180}{\pi}\] Agora veja como esta fórmula pode ser escrita em código LISP: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; programa LISP que converte radianos em graus (let((radianos)(graus)) ; valor em radianos (setq radianos 1.5) ; obtém o valor em graus (setq graus (* radianos (/ 180 pi))) ; mostra o resultado (format t "~F radianos em graus é ~F" radianos graus) ) Ao executarmos este código LISP nós teremos o seguinte resultado: 1.5 radianos convertidos para graus é 85.94366926962348 Para fins de memorização, 1 radiano equivale a 57,2957795 graus. |
Lisp ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle |
Como usar o laço loop for da linguagem LispQuantidade de visualizações: 642 vezes |
O laço for loop da linguagem Common Lisp é usado quando sabemos exatamente quantas vezes uma instrução ou um grupo de instruções deve ser repetido. Este laço é similar ao laço for encontrado na maioria das linguagens de programação. Vamos começar vendo um laço for loop que conta de 1 até 10: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; Um laço for loop que conta de 1 até 10 (loop for i from 1 to 10 do (print i) ) Ao executar este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Agora veja o mesmo laço usado para contar de 10 até 1, ou seja, em ordem decrescente: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; Um laço for loop que conta de 10 até 1 (loop for i from 10 downto 1 do (print i) ) Note que, agora, eu troquei "to" por "downto" para que a variável de controle fosse decrementada, em vez de incrementada. Dessa forma, ao executarmos este código Common Lisp, o resultado será: 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas |
Como calcular o cosseno de um ângulo em LISP e AutoLISP (AutoCAD) usando a função cos() - Calculadora de cosseno em LISPQuantidade de visualizações: 627 vezes |
Em geral, quando falamos de cosseno, estamos falando do triângulo retângulo de Pitágoras (Teorema de Pitágoras). A verdade é que podemos usar a função cosseno disponível nas linguagens de programação para calcular o cosseno de qualquer número, mesmo nossas aplicações não tendo nenhuma relação com trigonometria. No entanto, é sempre importante entender o que é a função cosseno. Veja a seguinte imagem: ![]() Veja que temos um triângulo retângulo com as medidas já calculadas para a hipotenusa e os dois catetos, assim como os ângulos entre eles. Assim, o cosseno é a razão entre o cateto adjascente e a hipotenusa, ou seja, o cateto adjascente dividido pela hipotenusa. Veja a fórmula: \[\text{Cosseno} = \frac{\text{Cateto adjascente}}{\text{Hipotenusa}} \] Então, se dividirmos 30 por 36.056 (na figura eu arredondei) nós teremos 0.8320, que é a razão entre o cateto adjascente e a hipotenusa (em radianos). Agora, experimente calcular o arco-cosseno de 0.8320. O resultado será 0.5881 (em radianos). Convertendo 0.5881 radianos para graus, nós obtemos 33.69º, que é exatamente o ângulo em graus entre o cateto adjascente e a hipotenusa na figura acima. Pronto! Agora que já sabemos o que é cosseno na trigonometria, vamos entender mais sobre a função cos() da Common Lisp e da AutoLISP (a implementação LISP do AutoCAD). Esta função recebe um valor numérico e retorna um valor, também numérico) entre -1 até 1 (ambos inclusos). Veja: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- (format t "Cosseno de 0 = ~F~%" (cos 0)) (format t "Cosseno de 1 = ~F~%" (cos 1)) (format t "Cosseno de 2 = ~F" (cos 2)) Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado: Cosseno de 0 = 1.0 Cosseno de 1 = 0.5403023 Cosseno de 2 = -0.41614684 Note que calculamos os cossenos dos valores 0, 1 e 2. Observe como os resultados conferem com a curva da função cosseno mostrada abaixo: ![]() |
Lisp ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Lisp Básico |
Exercícios Resolvidos de Lisp - Como converter quilômetros em metros, centímetros e milímetros usando LispQuantidade de visualizações: 834 vezes |
Pergunta/Tarefa: Escreva um programa em Common Lisp para converter quilômetros em metros, centímetros e milímetros. Seu programa deverá pedir para o usuário informar a quantidade de quilômetros e exibir as conversões solicitadas. Como sabemos, um Quilômetro = 1000 Metros, 100.000 Centímetros ou 1.000.000 Milímetros. Seu programa deverá exibir uma saída parecida com: Informe a distância em quilômetros: 2.5 Distância em Quilômetros: 2.5 Distância em Metros: 2500.0 Distância em Centímetros: 250000.0 Distância em Milímetros: 2500000.0 Veja a resolução comentada deste exercício usando Common Lisp: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; Variáveis usadas na resolução do problema (let ((quilometros)(metros)(centimetros)(milimetros)) ; vamos ler a quantidade de quilômetros (princ "Informe a distância em quilômetros: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável quilometros (setq quilometros (read)) ; vamos calcular a distância em metros (setq metros (* quilometros 1000.0)) ; vamos calcular a distância em centímetros (setq centimetros (* quilometros 100000.0)) ; e agora a distância em milímetros (setq milimetros (* quilometros 1000000.0)) ; E mostramos o resultado (format t "Distância em Quilômetros: ~F" quilometros) (format t "~%Distância em Metros: ~F" metros) (format t "~%Distância em Centímetros: ~F" centimetros) (format t "~%Distância em Milímetros: ~F" milimetros) ) |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística |
Como calcular MDC em Lisp usando a função GCDQuantidade de visualizações: 801 vezes |
Atualmente a definição de Máximo Divisor Comum (MDC) pode ser assim formalizada: Sejam a, b e c números inteiros não nulos, dizemos que c é um divisor comum de a e b se c divide a (escrevemos c|a) e c divide b (c|b). Chamaremos D(a,b) o conjunto de todos os divisores comum de a e b. Podemos calcular o Máximo Divisor Comum na linguagem Common Lisp usando a função GCD. Esta função aceita um número ilimitado de valores inteiros e retorna seu Máximo Divisor Comum. Veja um trecho de código Common Lisp no qual pedimos para o usuário informar dois números inteiros e, em seguida, fazemos uso da função GCD para retornar o MDC: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; variáveis que vamos usar no programa (let ((num1)(num2)(mdc)) ; Vamos ler o primeiro número (princ "Informe o primeiro número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável num1 (setq num1 (read)) ; Vamos ler o segundo número (princ "Informe o segundo número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável num2 (setq num2 (read)) ; Vamos obter o MDC dos dois números informados (setq mdc (gcd num1 num2)) ; E mostramos o resultado (format t "O Máximo Divisor Comum é: ~D" mdc) ) Ao executarmos este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: Informe o primeiro número: 9 Informe o segundo número: 12 O Máximo Divisor Comum é: 3 |
Vamos testar seus conhecimentos em |
Tintas A pintura na construção civil é uma camada de acabamento na forma de uma película aderente que pode ser aplicada em peças de concreto, revestimentos de argamassa, alvenarias aparentes, componentes metálicos e de madeira, telhas, pisos cimentícios e de madeira. A respeito de sistemas de pintura, assinale a alternativa correta. A) Os vernizes são líquidos voláteis, que permitem dissolver a resina e são responsáveis pelo aspecto líquido da tinta. B) Tintas elastoméricas são resistentes aos raios UV e duráveis. Elas são usadas para proteger superfícies de madeira, móveis, pisos de madeira e outros substratos contra desgaste e envelhecimento prematuro. C) Aditivos em tintas são substâncias físicas que podem ser adicionadas às tintas para melhorar suas características, como resistência, aderência, secagem e outras propriedades. Eles são utilizados para manter o desempenho das tintas de acordo com as necessidades específicas do projeto. D) Em substratos de revestimentos argamassados, o sistema de pintura protege contra o esfarelamento, contra a ação da umidade, reduz a absorção de água e inibe o desenvolvimento de fungos e bolores. E) O solvente é uma substância líquida, constituída por resinas, solventes e aditivos. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
Vamos testar seus conhecimentos em Hidrologia |
(Udesc 2011) Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), existem no Brasil oito bacias hidrográficas. Assinale a alternativa correta em relação a essas bacias. A) As bacias do Paraná e do Uruguai formam a Bacia Platina. Esta última drena somente 5% do território nacional, e seu potencial hidrelétrico instalado é pequeno e inexpressivo. B) A Bacia do Rio São Francisco é a segunda maior bacia brasileira, e seu rio principal é totalmente navegável. C) A maior bacia é a do rio Amazonas, que recebe afluentes dos dois lados e possui o maior volume de água do planeta. D) A Bacia do Rio Tocantins recebe seus dois principais afluentes: o Araguaia e o Tietê. Possui a segunda maior usina do país, mas seu potencial hidrelétrico é o menor de todas as bacias hidrográficas brasileiras. E) A Bacia do Atlântico Norte/Nordeste é a terceira maior bacia hidrográfica do Brasil. Seus rios principais são o Madeira e o Juruá. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
Vamos testar seus conhecimentos em Engenharia Civil - Instalações Hidráulicas Prediais |
Perda de Carga Localizada, Acessórios de Tubulação Qual a perda de carga singular em um conduto de 100 m, diâmetro de 100 mm, com um fluido escoando a 2 m/s, apresentando as seguintes singularidades rosqueadas na tubulação: válvula globo totalmente aberta e cotovelo de 45º com raio normal? Selecione a resposta: A) 1,16 m. B) 0,61 m. C) 0,06 m. D) 1,22 m. E) 0,00 m. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
Vamos testar seus conhecimentos em JavaScript |
JavaScript é o mesmo que Java? A) Sim B) Não Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
Vamos testar seus conhecimentos em |
Segurança e Estados Limites Ações nas Estruturas de Concreto Armado Ações podem ser definidas como as causas que provocam esforços ou deformações nas estruturas. E, para aplicação nas análises estruturas, devem ser realizadas com cuidado pelos profissionais, uma vez que a classificação das ações definirá a sua relevância em dada combinação. Com base na classificação das ações, assinale a alternativa correta. A) O peso próprio dos elementos estruturais é considerado uma ação permanente direta, e o peso próprio dos revestimentos, uma ação permanente indireta. B) A mobília e a circulação de pessoas em um edifício residencial podem ser consideradas ações permanentes, pois sempre vão ocorrer sobre a estrutura. C) Variações de temperatura podem ser consideradas ações variáveis sobre a estrutura. D) A ação do vento em edifícios altos pode ser considerada uma ação excepcional, já que seu carregamento atinge valores mais importantes. E) A ação de enchentes é considerada uma ação variável, já que ocorre, normalmente, somente em determinadas épocas do ano. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
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