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Como usar o laço loop para contar de 1 até 10 em Lisp

Quantidade de visualizações: 651 vezes
A estrutura de repetição loop da linguagem Common Lisp é o laço mais simples fornecido pela linguagem. Este laço nos permite repetir uma ou mais instruções de código repetidamente, até que o comando return seja encontrado, o que faz com que o laço seja interrompido.

Veja no trecho de código abaixo como podemos usar o laço loop da Common Lisp para contar e exibir os valores de 1 até 10:

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(
  ; vamos declarar a variável que vamos usar
  let (numero)	
  ; vamos inicializar a variável com o valor 1
  (setq numero 1)
  ; agora iniciamos o laço
  (loop 
    ; escrevemos o valor da variável
    (write numero)
    ; aumentamos o valor da variável em 1
    (setq numero (+ numero 1))
    ; provocamos uma quebra de linha 
    (terpri)
    ; e fazemos o teste da continuidade
    (when (> numero 10) (return))
  )
)

Ao executarmos este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10

Veja que usamos a macro when para testar o ponto de parada do laço. Note ainda o uso da função terpri da Common Lisp para provocar uma quebra de linha na saída do programa.

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Lisp ::: LISP para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear

Como converter Coordenadas Cartesianas para Coordenadas Polares em LISP - LISP para Engenharia

Quantidade de visualizações: 647 vezes
Nesta nossa série de LISP e AutoLISP para Geometria Analítica e Álgebra Linear, mostrarei um código 100% funcional para fazer a conversão entre coordenadas cartesianas e coordenadas polares. Esta operação é muito frequente em computação gráfica e é parte integrante das disciplinas dos cursos de Engenharia (com maior ênfase na Engenharia Civil).

Na matemática, principalmente em Geometria e Trigonometria, o sistema de Coordenadas no Plano Cartesiano, ou Espaço Cartesiano, é um sistema que define cada ponto em um plano associando-o, unicamente, a um conjuntos de pontos numéricos.

Dessa forma, no plano cartesiano, um ponto é representado pelas coordenadas (x, y), com o x indicando o eixo horizontal (eixo das abscissas) e o y indicando o eixo vertical (eixo das ordenadas). Quando saímos do plano (espaço 2D ou R2) para o espaço (espaço 3D ou R3), temos a inclusão do eixo z (que indica profundidade).

Já o sistema de Coordenadas Polares é um sistema de coordenadas em duas dimensões no qual cada ponto no plano é determinado por sua distância a partir de um ponto de referência conhecido como raio (r) e um ângulo a partir de uma direção de referência. Este ângulo é normalmente chamado de theta (__$\theta__$). Assim, um ponto em Coordenadas Polares é conhecido por sua posição (r, __$\theta__$).

Antes de prosseguirmos, veja uma imagem demonstrando os dois sistemas de coordenadas:



A fórmula para conversão de Coordenadas Cartesianas para Coordenadas Polares é:

__$r = \sqrt{x^2+y2}__$
__$\theta = \\arctan\left(\frac{y}{x}\right)__$

E aqui está o código LISP completo que recebe as coordenadas cartesianas (x, y) e retorna as coordenadas polares (r, __$\theta__$):

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; programa LISP que converte Coordenadas Cartesianas
; em Coordenadas Polares
(let((x)(y)(raio)(theta)(angulo_graus))
  ; vamos ler as coordenadas cartesianas
  (princ "Valor de x: ")
  (force-output)
  (setq x (read))
  (princ "Valor de y: ")
  (force-output)
  (setq y (read))
  
  ; vamos calcular o raio
  (setq raio (sqrt (+ (expt x 2) (expt y 2))))
  
  ; agora calculamos o theta (ângulo) em radianos 
  (setq theta (atan y x))

  ; queremos o ângulo em graus também
  (setq angulo_graus (* 180 (/ theta pi)))
  
  ; e exibimos o resultado
  (princ "As Coordenadas Polares são: ")
  (format t "raio = ~F, theta = ~F, ângulo em graus: ~F"
    raio theta angulo_graus)
)

Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado:

Valor de x: -1
Valor de y: 1
As Coordenadas Polares são:
raio = 1.4142135623730951, theta = 2.356194490192345, ângulo em graus = 135.0

Veja que as coordenadas polares equivalentes são (__$\sqrt{2}__$, __$\frac{3\pi}{4}__$), com o theta em radianos. Sim, os professores das disciplinas de Geometria Analítica e Álgebra Linear, Física e outras gostam de escrever os resultados usando raizes e frações em vez de valores reais.


Lisp ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas

Como converter radianos em graus em LISP - Trigonometria em LISP

Quantidade de visualizações: 642 vezes
Todas as funções trigonométricas em Common Lisp (ou AutoLISP, para programadores AutoCAD) recebem seus argumentos em radianos, em vez de graus. Um exemplo disso é a função sin(). Esta função recebe o ângulo em radianos e retorna o seu seno.

No entanto, há momentos nos quais precisamos retornar alguns valores como graus. Para isso é importante sabermos fazer a conversão de radianos para graus. Veja a fórmula abaixo:

\[Graus = Radianos \times \frac{180}{\pi}\]

Agora veja como esta fórmula pode ser escrita em código LISP:

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; programa LISP que converte radianos em graus
(let((radianos)(graus))
  ; valor em radianos
  (setq radianos 1.5)
  ; obtém o valor em graus
  (setq graus (* radianos (/ 180 pi)))
  
  ; mostra o resultado
  (format t "~F radianos em graus é ~F" radianos
    graus)
)

Ao executarmos este código LISP nós teremos o seguinte resultado:

1.5 radianos convertidos para graus é 85.94366926962348

Para fins de memorização, 1 radiano equivale a 57,2957795 graus.


Lisp ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística

Como testar se um número é par ou ímpar em Lisp

Quantidade de visualizações: 928 vezes
Muitas vezes precisamos saber se um determinado número é par ou ímpar. Isso pode ser feito em Common Lisp usando-se a função REM, que retorna o resto de uma divisão por inteiros.

Veja o exemplo a seguir:

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; variáveis que vamos usar no programa
(let ((num))
  ; Vamos ler um número inteiro
  (princ "Informe um valor inteiro: ")
  ; talvez o seu compilador não precise disso
  (force-output)
  ; atribui o valor lido à variável num
  (setq num (read))
   
  ; vamos testar se o número informado é par ou ímpar 
  (cond
    ((= 0 (rem num 2))
      (princ "Você informou um número par"))
    (T (princ "Você informou um número ímpar"))
  )
)

Ao executar este programa Common Lisp nós teremos o seguinte resultado:

Informe um valor inteiro: 8
Você informou um numero par

É importante observar que a maioria das implementações Lisp fornecem as funções EVENP e ODDP que permitem testar se um número é par ou ímpar. O objetivo dessa dica foi fazer uma comparação entre a Common Lisp e outras linguagens de programação na realização desta tarefa.


Lisp ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística

Como calcular MDC em Lisp usando a função GCD

Quantidade de visualizações: 801 vezes
Atualmente a definição de Máximo Divisor Comum (MDC) pode ser assim formalizada:

Sejam a, b e c números inteiros não nulos, dizemos que c é um divisor comum de a e b se c divide a (escrevemos c|a) e c divide b (c|b). Chamaremos D(a,b) o conjunto de todos os divisores comum de a e b.

Podemos calcular o Máximo Divisor Comum na linguagem Common Lisp usando a função GCD. Esta função aceita um número ilimitado de valores inteiros e retorna seu Máximo Divisor Comum.

Veja um trecho de código Common Lisp no qual pedimos para o usuário informar dois números inteiros e, em seguida, fazemos uso da função GCD para retornar o MDC:

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; variáveis que vamos usar no programa
(let ((num1)(num2)(mdc))
  ; Vamos ler o primeiro número
  (princ "Informe o primeiro número: ")
  ; talvez o seu compilador não precise disso
  (force-output)
  ; atribui o valor lido à variável num1
  (setq num1 (read))
  
  ; Vamos ler o segundo número
  (princ "Informe o segundo número: ")
  ; talvez o seu compilador não precise disso
  (force-output)
  ; atribui o valor lido à variável num2
  (setq num2 (read))
  
  ; Vamos obter o MDC dos dois números informados
  (setq mdc (gcd num1 num2))
  
  ; E mostramos o resultado
  (format t "O Máximo Divisor Comum é: ~D" mdc)
)

Ao executarmos este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado:

Informe o primeiro número: 9
Informe o segundo número: 12
O Máximo Divisor Comum é: 3


Lisp ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas

Como converter graus em radianos em LISP - Trigonometria em LISP

Quantidade de visualizações: 889 vezes
Quando estamos trabalhando com trigonometria na linguagem Common Lisp (e AutoLISP, para programadores AutoCAD), é importante ficarmos atentos ao fato de que todos os métodos e funções trigonométricas em Lisp recebem seus argumentos em radianos, em vez de graus.

Nesta dica veremos como converter graus em radianos (sem a chatice de ficar relembrando regra de três). Veja a fórmula abaixo:

\[Radianos = Graus \times \frac{\pi}{180}\]

Agora veja como esta fórmula pode ser escrita em código LISP:

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; programa LISP que converte graus em radianos
(let((graus)(radianos))
  ; valor em graus
  (setq graus 30)
  ; obtém o valor em radianos
  (setq radianos (* graus (/ pi 180)))
  
  ; mostra o resultado
  (format t "~F graus em radianos é ~F" graus radianos)
)

Ao executarmos este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado:

30 graus convertidos para radianos é 0.5235987755982988


Lisp ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle

Como usar o laço loop for da linguagem Lisp

Quantidade de visualizações: 642 vezes
O laço for loop da linguagem Common Lisp é usado quando sabemos exatamente quantas vezes uma instrução ou um grupo de instruções deve ser repetido. Este laço é similar ao laço for encontrado na maioria das linguagens de programação.

Vamos começar vendo um laço for loop que conta de 1 até 10:

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; Um laço for loop que conta de 1 até 10
(loop for i from 1 to 10
  do (print i)
)

Ao executar este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10

Agora veja o mesmo laço usado para contar de 10 até 1, ou seja, em ordem decrescente:

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; Um laço for loop que conta de 10 até 1
(loop for i from 10 downto 1
  do (print i)
)

Note que, agora, eu troquei "to" por "downto" para que a variável de controle fosse decrementada, em vez de incrementada. Dessa forma, ao executarmos este código Common Lisp, o resultado será:

10
9
8
7
6
5
4
3
2
1


Lisp ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como retornar uma substring de uma string em LISP usando a função subseq()

Quantidade de visualizações: 505 vezes
Nesta dica mostrarei como podemos extrair uma parte de uma palavra, frase ou texto, ou seja, vamos obter uma substring a partir de uma string. Na linguagem LISP isso pode ser feito por meio da função subseq().

Esta função aceita 3 argumentos. O primeiro argumento é a string a partir da qual a substring será extraída. O segundo argumento é o índice inicial da substring, começando sempre em 0. O terceiro argumento marca o índice final da substring (um índice a mais que o último caractere desejado). Se o terceiro argumento for omitido, todo o restante da string será incluído na substring.

Veja o código LISP completo para o exemplo no qual pedimos para o usuário informar uma frase e extraímos dessa frase os 5 primeiros caracteres:

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; variáveis que vamos usar no programa
(let ((frase)(substring))
  ; Vamos pedir para o usuário informar
  ; uma frase
  (princ "Informe uma frase: ")
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  (force-output)
  ; atribui o valor lido à variável frase
  (setq frase (read-line))
  
  ; vamos mostrar a frase informada
  ; o símbolo ~% provoca uma quebra de linha
  (format t "A frase informada foi: ~S~%" frase)
  
  ; agora vamos obter os 5 primeiros caracteres
  (setq substring (subseq frase 0 5))
  
  ; e mostramos a substring
  (format t "A substring obtida foi: ~S" substring)
)

Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado:

A frase informada foi: "Estudar LISP é bom demais"
A substring obtida foi: "Estud"


Lisp ::: Fundamentos da Linguagem ::: Variáveis e Constantes

Como declarar variáveis locais em Lisp usando o comando let

Quantidade de visualizações: 743 vezes
Em várias situações nós gostaríamos de declarar variáveis que serão usadas em um espaço limitado, ou seja, dentro de uma função Common Lisp ou até mesmo em um bloco de código. Entram em cena as variáveis locais.

Variáveis locais, como o próprio nome indica, são visíveis apenas dentro do corpo de uma função ou dentro do bloco no qual elas são declaradas.

Em Common Lisp as variáveis locais são declaradas usando-se o comando let. Veja um exemplo no qual nós declaramos três variáveis locais e que serão usadas no corpo de uma função Multiplicar():

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; vamos definir a função Multiplicar()
(defun Multiplicar()
  ; vamos usar o comando let para declarar
  ; três variáveis locais
  (let ((a 3)(b 9)(produto))
    ; agora vamos obter o produto das variáveis
    ; a e b
    (setq produto (* a b))
    ; e mostramos o resultado
    (format t "O produto dos dois valores é ~D" produto)
  )
)

; chamamos a função Multiplicar()
(Multiplicar)

Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado:

O produto dos dois valores é 27

Agora veja como podemos declarar variáveis locais dentro de um bloco de código em Common Lisp:

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; vamos usar o comando let para declarar
; três variáveis locais (dentro de um bloco
; de código)
(let ((a 7)(b 5)(produto))
  ; agora vamos obter o produto das variáveis
  ; a e b
  (setq produto (* a b))
  ; e mostramos o resultado
  (format t "O produto dos dois valores é ~D" produto)
)

Execute este código e você terá o seguinte resultado:

O produto dos dois valores é 35

Nos dois trechos de código, se tentarmos acessar as variáveis locais fora de seus escopos, nós teremos o seguinte erro:

The variable PRODUTO is unbound.


Vamos testar seus conhecimentos em JavaScript

Qual é a forma correta de se inserir comentários de múltiplas linhas em JavaScript?

A) <!-- Este comentário
tem mais de uma linha -->

B) // Este comentário
tem mais de uma linha //

C) # Este comentário
tem mais de uma linha #

D) /* Este comentário
tem mais de uma linha */
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Vamos testar seus conhecimentos em Engenharia Civil - Construção Civil

Processos e técnicas construtivas de instalações elétricas e hidráulicas

As instalações hidráulicas consistem nos sistemas de distribuição de água fria e quente, bem como nos sistemas de coleta de esgoto sanitário e águas pluviais. Relacione as colunas a seguir, referentes aos dispositivos empregados em instalações hidráulicas.

1. Tubos rígidos de PVC.

2. Registros de gaveta.

3. Registros de pressão.

4. Sifão.

( ) Dispositivo utilizado para controlar o fluxo de vazão em uma instalação hidráulica.

( ) Dispositivo empregado com o objetivo de impedir o retorno de odores do esgoto sanitário.

( ) Dispositivo utilizado para interromper o fluxo de vazão em uma instalação hidráulica.

( ) Dispositivo de utilização inviável em instalações prediais de água quente.

Assinale a alternativa que apresenta a ordem correta, de cima para baixo.

A) 1 - 2 - 3 - 4.

B) 3 - 4 - 1 - 2.

C) 4 - 3 - 1 - 2.

D) 2 - 1 - 3 - 4.

E) 3 - 4 - 2 - 1.
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Vamos testar seus conhecimentos em

Vidros

O vidro:

A) É um material homogêneo.

B) Orgânico.

C) Formada pela fusão de uma massa resfriada.

D) Quanto mais rápido for resfriado maior será sua densidade.

E) É um material cristalino.
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Vamos testar seus conhecimentos em Engenharia Civil - Estruturas de Aço e Madeira

Estrutura e propriedade dos materiais

A compreensão de muitas propriedades físicas dos materiais baseia-se no entendimento das forças existentes entre as moléculas.

Em relação às ligações atômicas, assinale a alternativa correta.

A) Cada ligação tem por objetivo fazer com que os átomos adquiram ligações metálicas.

B) As ligações não costumam ocorrer concomitantemente em um mesmo material.

C) Há três tipos de ligações diferentes: iônica, covalente e a força de Van der Waals.

D) As ligações atômicas em alguns materiais podem ser puramente iônicas ou covalentes.

E) A ligação metálica se dá por meio de uma aproximação muito intensa dos elementos.
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Vamos testar seus conhecimentos em Hidrostática

Qual a massa, em quilograma, de um cubo maciço de lado igual a 5 cm que é fabricado de um material com massa específica de 11,3 g/cm3?

A) 1,4125 kg

B) 2,8250 kg

C) 4,2375 kg

D) 5,6500 kg

E) 7,0625 kg
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