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Como calcular a soma, o produto, a diferença e o quociente de dois números inteiros informados pelo usuário - Exercícios Resolvidos de LispQuantidade de visualizações: 966 vezes |
Pergunta/Tarefa: Escreva um programa Common Lisp que pede para o usuário informar dois número inteiros. Em seguida mostre a soma, o produto, a diferença e o quociente dois dois números informados. Sua saída deverá ser parecida com: Informe o primeiro número: 8 Informe o segundo número: 3 A soma dos números é: 11 O produto dos números é: 24 A diferença dos números é: 5 O quociente dos números é: 2.66667 Veja a resolução comentada deste exercício usando Common Lisp: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; Este é o programa principal (defun Exercicio() ; Variáveis usadas na resolução do problema (let ((n1)(n2)(soma)(produto) (diferenca)(quociente)) ; Vamos ler os dois números (princ "Informe o primeiro número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável n1 (setq n1 (read)) (princ "Informe o segundo número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável n2 (setq n2 (read)) ; vamos somar os dois números (setq soma (+ n1 n2)) ; vamos calcular o produto (setq produto (* n1 n2)) ; vamos calcular a diferença (setq diferenca (- n1 n2)) ; vamos calcular o quociente (setq quociente (/ n1 (* n2 1.0))) ; E mostramos o resultado (format t "A soma dos números é ~D" soma) (format t "~%O produto dos números é ~D" produto) (format t "~%A diferença dos números é ~D" diferenca) (format t "~%O quociente dos números é ~F" quociente) ) ) ; Auto-executa a função Exercicio() (Exercicio) |
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Lisp ::: LISP para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear |
Como converter Coordenadas Cartesianas para Coordenadas Polares em LISP - LISP para EngenhariaQuantidade de visualizações: 647 vezes |
Nesta nossa série de LISP e AutoLISP para Geometria Analítica e Álgebra Linear, mostrarei um código 100% funcional para fazer a conversão entre coordenadas cartesianas e coordenadas polares. Esta operação é muito frequente em computação gráfica e é parte integrante das disciplinas dos cursos de Engenharia (com maior ênfase na Engenharia Civil). Na matemática, principalmente em Geometria e Trigonometria, o sistema de Coordenadas no Plano Cartesiano, ou Espaço Cartesiano, é um sistema que define cada ponto em um plano associando-o, unicamente, a um conjuntos de pontos numéricos. Dessa forma, no plano cartesiano, um ponto é representado pelas coordenadas (x, y), com o x indicando o eixo horizontal (eixo das abscissas) e o y indicando o eixo vertical (eixo das ordenadas). Quando saímos do plano (espaço 2D ou R2) para o espaço (espaço 3D ou R3), temos a inclusão do eixo z (que indica profundidade). Já o sistema de Coordenadas Polares é um sistema de coordenadas em duas dimensões no qual cada ponto no plano é determinado por sua distância a partir de um ponto de referência conhecido como raio (r) e um ângulo a partir de uma direção de referência. Este ângulo é normalmente chamado de theta (__$\theta__$). Assim, um ponto em Coordenadas Polares é conhecido por sua posição (r, __$\theta__$). Antes de prosseguirmos, veja uma imagem demonstrando os dois sistemas de coordenadas: ![]() A fórmula para conversão de Coordenadas Cartesianas para Coordenadas Polares é: __$r = \sqrt{x^2+y2}__$ __$\theta = \\arctan\left(\frac{y}{x}\right)__$ E aqui está o código LISP completo que recebe as coordenadas cartesianas (x, y) e retorna as coordenadas polares (r, __$\theta__$): ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; programa LISP que converte Coordenadas Cartesianas ; em Coordenadas Polares (let((x)(y)(raio)(theta)(angulo_graus)) ; vamos ler as coordenadas cartesianas (princ "Valor de x: ") (force-output) (setq x (read)) (princ "Valor de y: ") (force-output) (setq y (read)) ; vamos calcular o raio (setq raio (sqrt (+ (expt x 2) (expt y 2)))) ; agora calculamos o theta (ângulo) em radianos (setq theta (atan y x)) ; queremos o ângulo em graus também (setq angulo_graus (* 180 (/ theta pi))) ; e exibimos o resultado (princ "As Coordenadas Polares são: ") (format t "raio = ~F, theta = ~F, ângulo em graus: ~F" raio theta angulo_graus) ) Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado: Valor de x: -1 Valor de y: 1 As Coordenadas Polares são: raio = 1.4142135623730951, theta = 2.356194490192345, ângulo em graus = 135.0 Veja que as coordenadas polares equivalentes são (__$\sqrt{2}__$, __$\frac{3\pi}{4}__$), com o theta em radianos. Sim, os professores das disciplinas de Geometria Analítica e Álgebra Linear, Física e outras gostam de escrever os resultados usando raizes e frações em vez de valores reais. |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística |
Como calcular raiz quadrada em Lisp usando a função sqrtQuantidade de visualizações: 1278 vezes |
A raiz quadrada de um algarismo é dada por um número positivo n, que ao ser elevado ao quadrado (multiplicado por ele mesmo), se iguala a x. Na área da matemática, a raiz quadrada auxilia na resolução de vários problemas, entre eles as equações de segundo grau e o Teorema de Pitágoras. Relembrando que a raiz quadrada é o inverso da potenciação com expoente dois, temos que: \[\sqrt{9} = 3\] então, pela potenciação: \[3^2 = 9\] Agora veremos como calcular a raiz quadrada usando a função sqrt da linguagem Common Lisp. Veja o código completo: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; Vamos definir as variáveis que vamos ; usar no programa (defvar numero) (defvar raiz) ; Este o programa principal (defun RaizQuadrada() ; Vamos ler o número (princ "Informe um número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável numero (setq numero (read)) ; calcula a raiz quadrada do número informado (setq raiz (sqrt numero)) ; E mostramos o resultado (format t "A raiz quadrada de ~F é ~F" numero raiz) ) ; Auto-executa a função RaizQuadrada() (RaizQuadrada) Ao executar este código Common Lisp teremos o seguinte resultado: Informe um número: 9 A raiz quadrada é: 3 É importante observar que, se fornecermos um valor negativo para a função sqrt da Common List não teremos um erro, como em muitas outras linguagens de programação. Em vez disso, o valor retornado será em forma de um número complexo. Veja: Informe um número: -9 A raiz quadrada de -9.0 é #C(0.0 3.0) |
Lisp ::: Fundamentos da Linguagem ::: Variáveis e Constantes |
Como declarar variáveis globais em Lisp usando as funções defvar e defparameterQuantidade de visualizações: 922 vezes |
Em algumas situações nós precisamos declarar variáveis globais em Lisp, ou melhor, em Common Lisp, que é a padronização da Lisp que adotamos para estas dicas. Variáveis globais em Common Lisp se comportam de forma idêntica àquelas de outras linguagens de programação, ou seja, possuem valores permanentes por todo o sistema Lisp e mantém seus valores até que novos valores são especificados. Se quisermos, por exemplo, a partir do corpo de uma função acessar uma variável fora dela, então esta variável deverá ser declarada globalmente. Em Common List nós podemos declarar variáveis globais usando as funções defvar e defparameter. Vamos ver exemplos envolvendo as duas e no final desta dica eu mostro a diferença. Veja um trecho de código Common Lisp na qual declaramos uma variável global chamada valor e a acessamos de dentro de uma função: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; vamos declarar uma variável global (defvar valor 10) ; vamos mostrar o valor atual da variável global (format t "O valor da variável global é ~D" valor) ; agora vamos acessar a variável global ; de dentro de uma função (defun ModificaValor() ; vamos alterar o valor da variável global (setq valor 50) ) ; chamamos a função ModificaValor (ModificaValor) ; e checamos se o valor da variável global foi ; mesmo alterado (terpri) (format t "O valor da variável global é ~D" valor) Ao executar este código Common List nós teremos o seguinte resultado: O valor da variável global é 10 O valor da variável global é 50 Veja agora um trecho de código Common Lisp no qual usamos a função defparameter para declarar e inicializar as variáveis globais: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; vamos declarar três variáveis globais (defparameter *a* 5) (defparameter *b* 3) (defparameter *soma* 0) ; agora vamos acessar as variáveis globais ; de dentro de uma função (defun Somar() ; vamos somar as duas variáveis globais ; e guardar o resultado em uma terceira ; variáveis global (setq *soma* (+ *a* *b*)) ) ; chamamos a função Somar (Somar) ; e mostramos o resultado da soma (format t "A soma das variáveis globais é ~D" *soma*) Ao executar este novo código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: A soma das variáveis globais é 8 Note que coloquei asteríscos (*) ao redor dos nomes das variáveis globais. Esta é uma prática comum entre programadores Lisp e altamente recomendado pelo comunidade, pois facilita a distinção entre variáveis globais e locais. Então, qual é a diferença entre defvar e defparameter? A primeira delas é que a função defparameter nos obriga a informar o valor inicial para a variável global, enquanto a função defvar não o faz. A segunda diferença é que, ao redefinirmos o valor de uma variável global usando defparameter, o valor armazenado anteriormente será sobreposto, enquanto a função defvar não altera o valor anterior. |
Lisp ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Estruturas de Controle |
Exercícios Resolvidos de LISP - Um programa que lê duas notas, calcula a média aritmética e exibe uma mensagem de reprovado, exame ou aprovadoQuantidade de visualizações: 455 vezes |
Pergunta/Tarefa: Escreva um programa LISP ou Common Lisp que leia duas notas (como double ou float), calcule e mostre a média aritmética e uma mensagem de acordo com as seguintes regras: 1) Se a média for inferior a 4,0 escreva "Reprovado"; 2) Se a média for igual ou superior a 4,0 e inferior a 7,0 escreva "Exame"; 3) Se a média for igual ou superior a 7,0 escreva "Aprovado". Sua saída deverá ser parecida com: Informe a primeira nota: 8 Informe a segunda nota: 7.4 A média obtida foi: 7.7 Aprovado Veja a resolução comentada deste exercício usando Common Lisp (a padronização da linguagem LISP): ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; Algoritmo LISP para calcular a média de um aluno ; variáveis que vamos usar no programa (let ((n1)(n2)(media)) ; vamos solicitar as duas notas do aluno (princ "Informe a primeira nota: ") (force-output) (setq n1 (read)) (princ "Informe a segunda nota: ") (force-output) (setq n2 (read)) ; vamos calcular a média aritmética (setq media (/ (+ n1 n2) 2)) (format t "A média obtida foi ~F" media) ; vamos verificar se o aluno foi reprovado, está de exame ou aprovado (cond ((< media 4.0) ; reprovado (format t "~%Reprovado")) ((and (>= media 4.0)(< media 7.0)) ; exame (format t "~%Exame")) (t (format t "~%Aprovado")) ) ) |
Lisp ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle |
Como usar o laço loop para contar de 1 até 10 em LispQuantidade de visualizações: 650 vezes |
A estrutura de repetição loop da linguagem Common Lisp é o laço mais simples fornecido pela linguagem. Este laço nos permite repetir uma ou mais instruções de código repetidamente, até que o comando return seja encontrado, o que faz com que o laço seja interrompido. Veja no trecho de código abaixo como podemos usar o laço loop da Common Lisp para contar e exibir os valores de 1 até 10: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ( ; vamos declarar a variável que vamos usar let (numero) ; vamos inicializar a variável com o valor 1 (setq numero 1) ; agora iniciamos o laço (loop ; escrevemos o valor da variável (write numero) ; aumentamos o valor da variável em 1 (setq numero (+ numero 1)) ; provocamos uma quebra de linha (terpri) ; e fazemos o teste da continuidade (when (> numero 10) (return)) ) ) Ao executarmos este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Veja que usamos a macro when para testar o ponto de parada do laço. Note ainda o uso da função terpri da Common Lisp para provocar uma quebra de linha na saída do programa. |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística |
Como calcular MDC em Lisp usando a função GCDQuantidade de visualizações: 801 vezes |
Atualmente a definição de Máximo Divisor Comum (MDC) pode ser assim formalizada: Sejam a, b e c números inteiros não nulos, dizemos que c é um divisor comum de a e b se c divide a (escrevemos c|a) e c divide b (c|b). Chamaremos D(a,b) o conjunto de todos os divisores comum de a e b. Podemos calcular o Máximo Divisor Comum na linguagem Common Lisp usando a função GCD. Esta função aceita um número ilimitado de valores inteiros e retorna seu Máximo Divisor Comum. Veja um trecho de código Common Lisp no qual pedimos para o usuário informar dois números inteiros e, em seguida, fazemos uso da função GCD para retornar o MDC: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; variáveis que vamos usar no programa (let ((num1)(num2)(mdc)) ; Vamos ler o primeiro número (princ "Informe o primeiro número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável num1 (setq num1 (read)) ; Vamos ler o segundo número (princ "Informe o segundo número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável num2 (setq num2 (read)) ; Vamos obter o MDC dos dois números informados (setq mdc (gcd num1 num2)) ; E mostramos o resultado (format t "O Máximo Divisor Comum é: ~D" mdc) ) Ao executarmos este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: Informe o primeiro número: 9 Informe o segundo número: 12 O Máximo Divisor Comum é: 3 |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas |
Como converter graus em radianos em LISP - Trigonometria em LISPQuantidade de visualizações: 889 vezes |
Quando estamos trabalhando com trigonometria na linguagem Common Lisp (e AutoLISP, para programadores AutoCAD), é importante ficarmos atentos ao fato de que todos os métodos e funções trigonométricas em Lisp recebem seus argumentos em radianos, em vez de graus. Nesta dica veremos como converter graus em radianos (sem a chatice de ficar relembrando regra de três). Veja a fórmula abaixo: \[Radianos = Graus \times \frac{\pi}{180}\] Agora veja como esta fórmula pode ser escrita em código LISP: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; programa LISP que converte graus em radianos (let((graus)(radianos)) ; valor em graus (setq graus 30) ; obtém o valor em radianos (setq radianos (* graus (/ pi 180))) ; mostra o resultado (format t "~F graus em radianos é ~F" graus radianos) ) Ao executarmos este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: 30 graus convertidos para radianos é 0.5235987755982988 |
Lisp ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística |
Como calcular MMC em Lisp - Como calcular o Mínimo Múltiplo Comum na linguagem LispQuantidade de visualizações: 835 vezes |
O Mínimo Múltiplo Comum (MMC), ou LCM (Least Common Multiple) é um tipo de operação matemática utilizada para encontrar o menor número positivo, diferente de 0 (zero), que é múltiplo ao mesmo tempo de dois ou mais números. O MMC é utilizado, por exemplo, na soma e subtração de frações - quando é necessário um denominador comum. Nesta dica mostrarei como podemos calcular o MMC de dois números inteiros informados pelo usuário. Veja o código Common Lisp completo: ---------------------------------------------------------------------- Se precisar de ajuda para ajustar o código abaixo de acordo com as suas necessidades, chama a gente no WhatsApp +55 (62) 98553-6711 (Osmar) Ah, e se puder, faça uma DOAÇÃO de qualquer valor para nos ajudar a manter o site livre de anúncios. Ficaremos eternamente gratos ;-) Nosso PIX é: osmar@arquivodecodigos.com.br ---------------------------------------------------------------------- ; variáveis que vamos usar no programa (let ((num1)(num2)(maior)(mmc)) ; Vamos ler o primeiro número (princ "Informe o primeiro número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável num1 (setq num1 (read)) ; Vamos ler o segundo número (princ "Informe o segundo número: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável num2 (setq num2 (read)) ; agora escolhemos o maior número (cond ((> num1 num2)(setq maior num1)) (t (setq maior num2)) ) ; e entramos em um laço loop (loop ; testa se o maior é divisível por num1 e por num2 (cond ((and (= 0 (rem maior num1))(= 0 (rem maior num2))) ; mmc recebe o maior e sai do laço (setq mmc maior)(return))) ; incrementa o valor da variável maior (setq maior (+ maior 1)) ) ; mostra o resultado (format t "O MMC dos dois números é ~D" mmc) ) Ao executarmos este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: Informe o primeiro número: 6 Informe o segundo número: 3 O MMC dos dois números é: 6 Note que a linguagem Common Lisp possui uma função LCM() que permite calcular o MMC de dois ou mais números. Minha intenção com essa dica foi mostrar como o cálculo do MMC é feito em Common Lisp. |
Vamos testar seus conhecimentos em Engenharia Civil - Instalações Hidráulicas Prediais |
Sistema domiciliar de abastecimento de água Há diversas opções de materiais empregados nas instalações de água fria. Cada tipo de material se enquadra às condições em que será utilizado. Nas instalações residenciais do Brasil, o material mais empregado é o PVC, por apresentar diversas vantagens. Quais das opções a seguir apresentam as principais características desse tipo de material? I. Leve (1,4g/cm3), o que facilita seu manuseio e aplicação. II. Por ser tóxico, apresenta risco à saúde humana. III. Sólido e resistente a choques. IV. Durável: sua vida útil em construções é superior a 50 anos. As afirmações corretas são: A) I e II, apenas. B) I, III e IV, apenas. C) I, II e III, apenas. D) II e III, apenas. E) I, II, III e IV. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
Vamos testar seus conhecimentos em Engenharia Civil - Instalações Hidráulicas Prediais |
Instalações prediais de águas pluviais A chuva de projeto é o primeiro parâmetro a ser estimado para o projeto de instalações prediais. Como este é altamente probabilístico, uma abordagem a partir de um banco de dados consistente é utilizada na prática brasileira. Julgue as afirmações a seguir: I. A chuva de projeto pode ser estimada a partir do ajuste das curvas IDF, que levam em conta a intensidade, a duração e a frequência com que ocorrem. II. O tempo de retorno é um parâmetro que define o tempo para que a chuva retorne. III. O coeficiente de deflúvio relaciona a porção de chuva incidente com o escoamento superficial gerado por esta. IV. Os coeficientes de ajustes utilizados nas curvas IDF são frutos de pressupostos teóricos associados à mecânica dos fluidos. Assinale a alternativa correta. A) I e II são verdadeiras. B) I e III são verdadeiras. C) II e III são verdadeiras. D) II e IV são verdadeiras. E) III e IV são verdadeiras. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
Vamos testar seus conhecimentos em |
Domínios de Deformações Vigas de concreto armado, com seções submetidas a um momento fletor e a um esforço cortante, são dimensionadas de tal forma que se determine uma armadura longitudinal para resistir ao momento fletor e uma armadura transversal para resistir ao esforço cortante. Analise as informações a seguir, a respeito da solicitação normal do tipo momento fletor: I) Solicitação de flexão simples ocorre quando a única solicitação atuante é o momento fletor. II) Solicitação de flexão composta ocorre quando, além do momento fletor, há uma força normal atuante. III) Solicitação de flexão oblíqua ocorre quando o plano de flexão compreende um eixo de simetria da seção transversal. Assinale a alternativa correta: A) Somente a afirmação I está correta. B) Somente as afirmações I e II estão corretas. C) Somente a afirmação II está correta. D) Somente a afirmação III está correta. E) Somente as afirmações II e III estão corretas. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
Vamos testar seus conhecimentos em Engenharia Civil - Estruturas de Aço e Madeira |
O aço no edifício A estrutura de estabilização da moldura estrutural da edificação da figura a seguir, que é formada por paredes rígidas, feitas de aço, concreto ou alvenaria de concreto armado, pode ser chamada de: ![]() A) Estrutura contraventada. B) Moldura amarrada excentricamente. C) Moldura resistente a momentos. D) Paredes de cisalhamento. E) Nenhuma das alternativas anteriores. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
Vamos testar seus conhecimentos em Hidrologia |
O método racional é muito utilizado na determinação de vazão máxima de projeto para pequenas bacias hidrográficas. Uma bacia hidrográfica com área de 100 ha, coeficiente de escoamento médio de 0,6, recebeu uma precipitação intensa de 120 mm/h, resultando em uma vazão de pico de 20 m3/s. Qual a vazão de pico para a mesma bacia hidrográfica se ocorresse uma precipitação de 90 mm/h. A) 30 m3/s. B) 20 m3/s. C) 10 m3/s. D) 5 m3/s. E) 15 m3/s. Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões |
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Java - Programação orientada a objetos em Java - Como criar e usar interfaces em seus programas Java |
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