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Como escrever em um arquivo um caractere de cada vez usando a função fputc() da linguagem C

Quantidade de visualizações: 9327 vezes
Em algumas situações precisamos escrever em um arquivo um caractere de cada vez. Para isso podemos usar a função fputc() do header stdio.h. Esta função recebe o caractere a ser escrito e um ponteiro para o objeto FILE que identifica o arquivo no qual queremos escrever. Se o caractere for escrito com sucesso, o indicador de posição interna do arquivo é adiantado para a inserção do próximo caractere.

Veja um exemplo no qual escrevemos o alfabeto maiúsculo em um arquivo chamado alfabeto.txt:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[]){
  FILE *arquivo;
  char letra;

  // vamos abrir o arquivo para escrita
  arquivo = fopen("alfabeto.txt", "w");
  if(arquivo != NULL){
    for(letra = 'A'; letra <= 'Z'; letra++){
      fputc((int)letra, arquivo);
    }
    fclose(arquivo);
  }

  puts("Tentei escrever no arquivo. Veja se funcionou.");

  puts("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado:

Tentei escrever no arquivo. Veja se funcionou.

Em seguida, se olharmos o conteúdo do arquivo "alfabeto.txt" veremos que o conteúdo foi escrito da forma que imaginamos.

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C ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes)

Vetores e Matrizes - Exercícios Resolvidos de C - Declarar um vetor de 10 elementos, usar um laço for para inicializar os elementos e exibí-los na vertical

Quantidade de visualizações: 15193 vezes
Vetores e Matrizes - Exercício Resolvido de C - Declarar um vetor de 10 elementos, usar um laço for para inicializar os elementos e exibí-los na vertical

Pergunta/Tarefa:

Escreva um programa C que declara um vetor de 10 elementos do tipo int. Em seguida use um laço for para inicializar os elementos com os valores de 1 até 10. Para finalizar exiba os valores dos elementos da matriz na vertical. Seu programa deverá exibir a seguinte saída:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10

Resposta/Solução:

A resolução desta tarefa passa pela declaração da matriz. Veja como isso pode ser feito:

// vamos declarar uma matriz de 10 ints
// neste momento seus elementos terão, todos, 
// valores aleatórios
int valores[10];


Veja a resolução completa do exercício:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  // vamos declarar uma matriz de 10 ints
  // neste momento seus elementos terão, todos, 
  // valores aleatórios
  int valores[10];
  int i;
  
  // vamos usar o laço for para inicializar seus elementos
  // com os valores de 1 até 10
  for(i = 0; i < 10; i++){
    // aqui nós usamos o valor da variável i para acessar o
    // elemento da matriz e também para atribuir o valor de i + 1
    // ao elemento sendo acessado
    valores[i] = (i + 1);
  }

  // só nos resta exibir os valores de todos os elementos
  for(i = 0; i < 10; i++){
    printf("%d\n", valores[i]);
  }
  
  system("PAUSE");	
  return 0;
}



C ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística

Como calcular MDC em C

Quantidade de visualizações: 23761 vezes
Atualmente a definição de Máximo Divisor Comum (MDC) pode ser assim formalizada:

Sejam a, b e c números inteiros não nulos, dizemos que c é um divisor comum de a e b se c divide a (escrevemos c|a) e c divide b (c|b). Chamaremos D(a,b) o conjunto de todos os divisores comum de a e b.

O trecho de código abaixo mostra como calcular o MDC de dois números informados:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <locale.h>

// função que recebe dois inteiros e retorna
// o Máximo Divisor Comum dos dois 
int MDC(int a, int b){
  int resto;
 
  while(b != 0){
    resto = a % b;
    a = b;
    b = resto;
  }
 
  return a;
} 
 
int main(int argc, char *argv[]){
  int x, y;
	
  setlocale(LC_ALL,""); // para acentos do português
	
  printf("Este programa permite calcular o MDC\n");
  printf("Informe o primeiro número: ");
  scanf("%d", &x);
  printf("Informe o segundo número: ");
  scanf("%d", &y);
 
  printf("O Máximo Divisor Comum de %d e %d é %d",
    x, y, MDC(x, y));
  
  printf("\n\n");
  system("pause");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

Este programa permite calcular o MDC
Informe o primeiro número: 12
Informe o segundo número: 9
O Máximo Divisor Comum de 12 e 9 é 3


C ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como escrever uma função is_numeric() em C que verifica se uma string contém apenas dígitos de 0 a 9

Quantidade de visualizações: 10022 vezes
Em algumas situações precisamos verificar se uma string contém apenas dígitos de 0 a 9, ou seja, é um valor numérico inteiro válido. Para isso podemos usar a função personalizada em C que mostro nesta dica. Veja que o segredo é passar todos os caracteres individualmente para a função isdigit(). Veja o código:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <string.h>
#include <ctype.h>

// função personalizada que permite verificar se uma
// string contém apenas dígitos de 0 a 9
int is_numeric(const char *str){
  int res = 1; // passou no teste

  // vamos percorrer todos os caracteres da string
  // e testar se cada um é um dígito. Se não
  // for nós marcamos res como 0 e retornamos
  while(*str){
    if(!isdigit(*str)){
      res = 0;
      break;
    }

    // vamos passar para o próximo caractere
    str++;
  }

  return res;
}

int main(int argc, char *argv[]){
  char valor[20]; // vamos guardar o valor digitado aqui

  // vamos ler o valor informado pelo usuário
  printf("Digite qualquer coisa e tecle ENTER: ");
  gets(valor);

  // vamos verificar se o usuário informou uma string
  // que contém apenas dígitos de 0 a 9
  if(is_numeric(valor))
    printf("Voce informou uma string numerica");
  else
    printf("Voce NAO informou uma string numerica");

  puts("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

E, antes que perguntem como é possível verificar se a string contém um valor fracionário válido, a seguinte alteração pode ser feita:

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int is_numeric(const char *str){
  int res = 1; // passou no teste

  // vamos percorrer todos os caracteres da string
  // e testar se cada um é um dígito ou uma vírgula. Se não
  // for nós marcamos res como 0 e retornamos
  while(*str){
    if((!isdigit(*str)) and (*str != ',')){
      res = 0;
      break;
    }

    // vamos passar para o próximo caractere
    str++;
  }

  return res;
}



C ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como concatenar apenas parte de uma string à outra string usando a função strncat() da linguagem C

Quantidade de visualizações: 9864 vezes
Muitas vezes precisamos adicionar à uma string apenas alguns caracteres de outra, ou seja, não queremos concatenar as duas strings completamente; apenas parte da segunda. Para isso podemos usar a função strncat(). Veja o protótipo e explicação desta função:

char *strncat(char *str1, const char *str2, size_t n);


Aqui a quantidade n de caracteres da string str2 será anexada ao final da string str1. O caractere de fim de string (null character) da str1 é sobrescrito durante a operação e anexado novamente assim que os caracteres desejados da str2 sejam copiados. Veja um exemplo:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <string.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  char texto[] = "Gosto muito de ";
  char palavra[] = "C++";

  /*
  Na segunda sequencia de caracteres nós temos "C++", mas
  queremos anexar à primeira sequencia apenas "C". Veja
  como isso é feito
  */

  strncat(texto, palavra, 1);

  // exibe o resultado
  puts(texto);

  system("pause");
  return 0;
}

Ao executar este códigos nós teremos o seguinte resultado:

Gosto muito de C


C ::: C para Engenharia ::: Física - Mecânica

Como usar a Equação de Torricelli para calcular a velocidade da queda livre dada a altura (e a aceleração da gravidade) usando a linguagem C

Quantidade de visualizações: 2297 vezes
A Equação de Torricelli pode ser usada quando temos a altura na qual um corpo (objeto) foi abandonado e gostaríamos de calcular sua velocidade de queda livre em m/s ou km/h imediatamente antes de tal corpo tocar o chão.

Para isso usaremos a seguinte fórmula:

\[ v^2 = \text{2} \cdot \text{g} \cdot \text{H} \]

Onde:

g ? aceleração da gravidade (m/s2)

H ? altura em metros na qual o corpo é abandonado.

Vamos ver um exemplo? Veja o seguinte enunciado:

1) Uma bola de basquete é abandonada a uma altura de 5 metros em relação ao chão. Se essa bola estiver movendo-se em queda livre, qual será a velocidade da bola, em km/h, imediatamente antes de tocar o chão?

Note que o exercício pede a velocidade em km/h, e não m/s. Assim, veja o código C completo para o cálculo:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <math.h> 
     
int main(int argc, char *argv[]){
  // gravidade terrestre em m/s2
  float gravidade = 9.80665;
  // altura da queda (em metros)
  int altura = 5; // em metros
  // velocidade da queda em metros por segundo
  float velocidade_m_s = sqrt(2 * gravidade * altura);
  // velocidade da queda em km/h
  float velocidade_km_h = velocidade_m_s * 3.6;
  
  // mostramos o resultado
  printf("A velocidade da queda livre em m/s é: %fm/s",
    velocidade_m_s);
  printf("\nA velocidade da queda livre em km/h é: %fkm/h",
    velocidade_km_h);
	  
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

A velocidade da queda livre em m/s é: 9.902853m/s
A velocidade da queda livre em km/h é: 35.650272km/h

Note que definimos, no código, a aceleração da gravidade terreste como 9.80665m/s2.


C ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Estruturas de Controle

Exercícios Resolvidos de C - Ler os lados de um triângulo e informar se ele é isósceles, escaleno ou equilátero

Quantidade de visualizações: 2389 vezes
Pergunta/Tarefa:

Um triângulo é uma forma geométrica (polígono) composta de três lados, sendo que cada lado é menor que a soma dos outros dois lados. Assim, para que um triângulo seja válido, é preciso que seus lados A, B e C obedeçam à seguinte regra:

A < (B + C), B < (A + C) e C < (A + B).

Escreva um programa C que leia os três lados de um triângulo e verifique se tais valores realmente formam um triângulo. Se o teste for satisfatório, informe se o triângulo é isósceles (dois lados iguais e um diferente), escaleno (todos os lados diferentes) ou equilátero (todos os lados iguais).

Sua saída deverá ser parecida com:

Informe o primeiro lado do triângulo: 30
Informe o segundo lado do triângulo: 40
Informe o terceiro lado do triângulo: 60
O triângulo é escaleno
Resposta/Solução:

Veja a resolução comentada deste exercício usando C:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <locale.h>
  
int main(int argc, char *argv[]){
  setlocale(LC_ALL,""); // para acentos do português
  
  int lado_a, lado_b, lado_c;
    
  // vamos ler o primeiro lado do triângulo
  printf("Informe o primeiro lado do triângulo: ");
  scanf("%d", &lado_a);
    
  // vamos ler o segundo lado do triângulo
  printf("Informe o segundo lado do triângulo: ");
  scanf("%d", &lado_b);
    
  // vamos ler o terceiro lado do triângulo
  printf("Informe o terceiro lado do triângulo: ");
  scanf("%d", &lado_c);
    
  // os lados informados formam um triângulo?
  if((lado_a < (lado_b + lado_c)) && (lado_b < (lado_a + lado_c)) 
    && (lado_c < (lado_a + lado_b))){
    // é um triângulo equilátero (todos os lados iguais)?
    if((lado_a == lado_b) && (lado_b == lado_c)){
      printf("\nO triângulo é equilátero\n");  
    }
    else{
      // é isósceles (dois lados iguais e um diferente)?
      if((lado_a == lado_b) || (lado_a == lado_c) || (lado_c == lado_b)){
        printf("\nO triângulo é isósceles\n");  
      }
      else{
        // é escaleno
        printf("\nO triângulo é escaleno\n");
      }
    }
  }
  else{
    printf("\nOs lados informados não formam um triângulo.\n");
  }
  
  printf("\n\n");
  system("pause");
  return 0;
}



C ::: Dicas & Truques ::: Recursão (Recursividade)

Como escrever uma função recursiva para calcular a potência de um número usando a linguagem C

Quantidade de visualizações: 47997 vezes
Chamamos de potenciação a operação de se elevar um número (uma base) a um determinado expoente e obter sua potência. Veja a figura a seguir:



Veja que aqui o valor 5 foi elevado ao cubo, ou seja, ao expoente 3 e obtemos como resultado sua potência: 125.

O código abaixo mostra como você pode escrever uma função recursiva em C que permite calcular a potência de um número inteiro:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
 
// função recursiva que calcula a potência  de
// um inteiro
int potencia(int base, int expoente)
{
  if(expoente == 0){
    return 1;
  }
  else{
    return base * potencia(base, expoente - 1);
  }
}
 
int main(int argc, char *argv[])
{
  int base = 3;
  int expoente = 4;
 
  printf("%d elevado a %d = %d", base, expoente,
    potencia(base, expoente));
 
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

3 elevado a 4 = 81


C ::: Dicas & Truques ::: Geometria, Trigonometria e Figuras Geométricas

Como calcular o coeficiente angular de uma reta em C dados dois pontos no plano cartesiano

Quantidade de visualizações: 3480 vezes
O Coeficiente Angular de uma reta é a variação, na vertical, ou seja, no eixo y, pela variação horizontal, no eixo x. Sim, isso mesmo. O coeficiente angular de uma reta tem tudo a ver com a derivada, que nada mais é que a taxa de variação de y em relação a x.

Vamos começar analisando o seguinte gráfico, no qual temos dois pontos distintos no plano cartesiano:



Veja que o segmento de reta AB passa pelos pontos A (x=3, y=6) e B (x=9, y=10). Dessa forma, a fórmula para obtenção do coeficiente angular m dessa reta é:

\[\ \text{m} = \frac{y_2 - y_1}{x_2 - x_1} = \frac{\Delta y}{\Delta x} = tg \theta \]

Note que __$\Delta y__$ e __$\Delta x__$ são as variações dos valores no eixo das abscissas e no eixo das ordenadas. No triângulo retângulo que desenhei acima, a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto oposto e a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto adjascente.

Veja agora o trecho de código na linguagem C que solicita as coordenadas x e y dos dois pontos, efetua o cálculo e mostra o coeficiente angular m da reta que passa pelos dois pontos:

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
   
int main(int argc, char *argv[]){
  // coordenadas dos dois pontos
  float x1, y1, x2, y2;
  // guarda o coeficiente angular
  float m; 
       
  // x e y do primeiro ponto
  printf("Coordenada x do primeiro ponto: ");
  scanf("%f", &x1);
  printf("Coordenada y do primeiro ponto: ");
  scanf("%f", &y1);
     
  // x e y do segundo ponto
  printf("Coordenada x do segundo ponto: ");
  scanf("%f", &x2);
  printf("Coordenada y do segundo ponto: ");
  scanf("%f", &y2);   
     
  // vamos calcular o coeficiente angular
  m = (y2 - y1) / (x2 - x1);
     
  // mostramos o resultado
  printf("O coeficiente angular é: %f", m);
  
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

Coordenada x do primeiro ponto: 3
Coordenada y do primeiro ponto: 6
Coordenada x do segundo ponto: 9
Coordenada y do segundo ponto: 10
O coeficiente angular é: 0.666667
Pressione qualquer tecla para continuar...

Veja agora como podemos calcular o coeficiente angular da reta que passa pelos dois pontos usando o Teorema de Pitágoras. Note que agora nós estamos tirando proveito da tangente do ângulo Theta (__$\theta__$), também chamado de ângulo Alfa ou Alpha (__$\alpha__$):

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#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
   
int main(int argc, char *argv[]){
  // coordenadas dos dois pontos
  float x1, y1, x2, y2;
  // guarda os comprimentos dos catetos oposto e adjascente
  float cateto_oposto, cateto_adjascente;
  // guarda o ângulo tetha (em radianos) e a tangente
  float tetha, tangente; 
       
  // x e y do primeiro ponto
  printf("Coordenada x do primeiro ponto: ");
  scanf("%f", &x1);
  printf("Coordenada y do primeiro ponto: ");
  scanf("%f", &y1);
     
  // x e y do segundo ponto
  printf("Coordenada x do segundo ponto: ");
  scanf("%f", &x2);
  printf("Coordenada y do segundo ponto: ");
  scanf("%f", &y2);   
     
  // vamos obter o comprimento do cateto oposto
  cateto_oposto = y2 - y1;
  // e agora o cateto adjascente
  cateto_adjascente = x2 - x1;
  // vamos obter o ângulo tetha, ou seja, a inclinação da hipetunesa
  // (em radianos, não se esqueça)
  tetha = atan2(cateto_oposto, cateto_adjascente);
  // e finalmente usamos a tangente desse ângulo para calcular
  // o coeficiente angular
  tangente = tan(tetha);
	  
  // mostramos o resultado
  printf("O coeficiente angular é: %f", tangente);
  
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código você verá que o resultado é o mesmo. No entanto, fique atento às propriedades do coeficiente angular da reta:

1) O coeficiente angular é positivo quando a reta for crescente, ou seja, m > 0;

2) O coeficiente angular é negativo quando a reta for decrescente, ou seja, m < 0;

3) Se a reta estiver na horizontal, ou seja, paralela ao eixo x, seu coeficiente angular é zero (0).

4) Se a reta estiver na vertical, ou seja, paralela ao eixo y, o coeficiente angular não existe.


Vamos testar seus conhecimentos em Fenômeno de Transportes e Hidráulica

Fenômeno de Transportes

De uma grande barragem, parte uma canalização de 250mm de diâmetro, de onde a água passa para a atmosfera sob a forma de jato. A vazão deste jato é 360L/s. Calcular a velocidade Vj do jato e a altura (H) na barragem. Considere que não há perda de energia no processo e que a velocidade de decaimento do nível da barragem é nula.



A) Vj = 7,33m/s e H = 2,74m.

B) Vj = 1,83m/s e H = 0,17m.

C) Vj = 2,46m/s e H = 0,31m.

D) Vj = 7,33m/s e H = 0,37m,

E) Vj =7,33 X 10-3m/s e H = 2,74 X 10-6m.
Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões

Vamos testar seus conhecimentos em Python

Qual o resultado da execução do seguinte código Python?

for i in range(0, 10, 3):
  print(i, end="  ")

A) 0 3 6 9

B) 0 1 2 3

C) 3 6 9 12

D) 10 20 30 40

E) 0 0 0 0
Verificar Resposta Estudar Cards Todas as Questões

Vamos testar seus conhecimentos em Engenharia Civil - Estruturas de Aço e Madeira

Ações em estruturas: apresentação dos principais carregamentos na análise de estruturas convencionais

Qual das alternativas a seguir possui exemplos, na ordem correta de ações: permanentes diretas, permanentes indiretas, acidentais diretas, acidentais indiretas e excepcionais.

A) Peso próprio, variações de temperatura, cargas móveis, protensão e terremotos.

B) Peso próprio, protensão, vento, variações de temperatura e terremotos.

C) Deslocamento de apoio, imperfeições geométricas, vento, variações de temperatura e terremotos.

D) Peso próprio, imperfeições geométricas, vento, força longitudinal de frenagem e explosões.

E) Peso próprio, imperfeições geométricas, vento, variações de temperatura e cargas verticais de uso da construção.
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Vamos testar seus conhecimentos em Engenharia Civil - Estruturas de Aço e Madeira

Ações em estruturas: apresentação dos principais carregamentos na análise de estruturas convencionais

Qual das alternativas a seguir possui exemplos, na ordem correta de ações: permanentes diretas, permanentes indiretas, acidentais diretas, acidentais indiretas e excepcionais.

A) Peso próprio, variações de temperatura, cargas móveis, protensão e terremotos.

B) Peso próprio, protensão, vento, variações de temperatura e terremotos.

C) Deslocamento de apoio, imperfeições geométricas, vento, variações de temperatura e terremotos.

D) Peso próprio, imperfeições geométricas, vento, força longitudinal de frenagem e explosões.

E) Peso próprio, imperfeições geométricas, vento, variações de temperatura e cargas verticais de uso da construção.
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Vamos testar seus conhecimentos em

Dimensionamento de lajes maciças à flexão

Determinadas estruturas, como as empregadas em pavimentos de garagens de edificações residenciais, demandam o emprego de vãos maiores entre os pilares, de modo a garantir espaço para a manobra dos veículos.

A partir disso, analise as afirmativas a seguir:

I. O acréscimo de altura nas seções transversais é a solução mais empregada para aumentar a rigidez da laje e, desse modo, aumentar a capacidade desta em resistir aos esforços de flexão.

PORÉM

II. O acréscimo de altura provoca o aparecimento de sobrecargas na laje, sendo necessário proceder ao redimensionamento da estrutura, de modo a verificar se os critérios de segurança e serviço serão atendidos.

Assinale a alternativa correta:

A) As afirmações I e II são proposições verdadeiras, mas a II não justifica a I.

B) As afirmações I e II são proposições verdadeiras e a II justifica a I.

C) A afirmativa I é uma proposição verdadeira, e a II, falsa.

D) A afirmação II é uma proposição verdadeira, e a I, falsa.

E) As afirmações I e II são proposições falsas.
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