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Java ::: Classes e Componentes ::: JMenuBar, JMenu, JMenuItem e Afins |
Java Swing - Como criar e adicionar uma barra de menus à uma janela JFrameQuantidade de visualizações: 18887 vezes |
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Nesta dica eu mostro como adicionar uma barra de menus à uma janela JFrame do Java Swing. Observe que a barra de menus contém apenas um menu que, por sua vez, contém apenas um ítem de menu. Construí este exemplo "na mão" mesmo, ou seja, não usei nenhum editor visual tal como aquele encontrado na IDE Netbeans. Esta abordagem é muito útil para entender todas as partes que forma uma aplicação Java Swing. Veja o código completo para o exemplo:
import javax.swing.*;
public class Estudos extends JFrame{
public Estudos(){
super("Menus");
// Cria a barra de menus
JMenuBar barra = new JMenuBar();
setJMenuBar(barra);
// Cria um menu
JMenu arquivo = new JMenu("Arquivo");
// Cria um item de menu e o adiciona no menu
JMenuItem fechar = new JMenuItem("Fechar");
arquivo.add(fechar);
// Adiciona o menu à barra de menus
barra.add(arquivo);
setSize(300, 150);
setVisible(true);
}
public static void main(String args[]){
Estudos app = new Estudos();
app.setDefaultCloseOperation(JFrame.EXIT_ON_CLOSE);
}
}
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C ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle |
Apostila de C para iniciantes - Como criar um laço for infinito na linguagem CQuantidade de visualizações: 10567 vezes |
A linguagem C nos permite criar laços for infinitos. Para isso, só precisamos omitir as partes de inicialização, teste e incremento/decremento. Veja um exemplo:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
int main(int argc, char *argv[])
{
int i = 1;
for(;;){
printf("%d ", i);
i++;
if(i > 10)
break; // sai do laço
}
printf("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
Veja que só usamos for(;;). Tenha o cuidado de fornecer uma forma de parar o laço. Do contrário seu programa executará até travar. |
C ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres |
Como contar as ocorrências de um determinado caractere em uma string usando a linguagem CQuantidade de visualizações: 11705 vezes |
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Em algumas situações precisamos obter a quantidade de vezes que um caractere ocorre dentro de uma string. Para isso podemos usar a função personalizada char_count(). Esta função recebe a string e o caractere que desejamos pesquisar e retorna um inteiro contendo a quantidade de vezes que o caractere foi encontrado. Veja o código (usando apenas ANSI-C):
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <string.h>
// função personalizada que permite contar as
// ocorrências de um caractere em uma string
int char_count(const char *str, char caractere){
int i, quant = 0;
// vamos percorrer todos os caracteres da string
for(i = 0; str[i]; i++){
if(str[i] == caractere){ // localizamos
quant++;
}
}
return quant;
}
int main(int argc, char *argv[]){
char frase[] = "Gosto muito de Java, JavaScript e Python";
printf("Ocorrencias encontradas: %d",
char_count(frase, 'a'));
puts("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado: Ocorrencias encontradas: 4 |
Delphi ::: Dicas & Truques ::: Ponteiros, Referências e Memória |
Como usar nil para testar ou indicar que um ponteiro Delphi não referencia nenhuma posição de memóriaQuantidade de visualizações: 15483 vezes |
O propósito dos ponteiros é nos permitir acessar e manipular os valores de outras variáveis. Isso é feito acessando-se diretamente o endereço de memória destas variáveis. Porém, há situações nas quais queremos testar se um determinado ponteiro está realmente apontando para um local na memória. Veja o seguinte trecho de código:procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject); var pvalor: ^integer; begin // vamos exibir o valor da variável referenciada pelo // ponteiro pvalor ShowMessage(IntToStr(pvalor^)); end; Ao executarmos este código nós teremos um valor aleatório sendo exibido (e um warning do tipo W1036 Variable 'pvalor' might not have been initialized. Isso acontece porque criamos um ponteiro para um Integer mas não indicamos o endereço da variável para a qual ele aponta, ou seja, até o momento este ponteiro é nulo (não aponta para nenhuma posição de memória). Mova a declaração do ponteiro para a seção interface e verá que código compilará mas teremos uma exceção do tipo EAccessViolation (Exception class EAccessViolation with message 'Access violation at address ... in module ...). Clássico erro de lógica. Estamos tentando acessar dados não existentes na memória. Esta situação pode ser evitada testando se o ponteiro ainda é nulo antes de tentarmos desreferenciá-lo. Veja:
procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
begin
// vamos exibir o valor da variável referenciada pelo
// ponteiro pvalor
if pvalor = nil then
ShowMessage('O ponteiro ainda é nulo.')
else
ShowMessage(IntToStr(pvalor^));
end;
Note que movi a declaração do ponteiro para a secão interface, de forma a torná-la global. Isso evita que o ponteiro seja automaticamente inicializado (o que sempre acontece com as variáveis locais). Ao executar o código novamente você verá a mensagem indicando que o ponteiro ainda é nulo. Podemos também usar nil para, explicitamente, marcar um ponteiro como nulo, ou seja, definir que o ponteiro não aponta para nenhum local na memória. Comece declarando as variáveis abaixo na seção interface do formulário: valor: Integer; pvalor: ^Integer; Em seguida coloque o código abaixo no evento Click de um botão: procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject); begin // vamos atribuir um valor à variável valor valor := 14; // vamos "apontar" nosso ponteiro para o local de // memória da variável valor pvalor := @valor; // vamos exibir o valor da variável apontada por pvalor ShowMessage(IntToStr(pvalor^)); // vamos marcar pvalor como nulo pvalor := nil; // vamos causar um EAccessViolation já que pvalor // não aponta para nenhum local na memória agora ShowMessage(IntToStr(pvalor^)); end; Sempre que marcamos um ponteiro como nil, a memória até então ocupada por ele é liberada para uso por parte do sistema operacional ou demais programas. Este procedimento ajuda a evitar os vazamentos de memória (memory leak) tão frequentes em códigos que trabalham com memória alocada dinamicamente. Para fins de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009. |
Python ::: Python para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear |
Como converter Coordenadas Cartesianas para Coordenadas Polares usando PythonQuantidade de visualizações: 6328 vezes |
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Nesta nossa série de Python para Geometria Analítica e Álgebra Linear, mostrarei um código 100% funcional para fazer a conversão entre coordenadas cartesianas e coordenadas polares. Esta operação é muito frequente em computação gráfica e é parte integrante das disciplinas dos cursos de Engenharia (com maior ênfase na Engenharia Civil). Na matemática, principalmente em Geometria e Trigonometria, o sistema de Coordenadas no Plano Cartesiano, ou Espaço Cartesiano, é um sistema que define cada ponto em um plano associando-o, unicamente, a um conjuntos de pontos numéricos. Dessa forma, no plano cartesiano, um ponto é representado pelas coordenadas (x, y), com o x indicando o eixo horizontal (eixo das abscissas) e o y indicando o eixo vertical (eixo das ordenadas). Quando saímos do plano (espaço 2D ou R2) para o espaço (espaço 3D ou R3), temos a inclusão do eixo z (que indica profundidade). Já o sistema de Coordenadas Polares é um sistema de coordenadas em duas dimensões no qual cada ponto no plano é determinado por sua distância a partir de um ponto de referência conhecido como raio (r) e um ângulo a partir de uma direção de referência. Este ângulo é normalmente chamado de theta (__$\theta__$). Assim, um ponto em Coordenadas Polares é conhecido por sua posição (r, __$\theta__$). Antes de prosseguirmos, veja uma imagem demonstrando os dois sistemas de coordenadas: ![]() A fórmula para conversão de Coordenadas Cartesianas para Coordenadas Polares é: __$r = \sqrt{x^2+y2}__$ __$\theta = \\arctan\left(\frac{y}{x}\right)__$ E aqui está o código Python completo que recebe as coordenadas cartesianas (x, y) e retorna as coordenadas polares (r, __$\theta__$):
# importamos a bibliteca NumPy
import numpy as np
import math as math
def main():
# vamos ler as coordenadas cartesianas
x = float(input("Valor de x: "))
y = float(input("Valor de y: "))
# vamos calcular o raio
raio = math.sqrt(math.pow(x, 2) + math.pow(y, 2))
# agora calculamos o theta (ângulo) em radianos
theta = np.arctan2(y, x)
# queremos o ângulo em graus também
angulo_graus = 180 * (theta / math.pi)
# e exibimos o resultado
print("As Coordenadas Polares são:")
print("raio = %0.4f, theta = %0.4f, ângulo em graus = %0.2f"
% (raio, theta, angulo_graus))
if __name__== "__main__":
main()
Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado: Valor de x: -1 Valor de y: 1 As Coordenadas Polares são: raio = 1.4142, theta = 2.3562, ângulo em graus = 135.00 Veja que as coordenadas polares equivalentes são (__$\sqrt{2}__$, __$\frac{3\pi}{4}__$), com o theta em radianos. Sim, os professores das disciplinas de Geometria Analítica e Álgebra Linear, Física e outras gostam de escrever os resultados usando raízes e frações em vez de valores reais. |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Python |
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