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Java ::: Fundamentos da Linguagem ::: Tipos de Dados |
Como usar o tipo de dados char da linguagem JavaQuantidade de visualizações: 25774 vezes |
O tipo de dados char é usado para representar um único caractere. Veja:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
char letra1 = 'A';
char letra2 = 'B';
System.out.println("As letras são: "
+ letra1 + " e " + letra2);
System.exit(0);
}
}
Observe que um literal string deve estar entre aspas duplas, enquanto que um literal do tipo caractere deve estar entre aspas simples. Desta forma, "H" é uma string e 'H' é um caractere. O tipo char é integral mas sem sinal. A faixa de uma variável deste tipo vai de 0 à 65536. Os caracteres em Java são codificados em Unicode, que é um codificação de 16 bits capaz de representar uma larga faixa de caracteres internacionais. Se os 9 bits mais significantes de um char forem todos 0, então a codificação será a mesma que o ASCII de 7 bits. É possível atribuir literais inteiros à uma variável do tipo char. Veja:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
char letra = 98;
System.out.println("A letra é: "
+ letra);
System.exit(0);
}
}
Este código exibirá o caractere 'b'. Veja um exemplo no qual imprimimos todas as letras do alfabeto minúsculo:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
for(char i = 97; i <= 122; i++){
System.out.print(i + " ");
}
System.exit(0);
}
}
O tipo char pode ser convertido (sem a necessidade de cast) para os seguintes tipos: char -> int -> long -> float -> double Não é possível converter um char em um short ou byte. Caso isso seja realmente necessário, temos que fazer uma coerção (cast). Veja:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
char letra = 57;
byte valor = (byte)(letra);
System.exit(0);
}
}
É fácil entender porque um char não pode ser convertido implicitamente em um byte. Um char possui 16 bits enquanto um byte possui apenas 8 bits. Mas, um short possui 16 bits. Assim, o que impede a conversão implicita de um char para um short? É simples. Como o tipo short possui sinal (aceita valores negativos) e o tipo char é sem sinal, o resultado é que o tipo short possui um bit a menos (reservado para o sinal) e portanto, não pode acomodar os 16 bits do tipo char. |
C ::: C para Engenharia ::: Física - Mecânica |
Como calcular a massa de um corpo dada sua energia cinética e sua velocidade usando a linguagem CQuantidade de visualizações: 2827 vezes |
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Na Física, a energia cinética em um objeto é a energia que ele possui devido ao seu movimento. Isso é definido como o trabalho necessário para acelerar um corpo de massa em repouso para que este adquira velocidade. Tendo ganho essa energia durante a aceleração, o corpo mantém essa energia cinética a menos que a sua velocidade mude. A mesma quantidade de trabalho é produzida por um corpo desacelerando da sua velocidade atual para um estado de repouso. Os carros de uma montanha-russa atingem sua energia cinética máxima quando estão no fundo de sua trajetória. Quando eles começam a subir, a energia cinética começa a ser convertida em energia potencial gravitacional, mas, se forem assumidos atritos insignificantes e outros fatores de atraso, a quantidade total de energia no sistema permanece constante. A fórmula para obtenção da massa de um corpo, quando temos a sua energia cinética e a sua velocidade é: \[ \text{m} = \frac{\text{2} \cdot E_c}{v^2} \] Onde: m ? massa do corpo (em kg). Ec ? energia cinética (em joule, J). v ? velocidade do corpo (em m/s). Vamos ver um exemplo agora? Observe o seguinte enunciado: 1) Uma bola de golfe está viajando a uma velocidade de 50m/s, e possui energia cinética de 75J. Qual é a sua massa? Note que o exercício nos dá a velocidade já em m/s, evitando a necessidade da conversão de km/h para m/s. Temos também a energia cinética já em sua medida apropriada. Assim, só precisamos jogar na fórmula. Veja o código C completo para este cálculo:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <math.h>
int main(int argc, char *argv[]){
// velocidade (em m/s)
float velocidade = 50; // em m/s
// energia cinética
float energia_cinetica = 75; // em joule
// e então calculamos a massa do corpo
float massa = (2 * energia_cinetica) / pow(velocidade, 2);
// mostramos o resultado
printf("A massa do corpo é: %fkg", massa);
printf("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado: A massa do corpo é: 0.060000kg (ou 0.060000 x 1000 = 60 gramas). |
Java ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes) |
Como testar se uma matriz é simétrica em JavaQuantidade de visualizações: 1382 vezes |
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Uma matriz simétrica é uma matriz que é igual à sua transposta. Para que esta definição faça sentido, apenas podemos considerar matrizes que são quadradas, ou seja, mesma quantidade de linhas e colunas. De forma mais precisa, se A=[aij] é uma matriz de ordem n x n, nós dizemos que A é simétrica quando A=At. Veja um código Java completo no qual nós declaramos uma matriz quadrada de ordem 3, pedimos para o usuário informar os valores de seus elementos e no final informamos se a matriz é uma matriz simétrica:
package estudos;
import java.util.Scanner;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
int n = 3; // ordem da matriz quadrada
int matriz[][] = new int[n][n]; // matriz quadrada
// para efetuar a leitura do usuário
Scanner entrada = new Scanner(System.in);
// vamos pedir para o usuário informar os elementos da matriz
for (int i = 0; i < n; i++){
for (int j = 0; j < n; j++) {
System.out.print("Elemento na linha " + (i + 1) +
" e coluna " + (j + 1) + ": ");
matriz[i][j] = Integer.parseInt(entrada.nextLine());
}
}
// agora verificamos se a matriz é simétrica
boolean simetrica = true;
for (int i = 0; (i < n) && (simetrica); i++) {
for (int j = 0; (j < i) && (simetrica); j++) {
// os elementos em posicoes simetricas sao iguais?
if (matriz[i][j] != matriz[j][i]){
simetrica = false;
}
}
}
// agora mostramos a matriz lida
System.out.printf("\n");
for (int i = 0; i < n; i++) {
for (int j = 0; j < n; j++) {
System.out.printf("%d ", matriz[i][j]);
}
System.out.printf("\n");
}
if (simetrica){
System.out.printf("\nA matriz informada é uma matriz simétrica.\n");
}
else{
System.out.printf("\nA matriz informada não é uma matriz simétrica.\n");
}
}
}
Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado: Elemento na linha 1 e coluna 1: 5 Elemento na linha 1 e coluna 2: 1 Elemento na linha 1 e coluna 3: 2 Elemento na linha 2 e coluna 1: 1 Elemento na linha 2 e coluna 2: 6 Elemento na linha 2 e coluna 3: 3 Elemento na linha 3 e coluna 1: 2 Elemento na linha 3 e coluna 2: 3 Elemento na linha 3 e coluna 3: 8 5 1 2 1 6 3 2 3 8 A matriz informada é uma matriz simétrica. |
C++ ::: Fundamentos da Linguagem ::: Tipos de Dados |
Como usar o tipo de dados size_t da linguagem C++Quantidade de visualizações: 16286 vezes |
O tipo size_t é definido no arquivo stddef.h e em outros headers, e sua definição pode ser encontrada da seguinte forma:typedef unsigned long size_t; Este tipo é usado para definir tamanhos de strings e blocos de memória. Foi proposto pelo ANSI C. É comum encontrar size_t substituindo unsigned int ou unsigned long. Muito frequente também é ver este tipo recebendo o resultado de uma chamada ao operator sizeof. Veja:
#include <iostream>
using namespace std;
int main(){
// vamos obter a quantidade de bytes em um int
size_t tam = sizeof(int);
cout << "Um inteiro nesta arquitetura contém: " <<
tam << " bytes" << endl;
}
Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado: Um inteiro nesta arquitetura contém: 4 bytes |
PostgreSQL ::: Dicas & Truques ::: Comandos DDL (Data Definition Language - Linguagem de Definição de Dados) |
Como excluir uma tabela no PostgreSQL usando o comando DDL DROP TABLEQuantidade de visualizações: 8323 vezes |
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Em algumas situações precisamos excluir uma tabela em uma base de dados PostgreSQL. Isso pode ser feito por meio do comando DDL DROP TABLE. Este comando remove a tabela da base de dados completamente, incluindo índices, regras (rules), triggers e restrições (constraints). Para disparar um comando DROP TABLE, você precisa ser um super usuário ou possuir privilégios sobre a tabela e o schema na qual ela reside. Em geral excluímos tabelas usando a ferramenta pgAdmin. No entanto, é importante conhecer e dominar este comando de forma a conseguirmos excluir tabelas a partir da janela de Query do pgAdmin, do SQL Shell (psql) ou usando uma linguagem de programação. Veja um comando DDL DROP TABLE usado para excluir uma tabela chamada produtos: DROP TABLE produtos; Se o comando for executado com sucesso, o PostgreSQL nos exibirá a seguinte mensagem: Query returned successfully with no result in 31 ms. ERRO: tabela "produtos" não existe ********** Error ********** ERRO: tabela "produtos" não existe SQL state: 42P01 DROP TABLE IF EXISTS produtos; Agora o PostgreSQL trocará a mensagem de erro por uma mensagem de advertência: NOTA: tabela "produtos" não existe, ignorando Query returned successfully with no result in 14 ms. |
Veja mais Dicas e truques de PostgreSQL |
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