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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

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A indentação é mesmo obrigatória em Python?

Sim, a linguagem Python exige o uso da indentação como forma de formar blocos de código.

O interpretador Python é informado que um grupo de instruções pertence a um bloco específico por meio da indentação. Em geral, programadores Python usam um ou dois caracteres de tabulação (tecla Tab) como forma de indentar seus blocos de código.

Em todas as linguagens de programação a indentação facilita a leitura e compreensão do código escrito, porém, em Python, ela é um requisito obrigatório.

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C ::: Dicas & Truques ::: Struct (Estruturas, Registros)

Como escrever um função que retorna uma estrutura (struct) usando a linguagem C

Quantidade de visualizações: 16586 vezes
Muitas vezes precisamos escrever funções que retornam estruturas, ou melhor, que alocam e retornam ponteiros para estruturas. Esta não é, definitivamente, uma tarefa para iniciantes em C. Contudo, esta dica lhe fornecerá um código completo indicando-lhe uma das formas mais simples de conseguir tal proeza.

Antes de executar o código, porém, dê uma olhada atenta na função obter_livro(). Veja que esta função recebe o título, o código e o número de páginas de um livro. Em seguida a função aloca memória para uma estrutura, preenche seus membros e retorna um ponteiro para tal estrutura. Eis a listagem completa:

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <string.h>

// define a estrutura Livro
struct Livro{
  char *titulo;
  int codigo;
  int paginas;
};

// função que aloca e retorna um ponteiro para uma
// estrutura Livro
struct Livro* obter_livro(char *titulo, int codigo, int paginas){
  // aloca memória para uma estrutura Livro
  struct Livro *temp = (struct Livro*)malloc(sizeof(struct Livro));

  // preeche os membros da estrutura
  temp->titulo = titulo;
  temp->codigo = codigo;
  temp->paginas = paginas;

  return temp;
}

int main(int argc, char *argv[]){
  // obtém uma instância da estrutura Livro
  struct Livro *a = obter_livro("Programando em Java", 345, 120);

  // verifica se a estrutura foi retornada com
  // sucesso
  if(a != NULL){
    printf("Titulo: %s\nCodigo: %d\nPaginas: %d\n",
      a->titulo, a->codigo, a->paginas);
  }

  // obtém uma segunda instância da estrutura Livro
  struct Livro *b = obter_livro("JavaScript - Guia", 540, 800);

  // verifica se a estrutura foi retornada com
  // sucesso
  if(b != NULL){
    printf("Titulo: %s\nCodigo: %d\nPaginas: %d\n",
      b->titulo, b->codigo, b->paginas);
  }

  puts("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado:

Titulo: Programando em Java
Codigo: 345
Paginas: 120
Titulo: JavaScript - Guia
Codigo: 540
Paginas: 800

Pressione qualquer tecla para continuar...


LISP ::: LISP para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear

Como converter Coordenadas Cartesianas para Coordenadas Polares em LISP - LISP para Engenharia

Quantidade de visualizações: 1152 vezes
Nesta nossa série de LISP e AutoLISP para Geometria Analítica e Álgebra Linear, mostrarei um código 100% funcional para fazer a conversão entre coordenadas cartesianas e coordenadas polares. Esta operação é muito frequente em computação gráfica e é parte integrante das disciplinas dos cursos de Engenharia (com maior ênfase na Engenharia Civil).

Na matemática, principalmente em Geometria e Trigonometria, o sistema de Coordenadas no Plano Cartesiano, ou Espaço Cartesiano, é um sistema que define cada ponto em um plano associando-o, unicamente, a um conjuntos de pontos numéricos.

Dessa forma, no plano cartesiano, um ponto é representado pelas coordenadas (x, y), com o x indicando o eixo horizontal (eixo das abscissas) e o y indicando o eixo vertical (eixo das ordenadas). Quando saímos do plano (espaço 2D ou R2) para o espaço (espaço 3D ou R3), temos a inclusão do eixo z (que indica profundidade).

Já o sistema de Coordenadas Polares é um sistema de coordenadas em duas dimensões no qual cada ponto no plano é determinado por sua distância a partir de um ponto de referência conhecido como raio (r) e um ângulo a partir de uma direção de referência. Este ângulo é normalmente chamado de theta (__$\theta__$). Assim, um ponto em Coordenadas Polares é conhecido por sua posição (r, __$\theta__$).

Antes de prosseguirmos, veja uma imagem demonstrando os dois sistemas de coordenadas:



A fórmula para conversão de Coordenadas Cartesianas para Coordenadas Polares é:

__$r = \sqrt{x^2+y2}__$
__$\theta = \\arctan\left(\frac{y}{x}\right)__$

E aqui está o código LISP completo que recebe as coordenadas cartesianas (x, y) e retorna as coordenadas polares (r, __$\theta__$):

; programa LISP que converte Coordenadas Cartesianas
; em Coordenadas Polares
(let((x)(y)(raio)(theta)(angulo_graus))
  ; vamos ler as coordenadas cartesianas
  (princ "Valor de x: ")
  (force-output)
  (setq x (read))
  (princ "Valor de y: ")
  (force-output)
  (setq y (read))
  
  ; vamos calcular o raio
  (setq raio (sqrt (+ (expt x 2) (expt y 2))))
  
  ; agora calculamos o theta (ângulo) em radianos 
  (setq theta (atan y x))

  ; queremos o ângulo em graus também
  (setq angulo_graus (* 180 (/ theta pi)))
  
  ; e exibimos o resultado
  (princ "As Coordenadas Polares são: ")
  (format t "raio = ~F, theta = ~F, ângulo em graus: ~F"
    raio theta angulo_graus)
)

Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado:

Valor de x: -1
Valor de y: 1
As Coordenadas Polares são:
raio = 1.4142135623730951, theta = 2.356194490192345, ângulo em graus = 135.0

Veja que as coordenadas polares equivalentes são (__$\sqrt{2}__$, __$\frac{3\pi}{4}__$), com o theta em radianos. Sim, os professores das disciplinas de Geometria Analítica e Álgebra Linear, Física e outras gostam de escrever os resultados usando raizes e frações em vez de valores reais.


Python ::: Dicas & Truques ::: Rotinas de Conversão

Como converter uma string para um valor numérico inteiro usando a função int() do Python

Quantidade de visualizações: 21130 vezes
Em algumas situações precisamos converter uma string ou a entrada do usuário para um valor inteiro. Isso pode ser feito por meio da função nativa int(). Esta função recebe uma string (conjunto de dígitos, letras e símbolos) e a converte (ou pelo menos tenta) em um valor inteiro.

Veja um exemplo:

"""
  Este trecho de código mostra como
  ler dois valores informados pelo usuário,
  convertê-los para inteiros e efetuar
  uma soma.
 
  A função int() é usada para converter uma string
  ou valor numérico para um inteiro.
"""

def main():
  # vamos ler os dois valores
  val1 = input("Informe o primeiro número: ")
  val2 = input("Informe o segundo número: ")
  soma = int(val1) + int(val2);
 
  print("A soma dos valores é: ", soma)

if __name__== "__main__":
  main()

A saída deste código será parecida com:

Informe o primeiro número: 12
Informe o segundo número: 8
A soma dos valores é:  20

Note que, por padrão, a função int() converte a string para um valor inteiro usando a base 10, ou seja, a base decimal. É possível fornecer uma base diferente. Veja, por exemplo, como ler uma string contendo um valor binário:

def main():
  # vamos ler um valor binário. Ex: 0101
  binario = input("Informe um valor binário: ")
  print("O valor lido foi:", int(binario, 2))

if __name__== "__main__":
  main()

O resultado da execução desse código será algo como:

Informe um valor binário: 0101
O valor lido foi: 5



Delphi ::: Data Access Controls (Controles de Acesso a Dados) ::: TField e Classes Derivadas

Como usar a classe TField em seus programas Delphi

Quantidade de visualizações: 13025 vezes
A classe TField (na unit DB) é um ancestral comum de todos os componentes que representam os campos de uma tabela no banco de dados (ou um dataset cujos dados foram carregados de um arquivo do tipo texto, binário ou XML). Esta classe encapsula o comportamento comum a todos os demais componentes to tipo field (campo).

Veja sua posição na hierarquia de classes do Delphi:

System.TObject
  Classes.TPersistent
    Classes.TComponent
      DB.TField
Esta classe ainda implementa as interfaces Classes.IInterfaceComponentReference e System.IInterface.

A classe TField apresenta propriedades, eventos e métodos que são usados para as seguintes tarefas:

1) Alterar o valor de um campo em um dataset;

2) Converter o valor de um campo de um tipo para outro tipo;

3) Efetuar validações nos dados informados pelos usuários para determinados campos;

4) Definir como as informações dos campos são mostradas em tempo de exibição ou para edição;

5) Calcular o valor de um campo a partir de código escrito no evento OnCalcFields do dataset;

6) Pesquisar o valor do campo a partir de outro dataset.

Em geral não criamos instâncias da classe TField diretamente. Componentes que descendem de TField são criados automaticamente a cada vez que o dataset é ativado. Estes descendentes podem ser dinâmicos (o padrão) ou persistentes. Componentes campos dinâmicos refletem as colunas dos metadados da tabela a qual pertencem no momento que o dataset é aberto. Componentes campos persistentes são criados em tempo de design usando o editor Fields, que especifica os campos no dataset, suas propriedades e a ordem em que deverão estar.

A criação de componentes de campos persistentes garante que todas as vezes que uma aplicação for executada, ela usará e exibirá as mesmas colunas, na mesma ordem, até mesmo se a estrutura física da base de dados mudar. Se uma coluna em uma tabela na qual um componente de campo persistente é baseado for excluída ou alterada, o IDE gera uma exceção em vez de permitir a abertura do dataset usando um coluna não existente ou incompatível. Se isso acontecer, devemos remover o camponente field para o campo não existente usando o editor Fields.

Um campo (field) em um dataset é sempre tratado como uma das classes descendentes de TField abaixo:

        
TADTField          TDateField         TReferenceField   
TAggregateField    TDateTimeField     TSmallIntField   
TArrayField        TFloatField        TSQLTimeStampField   
TAutoIncField      TFMTBCDField       TStringField   
TBCDField          TGraphicField      TTimeField   
TBinaryField       TGuidField         TVarBytesField   
TBlobField         TIDispatchField    TVariantField   
TBooleanField      TIntegerField      TWideStringField   
TBytesField        TInterfaceField    TWordField   
TCurrencyField     TLargeintField     TDataSetField   
TMemoField     
Veja um trecho de código no qual usamos o método FieldByName() da classe TDataSet para obter uma referência a um determinado campo (field) de um ClientDataSet e usamos sua propriedade AsString para obter o valor do campo:

procedure TForm3.Button3Click(Sender: TObject);
var
  campo: TField;
begin
  // vamos obter o campo com o nome "titulo" do registro atual
  campo := ClientDataSet1.FieldByName('titulo');

  // vamos mostrar o valor do campo
  ShowMessage('O valor do campo é: ' + campo.AsString);
end;

Ao executarmos este código teremos um resultado parecido com:

"O valor do campo é: Programando em Java".

Esta dica foi escrita e testada no Delphi 2009.


Python ::: Python para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear

Python para Engenharia - Como multiplicar um vetor por um escalar usando Python e NumPy

Quantidade de visualizações: 3767 vezes
Esta dica de Python e NumPy é direcionada, principalmente, aos estudantes de Engenharia, que se deparam, logo no início do curso, com o estudo da Geometria Analítica e gostariam de entender melhor a multiplicação de vetores por um escalar. Lembre-se de que um escalar é um valor único, enquanto vetores e matrizes são estruturas que guardam vários valores ao mesmo tempo.

Nosso primeiro exemplo será feito em cima de um vetor no R3, ou seja, no espaço, com os seguintes valores: [3, -5, 4]. O escalar usado será o valor 2, ou seja, temos que multiplicar cada valor no vetor pelo valor 2 e, dessa forma, obtermos um novo vetor, também no R3. Vetores no R3 possuem valores para x, y e z (três dimensões), enquanto vetores no R2 possuem apenas o x e y.

Veja como a linguagem Python facilita a operação da multiplicação de um vetor R3 por um escalar:

# importamos a bibliteca NumPy
import numpy as np
 
def main():
  # declara e cria o vetor
  vetor = np.array([3, -5, 4])
   
  # agora vamos multiplicar este vetor pelo escalar 2
  escalar = 2
  novoVetor = vetor * escalar
 
  # vamos exibir o resultado
  print("Vetor inicial: ", vetor)
  print("Valor do escalar: ", escalar)
  print("Novo vetor: ", novoVetor)
 
if __name__== "__main__":
  main()

Este código Python vai gerar o seguinte resultado:

Vetor inicial: [3 -5 4]
Valor do escalar: 2
Novo vetor: [6 -10 8]

Agora, saindo da Geometria Analítica e indo para a Álgebra Linear, veja como podemos efetuar a mesma operação em uma matriz de 2 linhas e 3 colunas (recorde que, em Python, uma matriz nada mais é do que um vetor de vetores, ou seja, cada elemento do vetor contém outro vetor):

# importamos a bibliteca NumPy
import numpy as np
 
def main():
  # declara e cria a matriz
  matriz = np.array([(4, 12, 50), (5, 3, 1), (11, 9, 7)])
   
  # agora vamos multiplicar esta matriz pelo escalar 2
  escalar = 2
  novaMatriz = matriz * escalar
 
  # vamos exibir o resultado
  print("Matriz inicial: ", matriz)
  print("Valor do escalar: ", escalar)
  print("Nova matriz: ", novaMatriz)
 
if __name__== "__main__":
  main()

Ao executarmos este código Python nós teremos o seguinte resultado:

Matriz inicial: [[4 12 50]
[5 3 1]
[11 9 7]]
Valor do escalar: 2
Nova matriz: [[8 24 100]
[10 6 2]
[22 18 14]]


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