![]() |
|
|
Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
||
Você está aqui: Cards de Python |
||
|
||
|
|
||
Java ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação orientada a objetos em Java - Java OOP - Como usar variáveis estáticas em suas classes JavaQuantidade de visualizações: 12607 vezes |
|
Variáveis estáticas podem ser definidas em Java por meio do uso da palavra-chave static. Uma variável estática pertence à classe na qual ela é definida e não à cada uma de suas instâncias. Pareceu confuso? Você pode pensar assim: quando definida com o modificador static, uma variável será única na classe, não importa a quantidade de instâncias da classe que serão criadas. Cada uma destas instâncias compartilhará o valor da variável estática. Além disso, uma variável estática pode ser acessada por meio do nome da classe, sem a necessidade de uma referência a uma de suas instâncias. Uma variável estática pode ser public, private ou protected. Vamos ver um exemplo? Considere a situação na qual gostaríamos de criar um identificador único para cada um dos objetos de uma classe. Veja o código para a classe Livro: Código para Livro.java:
package estudos;
public class Livro {
// variáveis privadas
private String titulo; // título do livro
// variável estática que permitirá definir um
// identificador único para cada livro
private static int id;
// construtor da classe Livro
public Livro(){
// vamos incrementar a variável estática
Livro.id++;
}
// método que permite obter o id do livro
public int getId(){
return Livro.id;
}
// método que permite definir o título do livro
public void setTitulo(String titulo){
this.titulo = titulo;
}
// método que permite obter o título do livro
public String getTitulo(){
return this.titulo;
}
}
Veja agora como criar três objetos da classe Livro a partir do método main() da aplicação: Código para Main.java:
package estudos;
public class Main {
public static void main(String[] args) {
// vamos criar um objeto da classe Livro
Livro a = new Livro();
a.setTitulo("Programando em Java 2");
// vamos exibir os dados do livro
System.out.println("Id: " + a.getId());
System.out.println("Titulo: " + a.getTitulo());
// vamos criar mais um livro
Livro b = new Livro();
b.setTitulo("A biblia do C/C++");
// vamos exibir os dados do livro
System.out.println("Id: " + b.getId());
System.out.println("Titulo: " + b.getTitulo());
// e mais um livro aqui
Livro c = new Livro();
c.setTitulo("PHP + MySQL");
// vamos exibir os dados do livro
System.out.println("Id: " + c.getId());
System.out.println("Titulo: " + c.getTitulo());
}
}
Ao executar esta aplicação teremos o seguinte resultado: Id: 1 Titulo: Programando em Java 2 Id: 2 Titulo: A biblia do C/C++ Id: 3 Titulo: PHP + MySQL Como podemos ver, a cada instância criada a variável id é incrementada em 1. Caso você não tenha entendido todo o processo, este incremento acontece no construtor da classe Livro. Veja: // vamos incrementar a variável estática Livro.id++; Nas situações em que as variáveis estáticas são públicas, podemos acessá-la usando o nome da classe seguida de um ponto. Assim, se a variável id fosse pública, poderíamos acessá-la de qualquer lugar de nossa aplicação da seguinte forma: System.out.println(Livro.id); |
C# ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle |
Tutorial C# - Como usar o laço while (enquanto) da linguagem C#Quantidade de visualizações: 14045 vezes |
O laço while (enquanto) é usado quando queremos repetir uma instrução ou bloco de instruções ENQUANTO uma condição for satisfatória. Veja um exemplo:
static void Main(string[] args){
int valor = 1;
while(valor <= 10){
Console.WriteLine("{0}", valor);
valor++;
}
Console.WriteLine("\n\nPressione uma tecla para sair...");
Console.ReadKey();
}
Este trecho de código conta de 1 até 10. Veja que antes de cada iteração do laço nós testamos se o valor da variável de controle é menor ou igual a 10. A iteração acontece somente se esta condição for satisfeita, o que nos mostra que um laço while pode nunca ser executado (o que aconteceria se a condição fosse falsa já na entrada). Note ainda que dentro de cada iteração nós incrementamos o valor da variável de controle. Isso é feito para que o laço não seja executado infinitamente. Veja um outro exemplo de laço while, desta vez simulando um menu de opções:
static void Main(string[] args){
// variável que registra a opção do usuário
int opcao;
// lê a opção
Console.Write("Informe a opção 1, 2 ou 3" +
" (-1 para sair): ");
// laço while que mostra as opções do menu enquanto
// o valor -1 não for informado
while((opcao = int.Parse(Console.ReadLine())) != -1){
switch(opcao){
case 1:
Console.WriteLine("Executando a opção 1");
break;
case 2:
Console.WriteLine("Executando a opção 2");
break;
case 3:
Console.WriteLine("Executando a opção 3");
break;
default:
Console.WriteLine("Opção incorreta");
break;
}
// mostra o texto das opções novamente
Console.Write("Informe a opção 1, 2 ou 3" +
" (-1 para sair): ");
}
Console.WriteLine("\n\nPressione uma tecla para sair...");
Console.ReadKey();
}
Se você é realmente iniciante em C#, notará que este exemplo é um pouco mais elaborado. Desta forma, estude-o atentamente. É uma técnica muito útil quando estamos escrevendo programas console, uma vez que a maioria deles possui um menu de opções. |
Java ::: Coleções (Collections) ::: HashMap |
Como testar se uma determinada chave está contida no HashMap do Java usando o método containsKey()Quantidade de visualizações: 9103 vezes |
Em algumas situações precisamos verificar se uma determinada chave está contida no HashMap. Para isso podemos usar o método containsKey(), definido originalmente na interface Map. Veja sua assinatura:public boolean containsKey(Object key) Note que este método recebe um objeto contendo o valor da chave a ser pesquisada e retorna um valor true se o HashMap contiver a chave e false caso contrário. Veja o exemplo:
package estudos;
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
// vamos criar uma instância de HashMap
HashMap<Integer, String> clientes = new HashMap<>();
// vamos adicionar três chaves e seus valores
clientes.put(1, "Osmar J. Silva");
clientes.put(2, "Salvador Miranda de Andrade");
clientes.put(3, "Marcos da Costa Santos");
// vamos verificar se a chave 2 está contida no HashMap
if(clientes.containsKey(2)){
System.out.println("A chave está contida no mapa");
}
else{
System.out.println("A chave NÃO está contida no mapa");
}
System.exit(0);
}
}
Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado: A chave está contida no mapa |
Java ::: Java para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear |
Como calcular o determinante de uma matriz 3x3 usando a regra de Sarrus em Java - Java para Álgebra LinearQuantidade de visualizações: 4676 vezes |
|
Como calcular o determinante de uma matriz 3x3 usando a Regra de Sarrus em Java - Java para Álgebra Linear Os estudos da Geometria Analítica e Álgebra Linear envolvem, em boa parte de seus cálculos, a magnitude de vetores, ou seja, o módulo, tamanho, comprimento ou intensidade dos vetores. E isso não é diferente em relação às matrizes. Quando uma matriz é envolvida nos cálculos, com muita frequência precisamos obter o seu determinante, que nada mais é que um número real associado à todas as matrizes quadradas. Nesta dica mostrarei como obter o determinante de uma matriz quadrada de ordem 3, ou seja, três linhas e três colunas, usando a regra de Sarrus (somente matrizes 3x3). Note que é possível obter o mesmo resultado com o Teorema de Laplace, que não está restrito às matrizes quadradas de ordem 3. Veja também que não considerei as propriedades do determinante, o que, em alguns casos, simplifica muito os cálculos. Então, vamos supor a seguinte matriz 3x3: ![]() O primeiro passo é copiarmos a primeira e a segunda colunas para o lado direito da matriz. Assim: ![]() Agora dividimos a matriz em dois conjuntos: três linhas diagonais descendentes e três linhas diagonais ascendentes: ![]() Agora é só efetuar cálculos. Multiplicamos e somamos os elementos de cada conjunto, subtraindo o segundo conjunto do primeiro. Veja: (1 x 5 x 9 + 2 x 6 x 7 + 3 x 4 x 8) - (7 x 5 x 3 + 8 x 6 x 1 + 9 x 4 x 2) = 0 Como podemos ver, o determinante dessa matriz é 0. E agora veja o código Java no qual declaramos e instanciamos uma matriz 3x3 de double e, em seguida, calculamos o seu determinante:
package arquivodecodigos;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
double m[][] = {{1, 2, 3}, {2, 5, 2}, {1, 3, 1}};
// calcula o determinante usando a Regra de Sarrus
double det = ((m[0][0] * m[1][1] * m[2][2]) + (m[0][1]
* m[1][2] * m[2][0]) + (m[0][2] * m[1][0] * m[2][1]))
- ((m[2][0] * m[1][1] * m[0][2]) + (m[2][1]
* m[1][2] * m[0][0]) + (m[2][2] * m[1][0] * m[0][1]));
System.out.println("O determinante da matriz é: " + det);
}
}
Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado: O determinante da matriz é: 2.0 |
Delphi ::: Data Access Controls (Controles de Acesso a Dados) ::: TClientDataSet |
Como usar o componente TClientDataSet do Delphi em suas aplicações de banco de dadosQuantidade de visualizações: 16642 vezes |
|
Um objeto da classe TClientDataSet implementa um conjunto de dados independente de banco de dados. Este controle representa um conjunto de dados em memória (in-memory). Antes de prosseguirmos, veja a posição desta classe na hierarquia de classes do Delphi:
System.TObject
Classes.TPersistent
Classes.TComponent
DB.TDataSet
DBClient.TCustomClientDataSet
DBClient.TClientDataSet
Um controle TClientDataSet pode ser usado das seguintes formas: a) Um conjunto de dados baseado em arquivo, único e totalmente funcional direcionado a aplicações compostas de apenas uma camada. Quando usado desta forma, o client dataset representa os dados armazenados em um arquivo dedicado na máquina do usuário. b) Um buffer em memória local dos registros de um outro conjunto de dados. O outro conjunto de dados (a fonte dos dados) pode residir no mesmo formulário ou data module que o client dataset (por exemplo, quando o client dataset fornece navegação e edição para os dados de um conjunto de dados unidirecional). O conjunto de dados fonte pode também residir em um sistema separado quando o client dataset apoia a parte cliente de uma aplicação de bancos de dados de múltiplas camadas. A forma mais comum de se usar um controle TClientDataSet é acessando a aba Data Acccess da Tool Palette (Paleta de Ferramentas) e arrastando-o para o seu formulário. Em seguida ajustamos algumas de suas propriedades em tempo de design e pronto. Veja o passo-a-passo para configurar um TClientDataSet para representar uma tabela no banco de dados MySQL (outras dicas minhas mostram como efetuar a conexão com outros bancos de dados): 1) Certifique-se de que o banco de dados MySQL está devidamente configurado e funcionando. Inicie-o, anote o nome de usuário e senha e vamos começar. 2) Vá até a aba de componentes dbExpress e arraste um componente TSQLConnection para o formulário. Este é o componente responsável pela conexão com o banco de dados. Selecione o componente no formulário de forma a acessar suas propriedades no Object Inspector. Em seguida siga atentamente as observações a seguir: a) Vá na propriedade ConnectioName e selecione MySQLConnection. Automaticamente a propriedade Driver é definida como MySQL. A propriedade LibrayName será definida como dbxmys.dll. O mesmo acontece com a propriedade VendorLib, que é definida como libmysql.dll. dbxmys.dll é fornecida com o Delphi enquanto libmysql.dll vem com a instalação do MySQL e deverá estar em C:\Windows\System para que sua aplicação seja executada com sucesso. b) O simples fato de definirmos o valor MySQL para a propriedade ConnectionName faz com que os parâmetros de conexão sejam criados com os valores padrões e guardados na propriedade Params. O próximo passo é alterar estes valores de forma a refletir a realidade do banco de dados que vamos usar. Vá em Params e acione o editor Value List Editor. Em HostName você deverá informar o nome ou IP do servidor MySQL. Se estiver rodando localmente use apenas "localhost". Em Database informe o nome da base de dados, por exemplo, "estoque". Em User_Name informe o usuário do banco de dados. Geralmente é "root". Em Password informe a senha do banco de dados. Pressione OK. c) Vá na propriedade LoginPrompt e altere seu valor para False. Isso evita que a tela de login seja exibida quando tentarmos efetuar a conexão. Agora vá na propriedade Connected e altere seu valor para True. Se correr tudo bem você já estará conectado ao banco de dados MySQL. 3) Agora coloque um componente TSQLDataSet no formulário e defina sua propriedade SQLConnection para o componente TSQLConnection que representa a conexão com o banco de dados. Em seguida defina o valor "ctTable" para a propriedade CommandType. Na propriedade CommandText você deverá informar o nome da tabela que será representada por este TSQLDataSet. Finalmente ajuste a propriedade Active para True. 4) O próximo passo é colocar no formulário um componente TDataSetProvider (na aba Data Access). Este componente é responsável por fazer a conexão com o conjunto de dados (dataset), extrair os dados do SQLDataSet e gerar os comandos de atualização SQL adequados. Assim, informe o valor "SQLDataSet1" para a sua propriedade DataSet. 5) Finalmente chegamos ao componente TClientDataSet. Vá na aba Data Acccess e arraste um TClientDataSet para o formulário. Em seguida informe o valor "DataSetProvider1" para sua propriedade ProviderName. Ajuste sua propriedade Active para True. 6) Hora de exibir e manipular os dados. Vá na aba Data Access e arraste um controle TDataSource para o formulário. Aponte sua propriedade DataSet para "ClientDataSet1". Agora vá na aba Data Controls e arraste um TDBGrid para o formulário. Ajuste sua propriedade DataSource para "DataSource1". Se tudo correu bem, você já verá os registros da tabela serem exibidos no DBGrid. 7) Hora de executar a aplicação. Pressione F9 e vamos ao resultado. Experimente navegar e editar os registros no DBGrid. A aplicação permitirá que você faça isso. No entanto, ao fechar a aplicação e abrí-la novamente você perceberá que as alterações não foram refletidas no banco de dados. Para que isso aconteça, coloque o código abaixo no evento Click de um botão:
procedure TForm3.Button1Click(Sender: TObject);
begin
if (ClientDataSet1.ChangeCount > 0) then
ClientDataSet1.ApplyUpdates(-1);
end;
Pronto. Execute a aplicação novamente e faça modificações nos dados exibidos no DBGrid (é preciso sair da linha de edição para que os dados sejam atualizados no DBGrid). Clique no botão para atualizar os dados na tabela do banco de dados. Feche a aplicação a abra-a novamente. Note que agora os dados foram atualizados com sucesso. Esta dica foi escrita e testada no Delphi 2009. |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Delphi |
Veja mais Dicas e truques de Delphi |
Dicas e truques de outras linguagens |
E-Books em PDF |
||||
|
||||
|
||||
Linguagens Mais Populares |
||||
|
1º lugar: Java |







