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Python ::: Dicas & Truques ::: Lista (List) |
Como criar uma lista Python vazia e adicionar itens a ela usando o laço for..inQuantidade de visualizações: 12217 vezes |
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Nesta dica mostrarei como é possível usar o operador de vetor "[]" para criar um objeto List vazio na linguagem Python. Em seguida usaremos o laço for..in para adicionar 10 elementos a esta lista. Veja o código completo para o exemplo:
"""
Este exemplo mostra como criar uma list
vazia e inicializá-la usando o laço for.
"""
def main():
# cria uma lista vazia
valores = []
# adiciona valores a ela
for num in range(1, 11):
valores += [(num * 2)]
# exibe os valores da lista
for num in valores:
print(num)
if __name__== "__main__":
main()
Ao executar este código Python nós teremos o seguinte resultado: 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 |
Java ::: Java + MySQL ::: Passos Iniciais |
Java MySQL - Como efetuar uma conexão Java + JDBC + MySQL usando o NetBeans IDEQuantidade de visualizações: 8673 vezes |
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Se sua intenção é usar a linguagem Java em combinação com o banco de dados MySQL, o primeiro passo é aprender como se conectar a este banco de dados usando JDBC (Java Database Connectivity). Para isso, siga atentamente os passos abaixo: a) Pesquise e baixe o driver Sun Microsystem's JDBC Driver for MySQL. A versão mais recente deste driver é chamada de MySQL Connector/J e pode ser baixada no endereço http://dev.mysql.com/downloads. Durante a autoria deste artigo, o nome do arquivo a ser baixado era semelhante à mysql-connector-java-5.1.10.zip. b) Depois de descompactar o arquivo baixado, adicione uma referência para o Jar mysql-connector-java-5.1.10-bin.jar. Se você estiver usando NetBeans, crie uma nova aplicação. Em seguida clique com o botão direito em Bibliotecas -> Adicionar Jar/pasta e localize o jar. Em seguida clique o botão Open. c) Hora de efetuar uma conexão com o banco de dados. Para este exemplo eu fiz uma conexão com o MySQL 5.0 (o nome da base de dados que usei foi "estudos"). Veja o código:
package estudosjavamysql;
import java.sql.Connection;
import java.sql.DriverManager;
import java.sql.SQLException;
public class EstudosJavaMySQL{
public static void main(String[] args){
// strings de conexão
String databaseURL = "jdbc:mysql://localhost/estudos";
String usuario = "root";
String senha = "osmar1234";
String driverName = "com.mysql.jdbc.Driver";
try {
Class.forName(driverName).newInstance();
Connection conn = DriverManager.getConnection(databaseURL, usuario, senha);
System.out.println("Conexão obtida com sucesso.");
}
catch (SQLException ex) {
System.out.println("SQLException: " + ex.getMessage());
System.out.println("SQLState: " + ex.getSQLState());
System.out.println("VendorError: " + ex.getErrorCode());
}
catch (Exception e) {
System.out.println("Problemas ao tentar conectar com o banco de dados: " + e);
}
}
}
Execute a aplicação. Se tudo correu bem você verá o resultado: Conexão obtida com sucesso. |
PHP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Passos Iniciais |
PHP para iniciantes - Quais as diferenças entre include e require do PHP?Quantidade de visualizações: 14102 vezes |
A principal diferença entre as diretivas require() e include() do PHP é que, se usarmos require() para incluir um arquivo que não pode ser incluído (talvez o arquivo não exista), um erro fatal será gerado e a execução de código na página será imediatamente suspenso. Um exemplo de tal mensagem de erro é:Warning: require(inexistente.php) [function.require]: failed to open stream: No such file or directory in /public_html/testes.php on line 3 Fatal error: require() [function.require]: Failed opening required 'inexistente.php' (include_path='.:/usr/share/pear') in /public_html/testes.php on line 3 Veja que geralmente recebemos um Warning e depois um Fatal error. Experimente criar o arquivo "inexistente.php" e as mensagens de advertência e erro desaparecerão. Se usarmos include() e o arquivo de inclusão não puder ser localizado, teremos uma advertência mas a execução do código na página não será interrompida: Warning: include(inexistente.php) [function.include]: failed to open stream: No such file or directory in /public_html/testes.php on line 3 Warning: include() [function.include]: Failed opening 'inexistente.php' for inclusion (include_path='.:/usr/share/pear') in /public_html/testes.php on line 3 O uso de require() ou include() vai depender da situação: require() é melhor empregado para carregar arquivos que são essenciais para o restante da página, por exemplo, se você tiver um site usando banco de dados, então usar require() para incluir o arquivo contendo o login e senha do banco de dados é muito melhor que usar include(). Se usarmos include() nesta situação, poderemos terminar gerando mais erros e advertências que o pretendido. include() deve ser usado quando o arquivo a ser incluído não é essencial para o correto funcionamento da página. Um exemplo disso é quando incluímos um arquivo de topo ou rodapé de páginas. |
Portugol ::: Dicas & Truques ::: Cadeias e Caracteres |
Como converter uma palavra, frase ou texto para letras minúsculas usando a função caixa_baixa() da biblioteca Texto do PortugolQuantidade de visualizações: 450 vezes |
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Em algumas situações nós precisamos converter uma letra, palavra, frase ou texto em letras minúsculas. Na linguagem Portugol isso pode ser feito usando-se a função caixa_baixa() da biblioteca Texto. Veja um código Portugol completo no qual pedimos para o usuário informar o seu nome e mostramos o resultado convertido para letras minúsculas:
programa {
// vamos incluir a biblioteca Texto
inclua biblioteca Texto --> texto
funcao inicio() {
// vamos declarar uma variável para guardar o nome de uma pessoa
cadeia nome, nome_minusculo
// vamos pedir para o usuário informar o seu nome
escreva("Informe o seu nome: ")
leia(nome)
// vamos converter o nome para letras minúsculas
nome_minusculo = texto.caixa_baixa(nome)
// vamos mostrar o resultado
escreva("O seu nome em letras minúsculas é: " + nome_minusculo)
}
}
Ao executar este código Portugol nós teremos o seguinte resultado: Informe o seu nome: Fabiana de Carvalho Gomes O seu nome em letras minúsculas é: fabiana de carvalho gomes |
Java ::: Dicas & Truques ::: Data e Hora |
Java para iniciantes - Como usar a classe Date em suas aplicações JavaQuantidade de visualizações: 14433 vezes |
A classe Date pertence ao pacote java.util, e, embora muitos de seus métodos estejam em desuso (Deprecated), ainda encontraremos muito código Java que usa esta classe para trabalhar com datas e horas. Veja sua posição na hierarquia de classes Java:java.lang.Object java.util.Date Esta classe implementa as interfaces Serializable, Cloneable e Comparable<Date> e suas subclasses conhecidas são Date, Time, Timestamp (todas do pacote java.sql). As informações abaixo podem ser encontradas na documentação da classe Date. A classe Date representa um momento específico no tempo, com uma precisão de milisegundos. Antes do JDK 1.1, esta classe tinha duas funções adicionais. Ela permitia a interpretação de datas como valores de ano, mês, dia, hora, minuto e segundo. Também permitia a formatação e parsing de strings de datas. Infelizmente, a API para estas funções não facilitava a internacionalização. Assim, a partir do JDK 1.1, a classe Calendar deve ser usada para converter entre campos de datas e horas e a classe DateFormat deve ser usada para formatar e fazer o parsing de strings de datas. Os métodos correspondentes a estas funções estão em desuso (Deprecated) na classe Date. Embora a classe Date tenha sido projetada para refletir a hora universal coordenada (Coordinated Universal Time - UTC), ela pode não ser capaz de fazer isso corretamente, dependendo do sistema no qual a Java Virtual Machine esteja sendo executada. A grande maioria dos sistemas operacionais modernos assume que 1 dia = 24 × 60 × 60 = 86400 segundos em todos os casos. No UTC, contudo, de dois em dois anos, aproximadamente, há um segundo extra, chamado de "leap second" (a mesma idéia do ano bissexto). O leap second é sempre adicionado como o último segundo do dia e sempre nos dias 31 de dezembro ou 30 de junho. Por exemplo, o último minuto do ano de 1995 teve 61 segundos, graças ao segundo extra que foi adicionado. A maioria dos relógios dos computadores não são precisos o suficiente para refletir a distinção do leap second. Alguns padrões de computadores são definidos em termos da hora de Greenwich (Greenwich mean time - GMT), que é o equivalente ao Universal Time (UT). GMT é o nome "civil" para o padrão, UT é o nome "científico" para o mesmo padrão. A distinção entre UTC e UT é que UTC é baseado em um relógio atômico e UT é baseado em observações astronômicas, o que para todos os propósitos práticos não traz diferença significativa. Devido à rotação da terra não ser uniforme (ela desacelera ou acelera de formas complicadas), O UT nem sempre flui uniformente. Segundos extras (Leap seconds) são inseridos conforme necessário no UTC de forma a mantê-lo dentro dos 0.9 segundos do UT1, que é uma versão do UT com algumas correções aplicadas. Há outros sistemas de datas e horas também; por exemplo, a escala de tempo pelo sistema de posicionamento global baseado em satélite (satellite-based global positioning system - GPS) é sincronizado com o UTC mas não é ajustado para os segundos extras. Em todos os métodos da classe Date que aceitam ou retornam valores de ano, mês, dia, hora, minuto e segundos, as seguintes representações são usadas:
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