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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

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Card 1 de 7
O que é Empuxo na Hidrostática?

Empuxo é a força exercida pelos fluidos em corpos submersos, total ou parcialmente. Também conhecido como teorema de Arquimedes.

A pressão do fluido sobre o corpo produz uma força resultante com a direção do peso, mas com o sentido contrário, de baixo para cima.

Qual é a fórmula do Empuxo?

A fórmula do empuxo na Hidrostática pode ser definida como:

\[E = d_f \cdot V_f \cdot g \]

Onde:

E é o módulo do empuxo, medido em Newtons (N);

df é a densidade do fluido, medida em kg/m3;

Vf é o volume do fluido deslocado, medido em m3;

g é a aceleração da gravidade, medida em m/s2.

A intensidade do empuxo é igual a do peso do volume de fluido deslocado, e age no centro de gravidade desse volume.

O empuxo é o produto entre três valores: densidade do fluido, volume de fluido deslocado e aceleração da gravidade.

A densidade é uma característica própria do fluido. Existem tabelas que oferecem valores de densidade para vários fluidos.

Para água a 4°C, a densidade é 1 g/cm3 ou 1.000 kg/m3.
Para o ar, a 20°C e pressão de 1 atmosfera, a densidade é de 0,0012 g/cm3 ou 1,2 kg/m3.

O volume de fluido deslocado depende da geometria do corpo, e se ele está total ou parcialmente submerso. Quanto maior o volume do corpo, mais líquido ele descola, logo, maior será o empuxo.

A aceleração da gravidade é de, aproximadamente, 9,81 m/s2.

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C ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como abrir ou criar arquivos em C usando a função fopen()

Quantidade de visualizações: 67340 vezes
Há muitas situações nas quais precisamos ler ou gravar dados em arquivos a partir de nossos programas C. O primeiro passo para esta tarefa é aprender a usar a função fopen(). Esta função é a responsável por conectar um ponteiro de arquivos ao arquivo que queremos manipular. Veja sua assinatura:

FILE *fopen(const char *nome, const char *modo);


O parâmetro nome é uma string que indica o nome do arquivo a ser aberto ou criado. O parâmetro modo indica se o arquivo será aberto para leitura, escrita ou ambos.

Antes de continuarmos, veja um trecho de código que tenta abrir um arquivo chamado "testes.txt" localizado no diretório "c:\":

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  FILE *arquivo = fopen("c:\\testes.txt", "r");

  // testa se o arquivo foi aberto com sucesso
  if(arquivo != NULL)
    printf("Arquivo foi aberto com sucesso.");
  else
    printf("Nao foi possivel abrir o arquivo.");

  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Veja que a primeira linha declara um ponteiro para a estrutura FILE e atribui a este ponteiro o resultado de uma chamada à função fopen(). Se o arquivo for aberto com sucesso, poderemos manipulá-lo a partir do ponteiro *arquivo. Do contrário, o valor NULL será retornado.

A linguagem C padrão permite a definição dos seguintes modos de abertura de arquivos:

a - abre um arquivo para inserção. Se o arquivo não existir, o sistema operacional tentará criá-lo.

r - abre um arquivo existente para leitura.

w - abre um arquivo para escrita. Se o arquivo não existir, o sistema operacional tentará criá-lo. Se o arquivo existir, todo o seu conteúdo será substituído pelo novo conteúdo.

r+ - abre um arquivo existente para leitura e gravação.

w+ - abre um arquivo para leitura e escrita. Se o arquivo não existir, o sistema operacional tentará criá-lo. Se o arquivo existir, todo o seu conteúdo será substituído pelo novo conteúdo.

a+ - abre um arquivo para inserção e leitura. Se o arquivo não existir, o sistema operacional tentará criá-lo.


Python ::: wxPython ::: Eventos e Tratadores de Eventos

Como tratar o evento wx.EVT_PAINT em suas aplicações wxPython - Interfaces gráficas no Python

Quantidade de visualizações: 732 vezes
Nesta dica mostrarei como podemos tratar o evento wx.PaintEvent em suas aplicações wxPython. Este evento é disparado todas as vezes que uma janela é redesenhada, ou seja, quando fazemos o redimensionamento da janela ou a maximizamos.

Veja o código completo para uma aplicação wxPython na qual interceptamos o evento wx.PaintEvent para exibir a hora atual na janela, usando a função dc.DrawText(). Note o uso da função strftime() para formatar o conteúdo de um objeto datetime.

# vamos importar o framework wxPython 
import wx
# mais alguns imports necessários
from datetime import datetime
import locale

# classe que representará a janela principal da
# aplicação wxPython
class JanelaPrincipal(wx.Frame):
  # o método construtor
  def __init__(self, *args, **kw):
    # chama o construtor da classe wx.Frame
    super(JanelaPrincipal, self).__init__(*args, **kw)

    # Configurações do usuário
    locale.setlocale(locale.LC_ALL, '')

    # chama a função que inicializa a GUI
    self.InicializarGUI()

  # método usado para gerenciar o evento OnPaint
  def OnPaint(self, e):
    # Obtém um datetime da data e hora atual
    hoje = datetime.today()
    
    # vamos obter o contexto de desenho
    dc = wx.PaintDC(self)
    texto = "Evento OnPaint gerado às: {0}".format(
      hoje.strftime("%X"))
    dc.DrawText(texto, 20, 20)

  # função que inicializa a GUI do programa
  def InicializarGUI(self):
    self.Bind(wx.EVT_PAINT, self.OnPaint)
    
    # definimos o tamanho da janela
    self.SetSize((450, 350))
    # define a cor de fundo da janela (Windows 10)
    self.SetBackgroundColour(wx.WHITE)
    # definimos o título da janela
    self.SetTitle('O evento OnPaint')
    # e centralizamos a janela
    self.Centre()

# função principal do programa Python
def main():
  # vamos criar a aplicação wxPython
  app = wx.App()
  janela_principal = JanelaPrincipal(None)
  janela_principal.Show()
  app.MainLoop()

if __name__ == "__main__":
  main()



Java ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Estruturas de Controle

Exercício Resolvido de Java - Como testar se um ano é bissexto em Java - Um programa que lê um ano com quatro dígitos e informa se ele é bissexto ou não

Quantidade de visualizações: 3467 vezes
Pergunta/Tarefa:

Chama-se ano bissexto o ano ao qual é acrescentado um dia extra, ficando ele com 366 dias, um dia a mais do que os anos normais de 365 dias, ocorrendo a cada quatro anos (exceto anos múltiplos de 100 que não são múltiplos de 400). Isto é feito com o objetivo de manter o calendário anual ajustado com a translação da Terra e com os eventos sazonais relacionados às estações do ano. O último ano bissexto foi 2012 e o próximo será 2016.

Um ano é bissexto se ele for divisível por 4 mas não por 100, ou se for divisível por 400.

Escreva um programa Java que pede ao usuário um ano com quatro dígitos e informa se ele é bissexto ou não.

Sua saída deverá ser parecida com:

Informe o ano: 2024
O ano informado é bissexto.
Resposta/Solução:

Veja a resolução comentada deste exercício usando Java console:

package estudos;

import java.util.Scanner;

public class Estudos {
  public static void main(String[] args) {
    Scanner entrada = new Scanner(System.in);  
    
    // vamos solicitar que o usuário informe um ano
    System.out.print("Informe o ano: ");
    int ano = Integer.parseInt(entrada.nextLine());
    
    // vamos verificar se o ano informado é bissexto
    if(((ano % 4 == 0) && (ano % 100 != 0)) || (ano % 400 == 0)){
      System.out.println("O ano informado é bissexto.");  
    }
    else{
      System.out.println("O ano informado não é bissexto.");  
    }
    
    System.out.println("\n");
  }
}



Java ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Programação Orientada a Objetos

POO - Programação Orientada a Objetos - Exercícios Resolvidos de Java - Ex. 2 - A classe Circulo (construtores, métodos, getters e setters e encapsulamento)

Quantidade de visualizações: 20762 vezes
Pergunta/Tarefa:

Escreva uma classe Circulo para representar círculos. Esta classe deverá conter os seguintes atributos e métodos:

a) Uma variável privada do tipo double chamada raio que guardará o valor do raio atual do circulo.

b) Métodos get() e set() públicos que permitem definir e acessar o valor da variável raio.

c) Um construtor que recebe o valor do raio como argumento.

d) Um método getArea() que calcula e retorna a área do círculo.

e) Um método getCircunferencia() que calcula e retorna a circunferência do círculo.

f) Um método aumentarRaio() que recebe um valor double e o usa como percentual para aumentar o raio do círculo.

Crie uma classe contendo um método main() para testar a funcionalidade da classe Circulo. Eis um exemplo de entrada e saída:



Resposta/Solução:

Veja a resolução comentada deste exercício usando Java console:

Circulo.java:

package estudos;

public class Circulo{
  private double raio; // guarda o raio atual do círculo

  // construtor que recebe o valor do raio como argumento
  public Circulo(double raio){
    this.raio = raio;  
  }
  
  // permite obter o raio do círculo
  public double getRaio(){
    return raio;
  }

  // permite definir o raio do círculo
  public void setRaio(double raio){
    this.raio = raio;
  }
  
  // obtém a área do círculo
  public double getArea(){
    double area = Math.PI * Math.pow(this.raio, 2); 
    return area;  
  }
  
  // obtém a circunferência do círculo
  public double getCircunferencia(){
    double circunferencia = (2 * Math.PI) * this.raio; 
    return circunferencia;  
  }
  
  // permite aumentar o raio de acordo com uma porcentagem fornecida
  public void aumentarRaio(double porcentagem){
    this.raio = this.raio + (porcentagem / 100.0) * this.raio;    
  }
}

Veja agora o método main() que nos permite testar a funcionalidade da classe Circulo:

package estudos;

import java.util.Scanner;

public class Estudos {
  public static void main(String[] args) {
    // vamos criar uma instância da classe Circulo
    Scanner entrada = new Scanner(System.in);
    System.out.print("Informe o raio do círculo: ");
    double raio = Double.parseDouble(entrada.nextLine());
    Circulo c = new Circulo(raio);
    
    // vamos mostrar o valor do raio atual
    System.out.println("Raio: " + c.getRaio());
    // vamos mostrar a área
    System.out.println("Área: " + c.getArea() + " metros quadrados");
    // vamos mostrar a circunferência
    System.out.println("Circunferência: " + c.getCircunferencia() + " metros");
    
    // vamos aumentar o raio do circulo em uma determinada porcentagem
    System.out.print("\nInforme o percentual de aumento do raio: ");
    double percentual = Double.parseDouble(entrada.nextLine());
    c.aumentarRaio(percentual);
    
    // vamos mostrar o valor do raio atual
    System.out.println("Raio: " + c.getRaio());
    // vamos mostrar a área
    System.out.println("Área: " + c.getArea() + " metros quadrados");
    // vamos mostrar a circunferência
    System.out.println("Circunferência: " + c.getCircunferencia() + " metros");
  }
}



JavaScript ::: ECMAScript 5 - JavaScript 5 - ES5 - ECMAScript 2009 ::: Passos Iniciais

Como usar a diretiva "use strict" do ECMAScript 5 em seus códigos JavaScript

Quantidade de visualizações: 1469 vezes
À medida que a linguagem JavaScript foi ganhando popularidade, as pessoas responsáveis por sua manutenção perceberam a necessidade de torná-la um pouco mais restritiva em relação a erros de programação que até então não eram vistos pelos navegadores como erros. Vamos ver um exemplo? Considere o código JavaScript a seguir:

<html>
<head>
  <title>Estudos PHP</title>
</head>
 
<body>

<script type="text/javascript">
  total_cliente = 100;
  document.writeln("Total: " + total_cliente); 
</script>

</body>
</html>

Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado:

Total: 100

Note que, embora o código tenha funcionado como esperado, nós não usamos a palavra-chave "var" (ou "let" ou "const") na declaração da variável total_cliente. Quando não fazemos isso, o interpretador realiza esta tarefa por conta própria, declarando e colocando a variável como global.

Até aqui nenhum problema. A questão surge quando queremos que esta variável seja usada localmente, ou ainda, quando queremos indicar, para quem estiver lendo o nosso código, o ponto exato onde uma determinada variável foi declarada.

A partir do ECMAScript 5 (JavaScript 5 - ES5 - ECMAScript 2009) nós podemos usar o modo "use strict" para exibir erros sempre que uma variável não declarada (com "var", "let" ou "const" sofra atribuição ou leitura. Dessa forma nossos códigos serão mais seguros, pois o interpretador não mais colocará variáveis no escopo global sem nosso consentimento explícito.

Veja agora o mesmo trecho de código anterior, dessa vez usando "use strict":

<html>
<head>
  <title>Estudos PHP</title>
</head>
 
<body>

<script type="text/javascript">
  "use strict"
  total_cliente = 100;
  document.writeln("Total: " + total_cliente); 
</script>

</body>
</html>

Agora o código não mais executa, e temos a seguinte mensagem de erro no console do Google Chrome ou Firefox:

Uncaught ReferenceError: total_cliente is not defined
at index.html:10

Neste exemplo eu usei "use strict" de forma a refletir em todos os códigos JavaScript a partir daquele ponto. No entanto, é possível colocar essa diretiva em locais expecíficos, tais como dentro do corpo de uma função.


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de JavaScript

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