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Card 1 de 75
O regime de escoamento laminar

O regime laminar na hidrologia refere-se ao tipo de fluxo de água que ocorre em um corpo d'água, como um rio ou um lago, onde o movimento da água é suave e ordenado. Nesse regime, as camadas de água deslizam umas sobre as outras de maneira paralela, sem causar turbulência.

Esse tipo de fluxo é caracterizado por um baixo número de Reynolds, o que significa que a viscosidade da água é predominante em relação às forças inerciais. O regime laminar é comum em águas calmas ou em seções de rios com baixa inclinação e velocidade de fluxo.

O entendimento do regime laminar é importante para a modelagem de transporte de sedimentos, a qualidade da água e a gestão de recursos hídricos, pois influencia a dinâmica do ecossistema aquático e a erosão das margens.

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JavaScript ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas

JavaScript para Trigonometria - Como converter radianos em graus na linguagem JavaScript

Quantidade de visualizações: 4117 vezes
Todas os métodos e funções trigonométricas em JavaScript recebem seus argumentos em radianos, em vez de graus. Um exemplo disso é a função sin() do objeto Math. Esta função recebe o ângulo em radianos e retorna o seu seno.

No entanto, há momentos nos quais precisamos retornar alguns valores como graus. Para isso é importante sabermos fazer a conversão de radianos para graus. Veja a fórmula abaixo:

\[Graus = Radianos \times \frac{180}{\pi}\]

Agora veja como esta fórmula pode ser escrita em código JavaScript (incluindo a página HTML):

<!doctype html>
<html>
<head>
 <title>Estudos JavaScript</title>
</head>
<body>

<script type="text/javascript">
   // valor em radianos
   var radianos = 1.5;
   // obtém o valor em graus
   var graus = radianos * (180 / Math.PI);
   // mostra o resultado
   document.writeln(radianos + " radianos convertidos para " +
     "graus é " + graus);
</script>

</body>
</html>

Ao executarmos este código JavaScript nós teremos o seguinte resultado:

1.5 radianos convertidos para graus é 85.94366926962348

Para fins de memorização, 1 radiano equivale a 57,2957795 graus.


C++ ::: Dicas & Truques ::: Ponteiros, Referências e Memória

Como usar ponteiros em C++ - Apostila de C++ para iniciantes

Quantidade de visualizações: 8407 vezes
Antes de pensarmos em ponteiros, é importante nos lembrarmos de alguns aspectos referentes à variáveis. Dependendo do seu conhecimento de programação, você deve saber que variáveis possuem nomes que as identificam durante a execução do programa. Você deve saber também que uma variável armazena um valor (que pode ser fixo, no caso de uma constante, ou pode mudar durante a execução de seus códigos).

O que poucos programadores se lembram é que uma variável possui um endereço, e que o nome da variável não é nada mais que um apelido para a localização deste endereço. Desta forma, um ponteiro não é nada mais que um tipo especial de variável que armazena o endereço de outra. Veja um exemplo:

#include <iostream>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  // variável do tipo int
  int valor = 10;

  // ponteiro para uma variável do tipo int
  int *p = &valor;

  // exibe o valor da variável "valor", apontada
  // pelo ponteiro p
  cout << *p << endl;

  system("PAUSE"); // pausa o programa
  return EXIT_SUCCESS;
}

Neste código nós temos a declaração e definição de duas variáveis:

int valor = 10;
int *p = &valor;

A primeira variável é uma variável do tipo int e a segunda é um ponteiro para uma variável do tipo int. Veja que devemos sempre usar "*" antes do nome de um ponteiro em sua declaração. O símbolo "&" serve para indicar que estamos acessando o endereço de uma variável e não o seu conteúdo. O resultado destas duas linhas é que agora temos um ponteiro que nos permite acessar e manipular a variável valor.

Observe a linha:

 
cout << *p << endl;

Aqui nós estamos acessando o valor da variável apontada por p. Veja o uso do símbolo "*" para acessar o valor da variável. Isso é chamado de desreferenciamento de ponteiros. Pareceu complicado? Veja uma linha de código que altera indiretamente o valor da variável valor para 30:

 
*p = 30;

Ponteiros são ferramentas muito importantes na programação em C++. No entanto, é preciso ter muito cuidado ao lidar com eles. A primeira coisa a ter em mente é que um ponteiro não está apontando para nenhum lugar até que atribuimos a ele o endereço de uma outra variável. E é aí que mora o perigo. Um programa entra em colapso absoluto se tentarmos acessar um ponteiro que aponta para um local de memória que já foi liberado novamente ao sistema. No caso menos grave, estaremos tentando acessar locais de memória inválidos ou reservados a outros programas ou tarefas do sistema operacional. Isso me lembra os velhos tempos da tela azul de morte.


Java ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Métodos, Procedimentos e Funções

Exercício Resolvido de Java - Como converter minutos em segundos em Java usando uma função

Quantidade de visualizações: 1131 vezes
Pergunta/Tarefa:

Escreva um programa Java para converter minutos em segundos. Você deverá criar uma função converter() que receberá, como argumento, um número inteiro representando os minutos e retornará, também como um inteiro, os segundos correspondentes. Os minutos deverão ser informados pelo usuário.

Sua saída deverá ser parecida com:

Informe os minutos: 15
A quantidade de segundos é: 900
Resposta/Solução:

Veja a resolução comentada deste exercício em Java:

package estudos;

import java.util.Scanner;

public class Estudos {
  public static void main(String[] args) {
    // para ler a entrada do usuário
    Scanner entrada = new Scanner(System.in);
    
    // vamos pedir para o usuário informar os minutos
    System.out.print("Informe os minutos: ");
    int minutos = Integer.parseInt(entrada.nextLine());
  
    // agora vamos chamar a função converter() para converter
    // os minutos em segundos
    int segundos = converter(minutos);
  
    // e mostramos o resultado
    System.out.println("A quantidade de segundos é: " + segundos);
  }
  
  // função usada para converter minutos em segundos
  public static int converter(int minutos){
    int segundos = minutos * 60;
    return segundos; 
  }
}



PHP ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Arquivos e diretórios em PHP - Como ler o conteúdo de um arquivo uma linha de cada vez usando a função fgets() do PHP

Quantidade de visualizações: 14066 vezes
Este exemplo mostra como ler o conteúdo de um arquivo uma linha de cada vez usando a função fgets() da linguagem PHP. Observe como usamos a função rtrim() para retirar a quebra de linha do final da linha lida.

Eis o código PHP completo para a dica:

<html>
<head>
<title>Estudando PHP</title>
</head>
<body>
 
<?php
  $arquivo = fopen('dados.txt', 'r');
  if(!$arquivo){
    echo 'Não foi possível abrir o arquivo';
  }
  else{
    while(!feof($arquivo)){
      $linha = fgets($arquivo);
      echo rtrim($linha) . "<br>";
    }
  
    fclose($arquivo);
  }
?>

</body>
</html>

Ao executar este código PHP nós teremos o seguinte resultado:

Esta é a primeira linha do arquivo
Esta é a segunda linha do arquivo
Esta é a terceira linha do arquivo
Esta é a quarta linha do arquivo


C# ::: Coleções (Collections) ::: List<T>

Como usar a classe genérica List<T> do C# em suas aplicações

Quantidade de visualizações: 15992 vezes
A classe genérica List<T> da linguagem C# representa uma lista fortemente tipada de objetos que podem ser acessados por índices. Esta classe fornece métodos para pesquisar, ordenar e manipular seus elementos. Veja sua posição na hierarquia de classes da plataforma .NET:

System.Object
  System.Collections.Generic.List<T>
    System.ServiceModel.Install.Configuration.
  ServiceModelConfigurationSectionCollection
    System.ServiceModel.Install.Configuration.
  ServiceModelConfigurationSectionGroupCollection
    System.Workflow.ComponentModel.ActivityCollection
    System.Workflow.Activities.WorkflowRoleCollection
    System.Workflow.Activities.OperationParameterInfoCollection
    System.Workflow.ComponentModel.Design.
  ActivityDesignerGlyphCollection
    System.Workflow.Runtime.Tracking.ExtractCollection
    System.Workflow.Runtime.Tracking.TrackingAnnotationCollection
    System.Workflow.Runtime.Tracking.TrackingConditionCollection
    System.Workflow.Runtime.Tracking.ActivityTrackingLocationCollection
    System.Workflow.Runtime.Tracking.UserTrackingLocationCollection
    System.Workflow.Runtime.Tracking.ActivityTrackPointCollection
    System.Workflow.Runtime.Tracking.UserTrackPointCollection
    System.Workflow.Runtime.Tracking.WorkflowTrackPointCollection

Esta classe implementa também as interfaces IList<T>, ICollection<T>, IEnumerable<T>, IList, ICollection e IEnumerable.

A classe List<T> é a equivalente genérica da classe ArrayList. Ela implementa a interface genérica IList<T> usando um array (matriz) cujo tamanho é dinamicamente aumentado de acordo com a necessidade. Esta classe usa tanto um comparador de igualdade quanto um de ordenação.

Os métodos tais como Contains(), IndexOf(), LastIndexOf() e Remove() usam um comparador de igualdade para os elementos da lista. O comparador de igualdade padrão para o tipo T é definido segundo as seguintes regras: Se o tipo T implementar a interface genérica IEquatable<T>, então o comparador de igualdade é o método Equals(T) dessa interface. Caso contrário, o comparador de igualdade padrão é Object.Equals(Object).

Os métodos tais como BinarySearch() e Sort() usam um comparador de ordenação para os elementos da lista. O comparador padrão para o tipo T é definido da seguinte forma: Se o tipo T implementar a interface genérica IComparable<T>, então o comparador padrão é o método CompareTo(T) dessa interface. Caso contrário, se o tipo T implementar a interface não-genérica IComparable, então o comparador padrão é o método CompareTo(Object) dessa interface. Se o tipo T não implementar nenhuma destas duas interfaces, então não haverá comparador padrão, e um comparador ou delegate de comparação deve ser fornecido explicitamente.

Uma lista List<T> não fornece garantias quanto à sua ordenação. Devemos ordená-la por conta própria antes de efetuar algumas operações (tais como BinarySearch) que exigem que a List<T> esteja ordenada. Os elementos em uma coleção do tipo List<T> podem ser acessados usando índices (que começam a partir de 0). Uma List<T> aceita o valor null como valor válido para tipos referência e aceita elementos duplicados.

Em relação à performance, a documentação do .NET afirma que, embora List<T> e ArrayList possuam funcionalidade semelhante, a classe List<T> possui uma performance melhor na maioria dos casos, além de ser type safe (oferece segurança de tipos).

Veja um trecho de código no qual criamos uma List<T> de inteiros, inserimos alguns valores e usamos o laço foreach para percorrer a lista e exibir os valores dos elementos:

static void Main(string[] args){
  // vamos criar um objeto da classe List<T>
  List<int> valores = new List<int>();

  // vamos inserir três valores na lista
  valores.Add(5);
  valores.Add(2);
  valores.Add(9);

  // vamos usar o laço foreach para percorrer os elementos
  // na lista
  foreach(int v in valores){
    Console.WriteLine(v);    
  }

  // vamos pausar a execução
  Console.ReadKey();
}



Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de C#

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