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C ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes) |
Como testar se uma matriz é uma matriz identidade usando CQuantidade de visualizações: 2184 vezes |
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Seja M uma matriz quadrada de ordem n. A matriz M é chamada de Matriz Identidade de ordem n (indicada por In) quando os elementos da diagonal principal são todos iguais a 1 e os elementos restantes são iguais a zero. Para melhor entendimento, veja a imagem de uma matriz identidade de ordem 3, ou seja, três linhas e três colunas: ![]() Veja um código C completo no qual nós declaramos uma matriz quadrada de ordem 3, pedimos para o usuário informar os valores de seus elementos e no final informamos se a matriz é uma matriz identidade ou não:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <locale.h>
int main(int argc, char *argv[]){
setlocale(LC_ALL,""); // para acentos do português
int n = 3; // ordem da matriz quadrada
int matriz[n][n]; // matriz quadrada
int i, j, linha, coluna;
int identidade = 1;
// vamos pedir para o usuário informar os elementos da matriz
for (i = 0; i < n; i++){
for (j = 0; j < n; j++) {
printf("Elemento na linha %d e coluna %d: ", (i + 1), (j + 1));
scanf("%d", &matriz[i][j]);
}
}
// agora verificamos se a matriz é uma matriz identidade
for(linha = 0; linha < n; linha++){
for(coluna = 0; coluna < n; coluna++){
if(matriz[linha][coluna] != 1 && matriz[coluna][linha] != 0){
identidade = 0;
break;
}
}
}
// agora mostramos a matriz lida
printf("\n");
for (i = 0; i < n; i++) {
for (j = 0; j < n; j++) {
printf("%d ", matriz[i][j]);
}
printf("\n");
}
if (identidade){
printf("\nA matriz informada é uma matriz identidade.");
}
else{
printf("\nA matriz informada não é uma matriz identidade.");
}
printf("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado: Elemento na linha 1 e coluna 1: 1 Elemento na linha 1 e coluna 2: 0 Elemento na linha 1 e coluna 3: 0 Elemento na linha 2 e coluna 1: 0 Elemento na linha 2 e coluna 2: 1 Elemento na linha 2 e coluna 3: 0 Elemento na linha 3 e coluna 1: 0 Elemento na linha 3 e coluna 2: 0 Elemento na linha 3 e coluna 3: 1 1 0 0 0 1 0 0 0 1 A matriz informada é uma matriz identidade. |
Python ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística |
Como corrigir o problema da divisão com inteiros em Python (versões anteriores a 3.0)Quantidade de visualizações: 11095 vezes |
A divisão em Python (na versão 2.5), quando feita com operandos do tipo inteiro, resultará em um número inteiro, ou seja, o resultado será arredondado para o menor inteiro mais próximo. Veja:v1 = 5 v2 = 2 res = v1 / v2 print res Aqui fica claro que o resultado deveria ser 2,5. Porém, ao exibirmos o valor da variável res, vemos que ela armazena 2. Veja agora este novo exemplo: v1 = 5.0 v2 = 2 res = v1 / v2 print res Agora o resultado é o que esperamos: 2,5. Isso aconteceu porque um dos operandos é um valor do tipo ponto-flutuante. Dessa forma, o interpretador fará a promoção do outro operando (de inteiro para ponto-flutuante) e o comportamento do operador de divisão será o correto. Então lembre-se: divisão por inteiros, resultado também em inteiro. Se não é isso que deseja, faça com que pelo menos um dos operandos seja do tipo ponto-flutuante. Existe uma forma de forçar o interpretador a se comportar de forma correta também com inteiros. Veja: # força o novo comportamento do operador # de divisão from __future__ import division v1 = 5 v2 = 2 res = v1 / v2 print res Agora o resultado será 2,5. A chave para isso está na linha: from __future__ import division Esta linha importa a nova forma de divisão para seus programas Python anteriores à versão 3.0. |
Java ::: Java + MySQL ::: Metadados da Base de Dados (Database Metadata) |
Java MySQL - Como obter uma lista das funções de data e hora suportadas pelo MySQL usando o método getTimeDateFunctions() da interface DatabaseMetaDataQuantidade de visualizações: 5768 vezes |
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Em algumas situações gostaríamos de, via código, obter uma lista das funções de data e hora suportadas pelo MySQL. Para isso podemos usar o método getTimeDateFunctions() da interface DatabaseMetaData. É importante observar que, no Sun Microsystem's JDBC Driver for MySQL, a interface DatabaseMetaData é implementada por uma classe do mesmo nome, no pacote com.mysql.jdbc.DatabaseMetaData. E esta classe implementa o método getTimeDateFunctions() de forma a retornar a lista de funções de data e hora separadas por vírgulas. Veja um trecho de código Java no qual listamos todas as funções de data e hora suportados no MySQL 5.0:
package estudosbancodados;
import java.sql.Connection;
import java.sql.DatabaseMetaData;
import java.sql.DriverManager;
import java.sql.SQLException;
public class EstudosBancoDados{
public static void main(String[] args) {
// strings de conexão
String databaseURL = "jdbc:mysql://localhost/estudos";
String usuario = "root";
String senha = "osmar1234";
String driverName = "com.mysql.jdbc.Driver";
try {
Class.forName(driverName).newInstance();
Connection conn = DriverManager.getConnection(databaseURL, usuario, senha);
// vamos obter um objeto da classe com.mysql.jdbc.DatabaseMetaData
DatabaseMetaData dbmd = conn.getMetaData();
// vamos obter a lista de funções de data e hora disponíveis
// nesta versão do MySQL
String funcoesDataHora = dbmd.getTimeDateFunctions();
// como a lista de funções está separada por vírgulas, vamos obter
// uma matriz de strings
String funcoes[] = funcoesDataHora.split(",");
// vamos mostrar o resultado
for(int i = 0; i < funcoes.length; i++){
System.out.println(funcoes[i]);
}
}
catch (SQLException ex) {
System.out.println("SQLException: " + ex.getMessage());
System.out.println("SQLState: " + ex.getSQLState());
System.out.println("VendorError: " + ex.getErrorCode());
}
catch (Exception e) {
System.out.println("Problemas ao tentar conectar com o banco de dados: " + e);
}
}
}
Ao executarmos este código teremos o seguinte resultado: DAYOFWEEK WEEKDAY DAYOFMONTH DAYOFYEAR MONTH DAYNAME MONTHNAME QUARTER WEEK YEAR HOUR MINUTE SECOND PERIOD_ADD PERIOD_DIFF TO_DAYS FROM_DAYS DATE_FORMAT TIME_FORMAT CURDATE CURRENT_DATE CURTIME CURRENT_TIME NOW SYSDATE CURRENT_TIMESTAMP UNIX_TIMESTAMP FROM_UNIXTIME SEC_TO_TIME TIME_TO_SEC |
C ::: Dicas & Truques ::: Ponteiros, Referências e Memória |
Como alocar memória dinâmica usando a função calloc() da linguagem CQuantidade de visualizações: 19167 vezes |
A função calloc() é bem parecida com a função malloc() e também é usada em C para alocarmos um bloco de memória. A diferença é que calloc() recebe a quantidade de elementos e o número de bytes do elemento e retorna um ponteiro do tipo void (genérico) para o início do bloco de memória obtido. Veja sua assinatura:void *calloc(size_t n, size_t size); Se a memória não puder se alocada, um ponteiro nulo (NULL) será retornado. É importante se lembrar de alguns conceitos antes de usar esta função. Suponhamos que você queira alocar memória para um único inteiro. Você poderia ter algo assim: // aloca memória para um int ponteiro = calloc(1, 4); Embora este código esteja correto, não é um boa idéia assumir que um inteiro terá sempre 4 bytes. Desta forma, é melhor usar o operador sizeof() para obter a quantidade de bytes em um inteiro em uma determinada arquitetura. Veja: // aloca memória para um int ponteiro = calloc(1, sizeof(int)); Eis o código completo para um aplicativo C que mostra como alocar memória para um inteiro e depois atribuir e obter o valor armazenado no bloco de memória alocado:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
int main(int argc, char *argv[])
{
// ponteiro para uma variável do tipo inteiro
int *ponteiro;
// aloca memória para um int
ponteiro = calloc(1, sizeof(int));
// testa se a memória foi alocada com sucesso
if(ponteiro)
printf("Memoria alocada com sucesso.\n");
else
printf("Nao foi possivel alocar a memoria.\n");
// atribui valor à memória alocada
*ponteiro = 45;
// obtém o valor atribuído
printf("Valor: %d\n\n", *ponteiro);
// libera a memória
free(ponteiro);
system("PAUSE");
return 0;
}
Uma aplicação interessante da função calloc() é quando precisamos construir uma matriz dinâmica. Veja como isso é feito no código abaixo:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
int main(int argc, char *argv[])
{
int i;
// quantidade de elementos na matriz
int quant = 10;
// ponteiro para o bloco de memória
int *ponteiro;
// aloca memória para uma matriz de inteiros
ponteiro = calloc(quant, sizeof(int));
// testa se a memória foi alocada com sucesso
if(ponteiro)
printf("Memoria alocada com sucesso.\n");
else{
printf("Nao foi possivel alocar a memoria.\n");
exit(1);
}
// atribui valores aos elementos do array
for(i = 0; i < quant; i++){
ponteiro[i] = i * 2;
}
// exibe os valores
for(i = 0; i < quant; i++){
printf("%d ", ponteiro[i]);
}
// libera a memória
free(ponteiro);
printf("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
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C ::: Fundamentos da Linguagem ::: Métodos, Procedimentos e Funções |
Apostila C para iniciantes - Como escrever suas próprias funções em CQuantidade de visualizações: 11150 vezes |
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As funções na linguagem C têm por objetivo dividir nossos programas em partes menores. Em vez de colocar todo o nosso código na função main() nós podemos criar nossas próprias funções e, desta forma, agrupar funcionalidades relacionadas. Suponha que estejamos desenvolvendo um editor de texto em C. Poderíamos então ter funções que abrem o arquivo a ser exibido no editor, que salvam o arquivo, que verificam se houve alterações no texto, etc. E a maior vantagem disso é que conseguimos promover o reaproveitamento de código, uma vez que, diferente da função main(), as funções disponíveis na linguagem e aquelas que nós mesmos criamos podem ser chamadas mais de uma vez durante a execução do programa. Então, já sabemos que uma função não é nada mais que um bloco de códigos situado fora da função main() e que pode ser chamado a partir da função main() ou de outras funções no programa. Sendo assim, vamos escrever nossa primeira função em C. Veja o código a seguir:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
// uma função que escreve uma frase
// na tela
void escrever(void){
printf("Sou uma funcao");
}
int main(int argc, char *argv[]){
// efetua uma chamada à função escrever
escrever();
puts("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
Neste programa nós temos uma função chamada escrever() que apenas escreve uma frase na tela. Note o uso de void para indicar que a função não retorna nada e não aceita nenhum argumento. Alguns compiladores (tais como Dev-C++) não exigem que coloquemos void para indicar a ausência de parâmetros na função. Assim, a função acima pode ser reescrita da seguinte forma:
void escrever(){
printf("Sou uma funcao");
}
Importante notar que, dentro do corpo de uma função, podemos inserir a quantidade de código que desejarmos. Isso é importante, uma vez que a tarefa realizada por uma função pode não ser tão simples quanto o exemplo que usamos até este ponto. Veja um programa que contém uma função personalizada mais elaborada. Note as duas chamadas a esta função a partir da função main():
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
// uma função que escreve uma frase
// na tela
void escrever(){
char nome[] = "Osmar J. Silva";
printf("Ola, meu nome e %s\n", nome);
}
int main(int argc, char *argv[]){
printf("Sou main. Vou chamar a funcao escrever()\n");
// efetua uma chamada à função escrever
escrever();
// efetua outra chamada à função escrever
escrever();
printf("Acabei de efetuar chamadas a funcao escrever()");
puts("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
Funções podem receber argumentos e retornar valores. E quando isso acontece nós estamos realmente escrevendo funções úteis. Quando perceber que já aprendeu a escrever funções simples como as demonstradas nesta dica, volte sua atenção para as funções mais elaboradas que tratamos em outras dicas relacionadas. |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de C |
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