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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

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Card 1 de 75
O regime de escoamento laminar

O regime laminar na hidrologia refere-se ao tipo de fluxo de água que ocorre em um corpo d'água, como um rio ou um lago, onde o movimento da água é suave e ordenado. Nesse regime, as camadas de água deslizam umas sobre as outras de maneira paralela, sem causar turbulência.

Esse tipo de fluxo é caracterizado por um baixo número de Reynolds, o que significa que a viscosidade da água é predominante em relação às forças inerciais. O regime laminar é comum em águas calmas ou em seções de rios com baixa inclinação e velocidade de fluxo.

O entendimento do regime laminar é importante para a modelagem de transporte de sedimentos, a qualidade da água e a gestão de recursos hídricos, pois influencia a dinâmica do ecossistema aquático e a erosão das margens.

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C ::: Dicas & Truques ::: Struct (Estruturas, Registros)

Linguagem C para iniciantes - Como usar estruturas (struct) em C

Quantidade de visualizações: 69166 vezes
Vetores e matrizes (arrays) são muito importantes quando precisamos agrupar várias variáveis de um mesmo tipo de dados. Porém, há casos em que precisamos agrupar variáveis de diferentes tipos. Para estes casos a linguagem C nos fornece as estruturas (struct). Veja como declará-las:

// uma estrutura Pessoa
struct Pessoa
{
  char *nome;
  int idade;
};

Veja que esta estrutura possui dois tipos de dados diferentes: um ponteiro para uma cadeia de caracteres e uma variável do tipo int.

Para declarar variáveis do tipo Pessoa você tem duas opções. A primeira consiste em declarar as variáveis juntamente com a declaração da estrutura. Veja:

// uma estrutura Pessoa
struct Pessoa
{
  char *nome;
  int idade;
}pessoa, cliente, chefe;

A outra forma consiste em declarar a variável no local no qual ela será usada. Esta forma é mais prática. Veja um exemplo completo de como isso é feito:

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

// uma estrutura Pessoa
struct Pessoa
{
  char *nome;
  int idade;
};

int main(int argc, char *argv[])
{
  // declara uma variável do tipo struct
  struct Pessoa cliente;
  cliente.nome = "Osmar J. Silva";
  cliente.idade = 36;

  // obtém os dados
  printf("O nome do cliente e: %s\n", cliente.nome);
  printf("A idade do cliente e: %d\n", cliente.idade);

  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}



Java ::: Tratamento de Erros ::: Erros de Tempo de Execução

Como tratar o erro StringIndexOutOfBoundsException em seus programas Java - A exceção StringIndexOutOfBoundsException da linguagem Java

Quantidade de visualizações: 12551 vezes
A exceção StringIndexOutOfBoundsException é uma exceção (erro) que acontece quando fornecemos um índice fora dos limites permitidos para o acesso de caracteres individuais em uma string, geralmente usando o método charAt. Lembre-se de que os índices dos caracteres em uma string Java começam em 0 e vão até o tamanho da string menos 1.

Antes de vermos os exemplos, observe a posição da classe pública StringIndexOutOfBoundsException na hierarquia de classes da plataforma Java:

java.lang.Object
  java.lang.Throwable
    java.lang.Exception
      java.lang.RuntimeException
        java.lang.IndexOutOfBoundsException
          java.lang.StringIndexOutOfBoundsException

Esta classe implementa a interface Serializable.

Veja um trecho de código no qual fornecemos um índice de caractere inválido para o método charAt da classe String:

public class Estudos{
  public static void main(String args[]){
    String nome = "Java";     

    // vamos fornecer um índice inválido
    System.out.println(nome.charAt(4)); 

    System.exit(0);
  }
}

Compile este código e execute-o. Você verá a seguinte mensagem de erro:

Exception in thread "main" 
java.lang.StringIndexOutOfBoundsException: String 
index out of range: 4
  at java.lang.String.charAt(Unknown Source)
  at Estudos.main(Estudos.java:6)

Experimente trocar a linha:

System.out.println(nome.charAt(4));

por:

System.out.println(nome.charAt(3));

Compile novamente e execute. Você verá que a mensagem de erro desapareceu.


Python ::: Python para Engenharia ::: Engenharia Civil - Cálculo Estrutural

Como calcular o Momento Fletor Mínimo e a Excentricidade Mínima de 1ª Ordem de um pilar em Python - Python para Engenharia Civil e Cálculo Estrutural

Quantidade de visualizações: 1168 vezes


O cálculo e dimensionamento de pilares, sejam pilares de canto, extremidade ou intermediários, sempre seguem alguns passos cujas ordens são muito importantes, pois os dados de entrada de um passo podem vir de um ou mais passos anteriores.

Em dicas anteriores do uso da linguagem Python no cálculo de pilares eu mostrei como calcular os esforços solicitantes majorados em pilares e também como calcular o índice de esbeltez de um pilar nas direções x e y.

Nesta dica mostrarei como calcular o Momento Fletor Mínimo e a Excentricidade Mínima de 1ª Ordem de um pilar. Estes dados são muito importantes para a aplicação das fórmulas que embasam a área de aço a ser usada no pilar. Note que a Excentricidade Mínima de 1ª Ordem pode ser desprezada no caso de pilares intermediários (também chamados pilares de centro).

O Momento Fletor Mínimo é o momento mínimo que deve ser considerado, mesmo em pilares nos quais a carga está centrada, e é calculado por meio da seguinte fórmula:

\[M_\text{1d,min} = Nd \cdot (1,5 + (0,03 \cdot h) \]

Onde:

M1d,min é o momento fletor mínimo na direção x ou y em kN.cm.

Nd são os esforços solicitantes majorados em kN.

h é a dimensão do pilar na direção considerada (x ou y) em cm.

A Excentricidade Mínima de 1ª Ordem do pilar pode ser calculada por meio da fórmula:

\[e_\text{1,min} = \frac{M_\text{1d,min}}{Nd} \]

Onde:

e1,min é excentricidade mínima de 1ª ordem na direção escolhida.

Nd são os esforços solicitantes majorados em kN.

Note que, a exemplo do momento fletor mínimo, a excentricidade mínima de 1ª ordem também deve ser calculada nas direções x e y do pilar.

Vamos ao código Python agora? Veja que o código pede para o usuário informar as dimensões do pilar nas direções x e y em centímetros, a carga total que chega ao pilar em kN e mostra o momento fletor mínimo e a excentricidade mínima de 1ª ordem no pilar, tanto na direção x quanto na direção y:

# método principal
def main():
  # vamos pedir as dimensões do pilar
  hx = float(input("Informe a dimensão do pilar na direção x (em cm): "))
  hy = float(input("Informe a dimensão do pilar na direção y (em cm): "))

  # vamos pedir a carga total no pilar em kN
  Nk = float(input("Informe a carga total no pilar (em kN): "))

  # vamos obter o menor lado do pilar (menor dimensão da seção transversal)
  if (hx < hy):
    b = hx
  else:
    b = hy
   
  # agora vamos calcular a área do pilar em centímetros quadrados
  area = hx * hy
 
  # a área está de acordo com a norma NBR 6118 (ABNT, 2014)
  if (area < 360):
    print("A área do pilar não pode ser inferior a 360cm2")
    return

  # vamos calcular a força normal de projeto Nd
  yn = 1.95 - (0.05 * b) # de acordo com a norma NBR 6118 (ABNT, 2014) Tabela 13.1
  yf = 1.4 # regra geral para concreto armado
  Nd = yn * yf * Nk

  # e agora vamos calcular o momento fletor mínimo na direção x do pilar
  M1d_min_x = Nd * (1.5 + (0.03 * hx))

  # e agora vamos calcular o momento fletor mínimo na direção y do pilar
  M1d_min_y = Nd * (1.5 + (0.03 * hy))

  # agora vamos calcular a excentricidade mínima de 1ª ordem na direção x do pilar
  e1x_min = M1d_min_x / Nd

  # e finalmente a excentricidade mínima de 1ª ordem na direção y do pilar
  e1y_min = M1d_min_y / Nd

  # e mostramos os resultados
  print("\nO momento fletor mínimo na direção x é: {0} kN.cm".format(
    round(M1d_min_x, 2)))
  print("O momento fletor mínimo na direção y é: {0} kN.cm".format(
    round(M1d_min_y, 2)))
  print("A excentricidade mínima de 1ª ordem na direção x é: {0} cm".format(
    round(e1x_min, 2)))
  print("A excentricidade mínima de 1ª ordem na direção y é: {0} cm".format(
    round(e1y_min, 2)))

if __name__== "__main__":
  main()

Ao executar este código Python nós teremos o seguinte resultado:

Informe a dimensão do pilar na direção x (em cm): 40
Informe a dimensão do pilar na direção y (em cm): 19
Informe a carga total no pilar (em kN): 841.35

O momento fletor mínimo na direção x é: 3180.3 kN.cm
O momento fletor mínimo na direção y é: 2438.23 kN.cm
A excentricidade mínima de 1ª ordem na direção x é: 2.7 cm
A excentricidade mínima de 1ª ordem na direção y é: 2.07 cm


MySQL ::: Dicas & Truques ::: Chaves, Índices e Restrições de Integridade Referencial

Como criar chaves estrangeiras no MySQL - Como criar Foreign Keys em tabelas do MySQL

Quantidade de visualizações: 90760 vezes
O que é chave estrangeira (foreign key)?

O papel da chave estrangeira é manter uma referência a um registro presente em outra tabela. Imagine o seguinte cenário. Temos uma tabela livros e uma tabela autores. Neste cenário, um autor pode escrever vários livros e um livro pode ser escrito somente por um determinado autor. Aqui temos uma relação 1:N, ou seja, um para muitos: um autor pode escrever zero, um ou vários livros.

Comece analisando a tabela autores:

Field    Type               Null   Key    Default   Extra    
id       int(10) unsigned   NO     PRI    -         auto_increment    
nome     varchar(45)        NO            -                
email    varchar(45)        NO            -                
Como podemos ver, esta tabela possui três campos: id, nome e email. O campo id é do tipo int, auto-incremento e é a chave primária da tabela (não poderá haver ids repetidos nem o valor NULL). Esta tabela foi criada com o seguinte comando DDL CREATE TABLE:

CREATE TABLE autores(
  id int(10) unsigned NOT NULL auto_increment,
  nome varchar(45) NOT NULL,
  email varchar(45) NOT NULL,
  PRIMARY KEY(id)
)ENGINE=InnoDB;

Analise agora a tabela livros:

Field      Type                Null    Key    Default    Extra    
id         int(10) unsigned    NO      PRI    -          auto_increment    
titulo     varchar(45)         NO             -               
paginas    int(10) unsigned    NO             -               
id_autor   int(10) unsigned    NO             -               
Note que esta tabela possui os campos id, titulo, paginas e id_autor. Veja o comando DDL CREATE TABLE usado para sua criação:

CREATE TABLE livros(
  id INTEGER UNSIGNED NOT NULL DEFAULT NULL AUTO_INCREMENT,
  titulo VARCHAR(45) NOT NULL,
  paginas INTEGER UNSIGNED NOT NULL,
  id_autor INTEGER UNSIGNED NOT NULL,
  PRIMARY KEY(id)
)ENGINE = InnoDB;

O campo id é do tipo int, auto-incremento e foi marcado como chave primária. Dessa forma, o campo id identifica unicamente cada livro. O campo id_autor é do tipo int e sua função é guardar o id do autor que escreveu um determinado livro. Ao trazer o valor do campo id da tabela autores para o campo id_autor da tabela livros nós estamos relacionando as duas tabelas. O campo id_autor, neste cenário, é a chave estrangeira, pois seu valor sempre refletirá o valor do campo id da tabela autores (a única exceção é quando queremos deixar, temporariamente, um livro sem autor). Lembre-se, em uma relação 1:N, a chave estrangeira, em geral, ficará no lado N da relação.

Integridade Referencial (Restrições de Chave Estrangeira) - Referential Integrity (Foreign Key Constraints)

Imagine agora que você inseriu alguns registros na tabela autores e na tabela livros. Todas as vezes que o valor do campo id_autor na tabela livros for igual ao valor do campo id na tabela autores nós estaremos criando um relação autor-livro. É possível, a qualquer momento, listar um livro e saber de imediato o id do seu autor (isso permite fazer um join com a tabela autores para obter os dados do respectivo autor).

Mas, o que acontecerá se excluirmos um registro na tabela autores e, mais tarde, descobrirmos que o campo id_autor da tabela livros guardava uma referência para o autor excluído? Teremos a quebra da integridade referencial. Para evitar tais situações, é responsabilidade do programador escrever códigos de verificações para prevenir estas ocorrências.

Os bancos de dados, e principalmente o MySQL, possuem mecanismos para reforçar esta proteção: restrições de chave estrangeira. As restrições de chave estrangeira asseguram duas situações possíveis:

1) Não permitir que um autor seja excluído quando qualquer livro possuir uma referência a ele;

2) Se o autor for excluído, todos os livros que o referenciam também o serão.

Definindo a chave estrangeira na tabela livros usando o atributo CONSTRAINT FOREIGN KEY REFERENCES

Vamos agora reescrever o comando DDL CREATE TABLE para a tabela livros de forma a aplicar as restrições de chaves estrangeiras. Veja a nova versão:

CREATE TABLE livros(
  id INTEGER UNSIGNED NOT NULL DEFAULT NULL AUTO_INCREMENT,
  titulo VARCHAR(45) NOT NULL,
  paginas INTEGER UNSIGNED NOT NULL,
  id_autor INTEGER UNSIGNED NOT NULL,
  PRIMARY KEY(id),
  CONSTRAINT livros_autores FOREIGN KEY(id_autor) REFERENCES autores(id)
)ENGINE = InnoDB;

A estrutura da tabela livros será alterada para aquela mostrada abaixo:

Field      Type                Null   Key    Default    Extra    
id         int(10) unsigned    NO     PRI    -          auto_increment    
titulo     varchar(45)         NO            -              
paginas    int(10) unsigned    NO            -                
id_autor   int(10) unsigned    NO     MUL    -
Veja que agora o campo id_autor foi sinalizado como MUL, ou seja, parte de um índice não único. Experimente agora inserir dados em ambas as tabelas e faça relacionamentos entre autores e livros. Tente excluir um autor que tenha um livro relacionado a ele. Imediatamente o MySQL abortará a operação com a seguinte mensagem de erro:

ErrorNr. 1451: Cannot delete or update a parent row: a foreign key constraint fails (`estudos/livros`, CONSTRAINT `livros_autores` FOREIGN KEY (`id_autor`) REFERENCES `autores` (`id`))

Em mais dicas desta seção você aprenderá a usar as cláusulas ON DELETE e ON UPDATE e as ações RESTRICT, SET NULL, CASCADE e NO ACTION. Todas estas cláusulas e ações são usadas para reforçar a integridade referencial de suas bases de dados.


C ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como testar se um arquivo existe usando a linguagem C

Quantidade de visualizações: 14700 vezes
Muitas vezes precisamos saber se um determinado arquivo existe antes de efetuarmos alguma operação. O trecho de código abaixo mostra como você pode implementar uma função file_exists() em C que pode ser usada em seus programas. O segredo aqui é tentar abrir o arquivo passado como argumento para a função. Se o arquivo for aberto com sucesso, sabemos que ele existe e a função retorna o valor 1 (true), do contrário retorna 0 (false):

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

/*
  Implementação de uma função file_exists() em C. Se
  o arquivo existir o valor 1 (true) será retornado. Caso
  contrário a função retornará 0 (false).
*/
int file_exists(const char *filename)
{
  FILE *arquivo;

  if(arquivo = fopen(filename, "r"))
  {
    fclose(arquivo);
    return 1;
  }
  return 0;
}

int main(int argc, char *argv[])
{
  // testa se o arquivo existe
  if(file_exists("c:\\testes.txt")){
    printf("O arquivo existe no local especificado.\n");
  }
  else
    printf("O arquivo NAO existe no local especificado.\n");

  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}



Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de C

Veja mais Dicas e truques de C

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