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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Delphi ::: Data Access Controls (Controles de Acesso a Dados) ::: TField e Classes Derivadas |
Como usar a classe TField em seus programas DelphiQuantidade de visualizações: 13060 vezes |
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A classe TField (na unit DB) é um ancestral comum de todos os componentes que representam os campos de uma tabela no banco de dados (ou um dataset cujos dados foram carregados de um arquivo do tipo texto, binário ou XML). Esta classe encapsula o comportamento comum a todos os demais componentes to tipo field (campo). Veja sua posição na hierarquia de classes do Delphi:
System.TObject
Classes.TPersistent
Classes.TComponent
DB.TField
A classe TField apresenta propriedades, eventos e métodos que são usados para as seguintes tarefas: 1) Alterar o valor de um campo em um dataset; 2) Converter o valor de um campo de um tipo para outro tipo; 3) Efetuar validações nos dados informados pelos usuários para determinados campos; 4) Definir como as informações dos campos são mostradas em tempo de exibição ou para edição; 5) Calcular o valor de um campo a partir de código escrito no evento OnCalcFields do dataset; 6) Pesquisar o valor do campo a partir de outro dataset. Em geral não criamos instâncias da classe TField diretamente. Componentes que descendem de TField são criados automaticamente a cada vez que o dataset é ativado. Estes descendentes podem ser dinâmicos (o padrão) ou persistentes. Componentes campos dinâmicos refletem as colunas dos metadados da tabela a qual pertencem no momento que o dataset é aberto. Componentes campos persistentes são criados em tempo de design usando o editor Fields, que especifica os campos no dataset, suas propriedades e a ordem em que deverão estar. A criação de componentes de campos persistentes garante que todas as vezes que uma aplicação for executada, ela usará e exibirá as mesmas colunas, na mesma ordem, até mesmo se a estrutura física da base de dados mudar. Se uma coluna em uma tabela na qual um componente de campo persistente é baseado for excluída ou alterada, o IDE gera uma exceção em vez de permitir a abertura do dataset usando um coluna não existente ou incompatível. Se isso acontecer, devemos remover o camponente field para o campo não existente usando o editor Fields. Um campo (field) em um dataset é sempre tratado como uma das classes descendentes de TField abaixo: TADTField TDateField TReferenceField TAggregateField TDateTimeField TSmallIntField TArrayField TFloatField TSQLTimeStampField TAutoIncField TFMTBCDField TStringField TBCDField TGraphicField TTimeField TBinaryField TGuidField TVarBytesField TBlobField TIDispatchField TVariantField TBooleanField TIntegerField TWideStringField TBytesField TInterfaceField TWordField TCurrencyField TLargeintField TDataSetField TMemoField
procedure TForm3.Button3Click(Sender: TObject);
var
campo: TField;
begin
// vamos obter o campo com o nome "titulo" do registro atual
campo := ClientDataSet1.FieldByName('titulo');
// vamos mostrar o valor do campo
ShowMessage('O valor do campo é: ' + campo.AsString);
end;
Ao executarmos este código teremos um resultado parecido com: "O valor do campo é: Programando em Java". Esta dica foi escrita e testada no Delphi 2009. |
Ruby ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Como testar se um diretório existe em Ruby usando a função File.exist()Quantidade de visualizações: 7184 vezes |
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Em algumas situações nós precisamos testar a existência de um diretório na linguagem Ruby. Para isso nós podemos usar a função File.exist?(), que nos retorna um valor True se o diretório existir e False em caso contrário. Veja o código Ruby completo para o exemplo: # nome e caminho do diretório a ser testado diretorio = "C:\\estudos_ruby\\escola" if File.exist? diretorio puts "O diretório existe" else puts "O diretório não existe" end Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado: O diretório existe |
Java ::: Coleções (Collections) ::: ArrayList |
Java Collections para iniciantes - Arrays (vetores) ou a ArrayList? Qual devo usar?Quantidade de visualizações: 16784 vezes |
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Uma das perguntas mais frequentes que os usuários do nosso site nos fazem é aquela sobre o uso de simples arrays (vetores e matrizes) ou objetos da classe ArrayList. Se o número de elementos for fixo ou você precisar de muita eficiência ao lidar com tipos primitivos, então arrays podem ser a melhor escolha. Porém, muitos problemas envolvendo o armazenamento de dados requerem estruturas de dados que possam ser redimensionadas de acordo com a necessidade do algorítmo. Neste caso, uma ArrayList (ou qualquer uma das outras classes Collections) pode ser a escolha certa. Veja um trecho de código para ficar mais fácil o entendimento:
package arquivodecodigos;
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
int valores[] = {4, 12, 8, 5, 13};
System.out.println("Primeiro elemento no vetor: "
+ valores[0]);
}
}
Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado: Primeiro elemento no vetor: 4 Como podemos ver neste exemplo, um array (nesse caso um vetor) possui um tamanho fixo, ou seja, o compilador não nos permite reduzir ou aumentar a quantidade de elementos em um vetor ou matriz criado a partir da notação de arrays. Assim, apesar de todas as facilidades que os arrays trazem consigo, este pode ser um empecilho para o tipo de aplicação que queremos desenvolver em um determinado momento. A classe ArrayList, por outro lado, possui tamanho variado. Isso quer dizer que seu tamanho é aumentado ou reduzido de acordo com as necessidades do seu código. Uma outra questão que diferencia arrays de ArrayList, é que não podemos armazenar tipos primitivos em um objeto da classe ArrayList. Se precisarmos fazer isso, o tipo primitivo deve ser colocado em uma classe encapsuladora, por exemplo, a classe Integer. Em algumas situações o compilador faz isso nos bastidores, e esta operação é chamada de auto-boxing. |
PHP ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Curso de PHP - Como obter a quantidade de linhas em um arquivoQuantidade de visualizações: 10226 vezes |
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Neste exemplo veremos como abrir um arquivo texto usando a função file() da linguagem PHP e em seguida vamos obter a quantidade de linhas neste arquivo. Veja o código completo para o exemplo: <html> <head> <title>Estudando PHP</title> </head> <body> <?php // define o nome do arquivo a ser lido $arquivo = 'dados.txt'; // obtém todas as linhas do arquivo $linhas = file($arquivo); // usa a função count() para obter a quantidade de // linhas $quant = count($linhas); echo "Este arquivo contém " . $quant . " linhas"; ?> </body> </html> Ao executar este código PHP nós teremos o seguinte resultado: Este arquivo contém 4 linhas |
Java ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Laços de Repetição |
Exercício Resolvido de Java - Calculando e exibindo os números primos entre 2 e 100Quantidade de visualizações: 9342 vezes |
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Pergunta/Tarefa: Um inteiro é um número primo se ele for divisível somente por 1 e por ele mesmo. Assim, 2, 3, 5 e 7 são primos, enquanto 4, 6, 8 e 9 não são. Note que o número 1 não é primo. Escreva um programa (algorítmo) Java que usa um laço for, while ou do...while para calcular e exibir os números primos entre 2 (incluindo) e 100 (incluindo). Sua saída deverá ser parecida com: Numeros primos entre 2 e 100: 2 3 5 7 11 13 17 19 23 29 31 37 41 43 47 53 59 61 67 71 73 79 83 89 97 Veja a resolução comentada deste exercício usando Java console:
package estudos;
public class Estudos {
public static void main(String[] args) {
// limite dos números primos (incluindo)
int limite = 100;
// Lembre-se! O número 1 não é primo
System.out.println("Numeros primos entre 2 e " + limite + ": ");
// laço que percorre os valores de 2 até o limite desejado
for(int i = 2; i <= limite; i++){
boolean primo = true;
// se o valor de i for 7, a variável j do laço contará
// de 2 até 7 / 2 (divisão inteira), ou seja, 3. Se o
// módulo de 7 por qualquer um dos valores neste intervalo
// for igual a 0, então o número não é primo
for(int j = 2; j <= (i / 2); j++){
if(i % j == 0){
primo = false; // não é primo
break;
}
}
if(primo){
System.out.print(i + " ");
}
}
System.out.println();
}
}
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