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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Java ::: Java + MySQL ::: Metadados da Base de Dados (Database Metadata) |
Java MySQL - Como obter os tipos de dados suportados pelo MySQL e seus correspondentes JDBC usando o método getTypeInfo() da interface DatabaseMetaDataQuantidade de visualizações: 6589 vezes |
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Em algumas situações precisamos obter os tipos de dados suportados pelo MySQL e mapeá-los para seus correspondentes JDBC. Esta não é uma tarefa fácil, mas que, com uma pequena ajuda dos recursos de reflexão do Java, pode ser realizada depois de algumas xícaras de café. O primeiro passo é obter os tipos de dados suportados pelo MySQL com uma chamada ao método getTypeInfo() da interface DatabaseMetaData. Os campos do ResultSet que nos interessam são TYPE_NAME e DATA_TYPE. TYPE_NAME traz o nome do tipo de dados no MySQL enquanto DATA_TYPE traz o tipo JDBC correspondente como um inteiro. Assim, o que temos que fazer é usar reflexão para obter todos os campos da classe java.sql.Types e efetuar um mapeamento entre os tipos. Veja o código completo para o exemplo:
package estudosbancodados;
import java.lang.reflect.Field;
import java.sql.*;
import java.util.HashMap;
import java.util.Map;
public class EstudosBancoDados{
static Map mapa; // usado para mapear os tipos JDBC
public static void main(String[] args) {
// strings de conexão
String databaseURL = "jdbc:mysql://localhost/estudos";
String usuario = "root";
String senha = "osmar1234";
String driverName = "com.mysql.jdbc.Driver";
try {
Class.forName(driverName).newInstance();
Connection conn = DriverManager.getConnection(databaseURL, usuario, senha);
// vamos obter um objeto da classe com.mysql.jdbc.DatabaseMetaData
DatabaseMetaData dbmd = conn.getMetaData();
// vamos obter os tipos de dados suportados por esta versão do MySQL
// e seus correspondentes JDBC
ResultSet tiposDados = dbmd.getTypeInfo();
while(tiposDados.next()){
System.out.println("MySQL: " + tiposDados.getString("TYPE_NAME") + " - JDBC: "
+ getJdbcTypeName(Integer.parseInt(tiposDados.getString("DATA_TYPE"))));
}
// vamos fechar o ResultSet
tiposDados.close();
}
catch (SQLException ex) {
System.out.println("SQLException: " + ex.getMessage());
System.out.println("SQLState: " + ex.getSQLState());
System.out.println("VendorError: " + ex.getErrorCode());
}
catch (Exception e) {
System.out.println("Problemas ao tentar conectar com o banco de dados: " + e);
}
}
// Este método retorna o nome de um tipo JDBC
// O retorno é null se o tipo JDBC não puder ser reconhecido
public static String getJdbcTypeName(int jdbcType){
// vamos usar reflection para mapear valores inteiros a seus nomes
if(mapa == null) {
mapa = new HashMap();
// vamos obter todos os campos da classe java.sql.Types
Field[] campos = java.sql.Types.class.getFields();
// vamos percorrer os campos
for(int i = 0; i < campos.length; i++){
try{
// vamos obter o nome do campo
String nome = campos[i].getName();
// vamos obter o valor do campo
Integer valor = (Integer)campos[i].get(null);
// vamos adicionar ao mapa
mapa.put(valor, nome);
}
catch(IllegalAccessException e){
System.out.println("Ops: " + e.getMessage());
}
}
}
// vamos retornar o nome do tipo JDBC
return (String)mapa.get(new Integer(jdbcType));
}
}
O resultado da execução deste código foi: MySQL: BIT - JDBC: BIT MySQL: BOOL - JDBC: BIT MySQL: TINYINT - JDBC: TINYINT MySQL: TINYINT UNSIGNED - JDBC: TINYINT MySQL: BIGINT - JDBC: BIGINT MySQL: BIGINT UNSIGNED - JDBC: BIGINT MySQL: LONG VARBINARY - JDBC: LONGVARBINARY MySQL: MEDIUMBLOB - JDBC: LONGVARBINARY MySQL: LONGBLOB - JDBC: LONGVARBINARY MySQL: BLOB - JDBC: LONGVARBINARY MySQL: TINYBLOB - JDBC: LONGVARBINARY MySQL: VARBINARY - JDBC: VARBINARY MySQL: BINARY - JDBC: BINARY MySQL: LONG VARCHAR - JDBC: LONGVARCHAR MySQL: MEDIUMTEXT - JDBC: LONGVARCHAR MySQL: LONGTEXT - JDBC: LONGVARCHAR MySQL: TEXT - JDBC: LONGVARCHAR MySQL: TINYTEXT - JDBC: LONGVARCHAR MySQL: CHAR - JDBC: CHAR MySQL: NUMERIC - JDBC: NUMERIC MySQL: DECIMAL - JDBC: DECIMAL MySQL: INTEGER - JDBC: INTEGER MySQL: INTEGER UNSIGNED - JDBC: INTEGER MySQL: INT - JDBC: INTEGER MySQL: INT UNSIGNED - JDBC: INTEGER MySQL: MEDIUMINT - JDBC: INTEGER MySQL: MEDIUMINT UNSIGNED - JDBC: INTEGER MySQL: SMALLINT - JDBC: SMALLINT MySQL: SMALLINT UNSIGNED - JDBC: SMALLINT MySQL: FLOAT - JDBC: REAL MySQL: DOUBLE - JDBC: DOUBLE MySQL: DOUBLE PRECISION - JDBC: DOUBLE MySQL: REAL - JDBC: DOUBLE MySQL: VARCHAR - JDBC: VARCHAR MySQL: ENUM - JDBC: VARCHAR MySQL: SET - JDBC: VARCHAR MySQL: DATE - JDBC: DATE MySQL: TIME - JDBC: TIME MySQL: DATETIME - JDBC: TIMESTAMP MySQL: TIMESTAMP - JDBC: TIMESTAMP |
Java ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes) |
Exercícios e Algorítmos Resolvidos de Java - Somando os elementos da diagonal principal de uma matrizQuantidade de visualizações: 9838 vezes |
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Pergunta/Tarefa: Em álgebra linear, a diagonal principal de uma matriz A é a coleção das entradas Aij em que i é igual a j. A diagonal principal de uma matriz quadrada une o seu canto superior esquerdo ao canto inferior direito (conforme mostrado na saída do problema proposto abaixo). Escreva um programa (algorítmo) Java que declara uma matriz 3x3 e pede ao usuário para informar seus valores. Em seguida mostre todos os valores da matriz e a soma dos elementos da diagonal principal. Sua saída deverá ser parecida com a imagem abaixo:
Valor para a linha 0 e coluna 0: 1
Valor para a linha 0 e coluna 1: 4
Valor para a linha 0 e coluna 2: 7
Valor para a linha 1 e coluna 0: 12
Valor para a linha 1 e coluna 1: 9
Valor para a linha 1 e coluna 2: 8
Valor para a linha 2 e coluna 0: 5
Valor para a linha 2 e coluna 1: 10
Valor para a linha 2 e coluna 2: 14
Valores na matriz
1 4 7
12 9 8
5 10 14
A soma dos elementos da diagonal principal é: 24
Veja a resolução comentada deste exercício usando Java console:
package exercicios;
import java.util.Scanner;
public class Exercicios {
public static void main(String[] args) {
// vamos fazer a leitura usando a classe Scanner
Scanner entrada = new Scanner(System.in);
// vamos declarar e construir uma matriz de três linhas
// e três colunas
int matriz[][] = new int[3][3];
int soma_diagonal = 0; // guarda a soma dos elementos
// na diagonal principal
// vamos ler os valores para os elementos da matriz
for(int i = 0; i < matriz.length; i++){ // linhas
for(int j = 0; j < matriz[0].length; j++){ // colunas
System.out.print("Informe o valor para a linha " + i
+ " e coluna " + j + ": ");
matriz[i][j] = Integer.parseInt(entrada.nextLine());
}
}
// vamos mostrar a matriz da forma que ela foi informada
System.out.println();
// percorre as linhas
for(int i = 0; i < matriz.length; i++){
// percorre as colunas
for(int j = 0; j < matriz[0].length; j++){
System.out.printf("%5d ", matriz[i][j]);
}
// passa para a próxima linha da matriz
System.out.println();
}
// vamos calcular a soma dos elementos da diagonal principal
for(int i = 0; i < matriz.length; i++){
for(int j = 0; j < matriz[0].length; j++){
if(i == j){
soma_diagonal = soma_diagonal + matriz[i][j];
}
}
}
// finalmente mostramos a soma da diagonal principal
System.out.println("\nA soma dos elementos da diagonal principal é: "
+ soma_diagonal);
}
}
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Ruby ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação Orientada a Objetos em Ruby: Classes, objetos, métodos e variáveis de instânciaQuantidade de visualizações: 11631 vezes |
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A melhor forma de entender a programação orientada a objetos é começar com uma analogia simples. Suponha que você queira dirigir um carro e fazê-lo ir mais rápido pressionado o acelerador. O que deve acontecer antes que você seja capaz de fazer isso? Bem, antes que você possa dirigir um carro, alguém tem que projetá-lo. Um carro geralmente começa com desenhos feitos pelos engenheiros responsáveis por tal tarefa, tal qual a planta de uma casa. Tais desenhos incluem o projeto de um acelerador que possibilita ao carro ir mais rápido. O pedal do acelerador "oculta" os mecanismos complexos responsáveis por fazer o carro ir mais rápido, da mesma forma que o pedal de freio "oculta" os mecanismos que fazem o carro ir mais devagar e o volante "oculta" os mecanismos que fazem com que o carro possa virar para a direita ou esquerda. Isso permite que pessoas com pequeno ou nenhum conhecimento de motores possam facilmente dirigir um carro. Infelizmente, não é possível dirigir o projeto de um carro. Antes que possamos dirigí-lo, o carro deve ser construído a partir do projeto que o descreve. Um carro já finalizado tem um pedal de aceleração de verdade, que faz com que o carro vá mais rápido. Ainda assim, é preciso que o motorista pressione o pedal. O carro não acelerará por conta própria. Agora vamos usar nosso exemplo do carro para introduzir alguns conceitos de programação importantes à programação orientada a objetos. A execução de uma determinada tarefa em um programa exige um método ou função. O método (ou função) descreve os mecanismos que, na verdade, executam a tarefa. O método oculta tais mecanismos do usuário, da mesma forma que o pedal de aceleração de um carro oculta do motorista os mecanismos complexos que fazem com que um carro vá mais rápido. Em Ruby, começamos criando uma unidade de programa chamada classe para abrigar um método, da mesma forma que o projeto de um carro abriga o design do pedal de acelerador. Em uma classe fornecemos um ou mais métodos que são projetados para executar as tarefas da classe. Por exemplo, a classe que representa uma conta bancária poderia conter muitos métodos, incluindo um método para depositar dinheiro na conta, outro para retirar dinheiro, um terceiro para verificar o saldo, e assim por diante. Da mesma forma que não podemos dirigir o projeto de um carro, nós não podemos "dirigir" uma classe. Da mesma forma que alguém teve que construir um carro a partir de seu projeto antes que pudessémos dirigí-lo, devemos construir um objeto de uma classe antes de conseguirmos executar as tarefas descritas nela. Quando dirigimos um carro, o pressionamento do acelerador envia uma mensagem ao carro informando-o da tarefa a ser executada (neste caso informando-o de que queremos ir mais rápido). Da mesma forma, enviamos mensagens aos objetos de uma classe. Cada mensagem é uma chamada de método e informa ao objeto qual ou quais tarefas devem ser executadas. Até aqui nós usamos a analogia do carro para introduzir classes, objetos e métodos. Já é hora de saber que um carro possui atributos (propriedades) tais como cor, o número de portas, a quantidade de gasolina em seu tanque, a velocidade atual, etc. Tais atributos são representados como parte do projeto do carro. Quando o estamos dirigindo, estes atributos estão sempre associados ao carro que estamos usando, e cada carro construído a partir do projeto sofrerá variações nos valores destes atributos em um determinado momento. Da mesma forma, um objeto tem atributos associados a ele quando o usamos em um programa. Estes atributos são definidos na classe a partir da qual o objeto é instanciado (criado) e são chamados de variáveis de instância da classe. Veremos agora como definir uma classe em Ruby e usar um objeto desta classe em um programa. Veja o trecho de código abaixo:
# Definição da classe Cliente
class Cliente
def definir_nome(nome)
@nome = nome
end
def obter_nome
@nome
end
end
# Cria uma instância da classe Cliente
cliente = Cliente.new
# Efetua uma chamada ao método definir_nome
cliente.definir_nome("Laura Maria dos Santos")
# Efetua uma chamada ao método obter_nome
print "O nome do cliente é " + cliente.obter_nome
Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado: O nome do cliente é Laura Maria dos Santos |
JavaScript ::: Dicas & Truques ::: Cookies |
Como verificar se cookies estão habilitados no navegador do usuário usando JavaScriptQuantidade de visualizações: 2 vezes |
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Em algumas situações nós gostaríamos de checar se os cookies estão habilitados no browser do usuário antes de gravarmos alguma informação. Nesta dica eu mostro como isso pode ser feito. Note que tudo que precisamos fazer é criar um cookie temporário e tentar acessá-lo em seguida. Veja o código completo para o exemplo (incluindo a página HTML):
<!doctype html>
<html>
<head>
<title>Estudos JavaScript</title>
</head>
<body>
<script type="text/javascript">
// vamos criar um cookie temporário
var cookieTemp = (new Date()).getTime() + '';
// colocamos o cookie como parte do documento
document.cookie = "cookieTemp=" + cookieTemp + "; path=/";
// o cookie existe?
if (document.cookie.indexOf(cookieTemp, 0) < 0){
window.alert("Os cookies não estão habilitados no seu navegador");
}
else{
window.alert("Os cookies estão habilitados no seu navegador");
}
</script>
</body>
</html>
Ao executar este código teremos o seguinte resultado: Os cookies estão habilitados no seu navegador. |
PHP ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres |
Como testar se uma substring está contida em uma string usando a função strpos() do PHPQuantidade de visualizações: 4007 vezes |
Em algumas situações precisamos verificar se uma palavra (substring) está contida em uma frase (string). Isso pode ser feito com o auxílio da função strpos(). Veja um exemplo:
<?php
$frase = "Gosto muito de PHP e Java";
$palavra = "Java";
// vamos verificar se a palavra Java está contida na frase
if(strpos($frase, $palavra) !== false){
echo "A palavra está contida na string";
}
else{
echo "A palavra não está contida na string";
}
?>
Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado: A palavra está contida na string Note que a função strpos() diferencia maiúsculas de minúsculas. Se você quiser efetuar uma pesquisa de substrings desconsiderando maiúsculas e minúsculas, use a função stripos(). |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de PHP |
Veja mais Dicas e truques de PHP |
Dicas e truques de outras linguagens |
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1º lugar: Java |




