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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

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Card 1 de 8
Noções de licitação pública

Modalidades da licitação:

Convite é a modalidade dirigida para interessados do ramo do objeto da licitação e é adequado para contratações de menor valor. Na Lei n.º 14.133/2021, essa modalidade foi extinta.

Leilão é a modalidade para a venda de bens móveis que não servem mais para a administração pública, a venda de produtos legalmente apreendidos ou penhorados e para a alienação de imóveis da administração pública.

Concurso é a modalidade indicada para a escolha de um trabalho técnico, artístico ou científico.

Pregão é a modalidade de licitação para aquisição de bens e serviços comuns. No artigo 1º, parágrafo único, da Lei n.º 10.520/2002, consta que bens e serviços comuns são "aqueles cujos padrões de desempenho e qualidade possam ser objetivamente definidos pelo edital, por meio de especificações usuais no mercado". Isso significa que são bens e serviços que não têm características técnicas especiais, sendo facilmente encontrados no mercado. O pregão também foi previsto na nova lei de licitações, no artigo 28, i.

Concorrência é a modalidade indicada para contratações de grandes valores, em que o interessado precisa comprovar a qualificação exigida no edital.

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LISP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle

Como testar uma condição em Lisp usando a macro if

Quantidade de visualizações: 1589 vezes
Nesta dica mostrarei como podemos usar a macro if da linguagem Common Lisp para testar uma condição. Por se tratar de um exemplo básico, não mostrarei um caminho alternativo, ou seja, a mensagem será exibido somente se a condição for satisfeita. Em outras dicas eu complemento com o desvio opcional.

Veja um exemplo no qual solicitamos um número ao usuário e informamos se o valor lido é maior que 10:

; Vamos definir as variáveis que vamos
; usar no programa
(defvar numero)

; Este é o programa principal
(defun Estudos()
  ; Vamos ler o número
  (princ "Informe um número: ")
  ; talvez o seu compilador não precise disso
  (force-output)
  ; atribui o valor lido à variável numero
  (setq numero (read))
  
  ; vamos testar se este número é maior que 10
  (if (> numero 10)
    (format t "~D é maior que 10~%" numero))
  
  ; E mostramos o número informado
  (format t "O número informado foi: ~D" numero)
)

; Auto-executa a função Estudos()
(Estudos)

Ao executar este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado:

Informe um número: 12
12 é maior que 10
O número informado foi: 12


MySQL ::: Dicas & Truques ::: Joins (Junções)

Como usar joins no MySQL

Quantidade de visualizações: 11627 vezes
As junções (joins) são ferramentas presentes na maioria dos bancos de dados que suportam SQL e são usadas quando precisamos recuperar dados de uma ou mais tabelas com base em suas relações lógicas. Desta forma, é possível combinar os registros de tais tabelas de forma a construir um "super-registro", que nos permitirá exibir relatórios mais elaborados.

Para o bom entendimento de junções, vamos considerar duas tabelas: filmes e generos. Aqui nós temos uma cardinalidade de 1 x N. Um filme possui um gênero, enquanto um gênero pode abranger vários filmes. Vamos começar criando estas duas tabelas (comece com a tabela generos, já que esta não depende da tabela de filmes):

Comando DLL CREATE TABLE para a tabela generos:

CREATE TABLE generos(
  id INTEGER UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
  nome VARCHAR(45) NOT NULL,
  PRIMARY KEY(id)
)
ENGINE = InnoDB;

Veja agora o comando SQL para a criação da tabela de filmes:

Comando DLL CREATE TABLE para a tabela filmes:

CREATE TABLE filmes(
  id INTEGER UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
  titulo VARCHAR(45) NOT NULL,
  genero INTEGER UNSIGNED NOT NULL,
  PRIMARY KEY(id),
  CONSTRAINT fk_filmes_generos FOREIGN KEY fk_filmes_generos(id)
    REFERENCES generos(id) ON DELETE RESTRICT ON UPDATE RESTRICT
)
ENGINE = InnoDB;

Veja que a tabela filmes contém uma chave estrangeira referenciando a chave primária da tabela generos. Isso nos permite "atrelar" um filme ao seu gênero. Vá em frente e insira alguns dados em ambas as tabelas. Primeiro cadastre alguns gêneros e em seguida alguns filmes.

Vejamos agora a importância dos joins. Observe o resultado de um comando DML SELECT na tabela filmes:

SELECT * FROM filmes;

id  titulo	        genero
1   EFEITO BORBOLETA	6
2   O PENTELHO	        1
3   VIAGEM MALDITA	3

Nesta query o gênero é retornado como um valor inteiro, ou seja, o valor do campo id da tabela generos. Em muitos casos este não é o comportamento que queremos. Em vez do id do gênero nós gostaríamos de exibir seu nome. Isso pode ser conseguido da seguinte forma:

SELECT filmes.id, filmes.titulo, generos.nome FROM filmes,
generos WHERE filmes.genero = generos.id;

id  titulo	        genero
1   EFEITO BORBOLETA	FICÇÃO
2   O PENTELHO	        COMÉDIA
3   VIAGEM MALDITA	TERROR

Nesta query eu usei o nome completo da tabela antes do nome dos campos a serem retornados. Na prática, é comum darmos apelidos às tabelas. Veja:

SELECT f.id, f.titulo, g.nome FROM filmes f,
generos g WHERE f.genero = g.id;

Neste exemplo, não usamos as palavras-chaves INNER JOIN, LEFT JOIN, RIGHT JOIN, etc. A junção está "escondida" na cláusula SELECT. Esta técnica é conhecida como "junção implícita" ou "implicit join". Veja como o mesmo resultado pode ser obtido usando a junção INNER JOIN:

SELECT f.id, f.titulo, g.nome FROM filmes f INNER JOIN
generos g ON f.genero = g.id;

Veja minhas outras dicas sobre junções para aprender mais sobre INNER JOIN, LEFT JOIN, RIGHT JOIN, OUTER JOIN, FULL JOIN, etc.


PHP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Passos Iniciais

PHP para iniciantes - Quais as diferenças entre include e require do PHP?

Quantidade de visualizações: 14294 vezes
A principal diferença entre as diretivas require() e include() do PHP é que, se usarmos require() para incluir um arquivo que não pode ser incluído (talvez o arquivo não exista), um erro fatal será gerado e a execução de código na página será imediatamente suspenso. Um exemplo de tal mensagem de erro é:

Warning: require(inexistente.php) [function.require]: 
failed to open stream: No such file or directory in 
/public_html/testes.php on line 3

Fatal error: require() [function.require]: Failed 
opening required 'inexistente.php' 
(include_path='.:/usr/share/pear') in 
/public_html/testes.php on line 3


Veja que geralmente recebemos um Warning e depois um Fatal error. Experimente criar o arquivo "inexistente.php" e as mensagens de advertência e erro desaparecerão.

Se usarmos include() e o arquivo de inclusão não puder ser localizado, teremos uma advertência mas a execução do código na página não será interrompida:

Warning: include(inexistente.php) [function.include]: 
failed to open stream: No such file or directory 
in /public_html/testes.php on line 3

Warning: include() [function.include]: Failed 
opening 'inexistente.php' for inclusion 
(include_path='.:/usr/share/pear') in 
/public_html/testes.php on line 3


O uso de require() ou include() vai depender da situação: require() é melhor empregado para carregar arquivos que são essenciais para o restante da página, por exemplo, se você tiver um site usando banco de dados, então usar require() para incluir o arquivo contendo o login e senha do banco de dados é muito melhor que usar include(). Se usarmos include() nesta situação, poderemos terminar gerando mais erros e advertências que o pretendido.

include() deve ser usado quando o arquivo a ser incluído não é essencial para o correto funcionamento da página. Um exemplo disso é quando incluímos um arquivo de topo ou rodapé de páginas.


C ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como ler o conteúdo de um arquivo uma linha de cada vez usando a função fgets() da linguagem C

Quantidade de visualizações: 29353 vezes
A função fgets(), disponível no header cstdio ou stdio.h, é usada para ler caracteres de um arquivo e armazená-los em um vetor de caracteres. Esta função recebe três argumentos. Veja:

char *fgets(char *buffer, int num, FILE *file);
buffer é um ponteiro para o vetor que receberá o conteúdo lido. num é o número de caracteres que será lido (veja que o conteúdo será lido até alcançar este número, ou um caractere de quebra de linha for encontrado, ou o marcador de fim de arquivo EOF for encontrado, o que vier primeiro). file é um ponteiro para o arquivo que foi aberto.

No exemplo abaixo usamos um laço while() para ler o conteúdo até que o final de arquivo EOF seja encontrado. Desta forma, como sabemos que cada linha no arquivo termina com um marcador de fim de linha, fica fácil ler cada linha. É claro que se a linha sendo lida for maior que o tamanho do buffer, o efeito não será conseguido. Observe ainda que cada linha lida contém o caractere de fim de linha anexado a ela:

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
 
const int TAM_BUFFER = 255; // quantidade de caracteres 
  // a serem lidos no buffer de cada vez
 
int main(int argc, char *argv[])
{
  FILE *arquivo = fopen("c:\\testes.txt", "r");
  char buffer[TAM_BUFFER];
 
  // testa se o arquivo foi aberto com sucesso
  if(arquivo != NULL){
    // vamos usar um laço para ler o conteúdo do arquivo
    // e armazenar no buffer
    while(fgets(buffer, TAM_BUFFER, arquivo)){
      printf("%s\n", buffer);
    }
 
    fclose(arquivo); // libera o ponteiro para o arquivo
  }
  else{
    printf("Nao foi possivel abrir o arquivo.");
  } 

  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}



AngularJS ::: Angular / AngularJS + JavaScript ::: AngularJS Services (Serviços AngularJS)

Aprenda a ler dados de um servidor remoto usando o serviço $http do AngularJS

Quantidade de visualizações: 1882 vezes
O serviço $http do AngularJS pode ser usado quando precisamos ler informações vindas de um servidor remoto. Esta comunicação é feita por meio do objeto XMLHttpRequest ou via JSONP. A funcionalidade deste serviço é semelhante às requisições AJAX do jQuery.

Vamos ver um exemplo no qual enviamos dois números para uma página PHP e ela nos retorna a soma destes números como uma resposta JSON.

Primeiro veja o código PHP que gera o JSON:

<?php
  header("Cache-Control: no-cache, must-revalidate");
  header("Expires: Mon, 26 Jul 1997 05:00:00 GMT");
  header('Content-type: application/json');
   
  $numero1 = $_GET["numero1"];
  $numero2 = $_GET["numero2"];
  $soma = $numero1 + $numero2; 
   
  // vamos gerar o JSON com a soma
  $res = json_encode(array("soma" => $soma));
   
  // vamos retornar o JSON para a página que chamou esta
  echo $res;
?>

Salve este código como somar.php e experimente chamá-la no seu navegador fornecendo os dois valores a serem somados. Veja:

http://localhost/somar.php?numero1=37&numero2=3

Se tudo correr bem, o seguinte resultado será exibido:

{"soma":40}

Aqui eu usei PHP no servidor remoto, mas você pode usar Java, Perl, Node.js, ASP.NET, etc, desde que o retorno seja JSON. Agora vamos à aplicação AngularJS. Veja o código completo:

<!DOCTYPE html>
<head>
<meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1" />

<title>Cadastro de Alunos AngularJS</title>

<script src="https://ajax.googleapis.com/ajax/libs/angularjs/1.7.9/angular.min.js">
</script>

</head>
<body>

<script type="text/javascript">
  // vamos criar uma nova aplicação
  var app = angular.module('MinhaApp', []);
      
  // vamos criar o controller HttpTesteController  
  app.controller('HttpTesteController', function($scope, $http){
    // vamos fazer a conexão remota
    $http.get("http://localhost/somar.php?numero1=37&numero2=3")
      .then(function(response){
         $scope.resultado = response.data.soma;
      }
    ); 
  });
</script>
 
<div ng-app="MinhaApp" ng-controller="HttpTesteController">
  <h1>A soma dos valores é: {{resultado}}</h1>
</div>

</body>
</html>

Abra esta página no seu navegador web. Você deverá ver um resultado parecido com:

A soma dos valores é: 40

Note que usamos o método get() do serviço $http para fazer uma requisição GET para a página PHP. Em dicas dessa seção mostro como fazer requisições POST e também tratar os possíveis erros que podem ocorrer nesta operação.


Veja mais Dicas e truques de AngularJS

Dicas e truques de outras linguagens

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