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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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LISP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle |
Como testar uma condição em Lisp usando a macro ifQuantidade de visualizações: 1589 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos usar a macro if da linguagem Common Lisp para testar uma condição. Por se tratar de um exemplo básico, não mostrarei um caminho alternativo, ou seja, a mensagem será exibido somente se a condição for satisfeita. Em outras dicas eu complemento com o desvio opcional. Veja um exemplo no qual solicitamos um número ao usuário e informamos se o valor lido é maior que 10:
; Vamos definir as variáveis que vamos
; usar no programa
(defvar numero)
; Este é o programa principal
(defun Estudos()
; Vamos ler o número
(princ "Informe um número: ")
; talvez o seu compilador não precise disso
(force-output)
; atribui o valor lido à variável numero
(setq numero (read))
; vamos testar se este número é maior que 10
(if (> numero 10)
(format t "~D é maior que 10~%" numero))
; E mostramos o número informado
(format t "O número informado foi: ~D" numero)
)
; Auto-executa a função Estudos()
(Estudos)
Ao executar este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: Informe um número: 12 12 é maior que 10 O número informado foi: 12 |
MySQL ::: Dicas & Truques ::: Joins (Junções) |
Como usar joins no MySQLQuantidade de visualizações: 11627 vezes |
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As junções (joins) são ferramentas presentes na maioria dos bancos de dados que suportam SQL e são usadas quando precisamos recuperar dados de uma ou mais tabelas com base em suas relações lógicas. Desta forma, é possível combinar os registros de tais tabelas de forma a construir um "super-registro", que nos permitirá exibir relatórios mais elaborados. Para o bom entendimento de junções, vamos considerar duas tabelas: filmes e generos. Aqui nós temos uma cardinalidade de 1 x N. Um filme possui um gênero, enquanto um gênero pode abranger vários filmes. Vamos começar criando estas duas tabelas (comece com a tabela generos, já que esta não depende da tabela de filmes): Comando DLL CREATE TABLE para a tabela generos: CREATE TABLE generos( id INTEGER UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT, nome VARCHAR(45) NOT NULL, PRIMARY KEY(id) ) ENGINE = InnoDB; Veja agora o comando SQL para a criação da tabela de filmes: Comando DLL CREATE TABLE para a tabela filmes:
CREATE TABLE filmes(
id INTEGER UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
titulo VARCHAR(45) NOT NULL,
genero INTEGER UNSIGNED NOT NULL,
PRIMARY KEY(id),
CONSTRAINT fk_filmes_generos FOREIGN KEY fk_filmes_generos(id)
REFERENCES generos(id) ON DELETE RESTRICT ON UPDATE RESTRICT
)
ENGINE = InnoDB;
Veja que a tabela filmes contém uma chave estrangeira referenciando a chave primária da tabela generos. Isso nos permite "atrelar" um filme ao seu gênero. Vá em frente e insira alguns dados em ambas as tabelas. Primeiro cadastre alguns gêneros e em seguida alguns filmes. Vejamos agora a importância dos joins. Observe o resultado de um comando DML SELECT na tabela filmes: SELECT * FROM filmes; id titulo genero 1 EFEITO BORBOLETA 6 2 O PENTELHO 1 3 VIAGEM MALDITA 3 Nesta query o gênero é retornado como um valor inteiro, ou seja, o valor do campo id da tabela generos. Em muitos casos este não é o comportamento que queremos. Em vez do id do gênero nós gostaríamos de exibir seu nome. Isso pode ser conseguido da seguinte forma: SELECT filmes.id, filmes.titulo, generos.nome FROM filmes, generos WHERE filmes.genero = generos.id; id titulo genero 1 EFEITO BORBOLETA FICÇÃO 2 O PENTELHO COMÉDIA 3 VIAGEM MALDITA TERROR Nesta query eu usei o nome completo da tabela antes do nome dos campos a serem retornados. Na prática, é comum darmos apelidos às tabelas. Veja: SELECT f.id, f.titulo, g.nome FROM filmes f, generos g WHERE f.genero = g.id; Neste exemplo, não usamos as palavras-chaves INNER JOIN, LEFT JOIN, RIGHT JOIN, etc. A junção está "escondida" na cláusula SELECT. Esta técnica é conhecida como "junção implícita" ou "implicit join". Veja como o mesmo resultado pode ser obtido usando a junção INNER JOIN: SELECT f.id, f.titulo, g.nome FROM filmes f INNER JOIN generos g ON f.genero = g.id; Veja minhas outras dicas sobre junções para aprender mais sobre INNER JOIN, LEFT JOIN, RIGHT JOIN, OUTER JOIN, FULL JOIN, etc. |
PHP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Passos Iniciais |
PHP para iniciantes - Quais as diferenças entre include e require do PHP?Quantidade de visualizações: 14294 vezes |
A principal diferença entre as diretivas require() e include() do PHP é que, se usarmos require() para incluir um arquivo que não pode ser incluído (talvez o arquivo não exista), um erro fatal será gerado e a execução de código na página será imediatamente suspenso. Um exemplo de tal mensagem de erro é:Warning: require(inexistente.php) [function.require]: failed to open stream: No such file or directory in /public_html/testes.php on line 3 Fatal error: require() [function.require]: Failed opening required 'inexistente.php' (include_path='.:/usr/share/pear') in /public_html/testes.php on line 3 Veja que geralmente recebemos um Warning e depois um Fatal error. Experimente criar o arquivo "inexistente.php" e as mensagens de advertência e erro desaparecerão. Se usarmos include() e o arquivo de inclusão não puder ser localizado, teremos uma advertência mas a execução do código na página não será interrompida: Warning: include(inexistente.php) [function.include]: failed to open stream: No such file or directory in /public_html/testes.php on line 3 Warning: include() [function.include]: Failed opening 'inexistente.php' for inclusion (include_path='.:/usr/share/pear') in /public_html/testes.php on line 3 O uso de require() ou include() vai depender da situação: require() é melhor empregado para carregar arquivos que são essenciais para o restante da página, por exemplo, se você tiver um site usando banco de dados, então usar require() para incluir o arquivo contendo o login e senha do banco de dados é muito melhor que usar include(). Se usarmos include() nesta situação, poderemos terminar gerando mais erros e advertências que o pretendido. include() deve ser usado quando o arquivo a ser incluído não é essencial para o correto funcionamento da página. Um exemplo disso é quando incluímos um arquivo de topo ou rodapé de páginas. |
C ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Como ler o conteúdo de um arquivo uma linha de cada vez usando a função fgets() da linguagem CQuantidade de visualizações: 29353 vezes |
A função fgets(), disponível no header cstdio ou stdio.h, é usada para ler caracteres de um arquivo e armazená-los em um vetor de caracteres. Esta função recebe três argumentos. Veja:char *fgets(char *buffer, int num, FILE *file); No exemplo abaixo usamos um laço while() para ler o conteúdo até que o final de arquivo EOF seja encontrado. Desta forma, como sabemos que cada linha no arquivo termina com um marcador de fim de linha, fica fácil ler cada linha. É claro que se a linha sendo lida for maior que o tamanho do buffer, o efeito não será conseguido. Observe ainda que cada linha lida contém o caractere de fim de linha anexado a ela:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
const int TAM_BUFFER = 255; // quantidade de caracteres
// a serem lidos no buffer de cada vez
int main(int argc, char *argv[])
{
FILE *arquivo = fopen("c:\\testes.txt", "r");
char buffer[TAM_BUFFER];
// testa se o arquivo foi aberto com sucesso
if(arquivo != NULL){
// vamos usar um laço para ler o conteúdo do arquivo
// e armazenar no buffer
while(fgets(buffer, TAM_BUFFER, arquivo)){
printf("%s\n", buffer);
}
fclose(arquivo); // libera o ponteiro para o arquivo
}
else{
printf("Nao foi possivel abrir o arquivo.");
}
printf("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
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AngularJS ::: Angular / AngularJS + JavaScript ::: AngularJS Services (Serviços AngularJS) |
Aprenda a ler dados de um servidor remoto usando o serviço $http do AngularJSQuantidade de visualizações: 1882 vezes |
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O serviço $http do AngularJS pode ser usado quando precisamos ler informações vindas de um servidor remoto. Esta comunicação é feita por meio do objeto XMLHttpRequest ou via JSONP. A funcionalidade deste serviço é semelhante às requisições AJAX do jQuery. Vamos ver um exemplo no qual enviamos dois números para uma página PHP e ela nos retorna a soma destes números como uma resposta JSON. Primeiro veja o código PHP que gera o JSON:
<?php
header("Cache-Control: no-cache, must-revalidate");
header("Expires: Mon, 26 Jul 1997 05:00:00 GMT");
header('Content-type: application/json');
$numero1 = $_GET["numero1"];
$numero2 = $_GET["numero2"];
$soma = $numero1 + $numero2;
// vamos gerar o JSON com a soma
$res = json_encode(array("soma" => $soma));
// vamos retornar o JSON para a página que chamou esta
echo $res;
?>
Salve este código como somar.php e experimente chamá-la no seu navegador fornecendo os dois valores a serem somados. Veja: http://localhost/somar.php?numero1=37&numero2=3 Se tudo correr bem, o seguinte resultado será exibido: {"soma":40} Aqui eu usei PHP no servidor remoto, mas você pode usar Java, Perl, Node.js, ASP.NET, etc, desde que o retorno seja JSON. Agora vamos à aplicação AngularJS. Veja o código completo:
<!DOCTYPE html>
<head>
<meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1" />
<title>Cadastro de Alunos AngularJS</title>
<script src="https://ajax.googleapis.com/ajax/libs/angularjs/1.7.9/angular.min.js">
</script>
</head>
<body>
<script type="text/javascript">
// vamos criar uma nova aplicação
var app = angular.module('MinhaApp', []);
// vamos criar o controller HttpTesteController
app.controller('HttpTesteController', function($scope, $http){
// vamos fazer a conexão remota
$http.get("http://localhost/somar.php?numero1=37&numero2=3")
.then(function(response){
$scope.resultado = response.data.soma;
}
);
});
</script>
<div ng-app="MinhaApp" ng-controller="HttpTesteController">
<h1>A soma dos valores é: {{resultado}}</h1>
</div>
</body>
</html>
Abra esta página no seu navegador web. Você deverá ver um resultado parecido com: A soma dos valores é: 40 Note que usamos o método get() do serviço $http para fazer uma requisição GET para a página PHP. Em dicas dessa seção mostro como fazer requisições POST e também tratar os possíveis erros que podem ocorrer nesta operação. |
Veja mais Dicas e truques de AngularJS |
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