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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Android Java ::: android.widget ::: Spinner |
Entenda e aprenda a usar a classe Spinner em suas aplicações AndroidQuantidade de visualizações: 2560 vezes |
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Um objeto da classe Spinner no Android representa uma lista de itens, ou uma caixa de combinação, a partir da qual o usuário poderá escolher apenas uma opção. Em outras linguagens de programação tais como Delphi e C#, este controle é chamado de ComboBox. No Swing do Java, ele é chamado JComboBox. No HTML, nós o conhecemos como <select>. Veja a posição da classe Spinner na hieraquia de classes do Android: public class Spinner extends AbsSpinner implements DialogInterface.OnClickListener java.lang.Object android.view.View -> android.view.ViewGroup -> android.widget.AdapterView<android.widget.SpinnerAdapter> -> android.widget.AbsSpinner -> android.widget.Spinner Veja a seguir como podemos declarar um elemento Spinner no arquivo XML de layout: Spinner android:id="@+id/cidade" android:layout_width="wrap_content" android:layout_height="wrap_content" android:layout_marginTop="10dp" android:layout_gravity="center" android:layout_margin="10dp" android:entries="@array/cidades_nomes" /> Note que o elemento Spinner que declaramos possui o id "cidade" e, a parte mais importante, o vetor "cidades_nomes" para o seu atributo entries. Este vetor foi declarado no arquivo strings.xml da seguinte forma: <string-array name="cidades_nomes"> <item>Goiânia</item> <item>Cuiabá</item> <item>São Paulo</item> <item>Rio de Janeiro</item> <item>Curitiba</item> </string-array> Pronto. Isso é tudo. Se você executar seu aplicativo agora, já verá um caixa de combinação, ou seja, um Spinner com os nomes de cinco cidades ser exibido na tela. Experimente selecionar um dos itens. Em mais dicas dessa seção você verá como obter o item selecionado, como disparar uma ação como resultado da mudança de seleção de itens, como adicionar itens ao Spinner em tempo de execução e muito mais. |
Java ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Como criar e usar métodos estáticos em suas classes Java - Programação Orientada a Objetos em Java - Java OOPQuantidade de visualizações: 13951 vezes |
Como já vimos em outras dicas desta seção, uma classe Java possui propriedades (variáveis) e métodos (funções). Veja a seguinte declaração de uma classe Produto:
package estudos;
// declaração da classe Produto
public class Produto {
private String nome;
private double preco;
public String getNome() {
return nome;
}
public void setNome(String nome) {
this.nome = nome;
}
public double getPreco() {
return preco;
}
public void setPreco(double preco) {
this.preco = preco;
}
}
Aqui cada instância da classe Produto terá suas próprias variáveis nome e preco e os métodos que permitem acesso e alteração destas variáveis também estão disponíveis a cada instância. Há, porém, situações nas quais gostaríamos que um determinado método estivesse atrelado à classe e não à cada instância individual. Desta forma, é possível chamar um método de uma classe sem a necessidade da criação de instâncias da mesma. O método main() presente em todas as aplicações Java é um bom exemplo deste tipo de método. Métodos estáticos em Java podem ser criados por meio do uso da palavra-chave static. É comum tais métodos serem declarados com o modificador public, o que os torna acessíveis fora da classe na qual estes foram declarados. Veja um exemplo: Código para Pessoa.java:
package estudos;
// classe Pessoa com duas variáveis privadas e
// um método estático
public class Pessoa {
private String nome;
private int idade;
// um método estático que permite verificar a validade
// de um número de CPF
public static boolean isCPFValido(String cpf){
// alguns cálculos aqui
return true;
}
}
Veja agora como podemos chamar o método isCPFValido() sem a necessidade da criação de uma nova instância da classe Pessoa: Código para Main.java:
package estudos;
public class Main {
public static void main(String[] args) {
// vamos efetuar uma chamada ao método isCPFValido() sem
// criar uma instância da classe Pessoa
if(Pessoa.isCPFValido("12345")){
System.out.println("CPF Válido");
}
else{
System.out.println("CPF Inválido");
}
}
}
Note que o método estático isCPFValido() da classe Pessoa foi declarado assim: public static boolean isCPFValido(String cpf); Desta forma, podemos chamá-lo a partir de código externo à classe sem a necessidade de criar uma nova instância da mesma. Veja: if(Pessoa.isCPFValido("12345")){} É importante notar que métodos estáticos não possuem acesso a variáveis e métodos não estáticos da classe, tampouco ao ponteiro this (que só existe quando criamos instâncias da classe). Assim, o trecho de código abaixo:
// um método estático que permite verificar a validade
// de um número de CPF
public static boolean isCPFValido(String cpf){
// alguns cálculos aqui
// vamos acessar a variável não estática nome
nome = "Osmar J. Silva";
return true;
}
vai gerar o seguinte erro de compilação: Uncompilable source code - non-static variable nome cannot be referenced from a static context. Se usarmos this.nome a mensagem de erro de compilação será: Uncompilable source code - non-static variable this cannot be referenced from a static context. Métodos estáticos são úteis quando precisamos criar classes que atuarão como suporte, nas quais poderemos chamar funções (métodos) auxiliares sem a necessidade de criar novas instâncias a cada vez que estas funções forem necessárias. |
LISP ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres |
Como retornar uma substring de uma string em LISP usando a função subseq()Quantidade de visualizações: 787 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos extrair uma parte de uma palavra, frase ou texto, ou seja, vamos obter uma substring a partir de uma string. Na linguagem LISP isso pode ser feito por meio da função subseq(). Esta função aceita 3 argumentos. O primeiro argumento é a string a partir da qual a substring será extraída. O segundo argumento é o índice inicial da substring, começando sempre em 0. O terceiro argumento marca o índice final da substring (um índice a mais que o último caractere desejado). Se o terceiro argumento for omitido, todo o restante da string será incluído na substring. Veja o código LISP completo para o exemplo no qual pedimos para o usuário informar uma frase e extraímos dessa frase os 5 primeiros caracteres: ; variáveis que vamos usar no programa (let ((frase)(substring)) ; Vamos pedir para o usuário informar ; uma frase (princ "Informe uma frase: ") ; talvez o seu compilador não precise disso (force-output) ; atribui o valor lido à variável frase (setq frase (read-line)) ; vamos mostrar a frase informada ; o símbolo ~% provoca uma quebra de linha (format t "A frase informada foi: ~S~%" frase) ; agora vamos obter os 5 primeiros caracteres (setq substring (subseq frase 0 5)) ; e mostramos a substring (format t "A substring obtida foi: ~S" substring) ) Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado: A frase informada foi: "Estudar LISP é bom demais" A substring obtida foi: "Estud" |
C ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística |
Como elevar uma base a um determinado expoente usando a função pow() da linguagem CQuantidade de visualizações: 4060 vezes |
Em algumas situações nós precisamos efetuar cálculos de potenciação em C, ou seja, elevar um número (uma base) a um determinado expoente e obter sua potência. Veja a figura a seguir:![]() Veja que aqui o valor 5 foi elevado ao cubo, ou seja, ao expoente 3 e obtemos como resultado sua potência: 125. A linguagem C nos fornece a função pow(), presente no header math.h que recebe como argumentos a base e o expoente e nos retorna a potência (como um valor double). Veja um exemplo de seu uso no código abaixo:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
int main(int argc, char *argv[]){
int base = 4;
int expoente = 5;
double potencia = pow(4, 5);
printf("A base %d elevada ao expoente %d é igual à potência %f\n\n",
base, expoente, potencia);
system("PAUSE");
return 0;
}
Ao executarmos este código C nós teremos o seguinte resultado: A base 4 elevada ao expoente 5 é igual à potência 1024.000000 Note que a função pow() da linguagem C retorna um valor double. |
Java ::: Fundamentos da Linguagem ::: Modificadores |
Programação Orientada a Objetos em Java - Como usar o modificador static em suas aplicações JavaQuantidade de visualizações: 19380 vezes |
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O modificador static pode ser aplicado a métodos e variáveis. Além disso, este modificador pode ser usado para a inicialização de códigos estáticos de uma classe. Um recurso marcado com este modificador pertence à uma classe, e não às suas instâncias. Isso quer dizer que podemos acessar métodos ou variáveis estáticas sem a necessidade de criar uma cópia da classe. Veja por exemplo o método main() usado como ponto de entrada para um aplicativo Java:
public static void main(String args[]){
//
}
Como o método main é chamado antes mesmo de qualquer cópia de classes serem criadas, o modificador static se torna essencial. Veja o que acontece se o retirarmos:
public class Estudos{
public void main(String args[]){
System.out.println("Olá");
System.exit(0);
}
}
O código compila sem problemas. Porém, ao tentarmos executar teremos o seguinte erro: Exception in thread "main" java.lang.NoSuchMethodError: main
public class Estudos{
String frase = "Estou aqui!";
public static void main(String args[]){
System.out.println(frase);
System.exit(0);
}
}
Ao tentarmos compilar este código teremos o seguinte erro:
Estudos.java:5: non-static variable frase cannot be
referenced from a static context
System.out.println(frase);
^
1 error
static String frase = "Estou aqui!"; Execute o programa novamente e veja como o erro desaparece. Para demonstrar como recursos estáticos pertencem mesmo à classe e não às suas cópias, considere o seguinte exemplo:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
for(int i = 0; i < 5; i++){
Cliente cliente = new Cliente();
System.out.println("Sou o cliente número: " +
cliente.quant);
}
System.exit(0);
}
}
class Cliente{
public static int quant = 0;
public Cliente(){
quant++;
}
}
Ao compilar e executar este código você terá o seguinte resultado: Sou o cliente número: 1 Sou o cliente número: 2 Sou o cliente número: 3 Sou o cliente número: 4 Sou o cliente número: 5 Veremos agora o uso do modificador static na inicialização de blocos de código estáticos. Observe o código:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
for(int i = 0; i < 5; i++){
Cliente cliente = new Cliente();
System.out.println("Sou o cliente número: " +
cliente.quant);
}
System.exit(0);
}
}
class Cliente{
public static int quant = 0;
public Cliente(){
quant++;
}
static{
System.out.println("Bloco estático");
}
}
Compile e execute este exemplo. Você terá o seguinte resultado: Bloco estático Sou o cliente número: 1 Sou o cliente número: 2 Sou o cliente número: 3 Sou o cliente número: 4 Sou o cliente número: 5 |
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