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PHP ::: Dicas & Truques ::: Gráficos e Cores |
Gráficos em PHP - Como verificar se a extensão GD está disponível na sua instalação do PHPQuantidade de visualizações: 10761 vezes |
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Gráficos em PHP são gerados a partir da biblioteca (ou extensão) GD. É claro que você pode usar outras bibliotecas, mas esta é a mais comumente usada e disponível nas hospedagens compartilhadas. Antes de começar a gerar gráficos e imagens, porém, você precisa verificar se a GD está disponível no seu interpretador. A melhor forma de verificar isso é usar a página phpinfo() e procurar a seção "GD". Você deverá ter algo assim: GD Support enabled GD Version 2.0 or higher FreeType Support enabled FreeType Linkage with freetype JPG Support enabled PNG Support enabled WBMP Support enabled A partir da versão 4.3 do PHP, uma versão da GD (equivalente à GD 2.0 ou mais recente) já vem instalada por padrão. Isso dispensa a instalação da biblioteca. |
Java ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação orientada a objetos em Java - Como usar o modificador protected em suas variáveis e métodos JavaQuantidade de visualizações: 11084 vezes |
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O modificador protected pode ser aplicado às variáveis e métodos de uma classe. Membros de uma classe marcados como protected podem ser acessados por qualquer classe no mesmo pacote (package) ou por suas classes derivadas (subclasses), mesmo que estas classes estejam em pacotes diferentes. Contudo, a discussão sobre este modificador é um pouco mais profunda. Subclasses residentes em outros pacotes tem algumas limitações em relação ao acesso de variáveis e métodos marcados como protected em suas superclasses. Em resumo, uma subclasse em um pacote diferente pode sobrescrever métodos protected de suas superclasses. Além disso, instâncias destas subclasses podem acessar ou modificar variáveis protected herdadas de suas superclasses, assim como chamar os métodos protected herdados. Porém, estas instâncias não têm liberdade para efetuar estas ações em outras instâncias das mesmas subclasses. Veja um exemplo no qual mostramos como acessar variáveis marcadas como protected em uma classe a partir de sua classe derivada:
// superclasse
class Pessoa{
protected String nome;
public String getNome(){
return this.nome;
}
}
// subclasse
class Aluno extends Pessoa{
public Aluno(){
this.nome = "Osmar J. Silva";
}
}
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
// Cria um objeto da classe Aluno
Aluno a = new Aluno();
System.out.println(a.getNome());
}
}
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Python ::: Estruturas de Dados ::: Lista Ligada Simples |
Como excluir um nó no final de uma lista encadeada simples em PythonQuantidade de visualizações: 1518 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos escrever um método remover_final() que remove e retorna o nó no final de uma lista encadeada simples em Python, ou seja, excluí o último nó da lista. É importante observar que o método exclui o último nó e o retorna completo, inclui o valor que está incluído nele. Se a lista estiver vazia o método retorna o valor None para indicar lista vazia. Vamos começar então com o código para a classe No da lista singularmente ligada (que salvei em um arquivo no_lista_singularmente_ligada.py):
# classe No para uma lista singularmente encadeada ou
# ligada - Singly Linked List
class No:
# construtor da classe No
def __init__(self, info, proximo):
self.info = info
self.proximo = proximo
# método que permite definir o conteúdo do nó
def set_info(self, info):
self.info = info
# método que permite obter a informação de um nó
def get_info(self):
return self.info
# método que permite definir o campo próximo deste nó
def set_proximo(self, proximo):
self.proximo = proximo
# método que permite obter o campo próximo deste nó
def get_proximo(self):
return self.proximo
# retorna True se este nó apontar para outro nó
def possui_proximo(self):
return self.proximo != None
Veja que o código para a classe Nó não possui muitas firulas. Temos apenas um campo info, que guardará o valor do nó, e um campo próximo, que aponta para o próximo nó da lista, ou null, se este for o único nó ou o último nó da lista ligada. Veja agora o código para a classe ListaLigadaSimples (lista_ligada_simples.py), com os métodos inserir_inicio(), remover_final() e exibir():
# importa a classe No
from no_lista_singularmente_ligada import No
# classe ListaLigadaSimples
class ListaLigadaSimples:
# construtor da classe
def __init__(self):
self.inicio = None # nó inicial da lista
# método que deleta um nó no final de uma lista ligada
# este método retorna o nó excluído
def remover_final(self):
# a lista está vazia?
if self.inicio == None:
return None
else:
# vamos excluir e retornar o primeiro nó da lista
removido = self.inicio
# a lista possui apenas um nó?
if self.inicio.get_proximo() == None:
# a lista agora ficará vazia
self.inicio = None
else:
# começamos apontando para o início da lista
no_atual = self.inicio
no_anterior = self.inicio
# enquanto o próximo do nó atual for diferente de nulo
while no_atual.get_proximo() != None:
# avançamos o nó anterior
no_anterior = no_atual
# saltamos para o próximo nó
no_atual = no_atual.get_proximo()
# na estamos na posição de exclusão
removido = no_atual
no_anterior.set_proximo(None)
# retorna o nó removido
return removido
# método que permite inserir um novo nó no início da lista
def inserir_inicio(self, info):
# cria um novo nó contendo a informação e que
# não aponta para nenhum outro nó
novo_no = No(info, None)
# a lista ainda está vazia?
if self.inicio == None:
# o novo nó será o início da lista
self.inicio = novo_no
else:
# o novo nó aponta para o início da lista
novo_no.set_proximo(self.inicio)
# o novo nó passa a ser o início da lista
self.inicio = novo_no
# método que permite exibir todos os nós da lista
# ligada simples (lista singularmente encadeada)
def exibir(self):
# aponta para o início da lista
no_atual = self.inicio
# enquanto o nó não for nulo
while no_atual != None:
# exibe o conteúdo do nó atual
print(no_atual.get_info())
# pula para o próximo nó
no_atual = no_atual.get_proximo()
E agora o código main() que insere alguns valores no início da nossa lista singularmente encadeada e testa o método remover_final():
# importa a classe ListaLigadaSimples
from lista_singularmente_ligada import ListaLigadaSimples
# método principal
def main():
# cria uma nova lista encadeada simples
lista = ListaLigadaSimples()
print("Insere o valor 12 no início da lista")
lista.inserir_inicio(12)
print("Conteúdo da lista: ")
lista.exibir()
print("Insere o valor 30 no início da lista")
lista.inserir_inicio(30)
print("Conteúdo da lista: ")
lista.exibir()
print("Insere o valor 27 no início da lista")
lista.inserir_inicio(27)
print("Conteúdo da lista: ")
lista.exibir()
print("Remove um nó no final da lista")
removido = lista.remover_final()
if removido == None:
print("Não foi possível remover. Lista vazia")
else:
print("Nó removido:", removido.get_info())
print("Conteúdo da lista: ")
lista.exibir()
if __name__== "__main__":
main()
Ao executar este código Python nós teremos o seguinte resultado: c:\estudos_python>python estudos.py Insere o valor 12 no início da lista Conteúdo da lista: 12 Insere o valor 30 no início da lista Conteúdo da lista: 30 12 Insere o valor 27 no início da lista Conteúdo da lista: 27 30 12 Remove um nó no final da lista Nó removido: 12 Conteúdo da lista: 27 30 |
PHP ::: Dicas & Truques ::: Data e Hora |
PHP para iniciantes - Como obter o número de dias em um mês e ano usando a função cal_days_in_month() do PHPQuantidade de visualizações: 4 vezes |
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Em algumas situações nós precisamos saber quantos dias um determinado mês possui, talvez para exibir um calendário. Para isso nós podemos usar a função cal_days_in_month() da linguagem PHP. Esta função pede um tipo de calendário (geralmente CAL_GREGORIAN), um número indicando o mês (1 para janeiro, 2 para fevereiro, etc) e o ano). Veja o código completo para obter a quantidade de dias para o mês de fevereiro de 2021:
<?php
$ano = 2021;
$mes = 2; // fevereiro
$quant_dias = cal_days_in_month(CAL_GREGORIAN,
$mes, $ano);
echo "Há $quant_dias dias no mês e ano informados";
?>
Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado: Há 28 dias no mês e ano informados |
Java ::: Tratamento de Erros ::: Passos Iniciais |
Quais as diferenças entre checked exceptions, runtime exceptions e errors na linguagem Java?Quantidade de visualizações: 15956 vezes |
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Checked exceptions (exceções verificadas), runtime exceptions (exceções de tempo de execução) e errors (erros) possuem diferenças importantes e devem ser entendidas perfeitamente para tirarmos maior proveito da plataforma Java. Entre as checked exceptions podemos citar FileNotFoundException, ClassNotFoundException e IOException. Agora veja: problemas tais como um arquivo não encontrado, uma classe não encontrada ou problemas com entrada e saída (talvez a impressora parou de responder ou a rede caiu) fogem completamente do domínio da aplicação. Tais exceções não são provocadas por código mal escrito ou mal testado. Desta forma, o Java força que todas as checked exceptions estejam em um bloco try...catch. Vamos ver se isso é verdade? Observe o trecho de código abaixo:
import java.io.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
DataInputStream in = new DataInputStream(
new BufferedInputStream(
new FileInputStream("conteudo.txt")));
while(in.available() != 0)
System.out.print((char) in.readByte());
System.exit(0);
}
}
Se tentarmos compilar este código teremos o seguinte resultado:
Estudos.java:7: unreported exception
java.io.FileNotFoundException; must be caught
or declared to be thrown
new FileInputStream("conteudo.txt")));
^
Estudos.java:9: unreported exception
java.io.IOException; must be caught or
declared to be thrown
while(in.available() != 0)
^
Estudos.java:10: unreported exception
java.io.IOException; must be caught or
declared to be thrown
System.out.print((char) in.readByte());
^
3 errors
Aqui nós temos uma exceção FileNotFoundException e duas exceções IOException. Vamos nos concentrar na exceção gerada pelo construtor da classe FileInputStream. Folheando a documentação do Java nós encontramos: public FileInputStream(String name) throws FileNotFoundException É aqui que as coisas começam a ficar interessantes. Todos os métodos Java que podem atirar exceções verificadas são marcados com throws e o tipo de exceção lançada. A palavra throws é usada para transferir a responsabilidade do tratamento do erro para o chamador de tais métodos. Outro exemplo é o método readByte() da classe DataInputStream: public final byte readByte() throws IOException Para corrigir as exceções acima, só precisamos usar um bloco try...catch. Veja:
import java.io.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
try{
DataInputStream in = new DataInputStream(
new BufferedInputStream(
new FileInputStream("conteudo.txt")));
while(in.available() != 0)
System.out.print((char) in.readByte());
}
catch(IOException e){
System.out.print(e.getMessage());
}
System.exit(0);
}
}
Exceções verificadas são todas aquelas que descendem de Exception mas não descendem de RuntimeException. As exceções de tempo de execução (runtime exceptions) são provocadas por código mal escrito ou mal testado, ou seja, são causadas por nós programadores. Entre estas exceções podemos citar ArithmeticException, IndexOutOfBoundsException e NoSuchElementException. De fato, um erro aritmético é responsabilidade do programador, pois cabe a este verificar se os valores estão dentro da faixa permitida por cada tipo de dados. Ao contrário das exceções verificadas, o compilador não força o uso do bloco try...catch para as runtime exceptions. De fato, isso é fácil de compreender, uma vez que tais exceções não deveriam jamais aparecer. Contudo, pode ser desejável usar o bloco try...catch em casos em que os valores de uma operação são definidos pelo usuário. Veja um exemplo:
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
Scanner in = new Scanner(System.in);
System.out.print("Informe um inteiro: ");
int valor = in.nextInt();
System.out.print("Informe outro inteiro: ");
int valor2 = in.nextInt();
System.out.println("O resultado é " +
valor / valor2);
}
}
Se executarmos este código e informarmos o valor 0 para o segundo inteiro, teremos a seguinte exceção: Informe um inteiro: 4 Informe outro inteiro: 0 Exception in thread "main" java.lang.ArithmeticException: / by zero at Estudos.main(Estudos.java:13) Uma forma de corrigir isso é testando os valores informados para verificar suas faixas ou lançar uma exceção. Veja como usamos esta última alternativa:
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
Scanner in = new Scanner(System.in);
System.out.print("Informe um inteiro: ");
int valor = in.nextInt();
System.out.print("Informe outro inteiro: ");
int valor2 = in.nextInt();
try{
System.out.println("O resultado é " +
valor / valor2);
}
catch(ArithmeticException e){
System.out.println("Uma exceção " +
"ArithmeticException ocorreu, " +
"possivelmente uma tentativa de " +
"divisão por zero.");
}
}
}
Agora se informarmos zero para o segundo inteiro, teremos: Informe um inteiro: 5 Informe outro inteiro: 0 Uma exceção ArithmeticException ocorreu, possivelmente uma tentativa de divisão por zero. As runtime exceptions (causadas por falha nossa, os programadores) descedem de java.lang.RuntimeException. Além das runtime exceptions e das checked exceptions, temos também os errors, que descedem de java.lang.Error e não devem jamais ser atirados ou tratados em blocos try...catch. Este tipo de erro é reservado para indicar problema na JVM. Entre tais erros temos OutOfMemoryError, que é lançado quando a Java Virtual Machine não consegue alocar um objeto porque sua fatia de memória esgotou e o Garbage Collector ainda não liberou mais memória. Não há razão para tratarmos isso em um bloco try...catch uma vez que, ao contrário de C++, a liberação de memória só é feita pelo GC. O melhor a fazer é deixar mesmo o programa ser encerrado e encontrar alternativas para a correção do problema. |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Java |
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