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PHP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Métodos, Procedimentos e Funções |
Como usar funções e variáveis globais em PHPQuantidade de visualizações: 38979 vezes |
Por padrão, variáveis definidas a nível de página, ou seja, variáveis globais, não podem ser acessadas a partir de uma função. Veja um exemplo:
<?
// variável global
$usuario = "Osmar";
function exibir(){
echo $usuario; // acessa a variável gloal
}
// chama a função
exibir();
?>
Ao executar este exemplo teremos o seguinte resultado: Notice: Undefined variable: usuario in xxx/estudos.php on line 6 Para contornar este problema, temos que empregar a palavra-chave global seguida pelo nome da variável global que queremos acessar. Veja:
<?
// variável global
$usuario = "Osmar";
function exibir(){
// permite acesso à variável global
global $usuario;
echo $usuario; // acessa a variável gloal
}
// chama a função
exibir();
?>
Ao executarmos o código novamente, percebemos que o resultado é o esperado. Outra forma de acessar variáveis globais a partir de uma função é usando $GLOBALS. Veja:
<?
// variável global
$usuario = "Osmar";
function exibir(){
echo $GLOBALS['usuario']; // acessa a variável global
}
// chama a função
exibir();
?>
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C ::: C para Engenharia ::: Física - Mecânica |
Como calcular a velocidade da queda livre de um corpo dado o intervalo de tempo (e a aceleração da gravidade) em CQuantidade de visualizações: 2773 vezes |
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A Queda Livre é um Movimento Uniformemente Variado, na qual um objeto em queda livre tem a sua velocidade aumentada a taxas constantes. Abandonado em alturas próximas da terra, a velocidade com que um corpo cai aumenta a uma taxa de aproximadamente 9,8m/s. Isso é o mesmo que dizer que a aceleração da gravidade terrestre é de 9,8m/s2, o que aumenta a velocidade do objeto em 35,28km/h a cada segundo. Assim, a fórmula da velocidade de um objeto em queda livre é: \[ \text{v} = \text{g} \cdot \text{t} \] Onde: v ? velocidade de queda (m/s) g ? aceleração da gravidade (m/s2) t ? intervalo de tempo (s) Vamos ver um exemplo? Veja o seguinte enunciado: 1) Um corpo é abandonado a uma altura qualquer no tempo 0s e está em queda livre. Calcule a sua velocidade no tempo 15s. Como sabemos que o intervalo de tempo é 15s, só precisamos jogar na fórmula. Veja o código C completo para o cálculo:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
int main(int argc, char *argv[]){
// gravidade terrestre em m/s2
float gravidade = 9.80665;
// intervalo de tempo da queda livre (em segundos)
float tempo = 15.00; // em segundos
// velocidade da queda nesse intervalo
float velocidade = gravidade * tempo;
// mostramos o resultado
printf("A velocidade da queda livre é: %fm/s",
velocidade);
printf("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado: A velocidade da queda livre é: 147.099747m/s Se quisermos saber a velocidade em km/h, basta multiplicar o resultado por 3.6, o que dará 529.56km/h. Vamos tornar o experimento mais interessante? Veja uma modificação no código C que mostra a velocidade da queda nos 10 primeiros segundos, de forma individual:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
int main(int argc, char *argv[]){
int i; // variável de controle do laço
// gravidade terrestre em m/s2
float gravidade = 9.80665;
// intervalo de tempo da queda livre (em segundos)
int tempo;
// velocidade da queda nesse intervalo
float velocidade;
// um laço for que repete 10 vezes
for(i = 1; i <= 10; i++){
tempo = i; // inicialmente será um segundo
velocidade = gravidade * tempo;
printf("A velocidade no tempo %d: %fm/s\n",
tempo, velocidade);
}
printf("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado: A velocidade no tempo 1: 9.806650m/s A velocidade no tempo 2: 19.613300m/s A velocidade no tempo 3: 29.419950m/s A velocidade no tempo 4: 39.226601m/s A velocidade no tempo 5: 49.033249m/s A velocidade no tempo 6: 58.839901m/s A velocidade no tempo 7: 68.646553m/s A velocidade no tempo 8: 78.453201m/s A velocidade no tempo 9: 88.259850m/s A velocidade no tempo 10: 98.066498m/s |
Ruby ::: Dicas & Truques ::: Hashes (Arrays Associativas) |
Como criar um hash em Ruby - Criação e uso de arrays associativos na linguagem RubyQuantidade de visualizações: 9574 vezes |
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Os hashes (também chamados de arrays associativas, mapas ou dicionários) são parecidos com arrays no sentido em que são coleções indexadas de referências a objetos. Contudo, enquanto podemos indexar arrays usando inteiros, hashes podem ser indexados usando-se qualquer tipo de dados: strings, expressões regulares, inteiros, e assim por diante. Quando guardamos um valor em um hash, estamos na verdade guardando dois objetos: o índice (geralmente chamado de chave) e o valor. Os valores em um hash Ruby podem ser de qualquer tipo. Hashes em Ruby podem ser criados de duas formas: usando a notação literal ou criando-se um objeto da classe Hash. Veja como criamos um hash usando notação literal:
# cria um hash de estados e capitais
capitais = {'Goiás' => 'Goiânia', 'Mato Grosso' => 'Cuiabá',
'Paraná' => 'Curitiba'}
# exibe a capital correspondente ao estado de Mato Grosso
puts capitais['Mato Grosso']
Veja como usamos os nomes dos estados como chaves e os nomes das capitais como valores para cada um dos elementos do hash. Veja agora como criar este mesmo hash por meio da criação de um objeto da classe Hash: # cria um hash de estados e capitais capitais = Hash.new capitais['Goiás'] = 'Goiânia' capitais['Mato Grosso'] = 'Cuiabá' capitais['Paraná'] = 'Curitiba' # exibe a capital correspondente ao estado de Mato Grosso puts capitais['Mato Grosso'] |
Delphi ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres |
Como extrair uma substring de uma string usando a função AnsiMidStr() do DelphiQuantidade de visualizações: 31247 vezes |
Em algumas situações precisamos obter uma substring de uma string. Em Delphi isso pode ser feito por meio da função AnsiMidStr(). Esta função requer a string a partir da qual a substring será obtida, a posição inicial da substring (começando em 1) e a quantidade de caracteres que comporâo a substring. O retorno será uma nova string contendo a substring obtida. Veja o exemplo:
procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
frase, substring: string;
begin
frase := 'Programar em Delphi é muito bom';
// vamos obter a substring "Delphi"
substring := AnsiMidStr(frase, 14, 6);
// vamos exibir o resultado
ShowMessage('Resultado: ' + substring);
end;
Não se esqueça de adicionar a unit StrUtils no uses do seu formulário. Para questões de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009. |
Java ::: Coleções (Collections) ::: ArrayList |
Como inverter a ordem dos elementos de uma ArrayList do Java usando a função reverse() da classe CollectionsQuantidade de visualizações: 14533 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos usar o método estático reverse() da classe Collections para reverter (inverter) a ordem dos elementos de uma ArrayList. Note que este método atua diretamente sobre a ArrayList que estamos fornecendo como argumento, e não retorna nada. Veja o exemplo a seguir:
package estudos_java;
import java.util.ArrayList;
import java.util.Collections;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
// cria uma ArrayList que conterá strings
ArrayList<String> nomes = new ArrayList<>();
// adiciona itens na lista
nomes.add("Carlos");
nomes.add("Maria");
nomes.add("Fernanda");
nomes.add("Osmar");
// exibe os elementos da ArrayList
for(int i = 0; i < nomes.size(); i++){
System.out.println(nomes.get(i));
}
// Vamos inverter a ordem dos elementos
Collections.reverse(nomes);
// exibe os elementos da ArrayList
System.out.println();
for(int i = 0; i < nomes.size(); i++){
System.out.println(nomes.get(i));
}
System.exit(0);
}
}
Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado: Carlos Maria Fernanda Osmar Osmar Fernanda Maria Carlos |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Java |
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