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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

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Card 1 de 11
Fundações diretas ou rasas

As fundações rasas ou diretas são utilizadas quando as camadas superficiais do solo apresentam resistência apropriada para receber as cargas provenientes de uma edificação.

A depender das características do solo abaixo de uma estrutura, podem ser usadas tanto fundações rasas como fundações profundas, desde que os estudos técnicos necessários sejam realizados durante a fase dos estudos preliminares.

Vale ressaltar que o uso das fundações rasas é recomendado quando o número de golpes do SPT for maior ou igual a 8 e a profundidade de assentamento não ultrapassar 2m, pois, acima desses valores, esse tipo de fundação se torna inviável técnica e economicamente.

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Java ::: Fundamentos da Linguagem ::: Modificadores

Como usar o modificador native da linguagem Java

Quantidade de visualizações: 10182 vezes
O modificador native é usado exclusivamente com métodos. A implementação de um método marcado como native não é feita em Java mas sim em outra linguagem de programação, tal como C ou C++.

Veja um exemplo de uma aplicação Java contendo um método native:

public class Estudos{
  private static native void escrever();
	
  public static void main(String[] args){
    System.loadLibrary("Funcoes");
    escrever();
  }
}

O primeiro detalhe a observar é a definição de um método native chamado escrever(). Veja que este método possui apenas a assinatura, o que quer dizer que sua implementação virá de um ponto externo ao nosso código. Em seguida temos uma chamada ao método LoadLibrary() da classe System. Este método recebe uma string contendo o nome da biblioteca que contém a implementação do método escrever(). O próprio método LoadLibrary se encarrega de acrescentar as extensões .dll ou .so ao nome da biblioteca que será carregada.

Quando estamos trabalhando com métodos native, é sempre uma boa idéia estudarmos JNI (Java Native Interface). JNI é uma API do Java que permite que métodos Java chamem funções nativas implementadas em C.


Delphi ::: VCL - Visual Component Library ::: TStringGrid

Como usar o evento OnDrawCell para controlar o desenho das células em um TStringGrid do Delphi

Quantidade de visualizações: 16673 vezes
O evento OnDrawCell, definido originalmente na classe TCustomDrawGrid, é disparado quando uma determinada célula do TStringGrid precisa ser desenhada. Este evento possui a seguinte assinatura:

property OnDrawCell: TDrawCellEvent;

O tipo Grids.TDrawCellEvent apresenta, no Delphi 2009, a seguinte lista de parâmetros:

TDrawCellEvent = procedure(Sender: TObject; ACol, ARow: Longint; 
  Rect: TRect; State: TGridDrawState) of object;

Vamos ver cada um destes parâmetros separadamente:

Sender - Representa a grid na qual a célula está sendo desenhada;

ACol, ARow - Índices da coluna e linha na qual a célula está sendo desenhada;

Rect - Localização da célula na área de desenho (canvas);

State - Um objeto Grids.TGridDrawState que indica se a célula possui o foco (gdFocused), está selecionada (gdSelected) e se a mesma é uma célula fixa (gdFixed). Células fixas permanecem vísiveis quando as barras de rolagem são acionadas.

Veja um trecho de código no qual usamos o evento OnDrawCell para colorir de amarelo o fundo de uma determinada célula do TStringGrid:

procedure TForm1.StringGrid1DrawCell(Sender: TObject; ACol, ARow: Integer;
  Rect: TRect; State: TGridDrawState);
var
  conteudo: String;
begin
  // vamos obter o conteúdo da célula
  conteudo := StringGrid1.Cells[ACol, ARow];

  // vamos colorir a célula na segunda linha e terceira
  // coluna com o fundo amarelo
  if (ACol = 2) and (ARow = 1) then
    begin
      StringGrid1.Canvas.Brush.Color := clYellow;
      StringGrid1.Canvas.FillRect(Rect);
      StringGrid1.Canvas.TextRect(Rect, Rect.Left, Rect.Top,
        conteudo);
    end;
end;

Para este exemplo deixei o valor da propriedade DefaultDrawing do TStringGrid como true. Isso faz com que o fundo da célula seja pintado antes que o evento DrawCell seja chamado e o efeito 3D das células fixas seja exibido ou o retângulo de foco ao redor da célula que possui o foco no momento seja desenhado após o evento. Experimente executar o exemplo com o valor false para a propriedade DefaultDrawing para ver o resultado.

Veja agora um trecho de código no qual definimos a cor vermelha para o texto das células cujo valor inteiro seja menor que 10:

procedure TForm1.StringGrid1DrawCell(Sender: TObject; ACol, ARow: Integer;
  Rect: TRect; State: TGridDrawState);
var
  conteudo: String;
begin
  // vamos obter o conteúdo da célula
  conteudo := StringGrid1.Cells[ACol, ARow];

  // vamos definir a cor vermelha para o texto das células
  // contendo valores menores que 10
  if (conteudo <> '') and (StrToInt(conteudo) < 10) then
    begin
      StringGrid1.Canvas.Font.Color := clRed;
      StringGrid1.Canvas.FillRect(Rect);
      StringGrid1.Canvas.TextRect(Rect, Rect.Left, Rect.Top,
        conteudo);
    end;
end;

Tenha cuidado para que o valor da célula possa ser convertido para inteiro por meio do uso da função StrToInt(). Caso a conversão não for possível, uma exceção do tipo EConvertError será lançada.


Delphi ::: Classes, Controles e Componentes ::: TRegistry (Registro do Windows)

Como criar chaves no registro do Windows usando o método CreateKey() da classe TRegistry do Delphi

Quantidade de visualizações: 15644 vezes
Em algumas situações gostariámos de criar novas chaves e/ou sub-chaves no registro do Windows. Isso pode ser feito por meio do método CreateKey() da classe TRegistry. Este método recebe uma string especificando o nome da chave a ser criada e retorna um valor Boolean indicando se a chave foi criada com sucesso.

Veja um trecho de código no qual criamos uma chave chamada "Arquivo de Códigos" dentro da chave raiz HKEY_CURRENT_USER:

procedure TForm3.Button4Click(Sender: TObject);
var
  chave: String;
  reg: TRegistry;
begin
  // uses Registry

  // vamos definir o nome da chave a ser criada
  chave := 'Arquivo de Códigos';

  // vamos criar uma instância da classe TRegistry
  reg := TRegistry.Create;

  // a chave raiz padrão é HKEY_CURRENT_USER mas, por via das dúvidas
  // vamos reafirmar isso
  reg.RootKey := HKEY_CURRENT_USER;

  // vamos criar a chave informada
  if reg.CreateKey(chave) then
    begin
      ShowMessage('A chave foi criada com sucesso.');
    end
  else
    begin
      ShowMessage('Não foi possível criar a chave informada.');
    end;
    
  // vamos liberar o registro 
  reg.Free;
end;


Alguns aplicativos, por exemplo os da Adobe, Macromedia, Microsoft, etc, guardar informações relacionadas aos seus aplicativos na sub-chave SOFTWARE dentro da chave HKEY_LOCAL_MACHINE. Assim, vamos criar uma chave para um aplicativo fictício. Vamos chamar nossa chave de "Simulador Nota Fiscal Eletrônica 1.0". Note que, se esta chave já existir no registro nada acontecerá:

procedure TForm3.Button4Click(Sender: TObject);
var
  chave: String;
  reg: TRegistry;
begin
  // uses Registry

  // vamos definir o nome da chave a ser criada
  chave := 'Simulador Nota Fiscal Eletrônica 1.0';

  // vamos criar uma instância da classe TRegistry
  reg := TRegistry.Create;

  // vamos criar uma chave dentro de HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE
  reg.RootKey := HKEY_LOCAL_MACHINE;

  // vamos criar a chave informada
  if reg.CreateKey('\SOFTWARE\' + chave) then
    begin
      ShowMessage('A chave foi criada com sucesso.');
    end
  else
    begin
      ShowMessage('Não foi possível criar a chave informada.');
    end;
    
  // vamos liberar o registro 
  reg.Free;
end;


Execute este código e logo em seguida abra uma janela de terminal e digite regedit.exe. vá na seção
HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE e veja se a chave "Simulador Nota Fiscal Eletrônica 1.0" foi realmente criada.

Para fins de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009.


C ::: Dicas & Truques ::: Ponteiros, Referências e Memória

Como alocar memória dinâmica usando a função calloc() da linguagem C

Quantidade de visualizações: 19362 vezes
A função calloc() é bem parecida com a função malloc() e também é usada em C para alocarmos um bloco de memória. A diferença é que calloc() recebe a quantidade de elementos e o número de bytes do elemento e retorna um ponteiro do tipo void (genérico) para o início do bloco de memória obtido. Veja sua assinatura:

void *calloc(size_t n, size_t size);


Se a memória não puder se alocada, um ponteiro nulo (NULL) será retornado.

É importante se lembrar de alguns conceitos antes de usar esta função. Suponhamos que você queira alocar memória para um único inteiro. Você poderia ter algo assim:

// aloca memória para um int
ponteiro = calloc(1, 4);


Embora este código esteja correto, não é um boa idéia assumir que um inteiro terá sempre 4 bytes. Desta forma, é melhor usar o operador sizeof() para obter a quantidade de bytes em um inteiro em uma determinada arquitetura. Veja:

// aloca memória para um int
ponteiro = calloc(1, sizeof(int));

Eis o código completo para um aplicativo C que mostra como alocar memória para um inteiro e depois atribuir e obter o valor armazenado no bloco de memória alocado:

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  // ponteiro para uma variável do tipo inteiro
  int *ponteiro;

  // aloca memória para um int
  ponteiro = calloc(1, sizeof(int));

  // testa se a memória foi alocada com sucesso
  if(ponteiro)
    printf("Memoria alocada com sucesso.\n");
  else
    printf("Nao foi possivel alocar a memoria.\n");

  // atribui valor à memória alocada
  *ponteiro = 45;

  // obtém o valor atribuído
  printf("Valor: %d\n\n", *ponteiro);

  // libera a memória
  free(ponteiro);

  system("PAUSE");
  return 0;
}

Uma aplicação interessante da função calloc() é quando precisamos construir uma matriz dinâmica. Veja como isso é feito no código abaixo:

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  int i;

  // quantidade de elementos na matriz
  int quant = 10;

  // ponteiro para o bloco de memória
  int *ponteiro;

  // aloca memória para uma matriz de inteiros
  ponteiro = calloc(quant, sizeof(int));

  // testa se a memória foi alocada com sucesso
  if(ponteiro)
    printf("Memoria alocada com sucesso.\n");
  else{
    printf("Nao foi possivel alocar a memoria.\n");
    exit(1);
  }

  // atribui valores aos elementos do array
  for(i = 0; i < quant; i++){
    ponteiro[i] = i * 2;
  }

  // exibe os valores
  for(i = 0; i < quant; i++){
    printf("%d  ", ponteiro[i]);
  }

  // libera a memória
  free(ponteiro);

  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}



PHP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle

PHP para iniciantes - Como usar o laço for da linguagem PHP

Quantidade de visualizações: 31610 vezes
O laço for, ou loop for, ou laço PARA, é usado quando queremos executar um bloco de instruções um determinado número de vezes. Este laço é composto de três partes:

for(inicialização; teste; incremento/decremento){
  bloco de instruções
}

Na parte inicialização nós definimos o valor inicial da variável de controle. Na parte teste nós usamos o valor da variável de controle para testar a continuidade ou interrupção do laço. Finalmente, na parte incremento/decremento nós alteramos o valor da variável de controle para cima ou para baixo. Veja um exemplo:

<?
  for($i = 1; $i <= 10; $i++){
    echo $i . "<br>";
  }
?>

Este trecho de código vai mostrar o seguinte resultado:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10

O incremento/decremento da variável de controle não precisa ser necessariamente em 1. Podemos usar qualquer expressão. Veja um trecho de código que exibe os números pares de 0 à 10:

<?
  for($i = 0; $i <= 10; $i += 2){
    echo $i . "<br>";
  }
?>

Este código mostrará o seguinte resultado:

0
2
4
6
8
10

Observe que "$i += 2" é o mesmo que "$i = $i + 2".

Com exceção da parte de testes, podemos inserir múltiplas expressões nas demais partes de um laço for. Veja:

<?
  for($i = 0, $x = 2; $i <= 10; print ($i * $x) . "<br>", $i++);
?>

Ao executarmos este laço, o resultado será:

0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
20

Este último código é um pouco exótico, mas muito fácil de ser encontrado por aí.

Esta dica foi revisada, atualizada e testada no PHP 8.


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de PHP

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