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Card 1 de 11
Fundações diretas ou rasas

As fundações rasas ou diretas são utilizadas quando as camadas superficiais do solo apresentam resistência apropriada para receber as cargas provenientes de uma edificação.

A depender das características do solo abaixo de uma estrutura, podem ser usadas tanto fundações rasas como fundações profundas, desde que os estudos técnicos necessários sejam realizados durante a fase dos estudos preliminares.

Vale ressaltar que o uso das fundações rasas é recomendado quando o número de golpes do SPT for maior ou igual a 8 e a profundidade de assentamento não ultrapassar 2m, pois, acima desses valores, esse tipo de fundação se torna inviável técnica e economicamente.

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Java ::: Tratamento de Erros ::: Passos Iniciais

Quais as diferenças entre checked exceptions, runtime exceptions e errors na linguagem Java?

Quantidade de visualizações: 15894 vezes
Checked exceptions (exceções verificadas), runtime exceptions (exceções de tempo de execução) e errors (erros) possuem diferenças importantes e devem ser entendidas perfeitamente para tirarmos maior proveito da plataforma Java.

Entre as checked exceptions podemos citar FileNotFoundException, ClassNotFoundException e IOException. Agora veja: problemas tais como um arquivo não encontrado, uma classe não encontrada ou problemas com entrada e saída (talvez a impressora parou de responder ou a rede caiu) fogem completamente do domínio da aplicação. Tais exceções não são provocadas por código mal escrito ou mal testado. Desta forma, o Java força que todas as checked exceptions estejam em um bloco try...catch. Vamos ver se isso é verdade? Observe o trecho de código abaixo:

import java.io.*;

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    DataInputStream in = new DataInputStream(
      new BufferedInputStream(
        new FileInputStream("conteudo.txt")));
        
    while(in.available() != 0)
      System.out.print((char) in.readByte());
    
    System.exit(0);
  }
}

Se tentarmos compilar este código teremos o seguinte resultado:

Estudos.java:7: unreported exception 
java.io.FileNotFoundException; must be caught 
or declared to be thrown
  new FileInputStream("conteudo.txt")));
  ^
Estudos.java:9: unreported exception 
java.io.IOException; must be caught or 
declared to be thrown
  while(in.available() != 0)
           ^
Estudos.java:10: unreported exception 
java.io.IOException; must be caught or 
declared to be thrown
  System.out.print((char) in.readByte());
                             ^
3 errors


Aqui nós temos uma exceção FileNotFoundException e duas exceções IOException. Vamos nos concentrar na exceção gerada pelo construtor da classe FileInputStream. Folheando a documentação do Java nós encontramos:

public FileInputStream(String name)
  throws FileNotFoundException


É aqui que as coisas começam a ficar interessantes. Todos os métodos Java que podem atirar exceções verificadas são marcados com throws e o tipo de exceção lançada. A palavra throws é usada para transferir a responsabilidade do tratamento do erro para o chamador de tais métodos. Outro exemplo é o método readByte() da classe DataInputStream:

public final byte readByte()
  throws IOException


Para corrigir as exceções acima, só precisamos usar um bloco try...catch. Veja:

import java.io.*;

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    try{
      DataInputStream in = new DataInputStream(
        new BufferedInputStream(
          new FileInputStream("conteudo.txt")));
        
      while(in.available() != 0)
        System.out.print((char) in.readByte());
    } 
    catch(IOException e){
      System.out.print(e.getMessage());
    }

    System.exit(0);
  }
}  

Exceções verificadas são todas aquelas que descendem de Exception mas não descendem de RuntimeException.

As exceções de tempo de execução (runtime exceptions) são provocadas por código mal escrito ou mal testado, ou seja, são causadas por nós programadores. Entre estas exceções podemos citar ArithmeticException, IndexOutOfBoundsException e NoSuchElementException. De fato, um erro aritmético é responsabilidade do programador, pois cabe a este verificar se os valores estão dentro da faixa permitida por cada tipo de dados.

Ao contrário das exceções verificadas, o compilador não força o uso do bloco try...catch para as runtime exceptions. De fato, isso é fácil de compreender, uma vez que tais exceções não deveriam jamais aparecer.

Contudo, pode ser desejável usar o bloco try...catch em casos em que os valores de uma operação são definidos pelo usuário. Veja um exemplo:

import java.util.*;

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    Scanner in = new Scanner(System.in);
    
    System.out.print("Informe um inteiro: ");
    int valor = in.nextInt();

    System.out.print("Informe outro inteiro: ");
    int valor2 = in.nextInt();

    System.out.println("O resultado é " + 
      valor / valor2);
  }
}

Se executarmos este código e informarmos o valor 0 para o segundo inteiro, teremos a seguinte exceção:

Informe um inteiro: 4
Informe outro inteiro: 0
Exception in thread "main" 
  java.lang.ArithmeticException: / by zero
  at Estudos.main(Estudos.java:13)


Uma forma de corrigir isso é testando os valores informados para verificar suas faixas ou lançar uma exceção. Veja como usamos esta última alternativa:

import java.util.*;

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    Scanner in = new Scanner(System.in);
    
    System.out.print("Informe um inteiro: ");
    int valor = in.nextInt();

    System.out.print("Informe outro inteiro: ");
    int valor2 = in.nextInt();

    try{
      System.out.println("O resultado é " + 
        valor / valor2);
    }
    catch(ArithmeticException e){
      System.out.println("Uma exceção " +
       "ArithmeticException ocorreu, " +
       "possivelmente uma tentativa de " +
       "divisão por zero.");
    }
  }
}

Agora se informarmos zero para o segundo inteiro, teremos:

Informe um inteiro: 5
Informe outro inteiro: 0
Uma exceção ArithmeticException ocorreu, 
possivelmente uma tentativa de divisão
por zero.


As runtime exceptions (causadas por falha nossa, os programadores) descedem de java.lang.RuntimeException.

Além das runtime exceptions e das checked exceptions, temos também os errors, que descedem de java.lang.Error e não devem jamais ser atirados ou tratados em blocos try...catch. Este tipo de erro é reservado para indicar problema na JVM. Entre tais erros temos OutOfMemoryError, que é lançado quando a Java Virtual Machine não consegue alocar um objeto porque sua fatia de memória esgotou e o Garbage Collector ainda não liberou mais memória. Não há razão para tratarmos isso em um bloco try...catch uma vez que, ao contrário de C++, a liberação de memória só é feita pelo GC. O melhor a fazer é deixar mesmo o programa ser encerrado e encontrar alternativas para a correção do problema.


Java ::: Pacote java.lang ::: String

Apostila de Java Básico - Como usar o método replace() da classe String para efetuar a substituição de substrings em uma string

Quantidade de visualizações: 8177 vezes
A substituição de substrings, ou seja, pedaços de texto, é uma das tarefas mais comuns em programação. Em Java isso pode ser feito por meio do método replace() da classe String. Veja sua assinatura:

public String replace(CharSequence target, 
  CharSequence replacement)
Veja que tanto o parâmetro target quanto o parâmetro replacement são objetos da interface CharSequence. Algumas das classes que implementam esta interface são: CharBuffer, Segment, String, StringBuffer e StringBuilder. Isso quer dizer que podemos passar qualquer objeto destas classes para o método replace(). O parâmetro target contém a substring a ser substituída pela substring do parâmetro replacement. O retorno do método é uma nova string com as substituições aplicadas. Se não houver nenhuma substituição a string original é retornada.

Veja um trecho de código no qual usamos o método replace() para substituir todas as ocorrências de "C++" por "Java":

public class Estudos {
  public static void main(String[] args) {
    String frase = "Programar em C++ é muito bom! Gosto muito de C++";
    System.out.println("Frase original: " + frase);
    
    // vamos substituir todas as ocorrências de "C++" por "Java"
    frase = frase.replace("C++", "Java");
    System.out.println("Depois da substituição: " + frase);
  }
}

Ao executarmos este código teremos o seguinte resultado:

Frase original: Programar em C++ é muito bom! Gosto 
  muito de C++
Depois da substituição: Programar em Java é muito bom! Gosto 
  muito de Java


Note que o método replace() pode atirar uma exceção do tipo NullPointerException se o parâmetro target ou replacement for null.


C ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como escrever uma função C personalizada que copia os caracteres de uma string para outra string

Quantidade de visualizações: 8800 vezes
Quando precisamos copiar os caracteres de uma string para outra string em C, geralmente usamos a função strcpy(). Para que você entenda como esta função realmente funciona, o código abaixo mostra como escrever uma função personalizada que realiza tal tarefa. Estude-a cuidadosamente. É uma boa forma de entender como percorrer os caracteres de uma string usando ponteiros:

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <string.h>

// função personalizada que copia os caracteres de
// uma string para outra
char *str_copy(char *destino, const char *origem){
   while(*destino++ = *origem++){
     ;;
   }

   return (destino - 1);
}

int main(int argc, char *argv[]){
  char frase1[] = "Gosto de PHP";
  char frase2[50]; // pode receber até 49 caracteres

  // copia a primeira frase para a segunda
  str_copy(frase2, frase1);

  // exibe o resultado
  printf(frase2);

  puts("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

Gosto de PHP


Dart ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Laços de Repetição

Exercício Resolvido de Dart - Escreva um programa Dart que usa o laço for para desenhar um padrão de diamante de estrelas

Quantidade de visualizações: 1531 vezes
Pergunta/Tarefa:

Neste exercício para a prática da linguagem Dart você deverá usar o laço for para desenhar o famoso padrão de diamante de estrelas. Você pode também usar o laço while, se assim você o desejar.

O programa deverá pedir que o usuário informe a quantidade de linhas que marcará a metade do diamante.

Seu programa deve apresentar a seguinte saída:

Informe a quantidade de linhas: 5
    *
   ***
  *****
 *******
*********
 *******
  *****
   ***
    *
Resposta/Solução:

Veja a resolução comentada deste exercício em Dart:

// Vamos importar a biblioteca dart:io
import "dart:io";

void main(){
  // variáveis que vamos usar na resolução do problema
  int linhas, estrelas, espacos;
  
  // vamos pedir a quantidade de linhas 
  stdout.write("Informe a quantidade de linhas: ");
  // vamos ler a entrada do usuário
  linhas = int.parse(stdin.readLineSync());
  
  estrelas = 1; // começamos com uma estrela (no topo do diamante)
  // se linhas for igual a 5 nós começamos com 4 espaços
  espacos = linhas - 1;  
	
  // repete duas vezes a quantidade de linhas informadas
  for(int i = 1; i < linhas * 2; i++){
    // vamos imprimir os espaços
    for(int j = 1; j <= espacos; j++){
      stdout.write(" ");
    }
        
    // agora vamos imprimir estrelas
    for(int j = 1; j < estrelas * 2; j++){
      stdout.write("*");
    }
		    
    // passamos para a próxima linha
    stdout.write("\n");
        
    if(i < linhas){ // é a parte superior do diamante
      espacos--; // diminui os espaços
      estrelas++; // e aumenta as estrelas
    }
    else{ // é a parte inferior do diamente
      espacos++; // aumenta os espaços
      estrelas--; // e diminui as estrelas
    }
  }
}



PHP ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como criar diretórios usando PHP - Como usar a função mkdir() da linguagem PHP para criar diretórios - Revisada

Quantidade de visualizações: 25418 vezes
Diretórios podem ser criados com a função mkdir() do PHP. Esta função recebe o nome do diretório a ser criado, um modo que define as permissões de acesso ao diretório e um valor boolean que define se os diretórios fornecidos no primeiro parâmetro serão criados recursivamente. O valor padrão para o modo de acesso é 0777 (todos têm permissão de leitura, escrita e execução) e false para a criação de diretórios recursivamente.

Veja um trecho de código no qual criamos um diretório no diretório public_html:

<?
  // nome do diretório
  $diretorio = "/site/public_html/minhas_imagens";
   
  // cria o diretório com a permissão 0777
  if(mkdir($diretorio))
    echo "Diretório criado com sucesso.";
  else
    echo "Não foi possível criar o diretório.";
?>

Antes de criar um diretório, é preciso que você verifique se o diretório dentro do qual o novo diretório será criado apresenta as permissões adequadas, do contrário você terá a seguinte mensagem de erro:

Warning: mkdir() [function.mkdir]: Permission denied
in /site/public_html/testes.php on line 8
Não foi possível criar o diretório.

Veja agora como criar um diretório contendo dois sub-diretórios recursivamente:

<?
  // cria o diretório imagens contendo o subdiretório "fotos" 
  // e este conterá o sub-diretório 
  // "recentes"
  $diretorio = "/site/public_html/imagens/fotos/recentes";
   
  // cria o diretório com a permissão 0777
  if(mkdir($diretorio, 0777, true))
    echo "Diretório criado com sucesso.";
  else
    echo "Não foi possível criar o diretório.";
?>

Esta dica foi revisada, atualizada e testada com o PHP 8.


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de PHP

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