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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Java ::: Fundamentos da Linguagem ::: Tipos de Dados |
Apostila Java para iniciantes - Como usar o tipo de dados referência em seus códigos JavaQuantidade de visualizações: 12085 vezes |
O Java contém 8 tipos de dados primitivos e um tipo referência. No entanto, poucos livros dedicam exemplos a este último tipo. Vamos começar analisando o trecho de código abaixo:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
String nome = "Osmar J. Silva";
System.out.println(nome);
System.exit(0);
}
}
Se observarmos este código, veremos que a variável nome não é um tipo primitivo e sim uma referência. Desta forma, qualquer variável ou constante que não seja do tipo primitivo é uma referência a um objeto de uma classe, interface, etc. Arrays não são tipos primitivos também. Assim, variáveis ou constantes que apontam para arrays (vetores e matrizes) também são referências. É importante entender bem a noção de referências, visto que é por meio delas que acessamos um determinado objeto na memória. Além disso, como objetos e arrays são sempre passados por referência aos métodos Java, fica fácil entender como várias referências podem apontar para o mesmo objeto ao mesmo tempo. E, caso você tenha esquecido, os tipos primitivos nunca são passados por referêcia aos métodos. Em vez disso, eles são passados por valor (o que quer dizer que uma alteração nos argumentos fornecidos ao métodos não altera a cópia original da variável). |
Java ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Laços de Repetição |
Exercícios Resolvidos de Java - Escreva um programa (algorítmo) Java que usa o laço for para exibir uma tabela de conversões de milhas para quilômetrosQuantidade de visualizações: 4490 vezes |
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Pergunta/Tarefa: Escreva um programa (algorítmo) Java que usa o laço for para exibir uma tabela de conversões de milhas para quilômetros. Sabendo que uma milha equivale a 1.609 quilômetros, seu programa deverá exibir uma saída parecida com: Milhas Quilômetros ------------------------------- 1 1.609 2 3.218 3 4.827 4 6.436 5 8.045 6 9.654 7 11.263 8 12.872 9 14.481 10 16.09 Veja a resolução comentada deste exercício usando Java console:
package estudos;
public class Estudos {
public static void main(String[] args){
System.out.println("Milhas\t\tQuilômetros");
System.out.println("-------------------------------");
// um laço for que repetirá 10 vezes
for (int i = 1; i <= 10; i++){
// usamos a variável de controle do laço para o cálculo
System.out.println(i + "\t\t" + (i * 1.609));
}
}
}
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PHP ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação Orientada a Objetos em PHP - Como usar o modificador de acesso public em suas classes PHPQuantidade de visualizações: 7869 vezes |
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Quando estamos desenvolvendo a lógica de nossas classes PHP, é sempre uma boa idéia definirmos quais propriedades e métodos poderão ser acessados pelas demais classes e partes do código que formam o sistema. Este controle de acesso é feito por modificadores de acesso. Nesta dica veremos como usar o modificador public. O modificador public serve para indicar que as propriedades ou métodos (funções) de uma classe podem ser acessados sem restrições por código fora da classe. Veja um exemplo:
<?
class Pessoa{
public $nome;
}
$pessoa = new Pessoa;
$pessoa->nome = "Osmar J. Silva";
echo $pessoa->nome;
?>
Aqui podemos acessar a propriedade $nome tanto para leitura como escrita sem nenhuma restrição. Tenha em mente que a ausência de um modificador de acesso antes de uma propriedade ou método automaticamente faz com que este acesso seja public. Veja agora um trecho de código no qual definimos um método public (público) em uma classe e o acessamos a partir de um código externo:
<?
class Matematica{
public function somar($a, $b){
return $a + $b;
}
}
$mat = new Matematica;
echo $mat->somar(5, 7);
?>
Lembre-se de que as sub-classes de uma classe que possui propriedades e métodos public herdam toda esta funcionalidade. |
VisuAlg ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Laços de Repetição |
Exercícios Resolvidos de VisuAlg - Como calcular e exibir os 50 primeiros números primos em VisuAlgQuantidade de visualizações: 790 vezes |
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Pergunta/Tarefa: Um inteiro é um número primo se ele for divisível somente por 1 e por ele mesmo. Assim, 2, 3, 5 e 7 são primos, enquanto 4, 6, 8 e 9 não são. Note que o número 1 não é primo. Escreva um programa (algoritmo) VisuAlg que usa um laço PARA, ENQUANTO ou REPITA...ATE para calcular e exibir os 50 primeiros números primos. Sua saída deverá ser parecida com:
50 primeiros números primos:
2 3 5 7 11 13 17 19 23 29
31 37 41 43 47 53 59 61 67 71
73 79 83 89 97 101 103 107 109 113
127 131 137 139 149 151 157 163 167 173
179 181 191 193 197 199 211 223 227 229
Veja a resolução comentada deste exercício usando VisuAlg:
algoritmo "Como exibir os N primeiros números primos em VisuAlg"
var
// variáveis usadas na resolução do problema
quantidade, contador, numero, j: inteiro
primo: logico
inicio
quantidade <- 50 // quantidade de números primos
contador <- 0 // quantidade de números primos encontrados
numero <- 0 // inteiro inicial
// Lembre-se! O número 1 não é primo
escreval(quantidade, " primeiros numeros primos:")
escreval()
// laço while será executado até encontrar os 50 primeiros números primos
enquanto contador < quantidade faca
primo <- verdadeiro
// se o valor de i for 7, a variável j do laço contará
// de 2 até 7 / 2 (divisão inteira), ou seja, 3. Se o
// módulo de 7 por qualquer um dos valores neste intervalo
// for igual a 0, então o número não é primo
para j de 2 ate Int(numero / 2) faca
se numero mod j = 0 entao
primo <- falso // não é primo
interrompa
fimse
fimpara
se ((primo = verdadeiro) e (numero > 1)) entao
escreva(numero:6)
contador <- contador + 1 // encontramos um número primo
se contador mod 10 = 0 entao
escreval()
fimse
fimse
numero <- numero + 1
fimenquanto
fimalgoritmo
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Java ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação orientada a objetos em Java - Java OOP - Como usar variáveis estáticas em suas classes JavaQuantidade de visualizações: 12416 vezes |
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Variáveis estáticas podem ser definidas em Java por meio do uso da palavra-chave static. Uma variável estática pertence à classe na qual ela é definida e não à cada uma de suas instâncias. Pareceu confuso? Você pode pensar assim: quando definida com o modificador static, uma variável será única na classe, não importa a quantidade de instâncias da classe que serão criadas. Cada uma destas instâncias compartilhará o valor da variável estática. Além disso, uma variável estática pode ser acessada por meio do nome da classe, sem a necessidade de uma referência a uma de suas instâncias. Uma variável estática pode ser public, private ou protected. Vamos ver um exemplo? Considere a situação na qual gostaríamos de criar um identificador único para cada um dos objetos de uma classe. Veja o código para a classe Livro: Código para Livro.java:
package estudos;
public class Livro {
// variáveis privadas
private String titulo; // título do livro
// variável estática que permitirá definir um
// identificador único para cada livro
private static int id;
// construtor da classe Livro
public Livro(){
// vamos incrementar a variável estática
Livro.id++;
}
// método que permite obter o id do livro
public int getId(){
return Livro.id;
}
// método que permite definir o título do livro
public void setTitulo(String titulo){
this.titulo = titulo;
}
// método que permite obter o título do livro
public String getTitulo(){
return this.titulo;
}
}
Veja agora como criar três objetos da classe Livro a partir do método main() da aplicação: Código para Main.java:
package estudos;
public class Main {
public static void main(String[] args) {
// vamos criar um objeto da classe Livro
Livro a = new Livro();
a.setTitulo("Programando em Java 2");
// vamos exibir os dados do livro
System.out.println("Id: " + a.getId());
System.out.println("Titulo: " + a.getTitulo());
// vamos criar mais um livro
Livro b = new Livro();
b.setTitulo("A biblia do C/C++");
// vamos exibir os dados do livro
System.out.println("Id: " + b.getId());
System.out.println("Titulo: " + b.getTitulo());
// e mais um livro aqui
Livro c = new Livro();
c.setTitulo("PHP + MySQL");
// vamos exibir os dados do livro
System.out.println("Id: " + c.getId());
System.out.println("Titulo: " + c.getTitulo());
}
}
Ao executar esta aplicação teremos o seguinte resultado: Id: 1 Titulo: Programando em Java 2 Id: 2 Titulo: A biblia do C/C++ Id: 3 Titulo: PHP + MySQL Como podemos ver, a cada instância criada a variável id é incrementada em 1. Caso você não tenha entendido todo o processo, este incremento acontece no construtor da classe Livro. Veja: // vamos incrementar a variável estática Livro.id++; Nas situações em que as variáveis estáticas são públicas, podemos acessá-la usando o nome da classe seguida de um ponto. Assim, se a variável id fosse pública, poderíamos acessá-la de qualquer lugar de nossa aplicação da seguinte forma: System.out.println(Livro.id); |
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