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Fundações diretas ou rasas

As fundações rasas ou diretas são utilizadas quando as camadas superficiais do solo apresentam resistência apropriada para receber as cargas provenientes de uma edificação.

A depender das características do solo abaixo de uma estrutura, podem ser usadas tanto fundações rasas como fundações profundas, desde que os estudos técnicos necessários sejam realizados durante a fase dos estudos preliminares.

Vale ressaltar que o uso das fundações rasas é recomendado quando o número de golpes do SPT for maior ou igual a 8 e a profundidade de assentamento não ultrapassar 2m, pois, acima desses valores, esse tipo de fundação se torna inviável técnica e economicamente.

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Java ::: Coleções (Collections) ::: ArrayList

Java Collections para iniciantes - Arrays (vetores) ou a ArrayList? Qual devo usar?

Quantidade de visualizações: 16615 vezes
Uma das perguntas mais frequentes que os usuários do nosso site nos fazem é aquela sobre o uso de simples arrays (vetores e matrizes) ou objetos da classe ArrayList. Se o número de elementos for fixo ou você precisar de muita eficiência ao lidar com tipos primitivos, então arrays podem ser a melhor escolha.

Porém, muitos problemas envolvendo o armazenamento de dados requerem estruturas de dados que possam ser redimensionadas de acordo com a necessidade do algorítmo. Neste caso, uma ArrayList (ou qualquer uma das outras classes Collections) pode ser a escolha certa.

Veja um trecho de código para ficar mais fácil o entendimento:

package arquivodecodigos;
 
public class Estudos{
  public static void main(String args[]){
    int valores[] = {4, 12, 8, 5, 13};
    System.out.println("Primeiro elemento no vetor: " 
      + valores[0]);
  }
}

Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado:

Primeiro elemento no vetor: 4

Como podemos ver neste exemplo, um array (nesse caso um vetor) possui um tamanho fixo, ou seja, o compilador não nos permite reduzir ou aumentar a quantidade de elementos em um vetor ou matriz criado a partir da notação de arrays. Assim, apesar de todas as facilidades que os arrays trazem consigo, este pode ser um empecilho para o tipo de aplicação que queremos desenvolver em um determinado momento.

A classe ArrayList, por outro lado, possui tamanho variado. Isso quer dizer que seu tamanho é aumentado ou reduzido de acordo com as necessidades do seu código.

Uma outra questão que diferencia arrays de ArrayList, é que não podemos armazenar tipos primitivos em um objeto da classe ArrayList. Se precisarmos fazer isso, o tipo primitivo deve ser colocado em uma classe encapsuladora, por exemplo, a classe Integer. Em algumas situações o compilador faz isso nos bastidores, e esta operação é chamada de auto-boxing.


PHP ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos em PHP - Como criar e usar métodos estáticos em PHP

Quantidade de visualizações: 9555 vezes
Como já vimos em outras dicas desta seção, uma classe possui propriedades (variáveis) e métodos. Veja a seguinte declaração de uma classe Produto:

<?php
  // classe Produto com duas variáveis privadas e seus
  // correspondentes métodos mutatórios e acessórios
  class Produto{
    private $nome;
    private $preco;

    public function setNome($nome){
      $this->nome = $nome;
    }

    public function getNome(){
      return $this->nome;
    }

    public function setPreco($preco){
      $this->preco = $preco;
    }

    public function getPreco(){
      return $this->preco;
    }
  }
?>

Aqui cada instância da classe Produto terá suas próprias variáveis $nome e $preco e os métodos que permitem acesso e alteração destas variáveis também estão disponíveis a cada instância.

Há, porém, situações nas quais gostaríamos que um determinado método estivesse atrelado à classe e não à cada instância individual. Desta forma, é possível chamar um método de uma classe sem a necessidade da criação de instâncias da mesma.

Métodos estáticos em PHP podem ser criados por meio do uso da palavra-chave static. É comum tais métodos serem declarados com o modificador public, o que os torna acessíveis fora da classe na qual estes foram declarados. Veja um exemplo:

<?php
  // classe Pessoa com duas variáveis privadas e um método
  // estático
  class Pessoa{
    private $nome;
    private $idade;
    
    // um método estático que permite verificar a validade
    // de um número de CPF
    public static function isCPFValido($cpf){
      // alguma rotina aqui
      return true;
    }
  }

  // vamos efetuar uma chamada ao método isCPFValido() sem
  // criar uma instância da classe Pessoa
  if(Pessoa::isCPFValido("12345")){
    echo "CPF Válido";
  }
  else{
    echo "CPF inVálido";
  }
?>

Observe como acessamos o método isCPFValido() sem a necessidade da criação de uma instância da classe Pessoa. Note que, se quisermos chamar um método estático a partir de uma instância na qual ele está declarado, devemos usar self em vez de $this (ainda que esta última forma não provoque nenhum efeito colateral) para deixar bem claro que o método chamado pertence à classe e não às suas instâncias.

Finalmente note que um método estático não possui acesso à uma instância específica de uma classe por meio da referência $this (o que é compreensível, visto que uma chamada a um método estático não depende da existência de instâncias da classe que o declara). Ao tentarmos acessá-lo, teremos a seguinte mensagem de erro:

Fatal error: Using $this when not in object context in ...


Python ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes)

Como testar de uma matriz é uma matriz identidade usando Python

Quantidade de visualizações: 1565 vezes
Seja M uma matriz quadrada de ordem n. A matriz M é chamada de Matriz Identidade de ordem n (indicada por In) quando os elementos da diagonal principal são todos iguais a 1 e os elementos restantes são iguais a zero.

Para melhor entendimento, veja a imagem de uma matriz identidade de ordem 3, ou seja, três linhas e três colunas:



Veja um código Python completo no qual nós declaramos uma matriz quadrada de ordem 3, pedimos para o usuário informar os valores de seus elementos e no final informamos se a matriz é uma matriz identidade ou não:

# método principal
def main():
  n = 3; # ordem da matriz quadrada
  matriz = [[0 for x in range(n)] for y in range(n)] # matriz quadrada
  identidade = True

  # vamos pedir para o usuário informar os elementos da matriz
  for i in range(n):
    for j in range(n):
      matriz[i][j] = int(input("Elemento na linha {0} e coluna {0}: ".format(
        (i + 1), (j + 1))))
  
  # agora verificamos se a matriz é uma matriz identidade
  for linha in range(n):
    for coluna in range(n):
      if (matriz[linha][coluna] != 1) and (matriz[coluna][linha] != 0):
        identidade = False
        break
     
  # agora mostramos a matriz lida
  print()
  for i in range(n):
    for j in range(n):
      print(matriz[i][j], end='  ')
    print()

  if identidade:
    print("\nA matriz informada é uma matriz identidade.")
  else:
    print("\nA matriz informada não é uma matriz identidade.")
  
if __name__== "__main__":
  main()

Ao executar este código Python nós teremos o seguinte resultado:

Elemento na linha 1 e coluna 1: 1
Elemento na linha 1 e coluna 2: 0
Elemento na linha 1 e coluna 3: 0
Elemento na linha 2 e coluna 1: 0
Elemento na linha 2 e coluna 2: 1
Elemento na linha 2 e coluna 3: 0
Elemento na linha 3 e coluna 1: 0
Elemento na linha 3 e coluna 2: 0
Elemento na linha 3 e coluna 3: 1

1 0 0 
0 1 0 
0 0 1 

A matriz informada é uma matriz identidade.



LISP ::: LISP para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear

Como converter Coordenadas Polares para Coordenadas Cartesianas em LISP - LISP para Engenharia

Quantidade de visualizações: 965 vezes
Nesta nossa série de LISP e AutoLISP para Geometria Analítica e Álgebra Linear, mostrarei um código 100% funcional para fazer a conversão entre coordenadas polares e coordenadas cartesianas. Esta operação é muito frequente em computação gráfica e é parte integrante das disciplinas dos cursos de Engenharia (com maior ênfase na Engenharia Civil).

Na matemática, principalmente em Geometria e Trigonometria, o Sistema de Coordenadas Polares é um sistema de coordenadas em duas dimensões no qual cada ponto no plano é determinado por sua distância a partir de um ponto de referência conhecido como raio (r) e um ângulo a partir de uma direção de referência. Este ângulo é normalmente chamado de theta (__$\theta__$). Assim, um ponto em Coordenadas Polares é conhecido por sua posição (r, __$\theta__$).

Já o sistema de Coordenadas no Plano Cartesiano, ou Espaço Cartesiano, é um sistema que define cada ponto em um plano associando-o, unicamente, a um conjuntos de pontos numéricos.

Dessa forma, no plano cartesiano, um ponto é representado pelas coordenadas (x, y), com o x indicando o eixo horizontal (eixo das abscissas) e o y indicando o eixo vertical (eixo das ordenadas). Quando saímos do plano (espaço 2D ou R2) para o espaço (espaço 3D ou R3), temos a inclusão do eixo z (que indica profundidade).

Antes de prosseguirmos, veja uma imagem demonstrando os dois sistemas de coordenadas:



A fórmula para conversão de Coordenadas Polares para Coordenadas Cartesianas é:

x = raio × coseno(__$\theta__$)
y = raio × seno(__$\theta__$)

E aqui está o código LISP completo que recebe as coordenadas polares (r, __$\theta__$) e retorna as coordenadas cartesianas (x, y):

; programa LISP que converte Coordenadas Polares
; em Coordenadas Cartesianas
(let((raio)(theta)(graus)(x)(y))
  ; vamos ler o raio e o ângulo
  (princ "Informe o raio: ")
  (force-output)
  (setq raio (read))
  (princ "Informe o theta: ")
  (force-output)
  (setq theta (read))
  (princ "Theta em graus (1) ou radianos (2): ")
  (force-output)
  (setq graus (read))
  
  ; o theta está em graus?
  (if(eq graus 1)
    (setq theta (* theta (/ pi 180.0)))    
  )
  
  ; fazemos a conversão para coordenadas cartesianas 
  (setq x (* raio (cos theta)))
  (setq y (* raio (sin theta)))
  
  ; exibimos o resultado
  (format t "As Coordenadas Cartesianas são: (x = ~F, y = ~F)"
    x y)
)

Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado:

Informe o raio: 1
Informe o theta: 1.57
Theta em graus (1) ou radianos (2): 2
As Coordenadas Cartesianas são: (x = 0,00, y = 1,00)


Delphi ::: Data Controls (Controles de Dados) ::: TDBGrid

Como navegar (percorrer) pelas células do TDBGrid do Delphi usando a tecla Enter

Quantidade de visualizações: 12748 vezes
Há situações nas quais queremos que os usuários de nossas aplicações Delphi sejam capazes de pressionar a tecla Enter para passar (ou saltar) pelas células dos controles DBGrid. A navegação padrão é com a tecla Tab e/ou as teclas de direção.

Nesta dica eu mostro como isso pode ser feito. Suponha que você tem um componente TDBGrid com o nome "DBGrid1". Vá ao seu evento OnKeyPress e modifique-o para o código abaixo:

procedure TForm3.DBGrid1KeyPress(Sender: TObject; var Key: Char);
begin
  // o usuário pressionou a tecla Enter?
  if Key = #13 then
    begin
      // ainda não estamos na última coluna
      if DBGrid1.Columns.Grid.SelectedIndex < DBGrid1.Columns.Count - 1 then
        // vamos passar para a próxima célula
        DBGrid1.Columns[DBGrid1.Columns.Grid.SelectedIndex + 1].Field.FocusControl
      else begin
        // vamos passar para o próximo registro da tabela
        DBGrid1.DataSource.DataSet.Next;
        DBGrid1.Columns[0].Field.FocusControl;
      end;
    end;
end;

Execute a aplicação e experimente o efeito. É claro que a navegação com a tecla Enter só funciona em uma direção (tal qual a tecla Tab). Para voltar para as células anteriores você ainda terá que acionar as teclas de direção. Note o uso do método Next da classe TDataSet para forçarmos o foco a ir para a próxima linha do TDBGrid.

Esta dica foi escrita e testada no Delphi 2009.


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Delphi

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