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Java ::: Coleções (Collections) ::: ArrayList |
Java Collections para iniciantes - Arrays (vetores) ou a ArrayList? Qual devo usar?Quantidade de visualizações: 16615 vezes |
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Uma das perguntas mais frequentes que os usuários do nosso site nos fazem é aquela sobre o uso de simples arrays (vetores e matrizes) ou objetos da classe ArrayList. Se o número de elementos for fixo ou você precisar de muita eficiência ao lidar com tipos primitivos, então arrays podem ser a melhor escolha. Porém, muitos problemas envolvendo o armazenamento de dados requerem estruturas de dados que possam ser redimensionadas de acordo com a necessidade do algorítmo. Neste caso, uma ArrayList (ou qualquer uma das outras classes Collections) pode ser a escolha certa. Veja um trecho de código para ficar mais fácil o entendimento:
package arquivodecodigos;
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
int valores[] = {4, 12, 8, 5, 13};
System.out.println("Primeiro elemento no vetor: "
+ valores[0]);
}
}
Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado: Primeiro elemento no vetor: 4 Como podemos ver neste exemplo, um array (nesse caso um vetor) possui um tamanho fixo, ou seja, o compilador não nos permite reduzir ou aumentar a quantidade de elementos em um vetor ou matriz criado a partir da notação de arrays. Assim, apesar de todas as facilidades que os arrays trazem consigo, este pode ser um empecilho para o tipo de aplicação que queremos desenvolver em um determinado momento. A classe ArrayList, por outro lado, possui tamanho variado. Isso quer dizer que seu tamanho é aumentado ou reduzido de acordo com as necessidades do seu código. Uma outra questão que diferencia arrays de ArrayList, é que não podemos armazenar tipos primitivos em um objeto da classe ArrayList. Se precisarmos fazer isso, o tipo primitivo deve ser colocado em uma classe encapsuladora, por exemplo, a classe Integer. Em algumas situações o compilador faz isso nos bastidores, e esta operação é chamada de auto-boxing. |
PHP ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação Orientada a Objetos em PHP - Como criar e usar métodos estáticos em PHPQuantidade de visualizações: 9555 vezes |
Como já vimos em outras dicas desta seção, uma classe possui propriedades (variáveis) e métodos. Veja a seguinte declaração de uma classe Produto:
<?php
// classe Produto com duas variáveis privadas e seus
// correspondentes métodos mutatórios e acessórios
class Produto{
private $nome;
private $preco;
public function setNome($nome){
$this->nome = $nome;
}
public function getNome(){
return $this->nome;
}
public function setPreco($preco){
$this->preco = $preco;
}
public function getPreco(){
return $this->preco;
}
}
?>
Aqui cada instância da classe Produto terá suas próprias variáveis $nome e $preco e os métodos que permitem acesso e alteração destas variáveis também estão disponíveis a cada instância. Há, porém, situações nas quais gostaríamos que um determinado método estivesse atrelado à classe e não à cada instância individual. Desta forma, é possível chamar um método de uma classe sem a necessidade da criação de instâncias da mesma. Métodos estáticos em PHP podem ser criados por meio do uso da palavra-chave static. É comum tais métodos serem declarados com o modificador public, o que os torna acessíveis fora da classe na qual estes foram declarados. Veja um exemplo:
<?php
// classe Pessoa com duas variáveis privadas e um método
// estático
class Pessoa{
private $nome;
private $idade;
// um método estático que permite verificar a validade
// de um número de CPF
public static function isCPFValido($cpf){
// alguma rotina aqui
return true;
}
}
// vamos efetuar uma chamada ao método isCPFValido() sem
// criar uma instância da classe Pessoa
if(Pessoa::isCPFValido("12345")){
echo "CPF Válido";
}
else{
echo "CPF inVálido";
}
?>
Observe como acessamos o método isCPFValido() sem a necessidade da criação de uma instância da classe Pessoa. Note que, se quisermos chamar um método estático a partir de uma instância na qual ele está declarado, devemos usar self em vez de $this (ainda que esta última forma não provoque nenhum efeito colateral) para deixar bem claro que o método chamado pertence à classe e não às suas instâncias. Finalmente note que um método estático não possui acesso à uma instância específica de uma classe por meio da referência $this (o que é compreensível, visto que uma chamada a um método estático não depende da existência de instâncias da classe que o declara). Ao tentarmos acessá-lo, teremos a seguinte mensagem de erro: Fatal error: Using $this when not in object context in ... |
Python ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes) |
Como testar de uma matriz é uma matriz identidade usando PythonQuantidade de visualizações: 1565 vezes |
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Seja M uma matriz quadrada de ordem n. A matriz M é chamada de Matriz Identidade de ordem n (indicada por In) quando os elementos da diagonal principal são todos iguais a 1 e os elementos restantes são iguais a zero. Para melhor entendimento, veja a imagem de uma matriz identidade de ordem 3, ou seja, três linhas e três colunas: ![]() Veja um código Python completo no qual nós declaramos uma matriz quadrada de ordem 3, pedimos para o usuário informar os valores de seus elementos e no final informamos se a matriz é uma matriz identidade ou não:
# método principal
def main():
n = 3; # ordem da matriz quadrada
matriz = [[0 for x in range(n)] for y in range(n)] # matriz quadrada
identidade = True
# vamos pedir para o usuário informar os elementos da matriz
for i in range(n):
for j in range(n):
matriz[i][j] = int(input("Elemento na linha {0} e coluna {0}: ".format(
(i + 1), (j + 1))))
# agora verificamos se a matriz é uma matriz identidade
for linha in range(n):
for coluna in range(n):
if (matriz[linha][coluna] != 1) and (matriz[coluna][linha] != 0):
identidade = False
break
# agora mostramos a matriz lida
print()
for i in range(n):
for j in range(n):
print(matriz[i][j], end=' ')
print()
if identidade:
print("\nA matriz informada é uma matriz identidade.")
else:
print("\nA matriz informada não é uma matriz identidade.")
if __name__== "__main__":
main()
Ao executar este código Python nós teremos o seguinte resultado: Elemento na linha 1 e coluna 1: 1 Elemento na linha 1 e coluna 2: 0 Elemento na linha 1 e coluna 3: 0 Elemento na linha 2 e coluna 1: 0 Elemento na linha 2 e coluna 2: 1 Elemento na linha 2 e coluna 3: 0 Elemento na linha 3 e coluna 1: 0 Elemento na linha 3 e coluna 2: 0 Elemento na linha 3 e coluna 3: 1 1 0 0 0 1 0 0 0 1 A matriz informada é uma matriz identidade. |
LISP ::: LISP para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear |
Como converter Coordenadas Polares para Coordenadas Cartesianas em LISP - LISP para EngenhariaQuantidade de visualizações: 965 vezes |
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Nesta nossa série de LISP e AutoLISP para Geometria Analítica e Álgebra Linear, mostrarei um código 100% funcional para fazer a conversão entre coordenadas polares e coordenadas cartesianas. Esta operação é muito frequente em computação gráfica e é parte integrante das disciplinas dos cursos de Engenharia (com maior ênfase na Engenharia Civil). Na matemática, principalmente em Geometria e Trigonometria, o Sistema de Coordenadas Polares é um sistema de coordenadas em duas dimensões no qual cada ponto no plano é determinado por sua distância a partir de um ponto de referência conhecido como raio (r) e um ângulo a partir de uma direção de referência. Este ângulo é normalmente chamado de theta (__$\theta__$). Assim, um ponto em Coordenadas Polares é conhecido por sua posição (r, __$\theta__$). Já o sistema de Coordenadas no Plano Cartesiano, ou Espaço Cartesiano, é um sistema que define cada ponto em um plano associando-o, unicamente, a um conjuntos de pontos numéricos. Dessa forma, no plano cartesiano, um ponto é representado pelas coordenadas (x, y), com o x indicando o eixo horizontal (eixo das abscissas) e o y indicando o eixo vertical (eixo das ordenadas). Quando saímos do plano (espaço 2D ou R2) para o espaço (espaço 3D ou R3), temos a inclusão do eixo z (que indica profundidade). Antes de prosseguirmos, veja uma imagem demonstrando os dois sistemas de coordenadas: ![]() A fórmula para conversão de Coordenadas Polares para Coordenadas Cartesianas é: x = raio × coseno(__$\theta__$) y = raio × seno(__$\theta__$) E aqui está o código LISP completo que recebe as coordenadas polares (r, __$\theta__$) e retorna as coordenadas cartesianas (x, y):
; programa LISP que converte Coordenadas Polares
; em Coordenadas Cartesianas
(let((raio)(theta)(graus)(x)(y))
; vamos ler o raio e o ângulo
(princ "Informe o raio: ")
(force-output)
(setq raio (read))
(princ "Informe o theta: ")
(force-output)
(setq theta (read))
(princ "Theta em graus (1) ou radianos (2): ")
(force-output)
(setq graus (read))
; o theta está em graus?
(if(eq graus 1)
(setq theta (* theta (/ pi 180.0)))
)
; fazemos a conversão para coordenadas cartesianas
(setq x (* raio (cos theta)))
(setq y (* raio (sin theta)))
; exibimos o resultado
(format t "As Coordenadas Cartesianas são: (x = ~F, y = ~F)"
x y)
)
Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado: Informe o raio: 1 Informe o theta: 1.57 Theta em graus (1) ou radianos (2): 2 As Coordenadas Cartesianas são: (x = 0,00, y = 1,00) |
Delphi ::: Data Controls (Controles de Dados) ::: TDBGrid |
Como navegar (percorrer) pelas células do TDBGrid do Delphi usando a tecla EnterQuantidade de visualizações: 12748 vezes |
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Há situações nas quais queremos que os usuários de nossas aplicações Delphi sejam capazes de pressionar a tecla Enter para passar (ou saltar) pelas células dos controles DBGrid. A navegação padrão é com a tecla Tab e/ou as teclas de direção. Nesta dica eu mostro como isso pode ser feito. Suponha que você tem um componente TDBGrid com o nome "DBGrid1". Vá ao seu evento OnKeyPress e modifique-o para o código abaixo:
procedure TForm3.DBGrid1KeyPress(Sender: TObject; var Key: Char);
begin
// o usuário pressionou a tecla Enter?
if Key = #13 then
begin
// ainda não estamos na última coluna
if DBGrid1.Columns.Grid.SelectedIndex < DBGrid1.Columns.Count - 1 then
// vamos passar para a próxima célula
DBGrid1.Columns[DBGrid1.Columns.Grid.SelectedIndex + 1].Field.FocusControl
else begin
// vamos passar para o próximo registro da tabela
DBGrid1.DataSource.DataSet.Next;
DBGrid1.Columns[0].Field.FocusControl;
end;
end;
end;
Execute a aplicação e experimente o efeito. É claro que a navegação com a tecla Enter só funciona em uma direção (tal qual a tecla Tab). Para voltar para as células anteriores você ainda terá que acionar as teclas de direção. Note o uso do método Next da classe TDataSet para forçarmos o foco a ir para a próxima linha do TDBGrid. Esta dica foi escrita e testada no Delphi 2009. |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Delphi |
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