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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

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Card 1 de 11
Fundações diretas ou rasas

As fundações rasas ou diretas são utilizadas quando as camadas superficiais do solo apresentam resistência apropriada para receber as cargas provenientes de uma edificação.

A depender das características do solo abaixo de uma estrutura, podem ser usadas tanto fundações rasas como fundações profundas, desde que os estudos técnicos necessários sejam realizados durante a fase dos estudos preliminares.

Vale ressaltar que o uso das fundações rasas é recomendado quando o número de golpes do SPT for maior ou igual a 8 e a profundidade de assentamento não ultrapassar 2m, pois, acima desses valores, esse tipo de fundação se torna inviável técnica e economicamente.

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Ruby ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos em Ruby: Classes, objetos, métodos e variáveis de instância

Quantidade de visualizações: 11502 vezes
A melhor forma de entender a programação orientada a objetos é começar com uma analogia simples. Suponha que você queira dirigir um carro e fazê-lo ir mais rápido pressionado o acelerador. O que deve acontecer antes que você seja capaz de fazer isso?

Bem, antes que você possa dirigir um carro, alguém tem que projetá-lo. Um carro geralmente começa com desenhos feitos pelos engenheiros responsáveis por tal tarefa, tal qual a planta de uma casa. Tais desenhos incluem o projeto de um acelerador que possibilita ao carro ir mais rápido.

O pedal do acelerador "oculta" os mecanismos complexos responsáveis por fazer o carro ir mais rápido, da mesma forma que o pedal de freio "oculta" os mecanismos que fazem o carro ir mais devagar e o volante "oculta" os mecanismos que fazem com que o carro possa virar para a direita ou esquerda. Isso permite que pessoas com pequeno ou nenhum conhecimento de motores possam facilmente dirigir um carro.

Infelizmente, não é possível dirigir o projeto de um carro. Antes que possamos dirigí-lo, o carro deve ser construído a partir do projeto que o descreve. Um carro já finalizado tem um pedal de aceleração de verdade, que faz com que o carro vá mais rápido. Ainda assim, é preciso que o motorista pressione o pedal. O carro não acelerará por conta própria.

Agora vamos usar nosso exemplo do carro para introduzir alguns conceitos de programação importantes à programação orientada a objetos. A execução de uma determinada tarefa em um programa exige um método ou função. O método (ou função) descreve os mecanismos que, na verdade, executam a tarefa.

O método oculta tais mecanismos do usuário, da mesma forma que o pedal de aceleração de um carro oculta do motorista os mecanismos complexos que fazem com que um carro vá mais rápido.

Em Ruby, começamos criando uma unidade de programa chamada classe para abrigar um método, da mesma forma que o projeto de um carro abriga o design do pedal de acelerador. Em uma classe fornecemos um ou mais métodos que são projetados para executar as tarefas da classe.

Por exemplo, a classe que representa uma conta bancária poderia conter muitos métodos, incluindo um método para depositar dinheiro na conta, outro para retirar dinheiro, um terceiro para verificar o saldo, e assim por diante.

Da mesma forma que não podemos dirigir o projeto de um carro, nós não podemos "dirigir" uma classe. Da mesma forma que alguém teve que construir um carro a partir de seu projeto antes que pudessémos dirigí-lo, devemos construir um objeto de uma classe antes de conseguirmos executar as tarefas descritas nela.

Quando dirigimos um carro, o pressionamento do acelerador envia uma mensagem ao carro informando-o da tarefa a ser executada (neste caso informando-o de que queremos ir mais rápido). Da mesma forma, enviamos mensagens aos objetos de uma classe. Cada mensagem é uma chamada de método e informa ao objeto qual ou quais tarefas devem ser executadas.

Até aqui nós usamos a analogia do carro para introduzir classes, objetos e métodos. Já é hora de saber que um carro possui atributos (propriedades) tais como cor, o número de portas, a quantidade de gasolina em seu tanque, a velocidade atual, etc. Tais atributos são representados como parte do projeto do carro. Quando o estamos dirigindo, estes atributos estão sempre associados ao carro que estamos usando, e cada carro construído a partir do projeto sofrerá variações nos valores destes atributos em um determinado momento.
Da mesma forma, um objeto tem atributos associados a ele quando o usamos em um programa. Estes atributos são definidos na classe a partir da qual o objeto é instanciado (criado) e são chamados de variáveis de instância da classe.

Veremos agora como definir uma classe em Ruby e usar um objeto desta classe em um programa. Veja o trecho de código abaixo:

# Definição da classe Cliente
class Cliente
   def definir_nome(nome)
      @nome = nome
   end
    
   def obter_nome
      @nome
   end
end

# Cria uma instância da classe Cliente
cliente = Cliente.new

# Efetua uma chamada ao método definir_nome
cliente.definir_nome("Laura Maria dos Santos")

# Efetua uma chamada ao método obter_nome
print "O nome do cliente é " + cliente.obter_nome

Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado:

O nome do cliente é Laura Maria dos Santos


JavaScript ::: Dicas & Truques ::: Validação de Formulários

Validação de formulários em JavaScript - Como validar um formulário contendo usuário e senha em JavaScript

Quantidade de visualizações: 34859 vezes
A validação de formulários em JavaScript é uma das primeiras técnicas que devemos aprender, pois ela avita a perda de tempo que ocorre com a validação somente do lado do servidor (não se esqueça: as duas são necessárias).

Ao validar no navegador, o usuário já vai as devidas correções sem ter que esperar o processamento de seus dados para, só então, ser comunicado de que alguma informação está incorreta.

Assim, nesta dica, mostrarei como podemos validar um nome de usuário e senha em JavaScript. Deixei o exemplo bem mais, mas você pode melhorá-lo, adicionando até expressões regulares para ampliar as situações que podem ocorrer.

O código abaixo vai gerar o seguinte formulário HTML:



E agora o código completo para o exemplo:

<html>
<head>
<title>Estudando JavaScript</title>

<style type="text/css">
  input {margin-bottom: 3px; margin-top: 3px}
</style>

<script language="JavaScript">
  function validar(){
    // só permitirá o envio se os dados forem fornecidos
    if(document.login.nome.value == ""){
      alert("Forneça o nome do usuário");
      document.login.nome.focus();
      return false;
    }
    else if(document.login.senha.value == ""){
      alert("Forneça a senha do usuário");
      document.login.senha.focus();
      return false;
    }
    else{
      return true;
    }
  }
</script>

</head>
<body>

<form name="login" action="gravar.php" method="post" 
     onsubmit="return validar()">
  Usuário:<br>
  <input type="text" id="nome" name="nome"><br>
  Senha:<br>
  <input type="password" id="senha" name="senha"><br>
  <input type="submit" value="Entrar!">
</form>
 
</body>
</html>



Java ::: Coleções (Collections) ::: HashMap

Como testar se uma determinada chave está contida no HashMap do Java usando o método containsKey()

Quantidade de visualizações: 8944 vezes
Em algumas situações precisamos verificar se uma determinada chave está contida no HashMap. Para isso podemos usar o método containsKey(), definido originalmente na interface Map. Veja sua assinatura:

public boolean containsKey(Object key)


Note que este método recebe um objeto contendo o valor da chave a ser pesquisada e retorna um valor true se o HashMap contiver a chave e false caso contrário. Veja o exemplo:

package estudos;

import java.util.*;

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    
    // vamos criar uma instância de HashMap
    HashMap<Integer, String> clientes = new HashMap<>();

    // vamos adicionar três chaves e seus valores
    clientes.put(1, "Osmar J. Silva");
    clientes.put(2, "Salvador Miranda de Andrade");
    clientes.put(3, "Marcos da Costa Santos");
      
    // vamos verificar se a chave 2 está contida no HashMap
    if(clientes.containsKey(2)){
      System.out.println("A chave está contida no mapa");
    }
    else{
      System.out.println("A chave NÃO está contida no mapa");
    }

    System.exit(0);
  }
}

Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado:

A chave está contida no mapa


React.js ::: Dicas & Truques ::: Passos Iniciais

Aprenda a desenvolver aplicações React diretamente no HTML, sem usar a ferramenta create-react-app

Quantidade de visualizações: 1833 vezes
Embora seja recomendável usar a ferramenta create-react-app para criar suas aplicações React, às vezes gostaríamos de testar algumas idéias diretamente no código HTML, ou seja, sem precisar passar pelo processo "npx create-react-app" -> "npm start" -> "npm run build".

Tudo que temos que fazer é incluir três scripts, a saber, react.production.min.js, react-dom.production.min.js e babel.min.js. Estes scripts estão disponíveis para inclusão via CDN (o mais recomendado) ou você pode baixá-los para uso local, o que, com certeza, vai deixar o processo de desenvolvimento ainda mais rápido. Para obter os CDS ou fazer o download individual dos mesmos, basta pesquisá-los no Google por seus nomes.

Nesta dica eu optei por baixar os scripts e rodá-los a partir da minha máquina de desenvolvimento. Os dois primeiros scripts nos permitem escrever código React em nossos códigos JavaScript, e o terceiro, babel.min.js, nos permite usar a síntáxe JSX (JavaScript XML) e também dar suporte ao JavaScript ES6 para os navegadores mais antigos.

Então, vamos escrever código? Veja a listagem a seguir:

<!DOCTYPE html>
<head>
<meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1" />
 
<title>Estudos React</title>
  
<script src="js/react.production.min.js"></script>
<script src="js/react-dom.production.min.js"></script>
<script src="js/babel.min.js"></script> 
 
</head>
<body>

<h1>Primeira aplicação React direto no HTML</h1>
  
<div id="minha_app"></div>

<script type="text/babel">
  // vmaos criar um novo compomente React
  class Mensagem extends React.Component{
    render() {
      return <h1>Olá, bem-vindo(a) ao React!</h1>
    }
  };
 
  // vamos exibir o componente Mensagem na div minha_app
  ReactDOM.render(<Mensagem />, document.getElementById('minha_app'));
</script>

</body>
</html>

Ao abrir esta página no navegador teremos o seguinte resultado:

Primeira aplicação React direto no HTML
Olá, bem-vindo(a) ao React!

Pronto! Agora você pode testar idéias no React de forma bem rápida e fácil. Mas, lembre-se, em aplicações mais complexas, o uso da ferramenta create-react-app continua sendo o mais recomendado.


Ruby ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como contar as ocorrências de uma substring em uma string em Ruby usando a função scan()

Quantidade de visualizações: 8839 vezes
Podemos obter a quantidade de vezes em que uma substring aparece em uma string Ruby usando o método scan() da classe String. Este método nos permite executar um bloco de código a cada vez que a substring fornecida a ele for encontrada. Veja o exemplo:

# declara e inicializa uma variável string
frase = "Ruby? Gosto muito de Ruby"
puts "A frase é: " + frase

# vamos obter a quantidade de vezes em que a
# substring "Ruby" aparece na frase
quant = 0
substring = "Ruby"

frase.scan(substring){quant = quant + 1}

# exibe  o resultado
puts "A substring \"Ruby\" aparece " + quant.to_s \
  + " vezes"

Ao executarmos este código Ruby nós teremos o seguinte resultado:

A frase é: Ruby? Gosto muito de Ruby
A substring "Ruby" aparece 2 vezes


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Ruby

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