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Card 1 de 11
Fundações diretas ou rasas

As fundações rasas ou diretas são utilizadas quando as camadas superficiais do solo apresentam resistência apropriada para receber as cargas provenientes de uma edificação.

A depender das características do solo abaixo de uma estrutura, podem ser usadas tanto fundações rasas como fundações profundas, desde que os estudos técnicos necessários sejam realizados durante a fase dos estudos preliminares.

Vale ressaltar que o uso das fundações rasas é recomendado quando o número de golpes do SPT for maior ou igual a 8 e a profundidade de assentamento não ultrapassar 2m, pois, acima desses valores, esse tipo de fundação se torna inviável técnica e economicamente.

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C++ ::: Win32 API (Windows API) ::: Arquivos e Diretórios

Como renomear arquivos e diretórios em C++ usando a função MoveFile() da API do Windows

Quantidade de visualizações: 9079 vezes
A função MoveFile() da API do Windows pode ser usada quando precisamos renomear um arquivo ou diretório. Veja seu protótipo:

BOOL WINAPI MoveFile(
  LPCTSTR lpExistingFileName,
  LPCTSTR lpNewFileName
);


Note que só precisamos fornecer o nome atual e o novo nome do arquivo ou diretório que queremos renomear. Se houver algum erro ao renomear o arquivo ou diretório, a função MoveFile() retornará o valor 0 (zero). Se a operação for efetuada com sucesso, um valor diferente de 0 (zero) será retornado. É sempre uma boa idéia usar a função GetLastError() para retornar o código do erro em caso de falha.

Veja um trecho de código no qual renomeamos um arquivo:

#include <cstdlib>
#include <iostream>
#include <windows.h>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  // nome atual do arquivo
  CHAR nome_atual[] = "C:\\testes.txt";
  // novo nome do arquivo
  CHAR nome_novo[] = "C:\\novo.txt";
  
  // vamos renomear o arquivo
  if(MoveFile(nome_atual, nome_novo)){
    cout << "Arquivo renomeado com sucesso." << endl;                      
  }
  else{
    cout << "Erro ao renomear o arquivo: " << 
      GetLastError() << endl;     
  }
  
  system("PAUSE");
  return EXIT_SUCCESS;
}

Aqui nós estamos alterando o nome do arquivo testes.txt para novo.txt. Os possíveis erros nesta operação são:

a) ERROR_FILE_NOT_FOUND - Ocorre quando o arquivo fornecido como primeiro argumento para a função MoveFile() não existe. O código para este erro é 2 e a mensagem em português é "O sistema não pode encontrar o arquivo especificado (The system cannot find the file specified)".

b) ERROR_ALREADY_EXISTS - Ocorre quando o arquivo fornecido como segundo argumento para a função MoveFile() já existe. O código para este erro é 183 e a mensagem em português é "Não é possível criar um arquivo já existente (Cannot create a file when that file already exists)".

Veja agora um trecho de código no qual renomeamos um diretório:

#include <cstdlib>
#include <iostream>
#include <windows.h>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  // nome atual do diretório
  CHAR nome_atual[] = "C:\\imagens";
  // novo nome do diretório
  CHAR nome_novo[] = "C:\\imagens2";
  
  // vamos renomear o diretório
  if(MoveFile(nome_atual, nome_novo)){
    cout << "Diretório renomeado com sucesso." << endl;                      
  }
  else{
    cout << "Erro ao renomear o diretório: " << 
      GetLastError() << endl;     
  }
  
  system("PAUSE");
  return EXIT_SUCCESS;
}



Java ::: Estruturas de Dados ::: Árvore Binária e Árvore Binária de Busca

Estruturas de dados em Java - Como fazer a travessia de uma árvore binária de busca em Java usando o percurso em-ordem (in-order, In-ordem ou ordem simétrica)

Quantidade de visualizações: 5479 vezes
Antes de discutirmos o percurso in-order, veja a árvore binária de busca na figura abaixo:



Esta árvore possui 9 nós e obedece à regra de que os nós com valores menores que o nó pai ficam à sua esquerda, e aqueles com nós maiores que o nó pai, ficam à sua direita.

O percurso em ordem é usado quando queremos exibir os valores dos nós da árvore binária de busca em ordem ascendente. Neste tipo de percurso nós visitamos primeiramente a sub-árvore da esquerda, então o nó atual e finalmente a sub-árvore à direita do nó atual. É importante notar que esta travessia é feita por meio de um método recursivo.

Veja o código completo para o exemplo:

Código para No.java:

package arvore_binaria;

public class No {
  private int valor; // valor armazenado no nó
  private No esquerdo; // filho esquerdo
  private No direito; // filho direito
 
  // construtor do nó
  public No(int valor){
    this.valor = valor;
    this.esquerdo = null;
    this.direito = null;
  }

  public int getValor() {
    return valor;
  }

  public void setValor(int valor) {
    this.valor = valor;
  }

  public No getEsquerdo() {
    return esquerdo;
  }

  public void setEsquerdo(No esquerdo) {
    this.esquerdo = esquerdo;
  }

  public No getDireito() {
    return direito;
  }

  public void setDireito(No direito) {
    this.direito = direito;
  }
}

Código para ArvoreBinariaBusca.java:

package arvore_binaria;

public class ArvoreBinariaBusca {
  private No raiz; // referência para a raiz da árvore
   
  // método usado para inserir um novo nó na árvore
  // retorna true se o nó for inserido com sucesso e false
  // se o elemento
  // não puder ser inserido (no caso de já existir um 
  // elemento igual)
  public boolean inserir(int valor){
    // a árvore ainda está vazia?
    if(raiz == null){
      // vamos criar o primeiro nó e definí-lo como a raiz da árvore
      raiz = new No(valor); // cria um novo nó
    }
    else{
      // localiza o nó pai do novo nó
      No pai = null;
      No noAtual = raiz; // começa a busca pela raiz
  
      // enquanto o nó atual for diferente de null
      while(noAtual != null){
        // o valor sendo inserido é menor que o nó atual?
        if(valor < noAtual.getValor()) {
          pai = noAtual;
          // vamos inserir do lado esquerdo
          noAtual = noAtual.getEsquerdo();
        }
        // o valor sendo inserido é maior que o nó atual
        else if(valor > noAtual.getValor()){
          pai = noAtual;
          // vamos inserir do lado direito
          noAtual = noAtual.getDireito();
        }
        else{
          return false; // um nó com este valor foi encontrado
        }
      }
        
      // cria o novo nó e o adiciona como filho do nó pai
      if(valor < pai.getValor()){
         pai.setEsquerdo(new No(valor));
      }
      else{
        pai.setDireito(new No(valor));
      }
    }
 
    return true; // retorna true para indicar que o novo nó foi inserido
  }
   
  // método que permite disparar a travessia em-ordem
  public void emOrdem(){
    emOrdem(raiz);
  }
 
  // sobrecarga do método emOrdem com uma parâmetro (esta é a versão 
  // recursiva do método)
  private void emOrdem(No raiz){
    if(raiz == null){ // condição de parada
      return;
    }
     
    // visita a sub-árvore da esquerda
    emOrdem(raiz.getEsquerdo());
    // visita o nó atual
    System.out.print(raiz.getValor() + " ");
    // visita a sub-árvore da direita
    emOrdem(raiz.getDireito());
  }
}

E agora o código para a classe principal:

package arvore_binaria;

import java.util.Scanner;

public class ArvoreBinariaTeste {
  public static void main(String[] args) {
    Scanner entrada = new Scanner(System.in);  
       
    // vamos criar um novo objeto da classe ArvoreBinariaBusca
    ArvoreBinariaBusca arvore = new ArvoreBinariaBusca();
    
    // vamos inserir 9 valores na árvore
    for(int i = 0; i < 9; i++){
      System.out.print("Informe um valor inteiro: ");
      int valor = Integer.parseInt(entrada.nextLine());
       
      // vamos inserir o nó e verificar o sucesso da operação
      if(!arvore.inserir(valor)){
        System.out.println("Não foi possível inserir." +
          " Um elemento já contém este valor.");  
      }
    }
     
    // vamos exibir os nós da árvore usando o percurso in-order
    System.out.println("\nPercurso in-order:");
    arvore.emOrdem();
     
    System.out.println("\n");
  }
}

Ao executar este código teremos o seguinte resultado:

Informe um valor inteiro: 8
Informe um valor inteiro: 3
Informe um valor inteiro: 10
Informe um valor inteiro: 1
Informe um valor inteiro: 6
Informe um valor inteiro: 14
Informe um valor inteiro: 4
Informe um valor inteiro: 7
Informe um valor inteiro: 13

Percurso in-order:
1 3 4 6 7 8 10 13 14



AutoCAD VBA ::: Dicas & Truques ::: Linha, Linhas, Comando LINE

Como retornar as coordenadas iniciais e finais de uma linha no AutoCAD usando AutoCAD VBA e as propriedades StartPoint e EndPoint

Quantidade de visualizações: 466 vezes
Nesta dica mostrarei como podemos usar as propriedades StartPoint e EndPoint do objeto AcadLine do AutoCAD VBA para obter e retornar as coordenadas iniciais e finais de uma linha do AutoCAD.

Veja que usamos a função ThisDrawing.Utility.GetEntity para pedir para o usuário selecionar uma linha na área de desenho. Uma vez selecionada a linha nós obtemos suas coordenadas iniciais e finais usando StartPoint e EndPoint.

Para finalizar nós usamos a função ThisDrawing.Utility.Prompt para exibir as coordenadas x, y e z iniciais e finais da linha na janela de comando do AutoCAD.

Veja o código AutoCAD VBA completo para o exemplo:

' Esta macro AutoCAD VBA mostra como selecionar uma linha
' na área de desenho do AutoCAD e retornar suas coordenadas
' iniciais e finais
Sub CoordenadasLinha()
  ' vamos declarar um variável para receber a linha
  ' selecionada
  Dim linha As AcadLine
  ' e também a localização da linha
  Dim localizacao As Variant
  ' para guardar o ponto inicial
  Dim ponto_inicial As Variant
  ' para guardar o ponto final
  Dim ponto_final As Variant
   
  ' caso haja algum erro
  On Error Resume Next
   
  ' agora pedimos para o usuário selecionar a linha
  ThisDrawing.Utility.GetEntity linha, localizacao, _
    "Selecione uma linha"
   
  ' vamos obter o ponto inicial da linha
  ponto_inicial = linha.StartPoint
  ' vamos obter o ponto final da linha
  ponto_final = linha.EndPoint
   
  ' e mostramos as coordenadas iniciais e finais da linha
  ThisDrawing.Utility.Prompt "As coordenadas iniciais são: X = " _
    & ponto_inicial(0) & "; Y = " & ponto_inicial(1) & "; Z = " _
    & ponto_inicial(2)
  ThisDrawing.Utility.Prompt vbCrLf & "As coordenadas finais são: X = " _
    & ponto_final(0) & "; Y = " & ponto_final(1) & "; Z = " _
    & ponto_final(2)
End Sub

Ao executar este código AutoCAD VBA nós teremos o seguinte resultado:

As coordenadas iniciais são: X = 55,9523227122882; Y = 42,9870898477564; Z = 0
As coordenadas finais são: X = 116,586068002574; Y = 20,6918609035664; Z = 0


Delphi ::: Dicas & Truques ::: MIDI Musical Instrument Digital Interface, Mapeamento e sequenciamento MIDI, Entrada e saída MIDI

Como retornar uma lista dos dispositivos de saída MIDI no sistema usando Delphi

Quantidade de visualizações: 11492 vezes
Em algumas ocasiões nós precisamos obter uma lista dos dispositivos de saída MIDI no sistema, talvez com o propósito de selecionar um determinado dispositivo em uma ListBox ou ComboBox. O trecho de código abaixo mostra como isso pode ser feito.

O primeiro passo é declarar uma variável do tipo TMidiOutCaps. Este registro está declarado na unit MMSystem.pas e é uma tradução da estrutura MIDIOUTCAPS da API do Windows. Entre outros tipos de dados, esta estrutura possui um membro szPname que retorna o nome do dispositivo. Na unit MMSystem.pas este membro está declarado como array[0..MAXPNAMELEN-1] of AnsiChar, ou seja, uma matriz de AnsiChar que será preenchida pela API do Windows e terá seu final marcado com o caractere null (NULL terminated string). Note a conversão deste valor para o tipo String no momento de inserí-lo no ComboBox. Em versões anteriores do Delphi (estou escrevendo este código no Delphi 2009) podíamos usar a função StrPas() para esta finalidade.

O passo seguinte é obter a quantidade de dispositivos de saída MIDI. Isso é feito com uma chamada à função midiOutGetNumDevs da API do Windows. Uma vez obtida a quantidade de dispositivos nós usamos um laço for e, no corpo deste laço, usamos o valor da variável de controle i para efetuar uma chamada à função midiOutGetDevCaps(), também da API do Windows:

midiOutGetDevCaps(i, @MidiOutCaps, sizeof(TMidiOutCaps));

Esta função recebe o identificador do dispositivo (um valor inteiro começando em 0 e indo até a quantidade de dispositivos - 1), um ponteiro para um registro MidiOutCaps e o tamanho em bytes do registro. Se a função for executada com sucesso, o registro MidiOutCaps será preenchido com várias informações úteis, tais como o nome do dispositivo, o ID do fabricante, o ID do produto, versão do driver, tipo do dispositivo MIDI, número de vozes suportadas, número máximo de notas que podem ser tocadas simultaneamente, etc.

Para finalizar, nós acessamos o campo szPname do registro MidiOutCaps e o adicionamos no ComboBox. Veja o código completo a seguir:

procedure TForm1.Button2Click(Sender: TObject);
var
  i: Integer;
  MidiOutCaps: TMidiOutCaps; // este registro (record) está definido em MMSystem.pas
  erro: Word;
begin
  // uses MMSystem

  ComboBox2.Clear;
  // midiOutGetNumDevs retorna a quantidade de dispositivos de saída MIDI no sistema
  for i := 0 to midiOutGetNumDevs - 1 do
  begin
    // vamos obter o dispositivo identificado pela variável i (uDeviceID)
    erro := midiOutGetDevCaps(i, @MidiOutCaps, sizeof(TMidiOutCaps));
    if erro <> MMSYSERR_NOERROR then
       raise Exception.Create('Não foi possível obter a lista de dispositivos ' +
         'de saída MIDI');

    // vamos adicionar o nome do dispositivo no ComboBox
    ComboBox2.Items.Add(StrPas(MidiOutCaps.szPname));
  end;
end;

Ao executar este código o ComboBox será preenchido com valores semelhantes à:

Microsoft GS Wavetable SW Synth
MPU-401

Nas demais dicas relacionadas a este assunto você deverá sempre indicar o dispositivo de saída MIDI. Geralmente você poderá fornecer os valores 0 ou 1 para as funções MIDI que pedem o ID do dispositivo de saída.

Para fins de compatibilidade esta dica ou anotação foi escrita usando Delphi 2009.


GNU Octave ::: GNU Octave para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear

GNU Octave para Álgebra Linear - Como calcular o determinante de uma matriz usando a função det() do GNU Octave

Quantidade de visualizações: 3442 vezes
Na Matemática e na Álgebra Linear, o determinante é uma função matricial que associa a cada matriz quadrada um escalar, ou seja, o determinante é uma função que transforma uma matriz quadrada em um número real.

O determinante, ou melhor, a função determinante, permite saber se a matriz tem ou não inversa (matriz inversa), pois, as matriz que não tem inversa, são precisamente aquelas cujo determinante é igual a 0. Se o determinante for diferente de zero, então a matriz é uma matriz invertível.

O determinante de uma matriz A é denotado por det(A), det A ou |A|.

O software GNU Octave nos fornece uma forma rápida para obtermos o determinante de uma matriz: a função det(). Veja o exemplo a seguir (digitando diretamente na Janela de Comandos):

>> A = [1, 2, 3; 2, 5, 2; 1, 3, 1] [ENTER]
A =

   1   2   3
   2   5   2
   1   3   1

>> det(A) [ENTER]
ans = 2
>>

Veja que declaramos uma matriz 3x3 com o nome A e em seguida usamos a função det() para obter o seu determinante.

Vamos ver agora como podemos fazer esse mesmo cálculo em um script do GNU Octave:

# declara uma matriz quadrada de ordem 3
A = [1, 2, 3; 2, 5, 2; 1, 3, 1]

# calculamos o determinante
determinante = det(A)

# mostramos os resultado
fprintf("O determinante da matriz A é %f\n", determinante);

Não se esqueça de pesquisar sobre as propriedades do determinante. São cerca de 10 propriedades que nos ajudam a calcular o determinante da matriz simplesmente olhando para a sua composição.


Veja mais Dicas e truques de GNU Octave

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