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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

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Card 1 de 11
Fundações diretas ou rasas

As fundações rasas ou diretas são utilizadas quando as camadas superficiais do solo apresentam resistência apropriada para receber as cargas provenientes de uma edificação.

A depender das características do solo abaixo de uma estrutura, podem ser usadas tanto fundações rasas como fundações profundas, desde que os estudos técnicos necessários sejam realizados durante a fase dos estudos preliminares.

Vale ressaltar que o uso das fundações rasas é recomendado quando o número de golpes do SPT for maior ou igual a 8 e a profundidade de assentamento não ultrapassar 2m, pois, acima desses valores, esse tipo de fundação se torna inviável técnica e economicamente.

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C ::: C para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear

Como calcular a norma ou módulo de vetores nos espaços R2 e R3 usando C - Geometria Analítica e Álgebra Linear usando C

Quantidade de visualizações: 4924 vezes
Em Geometria Analítica e Álgebra Linear, a magnitude, norma, comprimento, tamanho ou módulo (também chamado de intensidade na Física) de um vetor é o seu comprimento, que pode ser calculado por meio da distância de seu ponto final a partir da origem, no nosso caso (0,0).

Considere o seguinte vetor no plano, ou seja, no espaço bidimensional, ou R2:

\[\vec{v} = \left(7, 6\right)\]

Aqui este vetor se inicia na origem (0, 0) e vai até as coordenadas (x = 7) e (y = 6). Veja sua plotagem no plano 2D:



Note que na imagem já temos todas as informações que precisamos, ou seja, o tamanho desse vetor é 9 (arredondado) e ele faz um ângulo de 41º (graus) com o eixo x positivo. Em linguagem mais adequada da trigonometria, podemos dizer que a medida do cateto oposto é 6, a medida do cateto adjacente é 7 e a medida da hipotenusa (que já calculei para você) é 9.

Note que já mostrei também o ângulo theta (__$\theta__$) entre a hipotenusa e o cateto adjacente, o que nos dá a inclinação da reta representada pelos pontos (0, 0) e (7, 6).

Relembrando nossas aulas de trigonometria nos tempos do colegial, temos que o quadrado da hipotenusa é a soma dos quadrados dos catetos, ou seja, o Teorema de Pitágoras:

\[a^2 = b^2 + c^2\]

Como sabemos que a potenciação é o inverso da radiciação, podemos escrever essa fórmula da seguinte maneira:

\[a = \sqrt{b^2 + c^2}\]

Passando para os valores x e y que já temos:

\[a = \sqrt{7^2 + 6^2}\]

Podemos comprovar que o resultado é 9,21 (que arredondei para 9). Não se esqueça da notação de módulo ao apresentar o resultado final:

\[\left|\vec{v}\right| = \sqrt{7^2 + 6^2}\]

E aqui está o código C que nos permite informar os valores x e y do vetor e obter o seu comprimento, tamanho ou módulo:

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <math.h>
  
int main(int argc, char *argv[]){
  float x, y, norma;
  // vamos ler os valores x e y
  printf("Informe o valor de x: ");
  scanf("%f", &x);
  printf("Informe o valor de y: ");
  scanf("%f", &y);
  
  // vamos calcular a norma do vetor
  norma = sqrt(pow(x, 2) + pow(y, 2));
    
  // mostra o resultado
  printf("A norma do vetor é: %f", norma);
 
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

Informe o valor de x: 7
Informe o valor de y: 6
A norma do vetor é: 9.219544457292887

Novamente note que arredondei o comprimento do vetor para melhor visualização no gráfico. Para calcular a norma de um vetor no espaço, ou seja, no R3, basta acrescentar o componente z no cálculo.


C ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes)

Exercícios Resolvidos de C - Declare uma matriz de 10 inteiros e use um laço for para preencher os elementos da matriz usando valores aleatórios de 0 até 10

Quantidade de visualizações: 12147 vezes
Pergunta/Tarefa:

Escreva um programa C que declara uma matriz de 10 inteiros. Use um laço for para preencher os elementos da matriz usando valores aleatórios de 0 até 10 (incluindo os valores 0 e 10). Para finalizar, percorra os elementos da matriz e exiba seus valores. A saída do programa deverá ser parecida com:

3 5 5 1 3 8 10 0 9 7

Resposta/Solução:

Veja abaixo a resolução completa para esta tarefa:

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  // vamos inicializar o gerador de números aleatórios
  srand(time(NULL));
  
  // vamos declarar e construir uma matriz de 10 inteiros
  int valores[10];

  // vamos preencher a matriz com valores aleatórios de 0 até 10 (incluindo)
  int i;
  for(i = 0; i < 10; i++){
    valores[i] = rand() % 11;
  }

  // vamos exibir os valores dos elementos da matriz
  for(i = 0; i < 10; i++){
    printf("%d  ", valores[i]);
  }
  
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");	
  return 0;
}

Espero que você tenha gostado e continue a acessar a nossa Lista de Exercícios de C.


Ruby ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como testar se um diretório existe em Ruby usando a função File.exist()

Quantidade de visualizações: 7130 vezes
Em algumas situações nós precisamos testar a existência de um diretório na linguagem Ruby. Para isso nós podemos usar a função File.exist?(), que nos retorna um valor True se o diretório existir e False em caso contrário.

Veja o código Ruby completo para o exemplo:

# nome e caminho do diretório a ser testado
diretorio = "C:\\estudos_ruby\\escola"

if File.exist? diretorio
  puts "O diretório existe"
else
  puts "O diretório não existe"
end

Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado:

O diretório existe


Java ::: Java para Engenharia ::: Física - Mecânica

Como calcular a velocidade de um corpo dado sua massa e sua energia cinética usando a linguagem Java

Quantidade de visualizações: 1538 vezes
A Energia cinética é uma das formas da energia mecânica e definida como a energia de movimento, pois está relacionada com o estado de movimento de um corpo.

Variando de acordo com o movimento e a massa do corpo, esse tipo de energia tem sua existência condicionada à velocidade, uma vez que nos corpos em repouso ela não existe, pois a velocidade é nula.

Essa vertente de energia depende da relação entre corpo e o ponto referencial do observador. Se houver velocidade, haverá energia cinética. Portanto, não trata-se de uma energia invariável, mas sim de um tipo de energia mecânica que é determinada em função da massa do corpo em movimento, medida em quilogramas (kg), e da velocidade desenvolvida por ele, medida em metros por segundo (m/s).

A fórmula para obtenção da velocidade de um corpo, quando temos a sua energia cinética e a sua massa é:

\[\text{v} = \sqrt{\frac{E_c}{\frac{1}{2}\text{m}}}\]

Onde:

m ? massa do corpo (em kg).

Ec ? energia cinética (em joule, J).

v ? velocidade do corpo (em m/s).

Vamos ver um exemplo agora? Observe o seguinte enunciado:

1) Determine qual é a velocidade em que se move um corpo de 20kg cuja energia cinética é igual a 400J.

Note que o exercício já nos dá os valores em suas unidades de medidas no SI (Sistema Internacional de Medidas). Tudo que temos a fazer é converter a fórmula para código Java. Veja:

package arquivodecodigos;

public class Estudos{
  public static void main(String args[]){
    // energia cinética
    double energia_cinetica = 400; // em joule
    // massa do corpo
    double massa = 20; // em kg
    
    // e então calculamos a velocidade do corpo
    double velocidade = Math.sqrt(energia_cinetica / (0.5 * massa));
  
    // mostramos o resultado
    System.out.println("A velocidade do corpo é: " + velocidade + "m/s");     
  }
} 

Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado:

A velocidade do corpo é: 6.324555320336759m/s

Não se esqueça de que a velocidade retornada estará em metros por segundo.


Java ::: Fundamentos da Linguagem ::: Modificadores

Como usar o modificador synchronized da linguagem Java

Quantidade de visualizações: 24398 vezes
O modificador synchronized tem seu uso e importância destacados quando várias threads (fluxos de execução) estão sendo executadas em um programa. Tais threads podem tentar acessar métodos de uma ou mais classes ao mesmo tempo. No entanto, pode ser necessário planejarmos o sistema de forma que determinados métodos possam ser acessados por somente uma thread de cada vez, talvez para garantir a integridade de valores das diversas variáveis envolvidas no processo. É aqui que o modificador synchronized é usado.

Ao marcarmos um método como synchronized, o sistema de execução Java garantirá que apenas uma thread de cada vez acesse tal método. Se outras threads tentarem fazer o mesmo, elas serão colocadas em espera até que a thread atual finalize seu trabalho e libere o método.

Um exemplo de aplicação do modificador synchronized pode ser visto em uma classe Pilha. Como sabemos, esta estrutura de dados possui métodos para inserir um novo item no topo da pilha e para removê-lo do topo (lembra? LIFO: Last In First Out). Ora, para evitar que uma thread remova o elemento do topo ao mesmo tempo em que outra está tentando inserir, tais métodos devem ser marcados como synchronized. Isso evitará que os dados sejam corrompidos.


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Java

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