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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

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Card 1 de 11
Fundações diretas ou rasas

As fundações rasas ou diretas são utilizadas quando as camadas superficiais do solo apresentam resistência apropriada para receber as cargas provenientes de uma edificação.

A depender das características do solo abaixo de uma estrutura, podem ser usadas tanto fundações rasas como fundações profundas, desde que os estudos técnicos necessários sejam realizados durante a fase dos estudos preliminares.

Vale ressaltar que o uso das fundações rasas é recomendado quando o número de golpes do SPT for maior ou igual a 8 e a profundidade de assentamento não ultrapassar 2m, pois, acima desses valores, esse tipo de fundação se torna inviável técnica e economicamente.

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JavaScript ::: Elementos de Formulários HTML ::: input type file Element/Object

Como obter a quantidade de arquivos que o usuário selecionou em um input type file

Quantidade de visualizações: 4609 vezes
Em algumas situações nós precisamos saber quantos arquivos o usuário selecionou em um elemento input type file. Para isso podemos usar a propriedade length do FileList que representa a lista de arquivos no input file. Veja o exemplo a seguir:

<!DOCTYPE html>
<head>
<meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1" />

<title>Estudos JavaScript</title>

</head>
<body>

<form>
  <input id="arquivo" onChange="contarArquivos()" name="arquivo" multiple type="file">
</form>

<script type="text/javascript">
  function contarArquivos(){
    // vamos obter uma referência ao elemento file
    var arquivo = document.getElementById("arquivo");
    // agora vamos obter a quantidade de arquivos que o usuário selecionou
    var quantArquivos = arquivo.files.length;
	 
    // mostramos o resultado
    window.alert("Você selecionou " + quantArquivos + " arquivos.");  
  }
</script>

</body>
</html>

Note que tiramos proveito do evento onChange() do input file para obter a informação desejada no exato momento que o usuário escolhe o(s) arquivos(s). Neste exemplo eu criei um input file multiple, ou seja, o usuário pode escolher mais de um arquivo por vez (em geral pressionando a tecla Ctrl para múltiplas seleções).


Delphi ::: Data Access Controls (Controles de Acesso a Dados) ::: TField e Classes Derivadas

Como usar a classe TField em seus programas Delphi

Quantidade de visualizações: 13060 vezes
A classe TField (na unit DB) é um ancestral comum de todos os componentes que representam os campos de uma tabela no banco de dados (ou um dataset cujos dados foram carregados de um arquivo do tipo texto, binário ou XML). Esta classe encapsula o comportamento comum a todos os demais componentes to tipo field (campo).

Veja sua posição na hierarquia de classes do Delphi:

System.TObject
  Classes.TPersistent
    Classes.TComponent
      DB.TField
Esta classe ainda implementa as interfaces Classes.IInterfaceComponentReference e System.IInterface.

A classe TField apresenta propriedades, eventos e métodos que são usados para as seguintes tarefas:

1) Alterar o valor de um campo em um dataset;

2) Converter o valor de um campo de um tipo para outro tipo;

3) Efetuar validações nos dados informados pelos usuários para determinados campos;

4) Definir como as informações dos campos são mostradas em tempo de exibição ou para edição;

5) Calcular o valor de um campo a partir de código escrito no evento OnCalcFields do dataset;

6) Pesquisar o valor do campo a partir de outro dataset.

Em geral não criamos instâncias da classe TField diretamente. Componentes que descendem de TField são criados automaticamente a cada vez que o dataset é ativado. Estes descendentes podem ser dinâmicos (o padrão) ou persistentes. Componentes campos dinâmicos refletem as colunas dos metadados da tabela a qual pertencem no momento que o dataset é aberto. Componentes campos persistentes são criados em tempo de design usando o editor Fields, que especifica os campos no dataset, suas propriedades e a ordem em que deverão estar.

A criação de componentes de campos persistentes garante que todas as vezes que uma aplicação for executada, ela usará e exibirá as mesmas colunas, na mesma ordem, até mesmo se a estrutura física da base de dados mudar. Se uma coluna em uma tabela na qual um componente de campo persistente é baseado for excluída ou alterada, o IDE gera uma exceção em vez de permitir a abertura do dataset usando um coluna não existente ou incompatível. Se isso acontecer, devemos remover o camponente field para o campo não existente usando o editor Fields.

Um campo (field) em um dataset é sempre tratado como uma das classes descendentes de TField abaixo:

        
TADTField          TDateField         TReferenceField   
TAggregateField    TDateTimeField     TSmallIntField   
TArrayField        TFloatField        TSQLTimeStampField   
TAutoIncField      TFMTBCDField       TStringField   
TBCDField          TGraphicField      TTimeField   
TBinaryField       TGuidField         TVarBytesField   
TBlobField         TIDispatchField    TVariantField   
TBooleanField      TIntegerField      TWideStringField   
TBytesField        TInterfaceField    TWordField   
TCurrencyField     TLargeintField     TDataSetField   
TMemoField     
Veja um trecho de código no qual usamos o método FieldByName() da classe TDataSet para obter uma referência a um determinado campo (field) de um ClientDataSet e usamos sua propriedade AsString para obter o valor do campo:

procedure TForm3.Button3Click(Sender: TObject);
var
  campo: TField;
begin
  // vamos obter o campo com o nome "titulo" do registro atual
  campo := ClientDataSet1.FieldByName('titulo');

  // vamos mostrar o valor do campo
  ShowMessage('O valor do campo é: ' + campo.AsString);
end;

Ao executarmos este código teremos um resultado parecido com:

"O valor do campo é: Programando em Java".

Esta dica foi escrita e testada no Delphi 2009.


VB.NET ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística

Como testar se um número é primo em VB.NET

Quantidade de visualizações: 1833 vezes
O Número Primo é o número maior que 1 e que só pode ser dividido por 1 e por ele mesmo, ou seja, números primos não podem ser divididos por outros números, a não ser por ele mesmo e pelo número 1. Dessa forma, 2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, etc, são todos números primos.

É importante observar que 0 e 1 não são números primos, e que o número 2 é o único número primo par.

Veja agora um código VB.NET completo que pede para o usuário informar um número inteiro positivo e mostra uma mensagem indicando se o número informado é primo ou não:

Imports System

Module Program
  Sub Main(args As String())
    Dim primo As Boolean = True ' Vamos assumir que o número é primo

    ' vamos solicitar um número inteiro positivo
    Console.Write("Informe um número inteiro positivo: ")
    Dim numero As Integer = Integer.Parse(Console.ReadLine())

    ' o número é negativo?
    If numero < 0 Then
      Console.WriteLine("Número inválido.")
      ' é 0 ou 1?
    ElseIf ((numero = 0) Or (numero = 1)) Then
      Console.WriteLine("Número válido, mas não é primo.")

      ' passou até aqui. Vamos testar se o número é primo
    Else
      For i As Integer = 2 To (numero / 2) Step 1
        ' se passar no teste, não é primo
        If (numero Mod i = 0) Then
          primo = False ' recebe False
          Exit For
        End If
      Next


      If (primo) Then
        Console.WriteLine("O número informado é primo")
      Else
        Console.WriteLine("O número informado não é primo")
      End If
    End If

    Console.WriteLine("\nPressione qualquer tecla para sair...")
    ' pausa o programa
    Console.ReadKey()
  End Sub
End Module

Ao executar este código VB.NET nós teremos o seguinte resultado:

Informe um número inteiro positivo: 9
O número informado não é primo


Ruby ::: Dicas & Truques ::: Data e Hora

Como retornar os minutos em Ruby a partir de um objeto da classe Time usando a função min

Quantidade de visualizações: 6711 vezes
Muitas vezes precisamos obter os minutos de uma determinada hora a partir de um determinado objeto Time. Para isso a classe Time nos fornece o método min. Este método retorna um número inteiro na faixa 0..59.

Veja uma demonstração de como usar este método no trecho de código a seguir:

# constrói um objeto Time com a data e hora atual
agora = Time.now

# obtém os minutos
minutos = agora.min

# exibe o resultado
puts "Os minutos são: " + minutos.to_s

Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado:

Os minutos são: 7


wxWidgets ::: Dicas & Truques ::: wxApp

Como usar a classe wxApp em suas aplicações C++ wxWidgets

Quantidade de visualizações: 2484 vezes
A classe wxApp (Application Class) é uma das primeiras classes que devemos estudar se quisermos ter um domínio perfeito do framework wxWidgets. Para usá-la, devemos incluir #include <wx/app.h> em nossos códigos. Essa classe herda de wxAppConsole.

Todas as aplicações wxWidgets definem uma classe application derivada de wxApp. Há somente uma instância dela, e essa instância representa a aplicação sendo executada no momento.

De todos os métodos herdados de wxApp, há pelo menos um que devemos implementar, e ele é a função OnInit(), que é chamada quando o wxWidgets está pronto para executar o nosso código. OnInit() equivale ao main() em C/C++ ou WinMain (aplicações Win32).

Veja um trecho de código no qual declaramos e usamos a classe wxApp:

Código para aplicacao.h:

#include <wx/wx.h>

// arquivo de definição

// declaramos a classe application
class MinhaAplicacao : public wxApp{
public:
  // é chamado no startup da aplicação
  virtual bool OnInit();
};

// declara MinhaAplicacao& GetApp()
DECLARE_APP(MinhaAplicacao)

Código para aplicacao.cpp:

#include "aplicacao.h"

// arquivo de implementação

// aqui o wxWidgets implementa nosso objeto MinhaAplicacao
IMPLEMENT_APP(MinhaAplicacao)

bool MinhaAplicacao::OnInit(){
  // vamos mostrar uma mensagem ao iniciar a aplicação
  wxMessageDialog *alerta = new wxMessageDialog(NULL,
    wxT("A aplicação foi iniciada com sucesso"), wxT("Informação"), wxOK);
  alerta->ShowModal();

  // em geral retornamos true para iniciar o loop de eventos
  // mas essa aplicação exibe apenas uma janela de mensagem. Podemos sair
  return false;
}

Veja que no arquivo de declaração (header file) nós temos a macro DECLARE_APP. Ela nos permite declarar a função wxGetApp() que retorna uma referência para o objeto aplicação. Se não fizermos isso, a única forma de obter tal referência é usando o ponteiro global wxTheApp, que é do tipo wxApp*.

A macro IMPLEMENT_APP, no arquivo de implementação, permite ao wxWidgets criar dinamicamente uma instância do objeto application no ponto apropriado da inicialização da biblioteca.

Esse trecho de código é totalmente funcional, mas teremos apenas a exibição de uma mensagem wxMessageDialog. Por essa razão eu retornei false no laço de eventos. Se tivéssemos criado uma janela wxFrame, o retorno deveria ser true, já que teríamos de lidar com eventos.

Para finalizarmos, lembre-se de que o método OnInit() da classe wxApp é o local ideal para se fazer as verificações iniciais da aplicação, tais como conexão com banco de dados, permissão do usuário, disponibilidade da rede, etc.


Veja mais Dicas e truques de wxWidgets

Dicas e truques de outras linguagens

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