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Card 1 de 11
Fundações diretas ou rasas

As fundações rasas ou diretas são utilizadas quando as camadas superficiais do solo apresentam resistência apropriada para receber as cargas provenientes de uma edificação.

A depender das características do solo abaixo de uma estrutura, podem ser usadas tanto fundações rasas como fundações profundas, desde que os estudos técnicos necessários sejam realizados durante a fase dos estudos preliminares.

Vale ressaltar que o uso das fundações rasas é recomendado quando o número de golpes do SPT for maior ou igual a 8 e a profundidade de assentamento não ultrapassar 2m, pois, acima desses valores, esse tipo de fundação se torna inviável técnica e economicamente.

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Java ::: Fundamentos da Linguagem ::: Modificadores

Programação Orientada a Objetos em Java - Como usar o modificador de acesso public da linguagem Java

Quantidade de visualizações: 10298 vezes
O modificador de acesso public é aquele que permite o maior grau de acesso a um recurso Java (um recurso é uma classe, um método ou uma variável).

O único modificador de acesso permitido a uma classe não interna é public. Não é permitido usar outro modificador. Na ausência do modificador public, o acesso à classe será de pacote (package).

Quando usamos este modificador, as classes, métodos e variáveis podem ser acessadas a partir de qualquer outra classe sem qualquer restrição. Além disso, um método public pode ser sobrescrito (sofrer override) por qualquer subclasse da classe que o declara.

O método main() da aplicação é declarado public para que o ambiente de execução Java tenha acesso a ele. Declará-lo de outra forma fará com que a execução da aplicação se torne impossível.

Veja um exemplo de uma classe Java pública, com uma variável de instância pública e um método também público:

package arquivodecodigos;

// uma classe pública
public class Cliente {
  // uma variável pública  
  public int codigo;
  
  // um construtor público
  public Cliente(){
    this.codigo = 532;
  }
  
  // um método público
  public int obterCodigoCliente(){
    return this.codigo;  
  }
}



C++ ::: STL (Standard Template Library) ::: Vector C++

Como criar um vector de inteiros em C++ e inserir elementos usando a função push_back()

Quantidade de visualizações: 7874 vezes
Este exemplo mostra como declarar um objeto da classe container vector da STL (Standard Template Library), inserir alguns inteiros usando a função push_back() e percorrê-los usando um iterador.

Veja o código completo:

#include <cstdlib>
#include <iostream>
#include <vector>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  // um vector vazio que conterá inteiros
  vector<int> valores;

  // vamos inserir três elementos
  valores.push_back(54);
  valores.push_back(13);
  valores.push_back(87);

  // vamos percorrer o vector e exibir os elementos
  vector<int>::iterator it;
  for(it = valores.begin(); it < valores.end(); it++){
    cout << *it << endl;
  }

  system("PAUSE"); // pausa o programa
  return EXIT_SUCCESS;
}

Ao executar este código C++ nós teremos o seguinte resultado:

54
13
87


Ruby ::: Dicas & Truques ::: Data e Hora

Datas e horas em Ruby: Time, Date ou DateTime - Qual classe devo usar?

Quantidade de visualizações: 9000 vezes
A linguagem Ruby oferece três classes básicas para lidar com datas e horas: Time, Date e DateTime. Para ajudá-lo em seus estudos, veja uma descrição breve de cada uma:

1) A classe Time está mais para um encapsulamento das funções de datas e horas da biblioteca C. Estas bibliotecas são geralmente baseadas na época UNIX (UNIX epoch) e, assim, não conseguem representar datas e horas antes de 1970.

2) A classe Date foi criada para superar estas deficiências da classe Time. Com esta classe nós podemos lidar com datas realmente antigas, tais como o aniversário de Leonardo da Vinci (15 de abril de 1452) e, esta classe funciona muito bem com a reforma do calendário. No entanto, a classe Date não permite lidar com horas, ou seja, ao usá-la não seremos capazes de representar a hora que Leonardo da Vinci nasceu. Apenas a data de nascimento.

3) A classe DateTime herda da Date e tenta ser o melhor de ambos os mundos. Com esta classe podemos representar datas da mesma forma que Date e horas da mesma forma que Time. Geralmente os desenvolvedores optam por esta classe, por considerá-la a forma mais correta de representar datas e horas.


Java ::: Pacote java.io ::: Console

Java para iniciantes - Como usar a classe Console da linguagem Java

Quantidade de visualizações: 10362 vezes
A classe Console, que é definida no pacote java.io como public e final, fornece métodos para acessar o dispositivo de console baseado em caracteres associado com a máquina virtual Java (JVM) sendo executada no momento. Um objeto desta classe é obtido por meio de uma chamada ao método console() da classe System. Veja:

import java.io.Console;

public class Estudos {
  public static void main(String[] args) {
    // vamos obter o console para a JVM atual
    Console console = System.console();
    
    // vamos testar se o console foi obtido com sucesso
    if(console != null){
      System.out.println("Console obtido com sucesso");
    }
    else{
      System.out.println("Não foi possível obter o console");
    }
  }
}


É importante observar que, durante a autoria desta dica (Maio/2012), não é possível obter um objeto da classe Console executando a aplicação dentro do Netbeans e/ou Eclipse, somente executando a aplicação a partir da linha de comando ou outros editores, tais como o JCreator. A razão disso é que, tanto o Netbeans quanto o Eclipse executam a janela de console como um processo de fundo, afim de obter sua saída e exibir em suas próprias janelas.

Veja a posição desta classe na hierarquia de classes da plataforma Java:

java.lang.Object
  java.io.Console
A classe Console implementa a interface Flushable.

O fato de a máquina virtual ter um console ou não depende da plataforma na qual ela está sendo executada, e também na forma que a JVM foi invocada. Se a máquina virtual é iniciada a partir de uma janela de linha de comando interativa sem redirecionar os fluxos de entrada e saída padrão, então o console existirá e estará conectado ao teclado e tela a partir da qual a JVM foi lançada. Se a máquina virtual é iniciada automaticamente, por exemplo, como um gerenciador de agendamento de tarefas em segundo plano, então ela, em geral, não terá um console.

Se a JVM atual tiver um console, então este é representado por uma instância única da classe Console, que pode ser obtida por meio de uma chamada ao método console() da classe System. Se nenhum dispositivo de console estiver disponível, uma chamada a este método retornará o valor null.

Operações de leitura e escrita são sincronizadas para garantir a atomicidade das operações críticas. Assim, as chamadas aos métodos readLine(), readPassword(), format() e printf(), assim como operações de leitura, formatação e escrita nos objetos retornados pelos métodos reader() e writer() poderão causar bloqueios em cenários de múltiplas threads.

Chamar close() nos objetos retornados pelos métodos reader() e writer() não fechará os fluxos destes objetos.

Os métodos de leitura da classe Console retornam null quando o fim do fluxo de entrada de console é alcançado, por exemplo, ao digitar control-D no Linux/Unix ou control-Z no Windows. Operações de leitura subsequentes terão sucesso se caracteres adicionais forem inseridos mais tarde no dispositivo de entrada do console.


Python ::: NumPy Python Library (Biblioteca Python NumPy) ::: Números Aleatórios, Números Randômicos, Amostras Aleatórias, Amostras Randômicas

Como gerar um número randômico em Python usando a função rand() do módulo random da NumPy

Quantidade de visualizações: 901 vezes
Em algumas situações nós precisamos gerar um número aleatório na faixa de 0 e 1 (não incluído). Para isso nós podemos usar a função rand() do módulo random da biblioteca NumPy do Python. Veja um exemplo:

# importamos o módulo random da biblioteca NumPy
import numpy as np

# método principal
def main():
  # vamos gerar um número decimal aleatório de 0 (incluído) 
  # à 1 (não incluído) 
  valor = np.random.rand()
  print("O número sorteado foi: {0}".format(valor)) 
  
if __name__== "__main__":
  main()

Ao executar este código Python nós teremos o seguinte resultado:

O número sorteado foi: 0.2037063569952866

Note que o número retornado pela função rand() é um float com uma precisão semelhante ao double em outras linguagens de programação.

Veja agora uma modificação deste código para gerar 10 números aleatórios:

# importamos o módulo random da biblioteca NumPy
import numpy as np

# método principal
def main():
  # vamos gerar 10 números decimais aleatórios de 0 (incluído) 
  # à 1 (não incluído) 
  for i in range(10):
    valor = np.random.rand()
    print("O número sorteado foi: {0}".format(valor)) 
  
if __name__== "__main__":
  main()

Ao executar este código Python nós teremos o seguinte resultado:

O número sorteado foi: 0.57920714427429
O número sorteado foi: 0.06329414607318185
O número sorteado foi: 0.12184477988071851
O número sorteado foi: 0.5410663009618577
O número sorteado foi: 0.790229323250604
O número sorteado foi: 0.4733277307431061
O número sorteado foi: 0.7669969432159425
O número sorteado foi: 0.6934927410217504
O número sorteado foi: 0.13216036543343856
O número sorteado foi: 0.6958612722883786


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Python

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