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Fundações diretas ou rasas

As fundações rasas ou diretas são utilizadas quando as camadas superficiais do solo apresentam resistência apropriada para receber as cargas provenientes de uma edificação.

A depender das características do solo abaixo de uma estrutura, podem ser usadas tanto fundações rasas como fundações profundas, desde que os estudos técnicos necessários sejam realizados durante a fase dos estudos preliminares.

Vale ressaltar que o uso das fundações rasas é recomendado quando o número de golpes do SPT for maior ou igual a 8 e a profundidade de assentamento não ultrapassar 2m, pois, acima desses valores, esse tipo de fundação se torna inviável técnica e economicamente.

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PHP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Métodos, Procedimentos e Funções

Como usar funções e variáveis globais em PHP

Quantidade de visualizações: 38979 vezes
Por padrão, variáveis definidas a nível de página, ou seja, variáveis globais, não podem ser acessadas a partir de uma função. Veja um exemplo:

<?
  // variável global
  $usuario = "Osmar";
  
  function exibir(){
    echo $usuario; // acessa a variável gloal
  }
  
  // chama a função
  exibir();
?>

Ao executar este exemplo teremos o seguinte resultado:

Notice: Undefined variable: usuario in 
xxx/estudos.php on line 6


Para contornar este problema, temos que empregar a palavra-chave global seguida pelo nome da variável global que queremos acessar. Veja:

<?
  // variável global
  $usuario = "Osmar";
  
  function exibir(){
    // permite acesso à variável global
    global $usuario;
	
    echo $usuario; // acessa a variável gloal
  }
  
  // chama a função
  exibir();
?>

Ao executarmos o código novamente, percebemos que o resultado é o esperado. Outra forma de acessar variáveis globais a partir de uma função é usando $GLOBALS. Veja:

<?
  // variável global
  $usuario = "Osmar";
  
  function exibir(){
    echo $GLOBALS['usuario']; // acessa a variável global
  }
  
  // chama a função
  exibir();
?>



C ::: C para Engenharia ::: Física - Mecânica

Como calcular a velocidade da queda livre de um corpo dado o intervalo de tempo (e a aceleração da gravidade) em C

Quantidade de visualizações: 2773 vezes
A Queda Livre é um Movimento Uniformemente Variado, na qual um objeto em queda livre tem a sua velocidade aumentada a taxas constantes. Abandonado em alturas próximas da terra, a velocidade com que um corpo cai aumenta a uma taxa de aproximadamente 9,8m/s. Isso é o mesmo que dizer que a aceleração da gravidade terrestre é de 9,8m/s2, o que aumenta a velocidade do objeto em 35,28km/h a cada segundo.

Assim, a fórmula da velocidade de um objeto em queda livre é:

\[ \text{v} = \text{g} \cdot \text{t} \]

Onde:

v ? velocidade de queda (m/s)

g ? aceleração da gravidade (m/s2)

t ? intervalo de tempo (s)

Vamos ver um exemplo? Veja o seguinte enunciado:

1) Um corpo é abandonado a uma altura qualquer no tempo 0s e está em queda livre. Calcule a sua velocidade no tempo 15s.

Como sabemos que o intervalo de tempo é 15s, só precisamos jogar na fórmula. Veja o código C completo para o cálculo:

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
     
int main(int argc, char *argv[]){
  // gravidade terrestre em m/s2
  float gravidade = 9.80665;
  // intervalo de tempo da queda livre (em segundos)
  float tempo = 15.00; // em segundos
  // velocidade da queda nesse intervalo
  float velocidade = gravidade * tempo;
  
  // mostramos o resultado
  printf("A velocidade da queda livre é: %fm/s",
    velocidade);
    
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

A velocidade da queda livre é: 147.099747m/s

Se quisermos saber a velocidade em km/h, basta multiplicar o resultado por 3.6, o que dará 529.56km/h.

Vamos tornar o experimento mais interessante? Veja uma modificação no código C que mostra a velocidade da queda nos 10 primeiros segundos, de forma individual:

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
     
int main(int argc, char *argv[]){
  int i; // variável de controle do laço
  // gravidade terrestre em m/s2
  float gravidade = 9.80665;
  // intervalo de tempo da queda livre (em segundos)
  int tempo;
  // velocidade da queda nesse intervalo
  float velocidade;
  
  // um laço for que repete 10 vezes
  for(i = 1; i <= 10; i++){
    tempo = i; // inicialmente será um segundo
    velocidade = gravidade * tempo;
    printf("A velocidade no tempo %d: %fm/s\n",
      tempo, velocidade);
  }
    
  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:

A velocidade no tempo 1: 9.806650m/s
A velocidade no tempo 2: 19.613300m/s
A velocidade no tempo 3: 29.419950m/s
A velocidade no tempo 4: 39.226601m/s
A velocidade no tempo 5: 49.033249m/s
A velocidade no tempo 6: 58.839901m/s
A velocidade no tempo 7: 68.646553m/s
A velocidade no tempo 8: 78.453201m/s
A velocidade no tempo 9: 88.259850m/s
A velocidade no tempo 10: 98.066498m/s


Ruby ::: Dicas & Truques ::: Hashes (Arrays Associativas)

Como criar um hash em Ruby - Criação e uso de arrays associativos na linguagem Ruby

Quantidade de visualizações: 9574 vezes
Os hashes (também chamados de arrays associativas, mapas ou dicionários) são parecidos com arrays no sentido em que são coleções indexadas de referências a objetos. Contudo, enquanto podemos indexar arrays usando inteiros, hashes podem ser indexados usando-se qualquer tipo de dados: strings, expressões regulares, inteiros, e assim por diante.

Quando guardamos um valor em um hash, estamos na verdade guardando dois objetos: o índice (geralmente chamado de chave) e o valor. Os valores em um hash Ruby podem ser de qualquer tipo.

Hashes em Ruby podem ser criados de duas formas: usando a notação literal ou criando-se um objeto da classe Hash.

Veja como criamos um hash usando notação literal:

# cria um hash de estados e capitais
capitais = {'Goiás' => 'Goiânia',  'Mato Grosso' => 'Cuiabá', 
  'Paraná' => 'Curitiba'}
  
# exibe a capital correspondente ao estado de Mato Grosso
puts capitais['Mato Grosso']

Veja como usamos os nomes dos estados como chaves e os nomes das capitais como valores para cada um dos elementos do hash. Veja agora como criar este mesmo hash por meio da criação de um objeto da classe Hash:

# cria um hash de estados e capitais
capitais = Hash.new

capitais['Goiás'] = 'Goiânia'
capitais['Mato Grosso'] = 'Cuiabá'
capitais['Paraná'] = 'Curitiba'
  
# exibe a capital correspondente ao estado de Mato Grosso
puts capitais['Mato Grosso']



Delphi ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como extrair uma substring de uma string usando a função AnsiMidStr() do Delphi

Quantidade de visualizações: 31247 vezes
Em algumas situações precisamos obter uma substring de uma string. Em Delphi isso pode ser feito por meio da função AnsiMidStr(). Esta função requer a string a partir da qual a substring será obtida, a posição inicial da substring (começando em 1) e a quantidade de caracteres que comporâo a substring. O retorno será uma nova string contendo a substring obtida. Veja o exemplo:

procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
  frase, substring: string;
begin
  frase := 'Programar em Delphi é muito bom';

  // vamos obter a substring "Delphi"
  substring := AnsiMidStr(frase, 14, 6);

  // vamos exibir o resultado
  ShowMessage('Resultado: ' + substring);
end;

Não se esqueça de adicionar a unit StrUtils no uses do seu formulário.

Para questões de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009.


Java ::: Coleções (Collections) ::: ArrayList

Como inverter a ordem dos elementos de uma ArrayList do Java usando a função reverse() da classe Collections

Quantidade de visualizações: 14533 vezes
Nesta dica mostrarei como podemos usar o método estático reverse() da classe Collections para reverter (inverter) a ordem dos elementos de uma ArrayList. Note que este método atua diretamente sobre a ArrayList que estamos fornecendo como argumento, e não retorna nada.

Veja o exemplo a seguir:

package estudos_java;

import java.util.ArrayList;
import java.util.Collections;
 
public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    // cria uma ArrayList que conterá strings
    ArrayList<String> nomes = new ArrayList<>();
     
    // adiciona itens na lista
    nomes.add("Carlos");
    nomes.add("Maria");
    nomes.add("Fernanda");
    nomes.add("Osmar");    
     
    // exibe os elementos da ArrayList
    for(int i = 0; i < nomes.size(); i++){
      System.out.println(nomes.get(i));
    }
  
    // Vamos inverter a ordem dos elementos
    Collections.reverse(nomes); 
 
    // exibe os elementos da ArrayList
    System.out.println();
    for(int i = 0; i < nomes.size(); i++){
      System.out.println(nomes.get(i));
    }
      
    System.exit(0);
  }
}

Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado:

Carlos
Maria
Fernanda
Osmar

Osmar
Fernanda
Maria
Carlos


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Java

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