Dúvidas, comentários e doaçoes: +55 62 9 8513 2505

Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

Você está aqui: Cards de Engenharia Civil - Estruturas de Concreto Armado
Card 1 de 40
Segurança e Estados Limites Ações nas Estruturas de Concreto Armado

As combinações últimas normais e as combinações últimas de construção ou especiais se diferem apenas pelo coeficiente ψ, que é ψ0 para as combinações normais últimas e pode ser ψ0 ou ψ2 para as combinações últimas de construção ou especiais, dependendo da duração da ação variável principal.

Nas combinações últimas excepcionais, a ação excepcional é considerada em seu valor característico, isto é, não majorada.

As ações variáveis são consideradas com seus valores quase permanentes pela multiplicação pelo fator de redução ψ2.

Nas combinações frequentes de serviço, existe uma ação variável principal considerada no seu valor frequente pela multiplicação pelo fator ψ1, e as demais consideradas em seus quase permanentes, pela multiplicação por ψ2.

Já, nas combinações raras de serviço, a variável principal se encontra em seu valor característico, ao passo que as demais ações variáveis são consideradas em seus valores frequentes, pela multiplicação por ψ1.

Filtrar Cards
Use esta opção para filtrar os cards pelos tópicos que mais lhe interessam.
Termos:
Aviso Importante: Nos esforçamos muito para que o conteúdo dos cards e dos testes e conhecimento seja o mais correto possível. No entanto, entendemos que erros podem ocorrer. Caso isso aconteça, pedimos desculpas e estamos à disposição para as devidas correções. Além disso, o conteúdo aqui apresentado é fruto de conhecimento nosso e de pesquisas na internet e livros. Caso você encontre algum conteúdo que não deveria estar aqui, por favor, nos comunique pelos e-mails exibidos nas opções de contato.
Link para compartilhar na Internet ou com seus amigos:

Java ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como excluir um arquivo em Java usando o método delete() da classe File - Curso de Java para iniciantes

Quantidade de visualizações: 2 vezes
Nesta dica mostrarei como podemos usar o método delete() da classe File da linguagem Java para excluir um arquivo no computador local. Se o arquivo for excluído com sucesso, o retorna será true, e false em caso contrário.

Veja o código completo para o exemplo:

package arquivodecodigos;

import java.io.*;
 
public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    File arquivo = new File("C:\\estudos_java\\osmar.txt");
         
    if(arquivo.delete()){
      System.out.println("Arquivo excluido com sucesso.");
    }
    else{
      System.out.println("Não foi possivel excluir o arquivo");
    }
  }
}

Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado:

Arquivo excluido com sucesso.


Ruby ::: Fundamentos da Linguagem ::: Passos Iniciais

Qual é a diferença entre print e puts em Ruby?

Quantidade de visualizações: 13034 vezes
Tanto a função print quanto a função puts do Ruby nos permite escrever na tela, ou seja, exibir ao usuário o resultado do processamento das operações requisitas. Então, qual a diferença entre elas?

A instrução puts é uma abreviação de "put string" e automaticamente move o cursor para a próxima linha. A instrução print é usada quando queremos escrever e manter o cursor na mesma linha.

Veja um exemplo completo a seguir:

# Este exemplo mostra a diferença entre as funções
# print e puts da linguagem Ruby

# vamos construir uma frase aqui
frase = "Gosto muito de Ruby"

# vamos exibir a frase usando duas chamadas print e
# depois duas chamadas puts
print frase
print frase
puts frase
puts frase

Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado:

Gosto muito de RubyGosto muito de RubyGosto muito de Ruby
Gosto muito de Ruby

Note que as duas primeiras chamadas a print escreveram na mesma linha. Porém, a primeira chamada a puts escreveu na mesma linha anterior, mas já colocou uma quebra de linha após a escrita.

As duas funções, contudo, permitem o uso do caractere de quebra de linha. Veja:

# Este exemplo mostra a diferença entre as funções
# print e puts da linguagem Ruby

# vamos construir uma frase aqui
frase = "Gosto muito de Ruby"

# vamos exibir a frase usando duas chamadas print e
# depois duas chamadas puts
print frase + "\n"
print frase + "\n"
puts frase + "\n\n"
puts frase

Ao executar este novo código nós teremos o seguinte resultado:

Gosto muito de Ruby
Gosto muito de Ruby
Gosto muito de Ruby

Gosto muito de Ruby


Java ::: Dicas & Truques ::: Data e Hora

Datas e horas em Java - Como obter o dia do mês usando as constantes DATE e DAY_OF_MONTH da classe Calendar

Quantidade de visualizações: 9519 vezes
Em algumas situações pode ser necessário obtermos o dia do mês para uma determinada data. Nestes casos podemos usar o método get() em combinação com as constantes DATE e DAY_OF_MONTH da classe Calendar. Estas constantes retornam um valor inteiro na faixa de 1 a 31. Veja um exemplo:

package arquivodecodigos;

import java.util.*;
 
public class Estudos{ 
  public static void main(String args[]){ 
    // vamos obter a data e hora atual
    Calendar agora = Calendar.getInstance();
 
    // vamos obter o dia do mês
    System.out.println("O dia do mês é: " +
      agora.get(Calendar.DAY_OF_MONTH));
  } 
}

Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado:

O dia do mês é: 26


Java ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos

Programação orientada a objetos em Java - Como criar e usar interfaces em seus programas Java

Quantidade de visualizações: 12434 vezes
Muitos estudantes de Java torcem o nariz quando nós, professores e instrutores, tocamos no assunto de interfaces. Definitivamente este não é um tópico fácil de entender ao primeiro contato. Comecemos com uma analogia simples. É sabido que é cada vez maior o número de softwares sendo desenvolvidos em equipes, ou seja, o projeto do software é desmembrado e suas funcionalidades são implementadas por grupos diferentes de programadores.

Quando estamos desenvolvendo software em grupos de programadores, é comum desenvolvermos partes que dependem do trabalho de um outro grupo. E, nem sempre podemos esperar que uma parte da qual dependemos fique pronta para só então progredirmos.

Para isso, um contrato entre os grupos de programadores é firmado. E este contrato é o que chamamos de interface. Suponhamos que em um determinado momento meu grupo está desenvolvendo código que depende da parte de impressão, sendo desenvolvida por outro grupo. Todos se reúnem e decidimos quais funcionalidades a classe de impressão terá e quais métodos públicos serão disponibilizados. Feito isso, uma interface contendo a assinatura destes métodos é disponibilizada para todos e o desenvolvimento continua. Mais tarde, quando a classe de impressão estiver sendo desenvolvida, ela poderá implementar a interface anteriormente disponibilizada e tudo está resolvido.

Sendo assim, uma interface na linguagem de programação Java é um tipo referência, similar a uma classe. A diferença é que uma interface pode conter apenas constantes e assinaturas e métodos. Não há a implementação dos corpos dos métodos. Além disso, interfaces não podem ser instanciadas usando new. Veja o que acontece quando tentamos fazer isso (lembre-se de que List é interface):

import java.util.*;

public class Estudos{ 
  public static void main(String args[]){ 
    // cria um objeto da interface List
    List lista = new List();
  } 
}

Ao tentarmos compilar este código teremos a seguinte mensagem de erro:

Estudos.java:6: java.util.List is abstract; 
cannot be instantiated
    List lista = new List();
                 ^
1 error


Interfaces devem ser implementadas por classes ou extendidas por outras interfaces. Agora, um detalhe interessante. Se você verificar a API do Java, verá que a interface List é implementada pelas classes AbstractList, ArrayList, LinkedList e Vector. Desta forma, o código anterior pode ser modificado para:

import java.util.*;

public class Estudos{ 
  public static void main(String args[]){ 
    // cria um objeto da interface List
    List lista = new ArrayList();
  } 
}

Este código compila normalmente e fortalece nossa discussão a respeito da interface de impressão. O sistema inteiro pode fazer referências a uma interface e, para que ele funcione da forma esperada, só precisamos fornecer a classe que implementa a interface no momento de instanciar os objetos. Isso demonstra que o nome de uma interface pode ser usado em qualquer lugar no qual um tipo da classe que a implementa seja necessário.

Vamos ver agora como criar uma interface chamada Pessoa. Veja:

public interface Pessoa{
  public void setNome(String nome); 
  public String getNome();
}


Salve esta interface como Pessoa.java e a compile. Pronto! Esta interface já pode ser usada no sistema, contanto que todos do grupo tenham concordado com as assinaturas dos métodos. Agora observe uma classe Cliente que implementa esta interface:

public class Cliente implements Pessoa{ 
  private String nome;
  private int idade;

  public void setNome(String nome){
    this.nome = nome;
  } 

  public String getNome(){
    return this.nome;
  }
}

Salve este código como Cliente.java e o compile. O primeiro detalhe a observar é o uso da palavra-chave implements para mostrar que a classe implementa a interface Pessoa. Note também que a classe fornece implementação para todos os métodos da interface. Não seguir esta regra geraria o seguinte erro de compilação:

Cliente.java:1: Cliente is not abstract and 
does not override abstract method getNome() in 
Pessoa
public class Cliente implements Pessoa{
       ^
1 error


Em resumo, uma interface define um protocolo de comunicação entre dois objetos e pode conter, além das assinaturas dos métodos, constantes. Neste caso todas estas constantes serão implicitamente public, static e final. Mesmo que estes modificadores sejam omitidos.


Ruby ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como trabalhar com strings em Ruby

Quantidade de visualizações: 8754 vezes
Strings em Ruby são usadas para representar palavras, frases e textos e são bem parecidas com strings em outras linguagens dinâmicas, tais como Perl, Python e PHP. Além disso, strings em Ruby são dinâmicas, mutáveis e flexíveis.

Podemos declarar e definir uma variável do tipo string em Ruby da seguinte forma:

nome = "Osmar J. Silva"
puts nome

Em ruby, strings são objetos da classe String. Isso quer dizer que podemos efetuar chamadas à uma grande variedade de métodos desta classe a partir de qualquer variável do tipo string. Veja um exemplo:

nome = "Osmar"
puts nome.length


Este exemplo exibirá a quantidade de caracteres contidos na string nome.

Strings em Ruby podem estar contidas em aspas duplas ou aspas simples:

nome = "Osmar J Silva"
puts(nome)

nome = 'Osmar J Silva'
puts(nome)

A diferença é que, quando usamos aspas duplas, podemos codificar dados binários dentro da string, assim como usar "\n" para provocar quebras de linha. Quando usamos aspas simples, podemos usar apenas "\'" para exibir uma aspa simples e "\\" para exibir uma barra invertida.


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Ruby

Veja mais Dicas e truques de Ruby

Dicas e truques de outras linguagens

E-Books em PDF

E-Book 650 Dicas, Truques e Exercícios Resolvidos de Python - PDF com 1.200 páginas
Domine lógica de programação e a linguagem Python com o nosso E-Book 650 Dicas, Truques e Exercícios Exercícios de Python, para você estudar onde e quando quiser.

Este e-book contém dicas, truques e exercícios resolvidos abrangendo os tópicos: Python básico, matemática e estatística, banco de dados, programação dinâmica, strings e caracteres, entrada e saída, estruturas condicionais, vetores e matrizes, funções, laços, recursividade, internet, arquivos e diretórios, programação orientada a objetos e muito mais.
Ver Conteúdo do E-book
E-Book 350 Exercícios Resolvidos de Java - PDF com 500 páginas
Domine lógica de programação e a linguagem Java com o nosso E-Book 350 Exercícios Exercícios de Java, para você estudar onde e quando quiser.

Este e-book contém exercícios resolvidos abrangendo os tópicos: Java básico, matemática e estatística, programação dinâmica, strings e caracteres, entrada e saída, estruturas condicionais, vetores e matrizes, funções, laços, recursividade, internet, arquivos e diretórios, programação orientada a objetos e muito mais.
Ver Conteúdo do E-book

Linguagens Mais Populares

1º lugar: Java
2º lugar: Python
3º lugar: C#
4º lugar: PHP
5º lugar: C
6º lugar: Delphi
7º lugar: JavaScript
8º lugar: C++
9º lugar: VB.NET
10º lugar: Ruby


E-Book 650 Dicas, Truques e Exercícios Resolvidos de Python - PDF com 1.200 páginas
Domine lógica de programação e a linguagem Python com o nosso E-Book 650 Dicas, Truques e Exercícios Exercícios de Python, para você estudar onde e quando quiser. Este e-book contém dicas, truques e exercícios resolvidos abrangendo os tópicos: Python básico, matemática e estatística, banco de dados, programação dinâmica, strings e caracteres, entrada e saída, estruturas condicionais, vetores e matrizes, funções, laços, recursividade, internet, arquivos e diretórios, programação orientada a objetos e muito mais.
Ver Conteúdo do E-book Apenas R$ 32,90

Planilha Web - Planilhas e Calculadoras online para estudantes e profissionais de Engenharia Civil, Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica.


© 2026 Arquivo de Códigos - Todos os direitos reservados
Neste momento há 24 usuários muito felizes estudando em nosso site.