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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Você está aqui: Cards de Engenharia Civil - Estruturas de Concreto Armado |
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LISP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Variáveis e Constantes |
Como declarar variáveis globais em Lisp usando as funções defvar e defparameterQuantidade de visualizações: 1596 vezes |
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Em algumas situações nós precisamos declarar variáveis globais em Lisp, ou melhor, em Common Lisp, que é a padronização da Lisp que adotamos para estas dicas. Variáveis globais em Common Lisp se comportam de forma idêntica àquelas de outras linguagens de programação, ou seja, possuem valores permanentes por todo o sistema Lisp e mantém seus valores até que novos valores são especificados. Se quisermos, por exemplo, a partir do corpo de uma função acessar uma variável fora dela, então esta variável deverá ser declarada globalmente. Em Common List nós podemos declarar variáveis globais usando as funções defvar e defparameter. Vamos ver exemplos envolvendo as duas e no final desta dica eu mostro a diferença. Veja um trecho de código Common Lisp na qual declaramos uma variável global chamada valor e a acessamos de dentro de uma função: ; vamos declarar uma variável global (defvar valor 10) ; vamos mostrar o valor atual da variável global (format t "O valor da variável global é ~D" valor) ; agora vamos acessar a variável global ; de dentro de uma função (defun ModificaValor() ; vamos alterar o valor da variável global (setq valor 50) ) ; chamamos a função ModificaValor (ModificaValor) ; e checamos se o valor da variável global foi ; mesmo alterado (terpri) (format t "O valor da variável global é ~D" valor) Ao executar este código Common List nós teremos o seguinte resultado: O valor da variável global é 10 O valor da variável global é 50 Veja agora um trecho de código Common Lisp no qual usamos a função defparameter para declarar e inicializar as variáveis globais: ; vamos declarar três variáveis globais (defparameter *a* 5) (defparameter *b* 3) (defparameter *soma* 0) ; agora vamos acessar as variáveis globais ; de dentro de uma função (defun Somar() ; vamos somar as duas variáveis globais ; e guardar o resultado em uma terceira ; variáveis global (setq *soma* (+ *a* *b*)) ) ; chamamos a função Somar (Somar) ; e mostramos o resultado da soma (format t "A soma das variáveis globais é ~D" *soma*) Ao executar este novo código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: A soma das variáveis globais é 8 Note que coloquei asteríscos (*) ao redor dos nomes das variáveis globais. Esta é uma prática comum entre programadores Lisp e altamente recomendado pelo comunidade, pois facilita a distinção entre variáveis globais e locais. Então, qual é a diferença entre defvar e defparameter? A primeira delas é que a função defparameter nos obriga a informar o valor inicial para a variável global, enquanto a função defvar não o faz. A segunda diferença é que, ao redefinirmos o valor de uma variável global usando defparameter, o valor armazenado anteriormente será sobreposto, enquanto a função defvar não altera o valor anterior. |
Java ::: Tratamento de Erros ::: Passos Iniciais |
Quais as diferenças entre checked exceptions, runtime exceptions e errors na linguagem Java?Quantidade de visualizações: 16219 vezes |
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Checked exceptions (exceções verificadas), runtime exceptions (exceções de tempo de execução) e errors (erros) possuem diferenças importantes e devem ser entendidas perfeitamente para tirarmos maior proveito da plataforma Java. Entre as checked exceptions podemos citar FileNotFoundException, ClassNotFoundException e IOException. Agora veja: problemas tais como um arquivo não encontrado, uma classe não encontrada ou problemas com entrada e saída (talvez a impressora parou de responder ou a rede caiu) fogem completamente do domínio da aplicação. Tais exceções não são provocadas por código mal escrito ou mal testado. Desta forma, o Java força que todas as checked exceptions estejam em um bloco try...catch. Vamos ver se isso é verdade? Observe o trecho de código abaixo:
import java.io.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
DataInputStream in = new DataInputStream(
new BufferedInputStream(
new FileInputStream("conteudo.txt")));
while(in.available() != 0)
System.out.print((char) in.readByte());
System.exit(0);
}
}
Se tentarmos compilar este código teremos o seguinte resultado:
Estudos.java:7: unreported exception
java.io.FileNotFoundException; must be caught
or declared to be thrown
new FileInputStream("conteudo.txt")));
^
Estudos.java:9: unreported exception
java.io.IOException; must be caught or
declared to be thrown
while(in.available() != 0)
^
Estudos.java:10: unreported exception
java.io.IOException; must be caught or
declared to be thrown
System.out.print((char) in.readByte());
^
3 errors
Aqui nós temos uma exceção FileNotFoundException e duas exceções IOException. Vamos nos concentrar na exceção gerada pelo construtor da classe FileInputStream. Folheando a documentação do Java nós encontramos: public FileInputStream(String name) throws FileNotFoundException É aqui que as coisas começam a ficar interessantes. Todos os métodos Java que podem atirar exceções verificadas são marcados com throws e o tipo de exceção lançada. A palavra throws é usada para transferir a responsabilidade do tratamento do erro para o chamador de tais métodos. Outro exemplo é o método readByte() da classe DataInputStream: public final byte readByte() throws IOException Para corrigir as exceções acima, só precisamos usar um bloco try...catch. Veja:
import java.io.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
try{
DataInputStream in = new DataInputStream(
new BufferedInputStream(
new FileInputStream("conteudo.txt")));
while(in.available() != 0)
System.out.print((char) in.readByte());
}
catch(IOException e){
System.out.print(e.getMessage());
}
System.exit(0);
}
}
Exceções verificadas são todas aquelas que descendem de Exception mas não descendem de RuntimeException. As exceções de tempo de execução (runtime exceptions) são provocadas por código mal escrito ou mal testado, ou seja, são causadas por nós programadores. Entre estas exceções podemos citar ArithmeticException, IndexOutOfBoundsException e NoSuchElementException. De fato, um erro aritmético é responsabilidade do programador, pois cabe a este verificar se os valores estão dentro da faixa permitida por cada tipo de dados. Ao contrário das exceções verificadas, o compilador não força o uso do bloco try...catch para as runtime exceptions. De fato, isso é fácil de compreender, uma vez que tais exceções não deveriam jamais aparecer. Contudo, pode ser desejável usar o bloco try...catch em casos em que os valores de uma operação são definidos pelo usuário. Veja um exemplo:
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
Scanner in = new Scanner(System.in);
System.out.print("Informe um inteiro: ");
int valor = in.nextInt();
System.out.print("Informe outro inteiro: ");
int valor2 = in.nextInt();
System.out.println("O resultado é " +
valor / valor2);
}
}
Se executarmos este código e informarmos o valor 0 para o segundo inteiro, teremos a seguinte exceção: Informe um inteiro: 4 Informe outro inteiro: 0 Exception in thread "main" java.lang.ArithmeticException: / by zero at Estudos.main(Estudos.java:13) Uma forma de corrigir isso é testando os valores informados para verificar suas faixas ou lançar uma exceção. Veja como usamos esta última alternativa:
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
Scanner in = new Scanner(System.in);
System.out.print("Informe um inteiro: ");
int valor = in.nextInt();
System.out.print("Informe outro inteiro: ");
int valor2 = in.nextInt();
try{
System.out.println("O resultado é " +
valor / valor2);
}
catch(ArithmeticException e){
System.out.println("Uma exceção " +
"ArithmeticException ocorreu, " +
"possivelmente uma tentativa de " +
"divisão por zero.");
}
}
}
Agora se informarmos zero para o segundo inteiro, teremos: Informe um inteiro: 5 Informe outro inteiro: 0 Uma exceção ArithmeticException ocorreu, possivelmente uma tentativa de divisão por zero. As runtime exceptions (causadas por falha nossa, os programadores) descedem de java.lang.RuntimeException. Além das runtime exceptions e das checked exceptions, temos também os errors, que descedem de java.lang.Error e não devem jamais ser atirados ou tratados em blocos try...catch. Este tipo de erro é reservado para indicar problema na JVM. Entre tais erros temos OutOfMemoryError, que é lançado quando a Java Virtual Machine não consegue alocar um objeto porque sua fatia de memória esgotou e o Garbage Collector ainda não liberou mais memória. Não há razão para tratarmos isso em um bloco try...catch uma vez que, ao contrário de C++, a liberação de memória só é feita pelo GC. O melhor a fazer é deixar mesmo o programa ser encerrado e encontrar alternativas para a correção do problema. |
PHP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Comentários |
Aprenda a programar em PHP - Como inserir comentários em seus códigos PHPQuantidade de visualizações: 16751 vezes |
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Comentários em nossos códigos são sempre uma boa idéia. Primeiro porque, no momento que estávamos escrevendo, a lógica está fresca em nossa cabeça. Porém, alguns dias depois podemos não entender muito bem a estratégia usada na resolução de um determinado problema. A outra razão para o uso de comentários é facilitar o trabalho da pessoa que dará manutenção em nossos códigos, ou talvez permitir um melhor entendimento por parte do cliente que nos contratou para desenvolver uma determinada rotina. Comentários em PHP podem ser usados de três formas diferentes. Para comentários de múltiplas linhas, devemos usar a sintáxe da linguagem C/C++: <? /* Este é um exemplo de comentário de múltiplas linhas. Você pode usar quantas linhas quiser neste tipo de comentário. Este tipo de comentário é o mesmo usado na linguagem C/C++. */ $valor = 15; echo "O valor informado é: " . $valor; ?> Podemos usar comentários de uma linha apenas, usando a sintáxe da linguagem C++: <? $valor = 30; // Define o valor da variável echo "O valor informado é: " . $valor; // exibe resultado ?> A terceira forma de comentário usa o modelo de Shell: <? $valor = 120; # Define o valor da variável echo "O valor informado é: " . $valor; # exibe resultado ?> |
jQuery ::: Dicas & Truques ::: Manipulação e Conteúdo Dinâmico |
Como usar o método appendTo() do jQuery para adicionar todo o conteúdo de um elemento ao final de outro elemento HTMLQuantidade de visualizações: 980 vezes |
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O método appendTo() é usado quando queremos adicionar todo o conteúdo dos elementos retornados sob uma determinada condição a outro ou outros elementos HTML. Veja um trecho de código no qual adicionamos o conteúdo de um parágrafo ao final de um elemento DIV:
<script type="text/javascript">
<!--
function adicionarConteudo(){
var texto = "<br>Mais uma linha.";
$("#parag").appendTo("#div_1");
}
//-->
</script>
O método appendTo() opera em todos os elementos HTML retornados sob uma determinação condição. O retorno do método é um objeto jQuery que pode ser usado para fins de encadeamento de chamadas de métodos. |
AutoCAD VBA ::: Dicas & Truques ::: Linha, Linhas, Comando LINE |
Como criar uma linha no AutoCAD usando Autocad VBA e a função AddLine() do objeto ModelSpaceQuantidade de visualizações: 1059 vezes |
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A função AddLine() do AutoCAD VBA nos permite desenhar uma linha mediante o fornecimento de um ponto inicial e um ponto final. Esta função é chamada a partir do objeto ModelSpace, que, por sua vez, está contido no objeto ThisDrawing. A função AddLine() recebe dois valores do tipo Variant, ou seja, um vetor de três elementos do tipo double, e retorna um objeto Line. Veja um código AutoCAD VBA completo no qual informamos as coordenadas x, y e z dos pontos inicial e final e desenhamos uma linha entre eles: ' Procedimento que permite desenhar uma linha entre dois pontos Sub DesenharLinhaDoisPontos() ' vamos declarar o objeto Line Dim linha As AcadLine ' o ponto inicial Dim pontoInicial(0 To 2) As Double ' o ponto final Dim pontoFinal(0 To 2) As Double ' vamos definir as coordenadas dos dois pontos. Uma boa idéia ' seria pedir para o usuário informar os pontos. Em outras dicas ' do site essa idéia é explorada pontoInicial(0) = 0: pontoInicial(1) = 0: pontoInicial(2) = 0 pontoFinal(0) = 350: pontoFinal(1) = 500: pontoFinal(2) = 0 ' e agora desenhamos a linha Set linha = ThisDrawing.ModelSpace.AddLine(pontoInicial, pontoFinal) ' e damos uma Zoom All na área de desenho ZoomAll End Sub Ao executar este código AutoCAD VBA nós teremos uma linha saindo do ponto x=0,y=0,z=0 e indo até o ponto x=350,y=500,z=0. |
Veja mais Dicas e truques de AutoCAD VBA |
Dicas e truques de outras linguagens |
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1º lugar: Java |



