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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Você está aqui: Cards de Engenharia Civil - Estruturas de Concreto Armado |
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Java ::: Coleções (Collections) ::: ArrayList |
Como rotacionar os elementos de uma ArrayList do Java para frente ou para trás usando o método rotate()Quantidade de visualizações: 11748 vezes |
Nesta dica mostrarei como podemos usar o método rotate() da classe Collections da linguagem Java para rotacionar os elementos de uma ArrayList. Veja sua assinatura:void rotate(List<?> list, int distance) Este método faz com que um elemento na posição i seja movido para a posição (distance + i) % list.size(). Se você quiser inverter a ordem da rotação, forneça um valor negativo para o argumento distance. Veja o código completo para o exemplo:
package estudos;
import java.util.ArrayList;
import java.util.Collections;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
// cria uma ArrayList que conterá strings
ArrayList<String> nomes = new ArrayList<String>();
// adiciona itens na lista
nomes.add("Carlos");
nomes.add("Maria");
nomes.add("Fernanda");
nomes.add("Osmar");
// exibe os elementos da ArrayList
System.out.println("Antes da rotação:\n");
for(int i = 0; i < nomes.size(); i++)
System.out.println(nomes.get(i));
// Vamos rotacionar os elementos uma posição
Collections.rotate(nomes, 1);
// exibe os elementos da ArrayList
System.out.println("\nDepois da rotação:\n");
for(int i = 0; i < nomes.size(); i++)
System.out.println(nomes.get(i));
System.exit(0);
}
}
Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado: Antes da rotação: Carlos Maria Fernanda Osmar Depois da rotação: Osmar Carlos Maria Fernanda |
Java ::: Pacote java.lang ::: StringBuffer |
Java do básico ao avançado - Como usar o método append() para adicionar mais conteúdo ao final de um StringBufferQuantidade de visualizações: 9873 vezes |
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O método append() da classe StringBuffer se torna útil quando precisamos adicionar mais conteúdo ao final de um objeto desta classe. Este método possui, no Java 7, as seguintes sobrecargas: public StringBuffer append(Object obj) public StringBuffer append(String str) public StringBuffer append(StringBuffer sb) public StringBuffer append(CharSequence s) public StringBuffer append(CharSequence s, int start, int end) public StringBuffer append(char[] str) public StringBuffer append(char[] str, int offset, int len) public StringBuffer append(boolean b) public StringBuffer append(char c) public StringBuffer append(int i) public StringBuffer append(long lng) public StringBuffer append(float f) public StringBuffer append(double d) Note que em todas as sobrecargas do método, o retorno é um objeto da classe StringBuffer. Mas, não é um novo objeto StringBuffer. É uma referência ao objeto StringBuffer já existente. Veja um exemplo no qual usamos este método para adicionar mais duas palavras ao conteúdo do StringBuffer:
package estudos;
public class Estudos{
public static void main(String[] args) {
// um StringBuffer contendo uma frase
StringBuffer frase = new StringBuffer("Gosto muito de programar");
// vamos adicionar mais duas palavras ao final do StringBuffer
frase.append(" em");
frase.append(" Java");
// agora mostramos o resultado
System.out.println(frase);
System.exit(0);
}
}
Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado: Gosto muito de programar em Java |
Java ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação orientada a objetos em Java - Como criar e usar interfaces em seus programas JavaQuantidade de visualizações: 12351 vezes |
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Muitos estudantes de Java torcem o nariz quando nós, professores e instrutores, tocamos no assunto de interfaces. Definitivamente este não é um tópico fácil de entender ao primeiro contato. Comecemos com uma analogia simples. É sabido que é cada vez maior o número de softwares sendo desenvolvidos em equipes, ou seja, o projeto do software é desmembrado e suas funcionalidades são implementadas por grupos diferentes de programadores. Quando estamos desenvolvendo software em grupos de programadores, é comum desenvolvermos partes que dependem do trabalho de um outro grupo. E, nem sempre podemos esperar que uma parte da qual dependemos fique pronta para só então progredirmos. Para isso, um contrato entre os grupos de programadores é firmado. E este contrato é o que chamamos de interface. Suponhamos que em um determinado momento meu grupo está desenvolvendo código que depende da parte de impressão, sendo desenvolvida por outro grupo. Todos se reúnem e decidimos quais funcionalidades a classe de impressão terá e quais métodos públicos serão disponibilizados. Feito isso, uma interface contendo a assinatura destes métodos é disponibilizada para todos e o desenvolvimento continua. Mais tarde, quando a classe de impressão estiver sendo desenvolvida, ela poderá implementar a interface anteriormente disponibilizada e tudo está resolvido. Sendo assim, uma interface na linguagem de programação Java é um tipo referência, similar a uma classe. A diferença é que uma interface pode conter apenas constantes e assinaturas e métodos. Não há a implementação dos corpos dos métodos. Além disso, interfaces não podem ser instanciadas usando new. Veja o que acontece quando tentamos fazer isso (lembre-se de que List é interface):
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
// cria um objeto da interface List
List lista = new List();
}
}
Ao tentarmos compilar este código teremos a seguinte mensagem de erro:
Estudos.java:6: java.util.List is abstract;
cannot be instantiated
List lista = new List();
^
1 error
Interfaces devem ser implementadas por classes ou extendidas por outras interfaces. Agora, um detalhe interessante. Se você verificar a API do Java, verá que a interface List é implementada pelas classes AbstractList, ArrayList, LinkedList e Vector. Desta forma, o código anterior pode ser modificado para:
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
// cria um objeto da interface List
List lista = new ArrayList();
}
}
Este código compila normalmente e fortalece nossa discussão a respeito da interface de impressão. O sistema inteiro pode fazer referências a uma interface e, para que ele funcione da forma esperada, só precisamos fornecer a classe que implementa a interface no momento de instanciar os objetos. Isso demonstra que o nome de uma interface pode ser usado em qualquer lugar no qual um tipo da classe que a implementa seja necessário. Vamos ver agora como criar uma interface chamada Pessoa. Veja:
public interface Pessoa{
public void setNome(String nome);
public String getNome();
}
Salve esta interface como Pessoa.java e a compile. Pronto! Esta interface já pode ser usada no sistema, contanto que todos do grupo tenham concordado com as assinaturas dos métodos. Agora observe uma classe Cliente que implementa esta interface:
public class Cliente implements Pessoa{
private String nome;
private int idade;
public void setNome(String nome){
this.nome = nome;
}
public String getNome(){
return this.nome;
}
}
Salve este código como Cliente.java e o compile. O primeiro detalhe a observar é o uso da palavra-chave implements para mostrar que a classe implementa a interface Pessoa. Note também que a classe fornece implementação para todos os métodos da interface. Não seguir esta regra geraria o seguinte erro de compilação:
Cliente.java:1: Cliente is not abstract and
does not override abstract method getNome() in
Pessoa
public class Cliente implements Pessoa{
^
1 error
Em resumo, uma interface define um protocolo de comunicação entre dois objetos e pode conter, além das assinaturas dos métodos, constantes. Neste caso todas estas constantes serão implicitamente public, static e final. Mesmo que estes modificadores sejam omitidos. |
JavaScript ::: Dicas & Truques ::: Miscelâneas |
JavaScript para iniciantes - Como usar o método escape() para codificar uma frase em JavaScriptQuantidade de visualizações: 12983 vezes |
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A função escape() da linguagem JavaScript é usada quando precisamos codificar uma palavra, frase ou texto, ou seja, uma string. Em geral nós a usamos para codificar caracteres especiais em uma string, com a exceção dos caracteres e símbolos "* @ - _ + . /". Veja um exemplo completo:
<html>
<head>
<title>Estudando JavaScript</title>
</head>
<body>
<script type="text/javascript">
var frase = "Programar em JavaScript é muito bom";
document.write("Original: " + frase + "<br>");
document.write("Codificada: " + escape(frase));
</script>
</body>
</html>
Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado: Original: Programar em JavaScript é muito bom Codificada: Programar%20em%20JavaScript %20%E9%20muito%20bom Lembre-se de que o objetivo da função escape() é tornar uma string portável, ou seja, que pode ser transmitida pela rede para qualquer computador que suportar os caracteres ASCII. Nota: A função escape() foi marcada como desatualizada (deprecated) a partir do JavaScript 1.5. Em vez dela nós devemos usar as funções encodeURI() ou encodeURIComponent(). |
Delphi ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Como ler todo o conteúdo de um arquivo texto usando Delphi - As funções AssignFile(), ReadLn() e Eof() do DelphiQuantidade de visualizações: 32293 vezes |
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Nesta dica mostro como usar o Delphi para ler todo o conteúdo de um arquivo texto. Esta leitura será feita linha a linha e adicionaremos cada linha a um TMemo à medida que ela for lida. O primeiro passo para se ler um arquivo texto usando Delphi é declarar uma variável do tipo TextFile. Em seguida usamos a procedure AssignFile() para associar a variável TextFile ao arquivo em disco. Como queremos ler o conteúdo do arquivo, a função Reset() deve ser usada. Esta função abre o arquivo texto fornecido e posiciona o cursor de leitura no início do arquivo. A partir daí podemos usar um laço while e a função ReadLn() para ler cada linha do arquivo. Note o uso da função Eof() para testarmos se o ponteiro de leitura ainda não atingiu o fim do arquivo. Veja o exemplo para um melhor entendimento:
procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
arquivo: TextFile;
linha: String;
begin
// vamos fazer uma ligação entre a variável arquivo e o
// arquivo que queremos ler
AssignFile(arquivo, 'C:\arquivo de codigos\dados.txt');
// vamos abrir o arquivo em modo leitura
Reset(arquivo);
// vamos ler cada linha e adicioná-la a um Memo
while not Eof(arquivo) do
begin
ReadLn(arquivo, linha);
Memo1.Lines.Add(linha);
end;
// hora de fechar o arquivo
CloseFile(arquivo);
end;
Para fins de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009. |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Delphi |
Veja mais Dicas e truques de Delphi |
Dicas e truques de outras linguagens |
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JavaScript - Cookies em JavaScript - Como registrar a quantidade de vezes que o usuário visitou a sua página HTML |
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1º lugar: Java |





