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Segurança e Estados Limites Ações nas Estruturas de Concreto Armado

As combinações últimas normais e as combinações últimas de construção ou especiais se diferem apenas pelo coeficiente ψ, que é ψ0 para as combinações normais últimas e pode ser ψ0 ou ψ2 para as combinações últimas de construção ou especiais, dependendo da duração da ação variável principal.

Nas combinações últimas excepcionais, a ação excepcional é considerada em seu valor característico, isto é, não majorada.

As ações variáveis são consideradas com seus valores quase permanentes pela multiplicação pelo fator de redução ψ2.

Nas combinações frequentes de serviço, existe uma ação variável principal considerada no seu valor frequente pela multiplicação pelo fator ψ1, e as demais consideradas em seus quase permanentes, pela multiplicação por ψ2.

Já, nas combinações raras de serviço, a variável principal se encontra em seu valor característico, ao passo que as demais ações variáveis são consideradas em seus valores frequentes, pela multiplicação por ψ1.

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Ruby ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como testar se um diretório existe em Ruby usando a função File.exist()

Quantidade de visualizações: 7050 vezes
Em algumas situações nós precisamos testar a existência de um diretório na linguagem Ruby. Para isso nós podemos usar a função File.exist?(), que nos retorna um valor True se o diretório existir e False em caso contrário.

Veja o código Ruby completo para o exemplo:

# nome e caminho do diretório a ser testado
diretorio = "C:\\estudos_ruby\\escola"

if File.exist? diretorio
  puts "O diretório existe"
else
  puts "O diretório não existe"
end

Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado:

O diretório existe


Java ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como renomear um diretório em Java usando o método renameTo() da classe File - Arquivos e diretórios em Java

Quantidade de visualizações: 1 vezes
Nesta dica mostrarei como podemos usar o método renameTo() da classe File da linguagem Java para renomear um diretório. Veja que este método retorna boolean, ou seja, o valor true caso o diretório for renomeado com sucesso e false em caso contrário.

Veja o código completo para o exemplo:

package arquivodecodigos;

import java.io.*;
 
public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    // diretorio com o nome antigo
    File dir1 = new File("c:\\java");
     
    // diretorio com o novo nome
    File dir2 = new File("c:\\java_novo");
     
    boolean ok = dir1.renameTo(dir2);
    if(ok){
      System.out.println("Diretorio renomeado com sucesso.");
    }
    else{
      System.out.println("Nao foi possivel renomear o diretorio.");
    }
  }
}

Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado:

Diretorio renomeado com sucesso.


C ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes)

Vetores e Matrizes - Exercícios Resolvidos de C - Declarar um vetor de 10 elementos, usar um laço for para inicializar os elementos e exibí-los na vertical

Quantidade de visualizações: 15684 vezes
Vetores e Matrizes - Exercício Resolvido de C - Declarar um vetor de 10 elementos, usar um laço for para inicializar os elementos e exibí-los na vertical

Pergunta/Tarefa:

Escreva um programa C que declara um vetor de 10 elementos do tipo int. Em seguida use um laço for para inicializar os elementos com os valores de 1 até 10. Para finalizar exiba os valores dos elementos da matriz na vertical. Seu programa deverá exibir a seguinte saída:

1
2
3
4
5
6
7
8
9
10

Resposta/Solução:

A resolução desta tarefa passa pela declaração da matriz. Veja como isso pode ser feito:

// vamos declarar uma matriz de 10 ints
// neste momento seus elementos terão, todos, 
// valores aleatórios
int valores[10];


Veja a resolução completa do exercício:

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  // vamos declarar uma matriz de 10 ints
  // neste momento seus elementos terão, todos, 
  // valores aleatórios
  int valores[10];
  int i;
  
  // vamos usar o laço for para inicializar seus elementos
  // com os valores de 1 até 10
  for(i = 0; i < 10; i++){
    // aqui nós usamos o valor da variável i para acessar o
    // elemento da matriz e também para atribuir o valor de i + 1
    // ao elemento sendo acessado
    valores[i] = (i + 1);
  }

  // só nos resta exibir os valores de todos os elementos
  for(i = 0; i < 10; i++){
    printf("%d\n", valores[i]);
  }
  
  system("PAUSE");	
  return 0;
}



C++ ::: Fundamentos da Linguagem ::: Tipos de Dados

Apostila C++ para iniciantes - Como usar o tipo de dados short ou short int da linguagem C++

Quantidade de visualizações: 14102 vezes
O tipo de dados short (também chamado de short int) da linguagem C++ é uma variação do tipo int e geralmente possui a metade da capacidade de armazenamento deste. Nós o usamos quando queremos representar números inteiros, ou seja, sem partes fracionárias, que não sejam grandes o suficiente para exigir variáveis do tipo int. Veja um trecho de código demonstrando seu uso (note que estes estudos foram feitos no Windows XP - 32 bits - usando Dev-C++):

#include <iostream>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  // declara uma variável do tipo short
  short idade = 45;

  cout << "A idade é: " << idade << "\n\n";

  system("PAUSE"); // pausa o programa
  return EXIT_SUCCESS;
}

Veja que a maioria dos compiladores C++ não faz distinção entre os tipos short e short int. A capacidade de armazenamento do tipo short depende da arquitetura na qual o programa está sendo executado. Uma forma muito comum de descobrir esta capacidade é usar os símbolos SHRT_MIN e SHRT_MAX, definidos no header climits (limits.h). Veja:

#include <iostream>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  cout << "Valor mínimo: " << SHRT_MIN << "\n";
  cout << "Valor máximo: " << SHRT_MAX << "\n\n";

  system("PAUSE"); // pausa o programa
  return EXIT_SUCCESS;
}

Ao executar este programa você terá um resultado parecido com:

Valor mínimo: -32768
Valor máximo: 32767

Veja que o tipo short aceita valores positivos e negativos. Tudo que você tem a fazer é tomar todo o cuidado para que os valores atribuidos a variáveis deste tipo não ultrapassem a faixa permitida. Veja um trecho de código que provoca o que chamamos de transbordamento (overflow):

#include <iostream>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  short soma = SHRT_MAX + 2;

  cout << "Resultado: " << soma << "\n";

  system("PAUSE"); // pausa o programa
  return EXIT_SUCCESS;
}	

Este programa exibirá o seguinte resultado:

Resultado: -32767

Note que este não é o resultado esperado, visto que SHRT_MAX + 2 deveria retornar:

32767 + 2 = 32769

Porém, como o valor máximo que pode ser armazenado em um short é 32767, o procedimento adotado pelo compilador foi tornar o número negativo e subtrair 1. É claro que, se você testar este código em arquiteturas diferentes o resultado poderá ser diferente do exemplificado aqui.

Em termos de bytes, é comum o tipo short ser armazenado em 2 bytes, o que resulta em 16 bits (um byte é formado por 8 bits, lembra?). Veja um trecho de código que mostra como usar o operador sizeof() para determinar a quantidade de bytes necessários para armazenar um variável do tipo short:

#include <iostream>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  cout << "Tamanho de um short: " << sizeof(short)
    << " bytes\n\n";

  system("PAUSE"); // pausa o programa
  return EXIT_SUCCESS;
}

O resultado da execução deste código será algo como:

Tamanho de um short: 2 bytes



JavaScript ::: Dicas & Truques ::: Geometria, Trigonometria e Figuras Geométricas

Como calcular o coeficiente angular de uma reta em JavaScript dados dois pontos no plano cartesiano

Quantidade de visualizações: 2080 vezes
O Coeficiente Angular de uma reta é a variação, na vertical, ou seja, no eixo y, pela variação horizontal, no eixo x. Sim, isso mesmo. O coeficiente angular de uma reta tem tudo a ver com a derivada, que nada mais é que a taxa de variação de y em relação a x.

Vamos começar analisando o seguinte gráfico, no qual temos dois pontos distintos no plano cartesiano:



Veja que o segmento de reta AB passa pelos pontos A (x=3, y=6) e B (x=9, y=10). Dessa forma, a fórmula para obtenção do coeficiente angular m dessa reta é:

\[\ \text{m} = \frac{y_2 - y_1}{x_2 - x_1} = \frac{\Delta y}{\Delta x} = tg \theta \]

Note que __$\Delta y__$ e __$\Delta x__$ são as variações dos valores no eixo das abscissas e no eixo das ordenadas. No triângulo retângulo que desenhei acima, a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto oposto e a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto adjascente.

Veja agora o trecho de código na linguagem JavaScript que solicita as coordenadas x e y dos dois pontos, efetua o cálculo e mostra o coeficiente angular m da reta que passa pelos dois pontos:

<html>
<head>
  <title>Estudos JavaScript</title>
</head>
 
<body>

<script type="text/javascript">
  // x e y do primeiro ponto
  var x1 = 3;
  var y1 = 6;
    
  // x e y do segundo ponto
  var x2 = 9;
  var y2 = 10;   
     
  var m = (y2 - y1) / (x2 - x1);
     
  // mostramos o resultado
  document.writeln("O coeficiente angular é: " + m);
</script>

</body>
</html>

Ao executar este código JavaScript nós teremos o seguinte resultado:

O coeficiente angular é: 0.6666666666666666

Veja agora como podemos calcular o coeficiente angular da reta que passa pelos dois pontos usando o Teorema de Pitágoras. Note que agora nós estamos tirando proveito da tangente do ângulo Theta (__$\theta__$), também chamado de ângulo Alfa ou Alpha (__$\alpha__$):

<html>
<head>
  <title>Estudos JavaScript</title>
</head>
 
<body>

<script type="text/javascript">
  // x e y do primeiro ponto
  var x1 = 3;
  var y1 = 6;
    
  // x e y do segundo ponto
  var x2 = 9;
  var y2 = 10;   
     
  // vamos obter o comprimento do cateto oposto
  var cateto_oposto = y2 - y1;
  // e agora o cateto adjascente
  var cateto_adjascente = x2 - x1;
  // vamos obter o ângulo tetha, ou seja, a inclinação da hipetunesa
  // (em radianos, não se esqueça)
  var tetha = Math.atan2(cateto_oposto, cateto_adjascente);
  // e finalmente usamos a tangente desse ângulo para calcular
  // o coeficiente angular
  var tangente = Math.tan(tetha);
     
  // mostramos o resultado
  document.writeln("O coeficiente angular é: " + tangente);
</script>

</body>
</html>

Ao executar este código você verá que o resultado é o mesmo. No entanto, fique atento às propriedades do coeficiente angular da reta:

1) O coeficiente angular é positivo quando a reta for crescente, ou seja, m > 0;

2) O coeficiente angular é negativo quando a reta for decrescente, ou seja, m < 0;

3) Se a reta estiver na horizontal, ou seja, paralela ao eixo x, seu coeficiente angular é zero (0).

4) Se a reta estiver na vertical, ou seja, paralela ao eixo y, o coeficiente angular não existe.


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de JavaScript

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