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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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MySQL ::: Dicas & Truques ::: Chaves, Índices e Restrições de Integridade Referencial |
Como criar chaves primárias compostas em uma tabela do MySQLQuantidade de visualizações: 2280 vezes |
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Sabemos que o uso do atributo PRIMARY KEY (PK) permite marcar um campo de uma tabela MySQL como chave primária. Assim, este campo não poderá ter valores repetidos nem conter o valor NULL. Há, no entanto, situações nas quais precisamos marcar mais de um campo como chave primária, ou seja, a chave primária é composta de dois ou mais campos. Estas situações surgem nos cenários em que temos relacionamentos N x N (muitos para muitos) e uma tabela associativa que represente o relacionamento. Um exemplo disso é a relação autor-livro: um autor pode escrever vários livros e um livro pode ser escrito por mais um autor (vários autores em conjunto). Mas, o mesmo autor não pode aparecer no mesmo livro mais de uma vez. Vamos representar isso passo-a-passo. Comece criando a tabela autores. Veja o comando CREATE TABLE completo para esta tarefa: CREATE TABLE autores( id INTEGER UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT, nome VARCHAR(45) NOT NULL, email VARCHAR(45) NOT NULL, PRIMARY KEY(id) ) ENGINE = InnoDB; Este comando CREATE TABLE vai gerar a seguinte estrutura: Field Type Null Key Default Extra id int(10) unsigned NO PRI - auto_increment nome varchar(45) NO - email varchar(45) NO - Vamos agora criar a tabela livros. Veja o comando CREATE TABLE completo: CREATE TABLE livros( id INTEGER UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT, titulo VARCHAR(45) NOT NULL, paginas INTEGER UNSIGNED NOT NULL, PRIMARY KEY (id) ) ENGINE = InnoDB; Este comando CREATE TABLE vai gerar a seguinte estrutura: Field Type Null Key Default Extra id int(10) unsigned NO PRI - auto_increment titulo varchar(45) NO - paginas int(10) unsigned NO - CREATE TABLE autores_livros( id_autor int(10) unsigned NOT NULL, id_livro int(10) unsigned NOT NULL, PRIMARY KEY(id_autor,id_livro), KEY FK_autores_livros_2(id_livro), CONSTRAINT FK_autores_livros_2 FOREIGN KEY(id_livro) REFERENCES livros(id), CONSTRAINT FK_autores_livros_1 FOREIGN KEY(id_autor) REFERENCES autores(id) ) ENGINE=InnoDB Este comando CREATE TABLE vai gerar a seguinte estrutura: Field Type Null Key Default Extra id_autor int(10) unsigned NO PRI - - id_livro int(10) unsigned NO PRI - - Agora experimente inserir dados nas tabelas autores e livros. Em seguida faça o relaciomento na tabela autores_livros. Tente repetir o id do autor para o mesmo livro. Imediatamente o MySQL recusará a inserção com a mensagem de erro: Error 1062: Duplicate entry '2-2' for key 1 E, como usamos chaves estrangeiras na tabela autores_livros, ao tentarmos excluir um livro já relacionado com um autor, teremos a seguinte mensagem de erro: Cannot delete or update a parent row: a foreign key constraint fails (`estudos/autores_livros`, CONSTRAINT `FK_autores_livros_2` FOREIGN KEY (`id_livro`) REFERENCES `livros` (`id`)) Veja mais dicas nesta seção para aprender mais sobre chaves estrangeiras e restrições de integridade referencial. |
C# ::: Coleções (Collections) ::: ArrayList |
Como percorrer os elementos de uma ArrayList do C# usando um objeto da interface IEnumeratorQuantidade de visualizações: 8946 vezes |
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Um objeto da interface IEnumerator (no namespace System.Collections) pode ser usado para percorrer os elementos de uma coleção não-genérica, como é o caso da classe ArrayList. Podemos usar um enumerador para acessar os itens da lista individualmente, mas estes não poderão sofrer modificações por meio do enumerador. Um enumerador para uma ArrayList é obtido por meio do método GetEnumerator(). Veja: // vamos obter um enumerador para a lista IEnumerator enumerador = lista.GetEnumerator(); Observe agora um trecho de código no qual temos uma lista contendo 5 inteiros. Note o uso de um IEnumerator para percorrer os elementos e exibir o valor contido no elemento atual:
static void Main(string[] args){
// não se esqueça
// using System.Collections;
// Cria o ArrayList
ArrayList lista = new ArrayList();
// Adiciona 5 inteiros
lista.Add(65);
lista.Add(2);
lista.Add(13);
lista.Add(97);
lista.Add(4);
// vamos obter um enumerador para a lista
IEnumerator enumerador = lista.GetEnumerator();
// vamos percorrer a lista usando o enumerador
while(enumerador.MoveNext()){
Console.WriteLine(enumerador.Current);
}
Console.Write("\n\nPressione uma tecla para sair...");
Console.ReadKey();
}
Para saber mais sobre os enumeradores, consulte minhas dicas sobre a interface IEnumerator. |
Delphi ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Como verificar se um arquivo existe usando a função FileExists() da unit SysUtils do DelphiQuantidade de visualizações: 20572 vezes |
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Quando estamos trabalhando com arquivos, é sempre uma boa idéia checar se um arquivo já existe antes de permitir que nosso código tente criar outro arquivo com o mesmo nome. Em Delphi a existência de um arquivo pode ser verificada por meio do uso da função FileExists(), na unit SysUtils. Esta função recebe o caminho e nome do arquivo e retorna true se ele existir, e false caso contrário. Veja um trecho de código no qual testamos se um determinado aqui já existe no sistema:
procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
arquivo: string;
begin
// diretorio e nome do arquivo
arquivo := 'C:\arquivo de codigos\dados.txt';
// vamos verificar se o arquivo existe no caminho especificado
if FileExists(arquivo) then
ShowMessage('O arquivo existe')
else
ShowMessage('O arquivo NÃO existe');
end;
Para fins de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009. |
JavaScript ::: Dicas & Truques ::: Tratamento de Erros |
Como retornar o nome ou tipo de exceção de um erro em JavaScript usando a propriedade name do objeto ErrorQuantidade de visualizações: 7548 vezes |
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Em várias situações nós precisamos saber o nome do tipo de erro de tempo de execução em JavaScript. Para isso nós podemos usar a propriedade name do objeto Error. Veja um código JavaScript completo demonstrando o seu uso:
<!doctype html>
<html>
<head>
<title>Estudos JavaScript</title>
</head>
<body>
<script language="javascript">
// o trecho de código a seguir vai provocar
// um erro de tempo de execução em JavaScript
try{
// y não foi definido
var x = y;
}
catch(e){
document.write("Tipo do erro: " + e.name);
}
</script>
</body>
</html>
Ao executar este código JavaScript nós teremos o seguinte resultado: Tipo do erro: ReferenceError A propriedade name do objeto Error pode retornar os seguintes valores: EvalError - Um erro provocado pela função eval. RangeError - Um erro provocado por um número fora da faixa permitida. ReferenceError - Uma referência ilegal provocou o erro. SyntaxError - Um erro de sintáxe. TypeError - Um erro provocado por uma conversão de tipos. URIError - Provocado por um erro na função encodeURI(). |
JavaScript ::: DOM (Document Object Model) ::: window Object (Objeto window) |
Como usar o objeto window em suas aplicações HTML + JavaScriptQuantidade de visualizações: 9531 vezes |
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O objeto window representa a janela do browser, uma janela em um frame ou janela de diálogo contendo um documento HTML. Este objeto fornece várias informações a respeito da janela (name, navigator, location, history, etc.), permite acesso ao documento contido na janela e suporta vários métodos úteis (alert(), confirm(), addEventListener(), attachEvent(), etc). Veja uma página HTML na qual temos um código JavaScript que acessa a janela atual e usa seu método alert() para exibir uma mensagem ao usuário:
<html>
<head>
<title>Estudos JavaScript</title>
</head>
<body>
<script type="text/javascript">
// vamos exibir uma mensagem ao usuário
window.alert("JavaScript é muito bacana!");
</script>
</body>
</html>
O objeto window pode também representar uma janela contida em um frame ou em um elemento iframe, ou ainda em uma janela secundária (criada com os métodos open(), showModalDialog() ou showModelessDialog()). Eis algumas observações que devem ser bem memorizadas: a) Se a janela estiver contida em um frame ou elemento iframe, ela é uma janela filha da janela que contém o elemento frame. Para obter a janela mãe só precisamos usar a propriedade parent da janela filha. Veja: <script type="text/javascript"> // vamos obter a janela mãe var janela_mae = window.parent; </script> b) Se a janela for aberta por meio dos métodos open(), showModalDialog() ou showModelessDialog(), então a janela que a criou pode ser acessada por meio da propriedade opener. Os membros da janela atual podem ser acessados diretamente, sem a necessidade de passarmos pelo objeto window, ou seja, podemos usar alert() em vez de window.alert(), ainda que a última forma é a preferida. O objeto window está disponível para acesso a partir de qualquer ponto de nossos códigos JavaScript. Assim, devemos nos esforçar ao máximo para não termos variáveis com o mesmo nome das propriedades e métodos deste objeto. Dica escrita e testada no Internet Explorer (IE 8) e no Firefox 3.6. |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de JavaScript |
Veja mais Dicas e truques de JavaScript |
Dicas e truques de outras linguagens |
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C - Como comparar os primeiros n caracteres de duas strings usando a função strncmp() da linguagem C |
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