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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

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Segurança e Estados Limites Ações nas Estruturas de Concreto Armado

As combinações últimas normais e as combinações últimas de construção ou especiais se diferem apenas pelo coeficiente ψ, que é ψ0 para as combinações normais últimas e pode ser ψ0 ou ψ2 para as combinações últimas de construção ou especiais, dependendo da duração da ação variável principal.

Nas combinações últimas excepcionais, a ação excepcional é considerada em seu valor característico, isto é, não majorada.

As ações variáveis são consideradas com seus valores quase permanentes pela multiplicação pelo fator de redução ψ2.

Nas combinações frequentes de serviço, existe uma ação variável principal considerada no seu valor frequente pela multiplicação pelo fator ψ1, e as demais consideradas em seus quase permanentes, pela multiplicação por ψ2.

Já, nas combinações raras de serviço, a variável principal se encontra em seu valor característico, ao passo que as demais ações variáveis são consideradas em seus valores frequentes, pela multiplicação por ψ1.

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JavaScript ::: Dicas & Truques ::: Mouse e Teclado

Como obter o código da tecla pressionada em um elemento HTML usando o evento onkeypress do JavaScript

Quantidade de visualizações: 3 vezes
Nesta dica eu mostrarei como é possível usar o evento onkeypress do HTML + JavaScript para obter o código da tecla pressionada pelo usuário. Note que usei a propriedade keyCode do objeto event para capturar o código da tecla.

Veja o código JavaScript completo, incluindo a página HTML:

<html>
<head>
<title>Estudando JavaScript</title>
</head>
<body>
 
<p>Experimente pressionar qualquer tecla e uma 
mensagem mostrará o código da tecla pressionada.</p>
 
<script type="text/javascript">
  function tecla(){
    window.alert("O código da tecla pressionada foi: "
      + event.keyCode);
  }
   
  document.body.onkeypress = tecla;
</script>
 
</body>
</html>

Abra esta página no seu navegador e experimente pressionar uma tecla. Se você presssionar, por exemplo, a tecla "a", teremos a seguinte mensagem:

O código da tecla pressionada foi: 97


Java ::: Dicas & Truques ::: Imagens e Processamento de Imagens

Como criar um programa de visualização de imagens em Java - Código fonte completo

Quantidade de visualizações: 20039 vezes
O que temos abaixo é o código completo para uma aplicação Java Swing que permite visualizar imagens JPG, GIF ou PNG. A imagem é selecinada usando um JFileChooser e carregada usando o método read() da classe ImageIO. Veja que usamos também uma classe personalizada de JPanel para exibir a imagem:

import java.awt.*;
import java.io.*;
import java.awt.image.*;
import java.awt.event.*;
import javax.swing.*;
import javax.imageio.*;

public class Estudos extends JFrame{
  private BufferedImage imagem;
  AreaImagem areaImagem;  

  public Estudos(){
    super("Estudos Java");
    
    Container c = getContentPane();
    c.setLayout(new BorderLayout());
	
    JButton btn = new JButton("Carregar Imagem");
    btn.addActionListener(
      new ActionListener(){
        public void actionPerformed(ActionEvent e){
          JFileChooser fc = new JFileChooser();

          int res = fc.showOpenDialog(null);
          if(res == JFileChooser.APPROVE_OPTION){
	    File arquivo = fc.getSelectedFile();  
          
            imagem = null;
          
            try{
              imagem = ImageIO.read(arquivo);
            }
            catch(IOException exc){
              JOptionPane.showMessageDialog(null, 
                "Erro ao carregar a imagem: " + 
                exc.getMessage());
            }

            if(imagem != null){
              areaImagem.imagem = imagem;
              areaImagem.repaint();  
            }
          }
        }
      }
    );

    c.add(btn, BorderLayout.SOUTH);
    
    // Cria a área de exibição da imagem
    areaImagem = new AreaImagem();
    c.add(areaImagem, BorderLayout.CENTER);    
	
    setSize(400, 300);
    setVisible(true);
  }
  
  public static void main(String args[]){
    Estudos app = new Estudos();
    app.setDefaultCloseOperation(JFrame.EXIT_ON_CLOSE);
  }
}

// Sub-classe de JPanel para exibir a imagem
class AreaImagem extends JPanel{
  public BufferedImage imagem;

  public void paintComponent(Graphics g){ 
    super.paintComponent(g);
    
    // desenha a imagem no JPanel
    g.drawImage(imagem, 0, 0, this);
  } 
}



Java ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos

Programação orientada a objetos em Java - Como criar e usar interfaces em seus programas Java

Quantidade de visualizações: 12496 vezes
Muitos estudantes de Java torcem o nariz quando nós, professores e instrutores, tocamos no assunto de interfaces. Definitivamente este não é um tópico fácil de entender ao primeiro contato. Comecemos com uma analogia simples. É sabido que é cada vez maior o número de softwares sendo desenvolvidos em equipes, ou seja, o projeto do software é desmembrado e suas funcionalidades são implementadas por grupos diferentes de programadores.

Quando estamos desenvolvendo software em grupos de programadores, é comum desenvolvermos partes que dependem do trabalho de um outro grupo. E, nem sempre podemos esperar que uma parte da qual dependemos fique pronta para só então progredirmos.

Para isso, um contrato entre os grupos de programadores é firmado. E este contrato é o que chamamos de interface. Suponhamos que em um determinado momento meu grupo está desenvolvendo código que depende da parte de impressão, sendo desenvolvida por outro grupo. Todos se reúnem e decidimos quais funcionalidades a classe de impressão terá e quais métodos públicos serão disponibilizados. Feito isso, uma interface contendo a assinatura destes métodos é disponibilizada para todos e o desenvolvimento continua. Mais tarde, quando a classe de impressão estiver sendo desenvolvida, ela poderá implementar a interface anteriormente disponibilizada e tudo está resolvido.

Sendo assim, uma interface na linguagem de programação Java é um tipo referência, similar a uma classe. A diferença é que uma interface pode conter apenas constantes e assinaturas e métodos. Não há a implementação dos corpos dos métodos. Além disso, interfaces não podem ser instanciadas usando new. Veja o que acontece quando tentamos fazer isso (lembre-se de que List é interface):

import java.util.*;

public class Estudos{ 
  public static void main(String args[]){ 
    // cria um objeto da interface List
    List lista = new List();
  } 
}

Ao tentarmos compilar este código teremos a seguinte mensagem de erro:

Estudos.java:6: java.util.List is abstract; 
cannot be instantiated
    List lista = new List();
                 ^
1 error


Interfaces devem ser implementadas por classes ou extendidas por outras interfaces. Agora, um detalhe interessante. Se você verificar a API do Java, verá que a interface List é implementada pelas classes AbstractList, ArrayList, LinkedList e Vector. Desta forma, o código anterior pode ser modificado para:

import java.util.*;

public class Estudos{ 
  public static void main(String args[]){ 
    // cria um objeto da interface List
    List lista = new ArrayList();
  } 
}

Este código compila normalmente e fortalece nossa discussão a respeito da interface de impressão. O sistema inteiro pode fazer referências a uma interface e, para que ele funcione da forma esperada, só precisamos fornecer a classe que implementa a interface no momento de instanciar os objetos. Isso demonstra que o nome de uma interface pode ser usado em qualquer lugar no qual um tipo da classe que a implementa seja necessário.

Vamos ver agora como criar uma interface chamada Pessoa. Veja:

public interface Pessoa{
  public void setNome(String nome); 
  public String getNome();
}


Salve esta interface como Pessoa.java e a compile. Pronto! Esta interface já pode ser usada no sistema, contanto que todos do grupo tenham concordado com as assinaturas dos métodos. Agora observe uma classe Cliente que implementa esta interface:

public class Cliente implements Pessoa{ 
  private String nome;
  private int idade;

  public void setNome(String nome){
    this.nome = nome;
  } 

  public String getNome(){
    return this.nome;
  }
}

Salve este código como Cliente.java e o compile. O primeiro detalhe a observar é o uso da palavra-chave implements para mostrar que a classe implementa a interface Pessoa. Note também que a classe fornece implementação para todos os métodos da interface. Não seguir esta regra geraria o seguinte erro de compilação:

Cliente.java:1: Cliente is not abstract and 
does not override abstract method getNome() in 
Pessoa
public class Cliente implements Pessoa{
       ^
1 error


Em resumo, uma interface define um protocolo de comunicação entre dois objetos e pode conter, além das assinaturas dos métodos, constantes. Neste caso todas estas constantes serão implicitamente public, static e final. Mesmo que estes modificadores sejam omitidos.


Ruby ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como testar se uma string começa com uma determinada substring em Ruby usando uma função personalizada

Quantidade de visualizações: 8132 vezes
O Ruby, até a versão 1.8.6, não dispõe de um método para verificar se uma string começa com uma determinada substring. Assim, veja abaixo como escrever uma função starts_with(). Esta função recebe a string e a substring e retorna true se a string começar com a substring.

Eis a listagem completa:

# método auxiliar que permite verificar se
# uma string começa com uma substring
def starts_with(string, substring)
  if string.index(substring) == 0   
    return true
  else
    return false
  end
end

# declara e inicializa uma variável string
frase = "Gosto muito de Ruby"

# vamos verificar a string começa com "Gosto"
if starts_with(frase, "Gosto")
  puts "A string começa com \"Gosto\""
else
  puts "A string NÃO começa com \"Gosto\""
end

Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado:

A string começa com "Gosto"


C# ::: Dicas & Truques ::: Tipos de Dados

Como usar os tipos de dados byte e sbyte da linguagem C#

Quantidade de visualizações: 15994 vezes
O tipo de dados byte é usado quando queremos armazenar valores inteiros na faixa de 0 a 255, ou seja, valores inteiros apenas positivos. Veja um exemplo de declaração e definição de uma variável deste tipo:

// uma variável do tipo byte
byte valor = 45;

O tipo byte (que possui 8 bits não sinalizados) é um apelido C# para o tipo System.Byte da plataforma .NET. Note que quando inicializamos uma variável do tipo byte com um literal inteiro, este valor é convertido implicitamente de int para byte. Se o valor sendo definido for maior que a faixa permitida, o programa não compilará. Veja:

// valor fora da faixa suportada pelo tipo byte
byte valor = 290;

Ao tentarmos compilar esta linha teremos o seguinte erro:

Constant value '290' cannot be converted to a 'byte'

Quando se trata de conversões implícitas, um valor do tipo byte pode ser convertido, sem a necessidade de cast, para os tipos short, ushort, int, uint, long, ulong, float, double ou decimal. Veja:

// variável do tipo byte
byte valor = 28;

// variável do tipo float
float valor2 = valor;

O caminho oposto não é verdade, ou seja, não é possível atribuir uma variável do tipo short à uma variável do tipo byte. Veja:

// variável do tipo short
short valor = 50;

// variável do tipo byte
byte valor2 = valor;

// mensagem de erro de compilação
Cannot implicitly convert type 'short' to 'byte'. 
An explicit conversion exists (are you missing a cast?)

Esta conversão não é possível, ainda que o valor contido na variável do tipo short esteja na faixa aceitável pelo tipo byte. Neste caso, um cast (conversão explícita) se faz necessário:

// variável do tipo short
short valor = 50;

// variável do tipo byte
byte valor2 = (byte)valor;

Resumindo, nenhum outro tipo de dados em C# pode ser convertido para o tipo byte implicitamente. Se quiser fazê-lo, use uma conversão explícita (cast).

O tipo sbyte, por sua vez, pode armazenar valores inteiros na faixa de -128 até 127 e possui 8 bits sinalizados. Este tipo é um apelido C# para o tipo de dados System.SByte da plataforma .NET. Veja um exemplo de seu uso:

static void Main(string[] args){
  // variável do tipo sbyte
  sbyte valor = -45;

  // exibe o resultado
  Console.WriteLine("O valor da variável é: " + valor);

  // pausa o programa
  Console.ReadKey();
}

Note que, a exemplo de byte, o tipo sbyte também é governado por algumas regras de conversão e atribuição de valores literais. Há uma conversão implícita de sbyte para os tipos short, int, long, float, double e decimal. A conversão de qualquer outro tipo de dados para o tipo sbyte só pode ser feita por meio de cast (conversão explícita).


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