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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

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Card 1 de 40
Segurança e Estados Limites Ações nas Estruturas de Concreto Armado

As combinações últimas normais e as combinações últimas de construção ou especiais se diferem apenas pelo coeficiente ψ, que é ψ0 para as combinações normais últimas e pode ser ψ0 ou ψ2 para as combinações últimas de construção ou especiais, dependendo da duração da ação variável principal.

Nas combinações últimas excepcionais, a ação excepcional é considerada em seu valor característico, isto é, não majorada.

As ações variáveis são consideradas com seus valores quase permanentes pela multiplicação pelo fator de redução ψ2.

Nas combinações frequentes de serviço, existe uma ação variável principal considerada no seu valor frequente pela multiplicação pelo fator ψ1, e as demais consideradas em seus quase permanentes, pela multiplicação por ψ2.

Já, nas combinações raras de serviço, a variável principal se encontra em seu valor característico, ao passo que as demais ações variáveis são consideradas em seus valores frequentes, pela multiplicação por ψ1.

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JavaScript ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como converter uma string em um valor de ponto-flutuante em JavaScript usando a função parseFloat()

Quantidade de visualizações: 8223 vezes
Em algumas situações nós precisamos receber uma string informada pelo usuário e convertê-la para um valor real válido. Um valor em JavaScript é o mesmo que um valor com casas decimais, ou seja, um valor de ponto-flutuante.

Esta tarefa pode ser realizada com o auxílio da função parseFloat(). Veja uma página HTML completa demonstrando o seu uso:

<!doctype html>
<html>
<head>
  <title>Strings em JavaScript</title>
</head>
<body>

<script type="text/javascript">
  var valor1 = "87.32";
  var valor2 = "Arquivo";
  var valor3 = "65,54";
 
  // vamos exibir os resultados
  document.write(parseFloat(valor1) + "<br>");
  document.write(parseFloat(valor2) + "<br>");
  document.write(parseFloat(valor3));
</script>
  
</body>
</html>

Ao executarmos este código JavaScript nós teremos o seguinte resultado:

87.32
NaN
65

Note que apenas a primeira string pôde ser convertida para um valor fracionário com sucesso.


Angular ::: Artigos e Tutorias ::: CRUD - CREATE, READ, UPDATE, DELETE

Tutorial Angular para iniciantes: Como criar uma aplicação que grava novos alunos em uma base de dados MySQL usando PHP como back-end - Versão Angular CLI

Quantidade de visualizações: 7097 vezes
Neste pequeno tutorial mostrarei como é possível usar o framework Angular para desenvolver um front-end que permite cadastrar alunos no banco de dados MySQL usando a linguagem PHP como back-end. É claro que você poderá trocar o PHP por Node.js ou qualquer linguagem do lado do servidor. O importante aqui é entender o processo de desenvolvimento.

Então, se você ainda não o fez, verifique se o Angular CLI está devidamente instalado e funcionando na sua máquina. Isso pode ser feito abrindo-se uma nova janela de terminal e disparando o comando:

c:\estudos_web>ng --version

Sua máquina deverá retornar algo parecido com:

Angular CLI: 11.2.1
Node: 14.15.4
OS: win32 x64

Obteve resultado semelhante? Então podemos prosseguir. Comece disparando o comando abaixo para criar uma nova aplicação Angular usando o Angular CLI:

c:\docs_osmar>cd c:\estudos_angular
c:\estudos_angular>ng new escola

Veja que pedi para o comando ng do Angular CLI criar um novo projeto com o nome escola (você pode escolher o nome que desejar). Aguarde alguns minutos até que o processo seja finalizado.

Criando a entidade Aluno, ou a classe Aluno, ou melhor ainda, o model Aluno

Como nossa aplicação vai gravar alunos na base de dados, nada melhor do que começar criando nossa entidade ou model Aluno. Vá até a pasta "C:\estudos_angular\escola\src\app" e crie um arquivo chamado aluno.ts com o seguinte conteúdo:

export class Aluno{
  id: number = 0;
  matricula: number;
  nome: string;
  curso: string;
  
  constructor(matricula: number, nome: string,
    curso: string, id?: number) {
    this.matricula = matricula;
    this.nome = nome;
    this.curso = curso;
  }
}

Veja que nosso model Aluno possui os atributos matricula, nome, curso e id (que é opcional na classe, pois será gerado automaticamente pela tabela no banco de dados MySQL.

O passo seguinte é criar o serviço que nos permitirá a comunicação com o servidor remoto, a saber: a página PHP que gravará os dados na base MySQL.

Criando o serviço aluno.service para a comunicação com o servidor remoto

Para criar o serviço que nos permitirá gravar os alunos na base de dados MySQL, abra uma janela de terminal (ou use a que você já tem aberta) e dispare o seguinte comando:

c:\escola>ng generate service cadastros/aluno --flat
CREATE src/app/cadastros/aluno.service.spec.ts (352 bytes)
CREATE src/app/cadastros/aluno.service.ts (134 bytes)

Note que este comando deve ser disparado dentro da pasta da sua aplicação. Agora, temos um arquivo aluno.service.ts dentro da pasta cadastros no diretório C:\estudos_angular\escola\src\app (o seu deve ser diferente, não se esqueça).

Assim, abra o arquivo aluno.service.ts e vamos modificá-lo para o seguinte código:

import {Injectable} from '@angular/core';

// precisamos do serviço HTTP para fazer a requisição AJAX
import {HttpClient, HttpErrorResponse, HttpParams} from '@angular/common/http';

// precisamos também do Observable, do map e catchError
import {Observable, throwError} from 'rxjs';
import {map, catchError} from 'rxjs/operators';

// precisamos também da classe Aluno
import {Aluno} from '../aluno';

@Injectable({
  providedIn: 'root'
})
export class AlunoService {
  // url base do endereço do serviço remoto
  baseUrl = 'http://localhost/servicos';
  // vetor de alunos já gravados
  alunos: Aluno[] = [];
  
  // vamos fazer uma injeção de dependência aqui
  constructor(private http: HttpClient){}

  // método que permite fazer uma requisição HTTP e gravar
  // o novo aluno
  cadastrar(aluno: Aluno): Observable<Aluno[]> {
    const dados = {
      nome: aluno.nome, matricula: aluno.matricula, 
      curso: aluno.curso,
    };

    return this.http.post(`${this.baseUrl}/gravar_aluno.php`, {dados: aluno})
      .pipe(map((res) => {
        // adiciona o novo aluno no vetor de alunos
        this.alunos.push(res['dados']);
        // e o retorna para o chamador deste método
        return this.alunos;
      }),
      
      catchError(this.tratarErro));
  }

  private tratarErro(error: HttpErrorResponse) {
    // vamos mostrar o erro no console
    console.log(error);

    // e vamos matar a aplicação aqui, pois não há mais nada
    // a fazer
    return throwError('Houve um erro: ' + error);
  }
}

Há algumas importações importantes neste serviço: Injectable do '@angular/core', HttpClient, HttpErrorResponse e HttpParams do '@angular/common/http', Observable e throwError do 'rxjs', map e catchError do 'rxjs/operators' e, mais importante, a classe Aluno de '../aluno'. Em outras dicas em nosso site você aprenderá melhor sobre cada um desses imports.

No construtor da classe AlunoService nós fazemos uma injeção de dependência (DI) para um objeto HttpClient, que será usado para fazer uma requisição POST. Esta requisição ocorre no método cadastrar(), que recebe um objeto da classe Aluno e o fornece como JSON na requisição POST. Assim que o novo aluno é cadastrado na base de dados MySQL, este método retorna o novo aluno (como JSON) e nós o adicionamos a um vetor de alunos, que será exibido na tela de cadastro para indicar os alunos já cadastrados.

Antes de prosseguirmos, que diacho é esse erro "implicitly has an 'any' type"?

Se você tentar executar a aplicação agora, de imediato já notará duas mensagens de erro (ou pelo menos uma delas):

Error: src/app/app.component.ts:24:18 - error TS7006: Parameter 'f' implicitly has an 'any' type.
24 cadastrarAluno(f) {

Error: src/app/cadastros/aluno.service.ts:36:26 - error TS7053: Element implicitly has an 'any' type because expression of type '"dados"' can't be used to index type 'Object'.
Property 'dados' does not exist on type 'Object'.
36 this.alunos.push(res['dados']);

Se elas aparecem na sua versão do Angular, basta adicionar a linha

"noImplicitAny": false

no arquivo tsconfig.json na raiz da aplicação e o problema será resolvido.

Já estamos bem adiantados. Hora de escrever o código do app.component.ts

O Angular CLI já criou um arquivo app.component.ts. Abra-o e altere o seu código para a versão abaixo:

import {Component} from '@angular/core';

// importamos a classe Aluno
import {Aluno} from './aluno';
// importamos o serviço AlunoService
import {AlunoService} from './cadastros/aluno.service';

@Component({
  selector: 'app-root',
  templateUrl: './app.component.html',
  styleUrls: ['./app.component.css']
})
export class AppComponent {
  alunos: Aluno[] = [];
  // criamos uma nova instância da classe Aluno
  aluno = new Aluno(0, '', '', 0);
  erro = '';
  sucesso = '';

  // fazemos uma injeção de dependência aqui
  constructor(private alunoService: AlunoService) {}

  // aqui temos o método que permitirá cadastrar um novo aluno
  cadastrarAluno(f) {
    this.alunoService.cadastrar(this.aluno)
      .subscribe(
        (res: Aluno[]) => {
          // recebemos a lista atualizada de alunos
          this.alunos = res;

          // enviamos um ok para o formulário
          this.sucesso = 'Aluno cadastrado com sucesso.';

          // finalmente resetamos o formulário
          f.reset();
        },
        (err) => this.erro = err
      );
  }
}


Neste arquivo temos uns imports importantes: Component do '@angular/core', Aluno de './aluno' e AlunoService de './cadastros/aluno.service'. Em seguida, dentro da anotação @Component nós temos as definições para o selector, o templateUrl e o styleUrls. Finalmente, na classe AppComponent, nós temos as declaramos de um vetor de Aluno[], um objeto da classe Aluno e algumas variáveis auxiliares.

No construtor dessa classe nós fazemos uma injeção de dependência (DI) para um objeto da classe AlunoService. Então temos o método cadastrarAluno(), que recebe o formulário HTML e o repassa para o método cadastrar() do aluno.service. Como retorno desse método nós obtemos a lista atualizada dos alunos já cadastrados nessa sessão (atenção: não estamos obtendo os alunos cadastrados anteriomente na base de dados MySQL. Isso será visto em outra parte do tutorial).

Já temos o app.component.ts, vamos complementar o app.component.html

Com o app.component.ts devidamente ajustado, vamos nos concentrar agora no app.component.html, que contém o formulário que nos permitirá cadastrar os alunos. Veja o código completo para ele:

<h3>Cadastrar Novo Aluno</h3>

<form #f="ngForm" name="cadastrarForm">
<table width="200" border="0" cellspacing="3" cellpadding="3">
    <tr>
      <td>Matrícula:</td>
      <td><input type="text" name="matricula" [(ngModel)]="aluno.matricula"></td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Nome:</td>
      <td><input type="text" name="nome" [(ngModel)]="aluno.nome"></td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Curso:</td>
      <td><input type="text" name="curso" [(ngModel)]="aluno.curso"></td>
    </tr>
    <tr>
      <td>&nbsp;</td>
      <td><button (click)="cadastrarAluno(f)">Gravar</button></td>
    </tr>
  </table>
</form>

<div *ngIf="erro" class="alert alert-danger">{{erro}}</div>
<div *ngIf="sucesso" class="alert alert-success">{{sucesso}}</div>

<ul *ngFor="let aluno of alunos; let i = index;">
    <li>{{i + 1}}; {{aluno.matricula}}; {{aluno.nome}}; {{aluno.curso}}</li>
</ul>

Veja que fiz um código HTML bem simples, sem firulas. Depois que você entender todos os elementos, então você poderá formatar e deixar mais bonito. O importante é observar como usamos ngModel para ligar os campos do formulário aos atributos da classe Aluno. Coloquei também dois ngIf para mostrar as mensagens de sucesso e de erro, e, finalmente, um ngFor para percorrer e exibir os alunos já cadastrados durante essa sessão.

Vamos lá? Já podemos executar o exemplo. A partir da pasta raiz da aplicação, dispare o comando abaixo:

c:\estudos_angular\escola>ng serve --open

Depois de alguns segundos teremos o seguinte resultado:



Obteve o mesmo resultado? Que maravilha! Mas não podemos cadastrar alunos ainda, pois a parte do back-end ainda não foi desenvolvida. Mas isso é coisa simples.

Criando a tabela no banco de dados MySQL

Nosso front-end já está completo e rodando. Chegou a hora de nos concentrarmos no back-end. Inicialmente vamos criar a tabela na base de dados MySQL. Veja sua estrutura e o código SQL DDL para a sua criação:

CREATE TABLE `alunos` (
  `id` int(11) NOT NULL,
  `matricula` int(11) NOT NULL,
  `nome` varchar(100) NOT NULL,
  `curso` varchar(100) NOT NULL
) ENGINE=InnoDB DEFAULT CHARSET=latin1;

Marque o campo id como chave primária e auto-incremento. Agora vamos ao código PHP, que mantive muito simples também, sem validações, o que deixo por sua conta.

A página PHP que recebe os alunos e os gravam na tabela MySQL

Segue abaixo o código completo para a página gravar_aluno.php, colocada no diretório "C:\xampp\htdocs\servicos" (fique atento ao endereço onde você vai colocá-la, seja na sua máquina local ou em um servidor remoto):

<?php
  // não deixe quebra de linha nos headers abaixo
  header('Access-Control-Allow-Origin: *');
  header('Access-Control-Allow-Methods: POST, GET, 
    PUT, DELETE, OPTIONS');
  header('Access-Control-Allow-Headers: Origin, 
    X-Requested-With, Content-Type, Accept');
  header("Content-Type: application/json; charset=utf-8");

  // vamos obter os dados vindo do formulário
  // atenção: em um código real temos que validar
  $dados = file_get_contents("php://input");
  
  // a requisição foi post?
  if(isset($dados) && !empty($dados)){
    $request = json_decode($dados);
    $nome = $request->dados->nome;
    $matricula = $request->dados->matricula;
    $curso = $request->dados->curso;

    // vamos efetuar a conexão com o banco
    $con = new mysqli("localhost", "root",
      "osmar1234", "estudos");
   
    // conexão efetuada com sucesso?
    if($con->connect_errno){
      echo "Não foi possível efetuar a conexão: " . 
        $mysqli->connect_error;
      exit(); // vamos sair daqui 
    }   
  
    // comando sql
    $query = "INSERT INTO alunos(id, matricula, nome, 
      curso) VALUES (null, '$matricula', '$nome', '$curso')";

    // vamos disparar o comando sql
    if(mysqli_query($con, $query)){
      http_response_code(201);
      $aluno = [
        'matricula' => $matricula,
        'nome' => $nome,
        'curso' => $curso,
        'id' => mysqli_insert_id($con)
      ];
  
      // vamos retornar o aluno recém cadastrado
      echo json_encode(['dados'=>$aluno]);
    }
    else{
      http_response_code(422);
    }
  }
?>

Se você observar atentamente o nosso exemplo, verá que a aplicação Angular está rodando em http://localhost:4200 enquanto a página PHP estará rodando em http://localhost/servicos/gravar_aluno.php, ou seja, mesmo servidor mas portas diferentes. Dessa forma, a requisição AJAX feita a partir da aplicação Angular vai falhar, com a seguinte mensagem de erro:

Access to XMLHttpRequest at 'http://localhost/servicos/gravar_aluno.php' from origin 'http://localhost:4200' has been blocked by CORS policy: Response to preflight request doesn't pass access control check: No 'Access-Control-Allow-Origin' header is present on the requested resource.

Por essa razão, a página PHP contém os headers que liberam o acesso cross-site (de servidor diferente):

// não deixe quebra de linha nos headers abaixo
header('Access-Control-Allow-Origin: *');
header('Access-Control-Allow-Methods: POST, GET, PUT, DELETE, OPTIONS');
header('Access-Control-Allow-Headers: Origin, X-Requested-With, Content-Type, Accept');
header("Content-Type: application/json; charset=utf-8");

Um outro detalhe interessante é o uso da função PHP file_get_contents("php://input") para receber o JSON enviado pela aplicação Angular. Programadores PHP vão achar isso uma "gambiarra", mas, atualmente, essa é a única forma de recebermos uma requisição POST usando JSON no PHP.

O restante do código é fácil de entender: criamos a conexão com o banco de dados, gravamos o aluno e retornamos um novo JSON contendo o novo aluno inserido. Note o uso de mysqli_insert_id() para obter o id do registro recém-inserido com o propósito de devolvermos o novo aluno com esse atributo já preenchido.

E agora o resultado final. Veja a imagem abaixo:



Conseguiu executar o exemplo também? Em outra dicas de Angular você encontra as demais partes do tutorial, a saber: listar, editar e excluir os alunos. Até lá e bons estudos.


JavaScript ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes)

Como inverter a ordem dos elementos de um array em JavaScript - Vetores e matrizes em JavaScript

Quantidade de visualizações: 11855 vezes
Em algumas situações nós precisamos inverter a ordem dos elementos em um vetor (array) em JavaScript. Para isso nós podemos usar o método reverse() do objeto Array.

Veja o código JavaScript completo para o exemplo, incluindo o documento HTML:

<html>
<head>
<title>Estudando JavaScript</title>
</head>
<body>

<script type="text/javascript">
  var valores = new Array(1, 2, 3, 4, 5);
  document.write("Valores no vetor: " + valores + "<br>");
  valores.reverse();
  document.write("Fiz uma chamada ao método reverse()<br>");
  document.write("Valores no vetor: " + valores);
</script>
 
</body>
</html>

Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado:

Valores no vetor: 1,2,3,4,5
Fiz uma chamada ao método reverse()
Valores no vetor: 5,4,3,2,1


JavaScript ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como adicionar zeros (ou outro caractere) no início de uma string usando o método padStart() da linguagem JavaScript

Quantidade de visualizações: 3420 vezes
Como adicionar zeros (ou outro caractere) no início de uma string usando o método padStart() da linguagem JavaScript

O método padStart(), adicionado ao objeto String no ES2017 (ECMAScript 8) é usado quando queremos preencher o início de uma string com zeros ou qualquer outro caractere até alcançarmos um comprimento determinado.

Veja, por exemplo, como adicionar zeros na frente de uma string para alcançar o tamanho de cinco caracteres:

<script type="text/javascript">
  var valor = 17;
  // vamos mostrar o valor com o tamanho de cinco caracteres
  document.write("O valor é: " + valor.toString().padStart(5, "0"));
</script>

Ao executar o exemplo você verá o valor "00017" ser exibido. Porém, como o método padStart() foi adicionado no ES2017, pode ser que você encontre navegadores que ainda não o suportem. Assim, é sempre uma idéia testar a sua existência. Veja:

<script type="text/javascript">
  if(String.prototype.padStart){
    window.alert("Seu browser já suporta a função padStart().");  
  }
  else{
    window.alert("Seu browser NÃO suporta a função padStart().");  
  }
</script>

Se o navegador não oferecer suporte a este método, você poderá usar um Polyfill, de terceiros ou uma solução que você mesmo poderá desenvolver.


C++ ::: Fundamentos da Linguagem ::: Tipos de Dados

Como usar o tipo de dados long ou long int da linguagem C++

Quantidade de visualizações: 23078 vezes
O tipo de dados long (também chamado de long int) da linguagem C++ é uma variação do tipo int e geralmente possui a mesma capacidade de armazenamento deste. Nós o usamos quando queremos representar números inteiros, ou seja, sem partes fracionárias, assim como int. É importante verificar se o seu compilador trata int e long da mesma forma. Veja um trecho de código demonstrando o uso deste tipo (note que estes estudos foram feitos no Windows XP - 32 bits - usando Dev-C++):

#include <iostream>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  // declara uma variável do tipo long
  long quant = 590;

  cout << "Quantidade: " << quant << "\n\n";

  system("PAUSE"); // pausa o programa
  return EXIT_SUCCESS;
}

Veja que a maioria dos compiladores C++ não faz distinção entre os tipos long e long int. A capacidade de armazenamento do tipo long depende da arquitetura na qual o programa está sendo executado. Uma forma muito comum de descobrir esta capacidade é usar os símbolos LONG_MIN e LONG_MAX, definidos no header climits (limits.h). Veja:

#include <iostream>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  cout << "Valor mínimo: " << LONG_MIN << "\n";
  cout << "Valor máximo: " << LONG_MAX << "\n\n";

  system("PAUSE"); // pausa o programa
  return EXIT_SUCCESS;
}

Ao executar este programa você terá um resultado parecido com:

Valor mínimo: -2147483648
Valor máximo: 2147483647

Veja que o tipo long aceita valores positivos e negativos. Tudo que você tem a fazer é tomar todo o cuidado para que os valores atribuidos a variáveis deste tipo não ultrapassem a faixa permitida. Veja um trecho de código que provoca o que chamamos de transbordamento (overflow):

#include <iostream>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  long soma = LONG_MAX + 2;

  cout << "Resultado: " << soma << "\n";

  system("PAUSE"); // pausa o programa
  return EXIT_SUCCESS;
}

Este programa exibirá o seguinte resultado:

Resultado: -2147483647

Note que este não é o resultado esperado, visto que LONG_MAX + 2 deveria retornar:

2147483647 + 2 = 2147483649

Porém, como o valor máximo que pode ser armazenado em um long é 2147483647, o procedimento adotado pelo compilador foi tornar o número negativo e subtrair 1. É claro que, se você testar este código em arquiteturas diferentes o resultado poderá ser diferente do exemplificado aqui.

Em termos de bytes, é comum o tipo long ser armazenado em 4 bytes, o que resulta em 32 bits (um byte é formado por 8 bits, lembra?). Veja um trecho de código que mostra como usar o operador sizeof() para determinar a quantidade de bytes necessários para armazenar um variável do tipo long:

#include <iostream>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  cout << "Tamanho de um long: " << sizeof(long)
    << " bytes\n\n";

  system("PAUSE"); // pausa o programa
  return EXIT_SUCCESS;
}

O resultado da execução deste código será algo como:

Tamanho de um long: 4 bytes



Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de C++

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