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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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PHP ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação orientada a objetos em PHP - Como usar herança em PHPQuantidade de visualizações: 12216 vezes |
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Quando estamos projetando as classes que farão parte de um sistema, é aconselhável ter em mente um conceito muito importante da programação orientada a objetos: a herança. O que um aluno, um professor e um funcionário possuem em comum? Todos eles são pessoas e, portanto, compartilham alguns dados comuns. Todos têm nome, idade, endereço, etc. E, o que diferencia um aluno de uma outra pessoa qualquer? Um aluno possui uma matrícula; Um funcionário possui um código de funcionário, data de admissão, salário, etc; Um professor possui um código de professor e informações relacionadas à sua formação. É aqui que a herança se torna uma ferramenta de grande utilidade. Podemos criar uma classe Pessoa, que possui todos os atributos e métodos comuns a todas as pessoas e herdar estes atributos e métodos em classes mais específicas, ou seja, a herança parte do geral para o mais específico. Comece criando uma classe Pessoa como mostrado no código a seguir:
<?
class Pessoa{
public $nome;
public $idade;
}
?>
Esta classe possui os atributos $nome e $idade. Estes atributos são comuns a todas as pessoas. Veja agora como podemos criar uma classe Aluno que herda estes atributos da classe Pessoa e inclui seu próprio atributo, a saber, seu número de matrícula. Eis o código:
<?
class Pessoa{
public $nome;
public $idade;
}
class Aluno extends Pessoa{
public $matricula;
}
?>
Observe que, em PHP, a palavra-chave usada para indicar herança é extends. A classe Aluno agora possui três atributos: $nome, $idade e $matricula. Veja um trecho de código mais completo, no qual este relacionamento é mais fácil de ser percebido:
<?
class Pessoa{
public $nome;
public $idade;
}
class Aluno extends Pessoa{
public $matricula;
}
$aluno = new Aluno;
$aluno->nome = "Osmar J. Silva";
$aluno->idade = 36;
$aluno->matricula = "AC33-65";
// Exibe o resultado
echo "Nome: " . $aluno->nome . "<br>" .
"Idade: " . $aluno->idade . "<br>" .
"Matrícula: " . $aluno->matricula;
?>
A herança nos fornece um grande benefício. Ao concentrarmos características comuns em uma classe e derivar as classes mais específicas a partir desta, nós estamos preparados para a adição de novas funcionalidades ao sistema. Se mais adiante uma nova propriedade comum tiver que ser adicionada, não precisaremos efetuar alterações em todas as classes. Basta alterar a superclasse e pronto. As classes derivadas serão automaticamente atualizadas. |
C ::: Dicas & Truques ::: Ponteiros, Referências e Memória |
Como usar ponteiros void na linguagem C - Curso de Linguagem C para iniciantesQuantidade de visualizações: 17328 vezes |
Em dicas desta seção você aprendeu que é possível criar ponteiros para os mais diferentes tipos. Veja:int *ponteiro_int; float *ponteiro_float; double *ponteiro_double; Existe, porém, um tipo de ponteiro que pode ser usado com todos os tipos de dados existentes ou ainda a serem criados. Este tipo é conhecido como void, ou seja, um ponteiro genérico e pode ser declarado da seguinte forma: void *ponteiro; // ponteiro genérico Veja um trecho de código no qual usamos um ponteiro genéríco para apontar para variáveis de diferentes tipos:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
int main(int argc, char *argv[])
{
int valor = 20;
float valor2 = 5.23;
void *ponteiro; // ponteiro genérico
ponteiro = &valor; // aponta para um inteiro
printf("%d\n", *(int *)ponteiro);
ponteiro = &valor2; // aponta para um float
printf("%0.2f\n", *(float *)ponteiro);
system("PAUSE");
return 0;
}
Uma observação importante é a necessidade de uma conversão explícita (cast) no momento de desreferenciar um ponteiro genéríco. Neste caso ele precisa ser convertido para o tipo de ponteiro sendo usado no momento. Veja:
printf("%d\n", *(int *)ponteiro);
A parte (int *)ponteiro converte o ponteiro genérico em um ponteiro do tipo int e o símbolo * externo é usado para desreferenciar. Se essa conversão não for feita teremos um aviso e erro na maioria dos compiladores. Veja:
printf("%d\n", *ponteiro);
[Warning] dereferencing 'void *' pointer
invalid use of void expression
Embora essa conversão seja necessária quando estamos desreferenciando um ponteiro genérico, podemos abrir mão dela na atribuição de um ponteiro genérico a um ponteiro de um tipo específico:
ponteiro = &valor; // aponta para um inteiro
int *ponteiro_int = ponteiro;
printf("%d\n", *ponteiro_int);
Para finalizar, saiba que as funções malloc() e calloc() retornam ponteiros void, ou seja, ponteiros genéricos que podem ser atribuídos a ponteiros de qualquer tipos. Neste caso, o ponteiro retornado por estas funções aponta para a primeira posição do bloco de memória requisitada. |
HTML5 ::: HTML5 + JavaScript ::: Canvas |
Como carregar uma imagem (ou foto) no objeto Canvas do HTML5Quantidade de visualizações: 3094 vezes |
O objeto Canvas do HTML5 nos permite carregar uma imagem ou foto em tempo de execução e desenhá-la em sua superfície. Para isso, comece criando um objeto Image para guardar a imagem temporariamente na memória:var imagem = new Image(); // vamos carregar a logo do nosso site imagem.src = "https://www.arquivodecodigos.com.br/logo.jpg"; O passo seguinte é adicionar um "ouvidor" de evento neste objeto Image para que ele nos avise quando a imagem estiver 100% carregada. Veja:
// vamos adicionar um "ouvidor" de evento no objeto Image
imagem.addEventListener('load', desenharImagem);
Pronto! Veja que agora, quando o evento load do objeto Image disparar, a função desenharImagem será chamada e a imagem será então desenhada no Canvas. Veja:
function desenharImagem(){
// obtemos uma referência ao elemento Canvas
var canvas = document.getElementById("canvas1");
// obtemos o contexto de desenho
var contexto = canvas.getContext("2d");
// e finalmente desenhamos a imagem
contexto.drawImage(imagem, 0, 0);
}
E aqui está o código completo para o exemplo:
<html>
<head>
<title>O objeto Canvas do HTML5</title>
</head>
<body>
<Canvas id="canvas1" width="500" height="350"></Canvas>
<script type="text/javascript">
var imagem = new Image();
// vamos carregar a logo do nosso site
imagem.src = "https://www.arquivodecodigos.com.br/logo.jpg";
// vamos adicionar um "ouvidor" de evento no objeto Image
imagem.addEventListener('load', desenharImagem);
function desenharImagem(){
// obtemos uma referência ao elemento Canvas
var canvas = document.getElementById("canvas1");
// obtemos o contexto de desenho
var contexto = canvas.getContext("2d");
// e finalmente desenhamos a imagem
contexto.drawImage(imagem, 0, 0);
}
</script>
</body>
</html>
Ao executar a página nós teremos o seguinte resultado: ![]() |
C++ ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Como excluir um diretório em C++ usando a função rmdir()Quantidade de visualizações: 9011 vezes |
Em algumas situações nossos códigos C++ precisam excluir diretórios. Isso pode ser feito com o auxílio da função _rmdir() ou rmdir(), disponível no header direct.h (trazido da linguagem C). Veja a assinatura desta função:int _rmdir(const char *pathname); a) ENOTEMPTY - Directory not empty - O diretório não está vazio e portanto não pode ser excluído; b) ENOENT - No such file or directory - O caminho do diretório é inválido; c) EACCESS - Acesso negado - Algum outro programa está usando este diretório e mantém controle sobre o mesmo. Veja um trecho de código C++ no qual excluímos um diretório:
#include <iostream>
#include <direct.h>
using namespace std;
int main(int argc, char *argv[]){
// vamos excluir este diretório
char diretorio[] = "C:\\Dev-Cpp\\estudos";
// vamos testar se houve erro na exclusão do diretório
if(rmdir(diretorio) == -1){
cout << "Erro: " << strerror(errno) << endl;
}
else{
cout << "Diretório excluído com sucesso" << endl;
}
system("PAUSE"); // pausa o programa
return EXIT_SUCCESS;
}
É possível usar a versão Unicode de _rmdir(), ou rmdir(). O método _wrmdir(), também presente em direct.h é útil quando precisamos internacionalizar nossas aplicações. Veja o exemplo:
#include <iostream>
#include <direct.h>
using namespace std;
int main(int argc, char *argv[]){
// vamos excluir este diretório
wchar_t diretorio[] = L"C:\\Dev-Cpp\\estudos";
// vamos testar se houve erro na exclusão do diretório
if(_wrmdir(diretorio) == -1){
cout << "Erro: " << strerror(errno) << endl;
}
else{
cout << "Diretório excluído com sucesso" << endl;
}
system("PAUSE"); // pausa o programa
return EXIT_SUCCESS;
}
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Java ::: Dicas & Truques ::: Threads |
Threads em Java - O que são threads e como usá-las em seus programas JavaQuantidade de visualizações: 14096 vezes |
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Uma thread é um fluxo de execução de uma determinada tarefa em um programa. Na programação tradicional, temos apenas um fluxo de execução que começa a executar no início do programa e vai até o final. Com o uso de threads podemos ter várias tarefas sendo executadas ao mesmo tempo, cada uma independente da outra. Em programas que contêm interfaces gráficas, o uso de múltiplos fluxos de execução (ou threads) é muito comum. Enquanto digitamos em uma caixa de texto, uma animação pode estar sendo executada ou um arquivo sendo baixado. O Java permite que tenhamos várias threads sendo executadas ao mesmo tempo. Cada tarefa (ou thread) é uma instância da interface Runnable. Esta interface descreve apenas um método: public void run();
// criamos uma classe que servirá como thread
class MinhaThread extends Thread{
private String nome;
public MinhaThread(String nome){
this.nome = nome;
}
public void run(){
for(int i = 1; i <= 20; i++){
System.out.println(nome + ": " + i);
}
}
}
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
// vamos criar duas threads
MinhaThread t1 = new MinhaThread("Thread 1");
t1.start(); // chamamos o método start() e não run()
MinhaThread t2 = new MinhaThread("Thread 2");
t2.start(); // chamamos o método start() e não run()
System.exit(0);
}
}
Salve este código como Estudos.java, compile e execute. Veja que cada thread escreverá de 1 a 20 na tela. Observe como as duas threads se alternam em suas tarefas, ou seja, de tempos em tempos uma cede lugar para que a outra seja executada. Note também que, embora nossa classe tenha um método run() nós não o chamamos. O que fazemos é chamar o método start(), que torna a thread elegível para ser executada a qualquer momento. Uma outra forma de criarmos uma thread é fazer com que nossa classe implemente a interface Runnable. Veja:
// criamos uma classe que servirá como thread
class MinhaThread implements Runnable{
private String nome;
public MinhaThread(String nome){
this.nome = nome;
}
public void run(){
for(int i = 1; i <= 20; i++){
System.out.println(nome + ": " + i);
}
}
}
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
// vamos criar duas threads
MinhaThread mt1 = new MinhaThread("Thread 1");
Thread t1 = new Thread(mt1);
t1.start();
MinhaThread mt2 = new MinhaThread("Thread 2");
Thread t2 = new Thread(mt2);
t2.start();
System.exit(0);
}
}
O funcionamento do código é o mesmo. A diferença é que agora, a classe usada como thread implementa a interface Runnable. A forma de criação da thread também foi alterada. Agora nós criamos instâncias de Thread fornecendo nossa classe thread como argumento e chamamos o método start da classe Thread e não de nossa própria classe, como fizemos anteriormente. |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Java |
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