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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

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Segurança e Estados Limites Ações nas Estruturas de Concreto Armado

As combinações últimas normais e as combinações últimas de construção ou especiais se diferem apenas pelo coeficiente ψ, que é ψ0 para as combinações normais últimas e pode ser ψ0 ou ψ2 para as combinações últimas de construção ou especiais, dependendo da duração da ação variável principal.

Nas combinações últimas excepcionais, a ação excepcional é considerada em seu valor característico, isto é, não majorada.

As ações variáveis são consideradas com seus valores quase permanentes pela multiplicação pelo fator de redução ψ2.

Nas combinações frequentes de serviço, existe uma ação variável principal considerada no seu valor frequente pela multiplicação pelo fator ψ1, e as demais consideradas em seus quase permanentes, pela multiplicação por ψ2.

Já, nas combinações raras de serviço, a variável principal se encontra em seu valor característico, ao passo que as demais ações variáveis são consideradas em seus valores frequentes, pela multiplicação por ψ1.

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PHP ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos

Programação orientada a objetos em PHP - Como usar herança em PHP

Quantidade de visualizações: 12216 vezes
Quando estamos projetando as classes que farão parte de um sistema, é aconselhável ter em mente um conceito muito importante da programação orientada a objetos: a herança.

O que um aluno, um professor e um funcionário possuem em comum? Todos eles são pessoas e, portanto, compartilham alguns dados comuns. Todos têm nome, idade, endereço, etc. E, o que diferencia um aluno de uma outra pessoa qualquer? Um aluno possui uma matrícula; Um funcionário possui um código de funcionário, data de admissão, salário, etc; Um professor possui um código de professor e informações relacionadas à sua formação.

É aqui que a herança se torna uma ferramenta de grande utilidade. Podemos criar uma classe Pessoa, que possui todos os atributos e métodos comuns a todas as pessoas e herdar estes atributos e métodos em classes mais específicas, ou seja, a herança parte do geral para o mais específico. Comece criando uma classe Pessoa como mostrado no código a seguir:

<?
  class Pessoa{
    public $nome;    
    public $idade;
  }
?>

Esta classe possui os atributos $nome e $idade. Estes atributos são comuns a todas as pessoas. Veja agora como podemos criar uma classe Aluno que herda estes atributos da classe Pessoa e inclui seu próprio atributo, a saber, seu número de matrícula. Eis o código:

<?
  class Pessoa{
    public $nome;    
    public $idade;
  }

  class Aluno extends Pessoa{
    public $matricula;
  }
?>

Observe que, em PHP, a palavra-chave usada para indicar herança é extends. A classe Aluno agora possui três atributos: $nome, $idade e $matricula. Veja um trecho de código mais completo, no qual este relacionamento é mais fácil de ser percebido:

<?
  class Pessoa{
    public $nome;    
    public $idade;
  }

  class Aluno extends Pessoa{
    public $matricula;
  }

  $aluno = new Aluno;
  $aluno->nome = "Osmar J. Silva";
  $aluno->idade = 36;
  $aluno->matricula = "AC33-65";

  // Exibe o resultado
  echo "Nome: " . $aluno->nome . "<br>" .
    "Idade: " . $aluno->idade . "<br>" .
    "Matrícula: " . $aluno->matricula;
?>

A herança nos fornece um grande benefício. Ao concentrarmos características comuns em uma classe e derivar as classes mais específicas a partir desta, nós estamos preparados para a adição de novas funcionalidades ao sistema. Se mais adiante uma nova propriedade comum tiver que ser adicionada, não precisaremos efetuar alterações em todas as classes. Basta alterar a superclasse e pronto. As classes derivadas serão automaticamente atualizadas.


C ::: Dicas & Truques ::: Ponteiros, Referências e Memória

Como usar ponteiros void na linguagem C - Curso de Linguagem C para iniciantes

Quantidade de visualizações: 17328 vezes
Em dicas desta seção você aprendeu que é possível criar ponteiros para os mais diferentes tipos. Veja:

int *ponteiro_int;
float *ponteiro_float;
double *ponteiro_double;

Existe, porém, um tipo de ponteiro que pode ser usado com todos os tipos de dados existentes ou ainda a serem criados. Este tipo é conhecido como void, ou seja, um ponteiro genérico e pode ser declarado da seguinte forma:

void *ponteiro; // ponteiro genérico

Veja um trecho de código no qual usamos um ponteiro genéríco para apontar para variáveis de diferentes tipos:

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  int valor = 20;
  float valor2 = 5.23;

  void *ponteiro; // ponteiro genérico

  ponteiro = &valor; // aponta para um inteiro
  printf("%d\n", *(int *)ponteiro);

  ponteiro = &valor2; // aponta para um float
  printf("%0.2f\n", *(float *)ponteiro);

  system("PAUSE");
  return 0;
}

Uma observação importante é a necessidade de uma conversão explícita (cast) no momento de desreferenciar um ponteiro genéríco. Neste caso ele precisa ser convertido para o tipo de ponteiro sendo usado no momento. Veja:

printf("%d\n", *(int *)ponteiro);

A parte (int *)ponteiro converte o ponteiro genérico em um ponteiro do tipo int e o símbolo * externo é usado para desreferenciar. Se essa conversão não for feita teremos um aviso e erro na maioria dos compiladores. Veja:

printf("%d\n", *ponteiro);

[Warning] dereferencing 'void *' pointer
invalid use of void expression  

Embora essa conversão seja necessária quando estamos desreferenciando um ponteiro genérico, podemos abrir mão dela na atribuição de um ponteiro genérico a um ponteiro de um tipo específico:

ponteiro = &valor; // aponta para um inteiro
int *ponteiro_int = ponteiro;
printf("%d\n", *ponteiro_int);

Para finalizar, saiba que as funções malloc() e calloc() retornam ponteiros void, ou seja, ponteiros genéricos que podem ser atribuídos a ponteiros de qualquer tipos. Neste caso, o ponteiro retornado por estas funções aponta para a primeira posição do bloco de memória requisitada.


HTML5 ::: HTML5 + JavaScript ::: Canvas

Como carregar uma imagem (ou foto) no objeto Canvas do HTML5

Quantidade de visualizações: 3094 vezes
O objeto Canvas do HTML5 nos permite carregar uma imagem ou foto em tempo de execução e desenhá-la em sua superfície. Para isso, comece criando um objeto Image para guardar a imagem temporariamente na memória:

var imagem = new Image();
// vamos carregar a logo do nosso site
imagem.src = "https://www.arquivodecodigos.com.br/logo.jpg";

O passo seguinte é adicionar um "ouvidor" de evento neste objeto Image para que ele nos avise quando a imagem estiver 100% carregada. Veja:

// vamos adicionar um "ouvidor" de evento no objeto Image
imagem.addEventListener('load', desenharImagem);

Pronto! Veja que agora, quando o evento load do objeto Image disparar, a função desenharImagem será chamada e a imagem será então desenhada no Canvas. Veja:

function desenharImagem(){
  // obtemos uma referência ao elemento Canvas  
  var canvas = document.getElementById("canvas1");
  // obtemos o contexto de desenho
  var contexto = canvas.getContext("2d");
  // e finalmente desenhamos a imagem
  contexto.drawImage(imagem, 0, 0);
}

E aqui está o código completo para o exemplo:

<html>
<head>
  <title>O objeto Canvas do HTML5</title>
</head>

<body>

<Canvas id="canvas1" width="500" height="350"></Canvas>

<script type="text/javascript">
  var imagem = new Image();
  // vamos carregar a logo do nosso site
  imagem.src = "https://www.arquivodecodigos.com.br/logo.jpg";

  // vamos adicionar um "ouvidor" de evento no objeto Image
  imagem.addEventListener('load', desenharImagem);

  function desenharImagem(){
    // obtemos uma referência ao elemento Canvas  
    var canvas = document.getElementById("canvas1");
    // obtemos o contexto de desenho
    var contexto = canvas.getContext("2d");
    // e finalmente desenhamos a imagem
    contexto.drawImage(imagem, 0, 0);
  }
</script>

</body>
</html>

Ao executar a página nós teremos o seguinte resultado:




C++ ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como excluir um diretório em C++ usando a função rmdir()

Quantidade de visualizações: 9011 vezes
Em algumas situações nossos códigos C++ precisam excluir diretórios. Isso pode ser feito com o auxílio da função _rmdir() ou rmdir(), disponível no header direct.h (trazido da linguagem C). Veja a assinatura desta função:

int _rmdir(const char *pathname);
Se o diretório for excluído com sucesso a função retornará o valor 0. O retorno será -1 se um erro ocorrer. Neste caso a variável global errno será definido como um dos seguintes valores:

a) ENOTEMPTY - Directory not empty - O diretório não está vazio e portanto não pode ser excluído;

b) ENOENT - No such file or directory - O caminho do diretório é inválido;

c) EACCESS - Acesso negado - Algum outro programa está usando este diretório e mantém controle sobre o mesmo.

Veja um trecho de código C++ no qual excluímos um diretório:

#include <iostream>
#include <direct.h>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  // vamos excluir este diretório
  char diretorio[] = "C:\\Dev-Cpp\\estudos";

  // vamos testar se houve erro na exclusão do diretório
  if(rmdir(diretorio) == -1){
    cout << "Erro: " << strerror(errno) << endl;
  }
  else{
    cout << "Diretório excluído com sucesso" << endl;
  }

  system("PAUSE"); // pausa o programa
  return EXIT_SUCCESS;
}

É possível usar a versão Unicode de _rmdir(), ou rmdir(). O método _wrmdir(), também presente em direct.h é útil quando precisamos internacionalizar nossas aplicações. Veja o exemplo:

#include <iostream>
#include <direct.h>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  // vamos excluir este diretório
  wchar_t diretorio[] = L"C:\\Dev-Cpp\\estudos";

  // vamos testar se houve erro na exclusão do diretório
  if(_wrmdir(diretorio) == -1){
    cout << "Erro: " << strerror(errno) << endl;
  }
  else{
    cout << "Diretório excluído com sucesso" << endl;
  }

  system("PAUSE"); // pausa o programa
  return EXIT_SUCCESS;
}



Java ::: Dicas & Truques ::: Threads

Threads em Java - O que são threads e como usá-las em seus programas Java

Quantidade de visualizações: 14096 vezes
Uma thread é um fluxo de execução de uma determinada tarefa em um programa. Na programação tradicional, temos apenas um fluxo de execução que começa a executar no início do programa e vai até o final. Com o uso de threads podemos ter várias tarefas sendo executadas ao mesmo tempo, cada uma independente da outra.

Em programas que contêm interfaces gráficas, o uso de múltiplos fluxos de execução (ou threads) é muito comum. Enquanto digitamos em uma caixa de texto, uma animação pode estar sendo executada ou um arquivo sendo baixado.

O Java permite que tenhamos várias threads sendo executadas ao mesmo tempo. Cada tarefa (ou thread) é uma instância da interface Runnable. Esta interface descreve apenas um método:

public void run();
Há duas formas de criarmos uma thread em Java. A primeira consiste em extender a classe Thread. Esta classe implementa a interface Runnable e fornece o método start(), que é usado para avisar ao gerenciador de threads que a thread recém criada está pronta para ser executada. Veja um exemplo:

// criamos uma classe que servirá como thread
class MinhaThread extends Thread{
  private String nome;  

  public MinhaThread(String nome){
    this.nome = nome;
  }   

  public void run(){
    for(int i = 1; i <= 20; i++){
      System.out.println(nome + ": " + i);
    }
  }
}

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    // vamos criar duas threads
    MinhaThread t1 = new MinhaThread("Thread 1");
    t1.start(); // chamamos o método start() e não run()

    MinhaThread t2 = new MinhaThread("Thread 2");
    t2.start(); // chamamos o método start() e não run()    

    System.exit(0);
  }
}

Salve este código como Estudos.java, compile e execute. Veja que cada thread escreverá de 1 a 20 na tela. Observe como as duas threads se alternam em suas tarefas, ou seja, de tempos em tempos uma cede lugar para que a outra seja executada. Note também que, embora nossa classe tenha um método run() nós não o chamamos. O que fazemos é chamar o método start(), que torna a thread elegível para ser executada a qualquer momento.

Uma outra forma de criarmos uma thread é fazer com que nossa classe implemente a interface Runnable. Veja:

// criamos uma classe que servirá como thread
class MinhaThread implements Runnable{
  private String nome;  

  public MinhaThread(String nome){
    this.nome = nome;
  }   

  public void run(){
    for(int i = 1; i <= 20; i++){
      System.out.println(nome + ": " + i);
    }
  }
}

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    // vamos criar duas threads
    MinhaThread mt1 = new MinhaThread("Thread 1");
    Thread t1 = new Thread(mt1);
    t1.start();    

    MinhaThread mt2 = new MinhaThread("Thread 2");
    Thread t2 = new Thread(mt2);
    t2.start();

    System.exit(0);
  }
}

O funcionamento do código é o mesmo. A diferença é que agora, a classe usada como thread implementa a interface Runnable. A forma de criação da thread também foi alterada. Agora nós criamos instâncias de Thread fornecendo nossa classe thread como argumento e chamamos o método start da classe Thread e não de nossa própria classe, como fizemos anteriormente.


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Java

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