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Ruby ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Como testar se um diretório existe em Ruby usando a função File.exist()Quantidade de visualizações: 7050 vezes |
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Em algumas situações nós precisamos testar a existência de um diretório na linguagem Ruby. Para isso nós podemos usar a função File.exist?(), que nos retorna um valor True se o diretório existir e False em caso contrário. Veja o código Ruby completo para o exemplo: # nome e caminho do diretório a ser testado diretorio = "C:\\estudos_ruby\\escola" if File.exist? diretorio puts "O diretório existe" else puts "O diretório não existe" end Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado: O diretório existe |
Java ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Como renomear um diretório em Java usando o método renameTo() da classe File - Arquivos e diretórios em JavaQuantidade de visualizações: 1 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos usar o método renameTo() da classe File da linguagem Java para renomear um diretório. Veja que este método retorna boolean, ou seja, o valor true caso o diretório for renomeado com sucesso e false em caso contrário. Veja o código completo para o exemplo:
package arquivodecodigos;
import java.io.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
// diretorio com o nome antigo
File dir1 = new File("c:\\java");
// diretorio com o novo nome
File dir2 = new File("c:\\java_novo");
boolean ok = dir1.renameTo(dir2);
if(ok){
System.out.println("Diretorio renomeado com sucesso.");
}
else{
System.out.println("Nao foi possivel renomear o diretorio.");
}
}
}
Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado: Diretorio renomeado com sucesso. |
C ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes) |
Vetores e Matrizes - Exercícios Resolvidos de C - Declarar um vetor de 10 elementos, usar um laço for para inicializar os elementos e exibí-los na verticalQuantidade de visualizações: 15684 vezes |
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Vetores e Matrizes - Exercício Resolvido de C - Declarar um vetor de 10 elementos, usar um laço for para inicializar os elementos e exibí-los na vertical Pergunta/Tarefa: Escreva um programa C que declara um vetor de 10 elementos do tipo int. Em seguida use um laço for para inicializar os elementos com os valores de 1 até 10. Para finalizar exiba os valores dos elementos da matriz na vertical. Seu programa deverá exibir a seguinte saída: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Resposta/Solução: A resolução desta tarefa passa pela declaração da matriz. Veja como isso pode ser feito: // vamos declarar uma matriz de 10 ints // neste momento seus elementos terão, todos, // valores aleatórios int valores[10]; Veja a resolução completa do exercício:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
int main(int argc, char *argv[])
{
// vamos declarar uma matriz de 10 ints
// neste momento seus elementos terão, todos,
// valores aleatórios
int valores[10];
int i;
// vamos usar o laço for para inicializar seus elementos
// com os valores de 1 até 10
for(i = 0; i < 10; i++){
// aqui nós usamos o valor da variável i para acessar o
// elemento da matriz e também para atribuir o valor de i + 1
// ao elemento sendo acessado
valores[i] = (i + 1);
}
// só nos resta exibir os valores de todos os elementos
for(i = 0; i < 10; i++){
printf("%d\n", valores[i]);
}
system("PAUSE");
return 0;
}
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C++ ::: Fundamentos da Linguagem ::: Tipos de Dados |
Apostila C++ para iniciantes - Como usar o tipo de dados short ou short int da linguagem C++Quantidade de visualizações: 14102 vezes |
O tipo de dados short (também chamado de short int) da linguagem C++ é uma variação do tipo int e geralmente possui a metade da capacidade de armazenamento deste. Nós o usamos quando queremos representar números inteiros, ou seja, sem partes fracionárias, que não sejam grandes o suficiente para exigir variáveis do tipo int. Veja um trecho de código demonstrando seu uso (note que estes estudos foram feitos no Windows XP - 32 bits - usando Dev-C++):
#include <iostream>
using namespace std;
int main(int argc, char *argv[]){
// declara uma variável do tipo short
short idade = 45;
cout << "A idade é: " << idade << "\n\n";
system("PAUSE"); // pausa o programa
return EXIT_SUCCESS;
}
Veja que a maioria dos compiladores C++ não faz distinção entre os tipos short e short int. A capacidade de armazenamento do tipo short depende da arquitetura na qual o programa está sendo executado. Uma forma muito comum de descobrir esta capacidade é usar os símbolos SHRT_MIN e SHRT_MAX, definidos no header climits (limits.h). Veja:
#include <iostream>
using namespace std;
int main(int argc, char *argv[]){
cout << "Valor mínimo: " << SHRT_MIN << "\n";
cout << "Valor máximo: " << SHRT_MAX << "\n\n";
system("PAUSE"); // pausa o programa
return EXIT_SUCCESS;
}
Ao executar este programa você terá um resultado parecido com: Valor mínimo: -32768 Valor máximo: 32767 Veja que o tipo short aceita valores positivos e negativos. Tudo que você tem a fazer é tomar todo o cuidado para que os valores atribuidos a variáveis deste tipo não ultrapassem a faixa permitida. Veja um trecho de código que provoca o que chamamos de transbordamento (overflow):
#include <iostream>
using namespace std;
int main(int argc, char *argv[]){
short soma = SHRT_MAX + 2;
cout << "Resultado: " << soma << "\n";
system("PAUSE"); // pausa o programa
return EXIT_SUCCESS;
}
Este programa exibirá o seguinte resultado: Resultado: -32767 Note que este não é o resultado esperado, visto que SHRT_MAX + 2 deveria retornar: 32767 + 2 = 32769 Porém, como o valor máximo que pode ser armazenado em um short é 32767, o procedimento adotado pelo compilador foi tornar o número negativo e subtrair 1. É claro que, se você testar este código em arquiteturas diferentes o resultado poderá ser diferente do exemplificado aqui. Em termos de bytes, é comum o tipo short ser armazenado em 2 bytes, o que resulta em 16 bits (um byte é formado por 8 bits, lembra?). Veja um trecho de código que mostra como usar o operador sizeof() para determinar a quantidade de bytes necessários para armazenar um variável do tipo short:
#include <iostream>
using namespace std;
int main(int argc, char *argv[]){
cout << "Tamanho de um short: " << sizeof(short)
<< " bytes\n\n";
system("PAUSE"); // pausa o programa
return EXIT_SUCCESS;
}
O resultado da execução deste código será algo como: Tamanho de um short: 2 bytes |
JavaScript ::: Dicas & Truques ::: Geometria, Trigonometria e Figuras Geométricas |
Como calcular o coeficiente angular de uma reta em JavaScript dados dois pontos no plano cartesianoQuantidade de visualizações: 2080 vezes |
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O Coeficiente Angular de uma reta é a variação, na vertical, ou seja, no eixo y, pela variação horizontal, no eixo x. Sim, isso mesmo. O coeficiente angular de uma reta tem tudo a ver com a derivada, que nada mais é que a taxa de variação de y em relação a x. Vamos começar analisando o seguinte gráfico, no qual temos dois pontos distintos no plano cartesiano: ![]() Veja que o segmento de reta AB passa pelos pontos A (x=3, y=6) e B (x=9, y=10). Dessa forma, a fórmula para obtenção do coeficiente angular m dessa reta é: \[\ \text{m} = \frac{y_2 - y_1}{x_2 - x_1} = \frac{\Delta y}{\Delta x} = tg \theta \] Note que __$\Delta y__$ e __$\Delta x__$ são as variações dos valores no eixo das abscissas e no eixo das ordenadas. No triângulo retângulo que desenhei acima, a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto oposto e a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto adjascente. Veja agora o trecho de código na linguagem JavaScript que solicita as coordenadas x e y dos dois pontos, efetua o cálculo e mostra o coeficiente angular m da reta que passa pelos dois pontos:
<html>
<head>
<title>Estudos JavaScript</title>
</head>
<body>
<script type="text/javascript">
// x e y do primeiro ponto
var x1 = 3;
var y1 = 6;
// x e y do segundo ponto
var x2 = 9;
var y2 = 10;
var m = (y2 - y1) / (x2 - x1);
// mostramos o resultado
document.writeln("O coeficiente angular é: " + m);
</script>
</body>
</html>
Ao executar este código JavaScript nós teremos o seguinte resultado: O coeficiente angular é: 0.6666666666666666 Veja agora como podemos calcular o coeficiente angular da reta que passa pelos dois pontos usando o Teorema de Pitágoras. Note que agora nós estamos tirando proveito da tangente do ângulo Theta (__$\theta__$), também chamado de ângulo Alfa ou Alpha (__$\alpha__$):
<html>
<head>
<title>Estudos JavaScript</title>
</head>
<body>
<script type="text/javascript">
// x e y do primeiro ponto
var x1 = 3;
var y1 = 6;
// x e y do segundo ponto
var x2 = 9;
var y2 = 10;
// vamos obter o comprimento do cateto oposto
var cateto_oposto = y2 - y1;
// e agora o cateto adjascente
var cateto_adjascente = x2 - x1;
// vamos obter o ângulo tetha, ou seja, a inclinação da hipetunesa
// (em radianos, não se esqueça)
var tetha = Math.atan2(cateto_oposto, cateto_adjascente);
// e finalmente usamos a tangente desse ângulo para calcular
// o coeficiente angular
var tangente = Math.tan(tetha);
// mostramos o resultado
document.writeln("O coeficiente angular é: " + tangente);
</script>
</body>
</html>
Ao executar este código você verá que o resultado é o mesmo. No entanto, fique atento às propriedades do coeficiente angular da reta: 1) O coeficiente angular é positivo quando a reta for crescente, ou seja, m > 0; 2) O coeficiente angular é negativo quando a reta for decrescente, ou seja, m < 0; 3) Se a reta estiver na horizontal, ou seja, paralela ao eixo x, seu coeficiente angular é zero (0). 4) Se a reta estiver na vertical, ou seja, paralela ao eixo y, o coeficiente angular não existe. |
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