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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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R ::: Dicas & Truques ::: Geometria, Trigonometria e Figuras Geométricas |
Como calcular o coeficiente angular de uma reta em R dados dois pontos no plano cartesianoQuantidade de visualizações: 2181 vezes |
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O Coeficiente Angular de uma reta é a variação, na vertical, ou seja, no eixo y, pela variação horizontal, no eixo x. Sim, isso mesmo. O coeficiente angular de uma reta tem tudo a ver com a derivada, que nada mais é que a taxa de variação de y em relação a x. Vamos começar analisando o seguinte gráfico, no qual temos dois pontos distintos no plano cartesiano: ![]() Veja que o segmento de reta AB passa pelos pontos A (x=3, y=6) e B (x=9, y=10). Dessa forma, a fórmula para obtenção do coeficiente angular m dessa reta é: \[\ \text{m} = \frac{y_2 - y_1}{x_2 - x_1} = \frac{\Delta y}{\Delta x} = tg \theta \] Note que __$\Delta y__$ e __$\Delta x__$ são as variações dos valores no eixo das abscissas e no eixo das ordenadas. No triângulo retângulo que desenhei acima, a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto oposto e a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto adjascente. Veja agora o trecho de código na linguagem R que solicita as coordenadas x e y dos dois pontos, efetua o cálculo e mostra o coeficiente angular m da reta que passa pelos dois pontos:
# x e y do primeiro ponto
x1 <- readline("Coordenada x do primeiro ponto: ")
y1 <- readline("Coordenada y do primeiro ponto: ")
x1 <- as.numeric(x1)
y1 <- as.numeric(y1)
# x e y do segundo ponto
x2 <- readline("Coordenada x do segundo ponto: ")
y2 <- readline("Coordenada y do segundo ponto: ")
x2 <- as.numeric(x2)
y2 <- as.numeric(y2)
# agora vamos calcular o coeficiente angular
m <- (y2 - y1) / (x2 - x1)
# mostramos o resultado
paste("O coeficiente angular é:", m)
Ao executar este código em linguagem R nós teremos o seguinte resultado: [1] "O coeficiente angular é: 0.666666666666667" Veja agora como podemos calcular o coeficiente angular da reta que passa pelos dois pontos usando o Teorema de Pitágoras. Note que agora nós estamos tirando proveito da tangente do ângulo Theta (__$\theta__$), também chamado de ângulo Alfa ou Alpha (__$\alpha__$):
# x e y do primeiro ponto
x1 <- readline("Coordenada x do primeiro ponto: ")
y1 <- readline("Coordenada y do primeiro ponto: ")
x1 <- as.numeric(x1)
y1 <- as.numeric(y1)
# x e y do segundo ponto
x2 <- readline("Coordenada x do segundo ponto: ")
y2 <- readline("Coordenada y do segundo ponto: ")
x2 <- as.numeric(x2)
y2 <- as.numeric(y2)
# vamos obter o comprimento do cateto oposto
cateto_oposto <- y2 - y1
# e agora o cateto adjascente
cateto_adjascente <- x2 - x1
# vamos obter o ângulo tetha, ou seja, a inclinação da hipetunesa
# (em radianos, não se esqueça)
tetha <- atan2(cateto_oposto, cateto_adjascente)
# e finalmente usamos a tangente desse ângulo para calcular
# o coeficiente angular
tangente <- tan(tetha)
# mostramos o resultado
paste("O coeficiente angular é:", tangente)
Ao executar este código você verá que o resultado é o mesmo. No entanto, fique atento às propriedades do coeficiente angular da reta: 1) O coeficiente angular é positivo quando a reta for crescente, ou seja, m > 0; 2) O coeficiente angular é negativo quando a reta for decrescente, ou seja, m < 0; 3) Se a reta estiver na horizontal, ou seja, paralela ao eixo x, seu coeficiente angular é zero (0). 4) Se a reta estiver na vertical, ou seja, paralela ao eixo y, o coeficiente angular não existe. |
Java ::: Tratamento de Erros ::: Erros de Tempo de Execução |
Java para iniciantes - Como tratar o erro OutOfMemoryError no JavaQuantidade de visualizações: 12532 vezes |
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O erro OutOfMemoryError é apresentado quando a Java Virtual Machine (JVM) não consegue alocar um objeto por falta de memória e o Garbagge Collector não liberou mais memória ainda. Este é um erro que não deve ser apanhado em um bloco try...catch, ou seja, se não há memória para alocar novos objetos, é fácil entender que não haverá memória para tal procedimento. O melhor a fazer é deixar o programa terminar e verificar a causa do problema. Veja a posição da classe OutOfMemoryError na hierarquia de classes da plataforma Java:
java.lang.Object
java.lang.Throwable
java.lang.Error
java.lang.VirtualMachineError
java.lang.OutOfMemoryError
Esta classe implementa a interface Serializable. Uma das causas mais comuns para o erro OutOfMemoryError é a instanciação exagerada de objetos, principalmente em laços (loops). Uma forma de aumentar a memória RAM a ser usada é definindo opções na linha de comando para o java.exe. Algumas destas opções são -Xss64k -Xoss300k -Xms4m e -Xmx10m. |
Java ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Java Básico |
Exercícios Resolvidos de Java - Como testar se um número é potência de dois usando JavaQuantidade de visualizações: 1114 vezes |
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Pergunta/Tarefa: Escreva um programa Java contendo um método que recebe um número inteiro e retorna um valor boolean indicando se o valor informado é potência de dois. Sua saída deverá ser parecida com: Informe um valor inteiro: 8 O valor 8 é potência de dois Informe um valor inteiro: 34 O valor 34 não é potência de dois Informe um valor inteiro: 64 O valor 64 é potência de dois Veja a resolução comentada deste exercício usando Java:
package estudos;
import java.util.Scanner;
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
// para ler a entrada do usuário
Scanner entrada = new Scanner(System.in);
// vamos pedir para o usuário informar um valor inteiro
System.out.print("Informe um valor inteiro: ");
int valor = Integer.parseInt(entrada.nextLine());
// vamos testar se o número informado é potência de dois
if(isPotenciaDeDois(valor)){
System.out.println("O valor " + valor + " é potência de dois");
}
else{
System.out.println("O valor " + valor + " não é potência de dois");
}
}
// método que recebe um número inteiro e informe se ele é
// potência de dois
public static boolean isPotenciaDeDois(int n){
// usamos o operador AND de bits para verificar se n AND n-1
// é igual a 0
return (n > 0) && (n & (n - 1)) == 0;
}
}
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Firebird ::: Dicas & Truques ::: Tipos de Dados |
Como usar os tipos de dados DATE, TIME e TIMESTAMP do FirebirdQuantidade de visualizações: 31020 vezes |
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No dialeto 3 (SQL DIALECT 3), o tipo de dados DATE do Firebird armazena apenas a data sozinha, ou seja, sem as horas. Esta forma de guardar apenas a data resulta em uma ocupação de 4 bytes (32 bits) na memória. A data armazenada pode variar de 01/01/0001 até 31/12/9999. No dialeto 1, (SQL DIALECT 1), o tipo DATE é o equivalente ao tipo TIMESTAMP do dialeto 3 (o tipo TIMESTAMP passou a existir somente a partir do dialeto 3). Veja um comando DDL CREATE TABLE que cria uma tabela do Firebird contendo um campo do tipo DATE: CREATE TABLE ALUNOS ( ID INTEGER NOT NULL, NOME VARCHAR(40) NOT NULL, NASCIMENTO DATE NOT NULL ); Aqui o campo ID é do tipo INTEGER, NOME é do tipo VARCHAR(40) e NASCIMENTO é do tipo DATE. Veja agora um comando DML INSERT INTO que insere um novo registro nesta tabela. Fique atento à forma como o valor da data é informado: INSERT INTO ALUNOS VALUES(1, 'OSMAR J. SILVA', '1981-11-28'); Veja que a data, assim como o valor para o campo NOME, foi informada entre aspas simples e seguindo o formato YYYY-MM-DD, ou seja, o ano, mês e dia separados por hifens. Para obter os dados inseridos pela query anterior, podemos usar o seguinte comando DML SELECT FROM: SELECT * FROM ALUNOS; Esta query resulta na exibição dos seguintes dados: ID NOME NASCIMENTO 1 OSMAR J. SILVA 28/11/1981 O tipo de dados TIME, disponível apenas a partir do dialeto 3 (SQL DIALECT 3) nos permite armazenar as horas, sem a data. Este tipo ocupa 4 bytes (32 bits) de memória e pode conter valores na faixa de 00:00 até 23:59:59.9999. Veja um comando DDL CREATE TABLE que cria uma tabela do Firebird contendo um campo do tipo TIME: CREATE TABLE COMPROMISSOS ( ID INTEGER NOT NULL, DESCRICAO VARCHAR(80) NOT NULL, DATA DATE NOT NULL, HORA TIME NOT NULL ); Veja que esta tabela possui 4 campos: ID do tipo INTEGER, DESCRICAO do tipo VARCHAR(80), DATA do tipo DATE e HORA do tipo TIME. Eis um comando DML INSERT INTO que mostra como inserir um registro nesta tabela: INSERT INTO COMPROMISSOS VALUES(10, 'ALMOÇO COM A ESPOSA', '2010-12-10', '19:00:00'); Note que, assim como fazemos com campos do tipo DATE, os valores para campos do tipo TIME também devem ser informados entre aspas simples. Veja um comando DML SELECT FROM que lista o registro inserido na query anterior: SELECT * FROM COMPROMISSOS; Esta query produz o seguinte resultado: ID DESCRICAO DATA HORA 10 ALMOÇO COM A ESPOSA 10/12/2010 19:00:00 O tipo TIMESTAMP, disponível apenas a partir do dialeto 3 (SQL DIALECT 3) nos permite armazenar a data e hora juntas. Este tipo ocupa 8 bytes (64 bits) de memória e é equivalente ao tipo DATE do dialeto 1. Veja um comando DDL CREATE TABLE que cria uma tabela do Firebird contendo um campo do tipo TIMESTAMP: CREATE TABLE COMPROMISSOS ( ID INTEGER NOT NULL, DESCRICAO VARCHAR(80) NOT NULL, DATA_HORA TIMESTAMP NOT NULL ); Veja que esta tabela possui três campos: ID é do tipo INTEGER, DESCRICAO é do tipo VARCHAR(80) e DATA_HORA é do tipo TIMESTAMP. Eis um comando DML INSERT INTO que mostra como inserir um registro nesta tabela: INSERT INTO COMPROMISSOS VALUES(20, 'ALMOÇO COM A ESPOSA', '2010-10-23 19:00:00'); Note que os valores para campos do tipo TIMESTAMP também devem ser informados entre aspas simples. Para finalizar, Veja um comando DML SELECT FROM que lista o registro inserido na query anterior: SELECT * FROM COMPROMISSOS; Esta query produz o seguinte resultado: ID DESCRICAO DATA_HORA 20 ALMOÇO COM A ESPOSA 23/10/2010 19:00:00 |
Java ::: Dicas & Truques ::: Formatação de datas, strings e números |
Como usar o método System.out.printf() do Java para converter um valor na base decimal para hexadecimalQuantidade de visualizações: 11302 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos tirar proveito do método System.out.printf() do Java 5.0 em diante para converter um valor na base decimal para hexadecimal e exibí-lo na tela. Veja o código completo para o exemplo:
package arquivodecodigos;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
int num = 35;
// exibe o valor na base hexadecimal
System.out.printf("O decimal %d convertido para hexadecimal é %x",
num, num);
}
}
Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado: O decimal 35 convertido para hexadecimal é 23 |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Java |
Veja mais Dicas e truques de Java |
Dicas e truques de outras linguagens |
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JavaScript - JavaScript Avançado - Como remover todas as ocorrências de uma substring em uma string usando uma função recursiva |
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