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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Ruby ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres |
Como inserir uma substring em uma determinada posição de uma string em Ruby usando a função insert()Quantidade de visualizações: 9472 vezes |
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Muita vezes precisamos inserir uma substring em uma determinada posição de uma string em Ruby. Esta tarefa pode ser realizada com a função insert() da classe String. Esta função opera na string original e requer dois argumentos: a posição na string onde a substring será inserida e a substring propriamente dita. A posição é um índice iniciando em 0. Índices negativos são contados a partir do final da string. Veja o exemplo: # declara e inicializa uma variável string frase = "Gosto muito de Ruby" puts "A frase original é: " + frase # vamos inserir " Python e" antes de "Ruby". frase.insert(14, " Python e") # exibe o resultado puts "A nova frase é: " + frase Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado: A frase original é: Gosto muito de Ruby A nova frase é: Gosto muito de Python e Ruby |
C++ ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes) |
Como retornar o tamanho de um array em C++ - Curso de C++ - Vetores e matrizes em C++Quantidade de visualizações: 12004 vezes |
Muitas vezes precisamos saber a quantidade de elementos em vetor (array). Em C++, isso pode ser feito com o uso da função sizeof(). O que fazemos é obter a quantidade de bytes contidos em todo o vetor e depois dividimos pela quantidade de bytes no primeiro elemento. Veja o código:
#include <iostream>
using namespace std;
int main(int argc, char *argv[])
{
// declara e inicializa um array de 5 inteiros
int valores[5] = {43, 12, 8, 4, 102};
// obtém a quantidade de elementos na matriz
int quant = sizeof(valores) / sizeof(valores[0]);
// exibe o resultado
cout << "Quant. elementos : " << quant << endl;
system("PAUSE"); // pausa o programa
return EXIT_SUCCESS;
}
Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado: Quant. elementos : 5 |
JavaScript ::: ECMAScript 5 - JavaScript 5 - ES5 - ECMAScript 2009 ::: Passos Iniciais |
Como usar a diretiva "use strict" do ECMAScript 5 em seus códigos JavaScriptQuantidade de visualizações: 1480 vezes |
À medida que a linguagem JavaScript foi ganhando popularidade, as pessoas responsáveis por sua manutenção perceberam a necessidade de torná-la um pouco mais restritiva em relação a erros de programação que até então não eram vistos pelos navegadores como erros. Vamos ver um exemplo? Considere o código JavaScript a seguir:
<html>
<head>
<title>Estudos PHP</title>
</head>
<body>
<script type="text/javascript">
total_cliente = 100;
document.writeln("Total: " + total_cliente);
</script>
</body>
</html>
Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado: Total: 100 Note que, embora o código tenha funcionado como esperado, nós não usamos a palavra-chave "var" (ou "let" ou "const") na declaração da variável total_cliente. Quando não fazemos isso, o interpretador realiza esta tarefa por conta própria, declarando e colocando a variável como global. Até aqui nenhum problema. A questão surge quando queremos que esta variável seja usada localmente, ou ainda, quando queremos indicar, para quem estiver lendo o nosso código, o ponto exato onde uma determinada variável foi declarada. A partir do ECMAScript 5 (JavaScript 5 - ES5 - ECMAScript 2009) nós podemos usar o modo "use strict" para exibir erros sempre que uma variável não declarada (com "var", "let" ou "const" sofra atribuição ou leitura. Dessa forma nossos códigos serão mais seguros, pois o interpretador não mais colocará variáveis no escopo global sem nosso consentimento explícito. Veja agora o mesmo trecho de código anterior, dessa vez usando "use strict":
<html>
<head>
<title>Estudos PHP</title>
</head>
<body>
<script type="text/javascript">
"use strict"
total_cliente = 100;
document.writeln("Total: " + total_cliente);
</script>
</body>
</html>
Agora o código não mais executa, e temos a seguinte mensagem de erro no console do Google Chrome ou Firefox: Uncaught ReferenceError: total_cliente is not defined at index.html:10 Neste exemplo eu usei "use strict" de forma a refletir em todos os códigos JavaScript a partir daquele ponto. No entanto, é possível colocar essa diretiva em locais expecíficos, tais como dentro do corpo de uma função. |
Java ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Laços de Repetição |
Exercícios Resolvidos de Java - Como calcular e exibir os 50 primeiros números primos em JavaQuantidade de visualizações: 11633 vezes |
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Pergunta/Tarefa: Um inteiro é um número primo se ele for divisível somente por 1 e por ele mesmo. Assim, 2, 3, 5 e 7 são primos, enquanto 4, 6, 8 e 9 não são. Note que o número 1 não é primo. Escreva um programa (algorítmo) Java que usa um laço for, while ou do...while para calcular e exibir os 50 primeiros números primos. Sua saída deverá ser parecida com:
50 primeiros numeros primos:
2 3 5 7 11 13 17 19 23 29
31 37 41 43 47 53 59 61 67 71
73 79 83 89 97 101 103 107 109 113
127 131 137 139 149 151 157 163 167 173
179 181 191 193 197 199 211 223 227 229
Veja a resolução comentada deste exercício usando Java:
package estudos;
public class Estudos {
public static void main(String[] args) {
int quantidade = 50; // quantidade de números primos
int contador = 0; // quantidade de números primos encontrados
int numero = 0; // inteiro inicial
// Lembre-se! O número 1 não é primo
System.out.println(quantidade + " primeiros numeros primos:\n");
// laço while será executado até encontrar os 50 primeiros números primos
while(contador < quantidade){
boolean primo = true;
// se o valor de i for 7, a variável j do laço contará
// de 2 até 7 / 2 (divisão inteira), ou seja, 3. Se o
// módulo de 7 por qualquer um dos valores neste intervalo
// for igual a 0, então o número não é primo
for(int j = 2; j <= (numero / 2); j++){
if(numero % j == 0){
primo = false; // não é primo
break;
}
}
if((primo) && (numero > 1)){
System.out.printf("%6d", numero);
contador++; // encontramos um número primo
if(contador % 10 == 0){
System.out.println();
}
}
numero++;
}
}
}
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LISP ::: Dicas & Truques ::: Passos Iniciais |
O que é Lisp e como escrever seu primeiro programa nessa linguagem de programaçãoQuantidade de visualizações: 2049 vezes |
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O que é Common Lisp? A linguagem de programação ANSI Common Lisp, ou simplesmente Common Lisp, é uma implementação específica da linguagem de programação Lisp multi-paradigma que suporta programação funcional e procedural. Sua especificação foi criada por Guy L. Steele nos anos 1980 a partir da linguagem Lisp com o intuito de combinar aspectos de diversos dialetos Lisp anteriores, incluindo Scheme. Foi proposto inicialmente o nome de "Standard Lisp" para a linguagem, mas em virtude de um dialeto Lisp já existir com este nome, se buscou um nome similar, resultando no nome "Common Lisp". Em 1994 foi publicada no padrão ANSI Information Technology - Programming Language - Common Lisp, registro X3.226-1994 (R1999). É bem maior e semanticamente mais complexa que Scheme uma vez que foi projetada para ser uma linguagem comercial e ser compatível com os diversos dialetos Lisp dos quais derivou. Como baixar, instalar e testar a Common Lisp no Windows? Embora exista uma quantidade enorme de compiladores Lisp disponíveis atualmente, minha pesquisa recaiu sobre o Steel Bank Common Lisp (SBCL), que pode ser baixado no endereço http://www.sbcl.org. No meu Windows 10 eu baixei o instalador sbcl-2.2.3-x86-64-windows-binary.msi, com o tamanho de 11.7Mb. Finalizada a instalação, vamos testar nossa distribuição do Bank Common Lisp (SBCL). Para isso, abra um janela de terminal e navegue até o diretório de instalação do SBCL: C:\Users\Osmar>cd C:\Program Files\Steel Bank Common Lisp Se você vir um arquivo sbcl.exe dentro deste diretório nós já temos a indicação de que tudo correu bem. Tudo que temos a fazer é chamar este arquivo na linha de comando: C:\Program Files\Steel Bank Common Lisp>sbcL Você verá as seguintes informações na sua tela: This is SBCL 2.2.3, an implementation of ANSI Common Lisp. More information about SBCL is available at <http://www.sbcl.org/>. SBCL is free software, provided as is, with absolutely no warranty. It is mostly in the public domain; some portions are provided under BSD-style licenses. See the CREDITS and COPYING files in the distribution for more information. * Note que o cursor já está esperando comandos, uma vez que estamos no modo interativo. Assim, digite o seguinte comando: * (+ 5 (* 2 4)) Pressione Enter. Se você vir o valor 13, então é sinal de que o SBCL está funcionando 100% e já podemos prosseguir. Para sair do modo interativo do SBCL, digite: * (quit) Como escrever um programa em Common List e carregá-lo no SBCL Agora vamos ver como podemos escrever um programa Common Lisp, salvá-lo em arquivo e carregá-lo a partir do compilador Steel Bank Common Lisp (SBCL). Para isso, abra o seu editor de códigos favorito e digite a seguinte listagem: ; Este programa talvez seja um dos mais básicos ; que podem ser escritos em Common Lisp (defun Primeiro() ; Vamos mostrar uma mensagem de boas-vindas (write-line "Bem-vindo(a) à Common Lisp") ) ; Efetua uma chamada automática ao programa (Primeiro) Para executar este programa, basta chamar o SBCL pela linha de comando, da seguinte forma: C:\Program Files\Steel Bank Common Lisp>sbcl --script C:\estudos_common_lisp\Primeiro.lsp Se o seu código estiver correto, sem nenhum erro de sintáxe, você verá o seguinte texto: Bem-vindo(a) à Common Lisp Pronto! Agora é só aproveitar as nossas dicas, truques e exercícios resolvidos de Common Lisp para aprender ainda mais. Bons estudos. |
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