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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Você está aqui: Cards de Engenharia Civil - Construção Civil |
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Java ::: Pacote java.lang ::: String |
Java Avançado - Como usar o método getBytes() da classe String para obter uma sequência de valores do tipo byteQuantidade de visualizações: 9126 vezes |
Em algumas situações gostaríamos de obter os caracteres de uma string como uma representação de inteiros em bytes. Para isso podemos usar o método getBytes(). Veja sua assinatura:public byte[] getBytes()
public class Main {
public static void main(String[] args) {
// vamos declarar um objeto da classe String
String palavra = "Arquivo";
// vamos obter os bytes usados na palavra anterior
byte bytes[] = palavra.getBytes();
// vamos percorrer a matriz de bytes e mostrá-los individualmente
for(int i = 0; i < bytes.length; i++){
System.out.print(bytes[i] + " ");
}
}
}
Ao executarmos este código teremos o seguinte resultado: 65 114 113 117 105 118 111 De fato, o valor 65 é o código inteiro para o caractere "A". É importante observar que alguns caracteres não cabem em um byte (que possui o valor 127 como maior valor inteiro). Isso resulta na conversão para valores negativos. Há outras duas sobrecargas do método getBytes() da classe String. A primeira: byte[] getBytes(Charset charset) byte[] getBytes(String charsetName) |
jQuery ::: Dicas & Truques ::: AJAX |
Quais os parâmetros que podem ser usados com o método ajax() da biblioteca jQueryQuantidade de visualizações: 13796 vezes |
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O método ajax() do jQuery aceita um mapa de opções para a requisição HTTP a ser realizada. Boa parte destas opções possuem valores padrões e, portanto, não precisam ser especificadas. A lista a seguir mostra os parâmetros disponíveis para o método ajax() na versão 1.2.3: url: Uma string contendo a URL para a qual a requisição HTTP será feita. type (opcional): Uma string definindo o método HTTP a ser usado na requisição (GET ou POST). O valor padrão é GET. dataType (opcional): Uma string definindo o tipo de dados aguardados como resposta do servidor (xml, html, json ou script). ifModified (opcional): Um valor Boolean indicando se o servidor deverá verificar se a página foi modificada antes de responder à requisição. timeout (opcional): O número de milisegundos após o qual a requisição sofrerá timeout e apresentará uma falha. global (opcional): Um valor Boolean indicando se gerenciadores de eventos AJAX globais serão disparados por esta requisição. O valor padrão é true. beforeSend (opcional): Uma função de callback que será executada antes da requisição HTTP ser feita. error (opcional): Uma função de callback que é executada se a requisição falhar. success (opcional): Uma função de callback que será executada se a requisição for feita com sucesso. complete (opcional): Uma função de callback que é executada quando a requisição finalizar. data (opcional): Um mapa ou string que será enviado ao servidor junto com a requisição. processData (opcional): Um valor boolean indicando se a conversão dos dados enviados em um formato objeto para o formato query-string deverá ser feita. O valor padrão é true. contentType (opcional): Uma string contendo o tipo de conteúdo MIME a ser definindo para a requisição. O valor padrão é application/x-www-form-urlencoded. async (opcional): Um valor Boolean indicando se a requisição deverá ser feita de forma assíncrona. O valor padrão é true. Nesta seção você encontra vários exemplos de uso da função ajax() do jQuery. |
C# ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres |
Como contar as palavras de uma frase ou texto em C# usando as funções IndexOf(), Replace() e Split() da classe StringQuantidade de visualizações: 12797 vezes |
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Este exemplo mostra como retornar a quantidade de palavras em uma frase ou texto usando métodos da classe String do C#. Veja como usar os métodos IndexOf() e Replace() para remover os espaços em excesso e, em seguida, o método Split() para quebrar as partes da frase ou texto usando um único espaço como separador. Veja o código completo:
using System;
namespace Estudos {
class Program {
static void Main(string[] args) {
string frase = "Gosto muito de C# e Java";
int cont = 0;
// remove os espaços em excesso
while (frase.IndexOf(" ") >= 0) {
frase = frase.Replace(" ", " ");
}
// remove espaços antes e depois da string
frase = frase.Trim();
// conta as palavras
cont = frase.Split(" ").Length;
Console.WriteLine("A frase contém " + cont + " palavras");
Console.WriteLine("\n\nPressione uma tecla para sair...");
Console.ReadKey();
}
}
}
Ao executar este código C# nós teremos o seguinte resultado: A frase contém 6 palavras |
PHP ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Como abrir um arquivo em PHP - Passos necessários para abrir um arquivo usando PHPQuantidade de visualizações: 18747 vezes |
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Nesta dica mostrarei os passos necessários para abrir um arquivo usando PHP. Note que usei a função file_exists() para verificar se o caminho e nome do arquivo indicados existem no sistema. Em seguida efetuamos uma chamada à função fopen() indicando que o arquivo será aberto no modo leitura. Veja como coloquei todo o código em uma exceção try..catch. Usar exceções em PHP é a melhor forma de garantir que seus códigos responderão corretamente a eventos inesperados. Veja o código completo para o exemplo:
<?php
// Informe o nome do arquivo que você deseja abrir
$arquivo = "c:\\estudos_php\\teste.txt";
// Use a função file_exists() para confirmar a existência do
// do arquivo.
if(file_exists($arquivo)){
// Tente abrir o arquivo (neste exemplo vamos abrí-lo para leitura)
try{
if($readfile = fopen($arquivo, "r")){
// Já podemos manipular o arquivo.
echo "Arquivo aberto com sucesso.";
}
else{
// Não foi possível abrir. Vamos lançar uma exceção.
throw new exception("Não consegui abrir o arquivo.");
}
}
catch(exception $e){
echo $e->getmessage();
}
}
else{
echo "Arquivo não existe.";
}
?>
Ao executar este código PHP nós teremos duas situações. Se o arquivo existir, a mensagem "Arquivo aberto com sucesso." será exibida. Se o arquivo não existir, a mensagem "Arquivo não existe". Há ainda uma terceira mensagem, que será exibida caso a exceção for atirada, indicando que o arquivo não pôde ser aberto por alguma outra razão. |
Python ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação orientada a objetos em Python: Classes, objetos, métodos e variáveis de instância - AtualizadoQuantidade de visualizações: 14643 vezes |
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A melhor forma de entender a programação orientada a objetos (OOP) é começar com uma analogia simples. Suponha que você queira dirigir um carro e fazê-lo ir mais rápido pressionado o acelerador. O que deve acontecer antes que você seja capaz de fazer isso? Bem, antes que você possa dirigir um carro, alguém tem que projetá-lo. Um carro geralmente começa com desenhos feitos pelos engenheiros responsáveis por tal tarefa, tal qual a planta de uma casa. Tais desenhos incluem o projeto de um acelerador que possibilita ao carro ir mais rápido. O pedal do acelerador "oculta" os mecanismos complexos responsáveis por fazer o carro ir mais rápido, da mesma forma que o pedal de freio "oculta" os mecanismos que fazem o carro ir mais devagar e o volante "oculta" os mecanismos que fazem com que o carro possa virar para a direita ou esquerda. Isso permite que pessoas com pequeno ou nenhum conhecimento de motores possam facilmente dirigir um carro. Infelizmente, não é possível dirigir o projeto de um carro. Antes que possamos dirigí-lo, o carro deve ser construído a partir do projeto que o descreve. Um carro já finalizado tem um pedal de aceleração de verdade, que faz com que o carro vá mais rápido. Ainda assim, é preciso que o motorista pressione o pedal. O carro não acelerará por conta própria. Agora vamos usar nosso exemplo do carro para introduzir alguns conceitos de programação importantes à programação orientada a objetos. A execução de uma determinada tarefa em um programa exige um método. O método descreve os mecanismos que, na verdade, executam a tarefa. O método oculta tais mecanismos do usuário, da mesma forma que o pedal de aceleração de um carro oculta do motorista os mecanismos complexos que fazem com que um carro vá mais rápido. Em Python, começamos criando uma unidade de programa chamada classe para abrigar um método, da mesma forma que o projeto de um carro abriga o design do pedal de acelerador. Em uma classe fornecemos um ou mais métodos que são projetados para executar as tarefas da classe. Por exemplo, a classe que representa uma conta bancária poderia conter muitos métodos, incluindo um método para depositar dinheiro na conta, outro para retirar dinheiro, um terceiro para verificar o saldo, e assim por diante. Da mesma forma que não podemos dirigir o projeto de um carro, nós não podemos "dirigir" uma classe. Da mesma forma que alguém teve que construir um carro a partir de seu projeto antes que pudessémos dirigí-lo, devemos construir um objeto de uma classe antes de conseguirmos executar as tarefas descritas nela. Quando dirigimos um carro, o pressionamento do acelerador envia uma mensagem ao carro informando-o da tarefa a ser executada (neste caso informando-o de que queremos ir mais rápido). Da mesma forma, enviamos mensagens aos objetos de uma classe. Cada mensagem é uma chamada de método e informa ao objeto qual ou quais tarefas devem ser executadas. Até aqui nós usamos a analogia do carro para introduzir classes, objetos e métodos. Já é hora de saber que um carro possui atributos (propriedades) tais como cor, o número de portas, a quantidade de gasolina em seu tanque, a velocidade atual, etc. Tais atributos são representados como parte do projeto do carro. Quando o estamos dirigindo, estes atributos estão sempre associados ao carro que estamos usando, e cada carro construído a partir do projeto sofrerá variações nos valores destes atributos em um determinado momento. Da mesma forma, um objeto tem atributos associados a ele quando o usamos em um programa. Estes atributos são definidos na classe a partir da qual o objeto é instanciado (criado) e são chamados de variáveis de instância da classe. Veremos agora como definir uma classe em Python e usar um objeto desta classe em um programa. Veja o trecho de código abaixo:
# Definição da classe Cliente
class Cliente:
"Minha primeira classe Python"
# define a propriedade nome
_nome = None
# um método que permite definir o nome do cliente
def definir_nome(self, nome):
self._nome = nome
# um método que permite obter o nome do cliente
def obter_nome(self):
return self._nome
# Fim da definição da classe Cliente
def main():
# Cria uma instância da classe Cliente
cliente = Cliente()
# Define o nome do cliente
cliente.definir_nome("Osmar J. Silva")
# Obtém o nome do cliente
print(cliente.obter_nome())
if __name__== "__main__":
main()
Em mais dicas dessa seção você aprenderá mais sobre a programação orientada a objeto em Python. |
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