Dúvidas, comentários e doaçoes: +55 62 9 8513 2505

Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

Você está aqui: Cards de Engenharia Civil - Construção Civil
Card 1 de 28
Fases de uma obra

A Planta de Localização (escala usual 1:200) identifica a posição da obra no terreno. Serve para implantar o projeto.

Filtrar Cards
Use esta opção para filtrar os cards pelos tópicos que mais lhe interessam.
Termos:
Aviso Importante: Nos esforçamos muito para que o conteúdo dos cards e dos testes e conhecimento seja o mais correto possível. No entanto, entendemos que erros podem ocorrer. Caso isso aconteça, pedimos desculpas e estamos à disposição para as devidas correções. Além disso, o conteúdo aqui apresentado é fruto de conhecimento nosso e de pesquisas na internet e livros. Caso você encontre algum conteúdo que não deveria estar aqui, por favor, nos comunique pelos e-mails exibidos nas opções de contato.
Link para compartilhar na Internet ou com seus amigos:

C ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes)

Como ordenar os elementos de um vetor (array) usando a função qsort() da linguagem C

Quantidade de visualizações: 1437 vezes
A função qsort() da linguagem C permite a ordenação dos elementos de um vetor (array ou matriz unidimensional) mediante o fornecimento de uma função auxiliar definida pelo usuário. Veja seu protótipo:

void qsort(void *base, size_t num, size_t size, 
  int(*comparator)(const void*, const void*)); 


Veja que só precisamos fornecer um ponteiro para o vetor a ser ordenado, a quantidade de elementos contidos no vetor, o tamanho em bytes de cada elemento e a função de comparação. No exemplo abaixo mostramos como ordenar um vetor contendo 9 valores inteiros:

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
 
// função auxiliar que permite comparar dois valores
// durante a ordenação
int comparar(const void *a, const void *b){
  return(*(int*)a - *(int*)b);
}
 
int main(int argc, char *argv[])
{
  int valores[] = {4, 6, 2, 8, 1, 9, 3, 0, 11};
  int i, tamanho = 9;
 
  // imprime o vetor sem a ordenação
  for(i = 0; i < 9; i++){
    printf("%d ", valores[i]);
  }
 
  // vamos ordenar o vetor usando
  qsort(valores, tamanho, sizeof(int), comparar);
 
  // imprime o vetor ordenado
  puts("\n");
  for(i = 0; i < 9; i++){
    printf("%d ", valores[i]);
  }
 
  puts("\n");
  system("pause");
  return 0;
}

Ao executarmos este código C nós teremos o seguinte resultado:

4 6 2 8 1 9 3 0 11

0 1 2 3 4 6 8 9 11

Pressione qualquer tecla para continuar...


Java ::: Reflection (introspecção) e RTI (Runtime Type Information) ::: Passos Iniciais

Saiba o que é Reflexão (Reflection) em Java - Como usar Reflexão (Reflection) na linguagem Java - Revisado

Quantidade de visualizações: 18889 vezes
Reflection (ou Reflexão), também conhecida como RTI (Runtime Type Information) em algumas linguagens, é um mecanismo para descobrir dados a respeito de um programa em tempo de execução. Reflection em Java nos permite descobrir informações sobre atributos ou membros (campos), métodos e construtores de classes. Podemos também operar nos campos e métodos que descobrimos.

A Reflection permite o que é normalmente chamada de programação dinâmica em Java.

A Reflection em Java é conseguida usando a Java Reflection API. Esta API consiste de classes nos pacotes java.lang e java.lang.reflect.

Antes de prosseguirmos, veja um exemplo de como podemos listar todos os métodos públicos da classe Object:

package arquivodecodigos;

import java.lang.reflect.*;
 
public class Estudos{
  public static void main(String args[]){
    // vamos carregar a classe Object
    try{
      Class c = Class.forName("java.lang.Object");
 
      // obtém os nomes dos métodos
      Method[] metodos = c.getMethods(); 
 
      // exibe o nome de cada método
      for(int i = 0; i < metodos.length; i++){
        System.out.println(metodos[i].getName()); 
      }
    }
    catch(ClassNotFoundException e){
      System.out.println(e.getMessage()); 
    }
 
    System.exit(0);
  }
} 

Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado:

wait
wait
wait
equals
toString
hashCode
getClass
notify
notifyAll

Eis uma lista das coisas que podemos fazer com a Java Reflection API:

1) Determinar a classe de um objeto;
2) Obter informações sobre os modificadores, campos (atributos), métodos, construtores e superclasses de uma classe;
3) Descobrir quais constantes e declarações de métodos pertencem a uma interface;
4) Criar uma instância de uma classe cujo nome não sabemos até o tempo de execução;
5) Obter e definir o valor do campo de um objeto;
6) Invocar um método em um objeto;
7) Criar um novo array, cujo tamanho e tipo de dados só saberemos em tempo de execução.

A Java Reflection API é geralmente usada para criar ferramentas de desenvolvimento tais como debuggers, class browsers e construtores de GUI. Geralmente, neste tipo de ferramentas, precisamos interagir como classes, objetos, métodos e campos, e não sabemos quais em tempo de compilação. Assim, a aplicação deve, dinamicamente, encontrar e acessar estes itens.

Esta dica foi revisada e testada no Java 8.


Ruby ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos em Ruby: Classes, objetos, métodos e variáveis de instância

Quantidade de visualizações: 11488 vezes
A melhor forma de entender a programação orientada a objetos é começar com uma analogia simples. Suponha que você queira dirigir um carro e fazê-lo ir mais rápido pressionado o acelerador. O que deve acontecer antes que você seja capaz de fazer isso?

Bem, antes que você possa dirigir um carro, alguém tem que projetá-lo. Um carro geralmente começa com desenhos feitos pelos engenheiros responsáveis por tal tarefa, tal qual a planta de uma casa. Tais desenhos incluem o projeto de um acelerador que possibilita ao carro ir mais rápido.

O pedal do acelerador "oculta" os mecanismos complexos responsáveis por fazer o carro ir mais rápido, da mesma forma que o pedal de freio "oculta" os mecanismos que fazem o carro ir mais devagar e o volante "oculta" os mecanismos que fazem com que o carro possa virar para a direita ou esquerda. Isso permite que pessoas com pequeno ou nenhum conhecimento de motores possam facilmente dirigir um carro.

Infelizmente, não é possível dirigir o projeto de um carro. Antes que possamos dirigí-lo, o carro deve ser construído a partir do projeto que o descreve. Um carro já finalizado tem um pedal de aceleração de verdade, que faz com que o carro vá mais rápido. Ainda assim, é preciso que o motorista pressione o pedal. O carro não acelerará por conta própria.

Agora vamos usar nosso exemplo do carro para introduzir alguns conceitos de programação importantes à programação orientada a objetos. A execução de uma determinada tarefa em um programa exige um método ou função. O método (ou função) descreve os mecanismos que, na verdade, executam a tarefa.

O método oculta tais mecanismos do usuário, da mesma forma que o pedal de aceleração de um carro oculta do motorista os mecanismos complexos que fazem com que um carro vá mais rápido.

Em Ruby, começamos criando uma unidade de programa chamada classe para abrigar um método, da mesma forma que o projeto de um carro abriga o design do pedal de acelerador. Em uma classe fornecemos um ou mais métodos que são projetados para executar as tarefas da classe.

Por exemplo, a classe que representa uma conta bancária poderia conter muitos métodos, incluindo um método para depositar dinheiro na conta, outro para retirar dinheiro, um terceiro para verificar o saldo, e assim por diante.

Da mesma forma que não podemos dirigir o projeto de um carro, nós não podemos "dirigir" uma classe. Da mesma forma que alguém teve que construir um carro a partir de seu projeto antes que pudessémos dirigí-lo, devemos construir um objeto de uma classe antes de conseguirmos executar as tarefas descritas nela.

Quando dirigimos um carro, o pressionamento do acelerador envia uma mensagem ao carro informando-o da tarefa a ser executada (neste caso informando-o de que queremos ir mais rápido). Da mesma forma, enviamos mensagens aos objetos de uma classe. Cada mensagem é uma chamada de método e informa ao objeto qual ou quais tarefas devem ser executadas.

Até aqui nós usamos a analogia do carro para introduzir classes, objetos e métodos. Já é hora de saber que um carro possui atributos (propriedades) tais como cor, o número de portas, a quantidade de gasolina em seu tanque, a velocidade atual, etc. Tais atributos são representados como parte do projeto do carro. Quando o estamos dirigindo, estes atributos estão sempre associados ao carro que estamos usando, e cada carro construído a partir do projeto sofrerá variações nos valores destes atributos em um determinado momento.
Da mesma forma, um objeto tem atributos associados a ele quando o usamos em um programa. Estes atributos são definidos na classe a partir da qual o objeto é instanciado (criado) e são chamados de variáveis de instância da classe.

Veremos agora como definir uma classe em Ruby e usar um objeto desta classe em um programa. Veja o trecho de código abaixo:

# Definição da classe Cliente
class Cliente
   def definir_nome(nome)
      @nome = nome
   end
    
   def obter_nome
      @nome
   end
end

# Cria uma instância da classe Cliente
cliente = Cliente.new

# Efetua uma chamada ao método definir_nome
cliente.definir_nome("Laura Maria dos Santos")

# Efetua uma chamada ao método obter_nome
print "O nome do cliente é " + cliente.obter_nome

Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado:

O nome do cliente é Laura Maria dos Santos


C++ ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos em C++ - Como usar construtores em suas classes C++

Quantidade de visualizações: 16272 vezes
Quando um objeto de uma classe C++ é criado, a linguagem chama um construtor para tal classe. Se nenhum construtor estiver definido, um construtor padrão é invocado. Este construtor aloca memória para o objeto, mas não o inicializa.

Um construtor é um método que definimos em nossas classes C++ e que possui o mesmo nome da classe. Um construtor não possui tipo de retorno e não retorna nenhum valor. Em geral construtores são públicos, mas, é possível termos construtores privados. Neste caso, somente um método estático da classe poderia criar novos objetos da classe (quando puder dê uma olhada no padrão de projeto Singleton).

O uso mais frequente dos métodos construtores é quando queremos inicializar valores das variáveis e demais recursos no momento da criação de uma nova instância da classe. Esta é uma técnica útil, visto que não precisamos dispor de esforço extra para inicializar as variáveis de instância de um objeto, individualmente, após sua criação.

Vamos ver um exemplo da definição e uso de construtores em uma classe C++? Comece analisando o código para o arquivo de definição da classe Pessoa:

Código para Pessoa.h:

// vamos evitar múltiplas inclusões do
// arquivo de cabeçalho (header file)
#ifndef PESSOA_H
#define PESSOA_H

// vamos incluir o header string
#include <string>

using namespace std;

class Pessoa{
  public:
    // construtor da classe Pessoa
    Pessoa(string, string, int);
    // método que permite retornar o nome da pessoa
    string getNome();
    // método que permite retornar o e-mail da pessoa
    string getEmail();
    // método que permite retornar a idade da pessoa
    int getIdade();
  private:
    // variáveis privadas
    string nome;
    string email;
    int idade;      
};

#endif

Veja a assinatura do método construtor:

Pessoa(string, string, int);

Note que na lista de parâmetros do construtor não precisamos informar os nomes dos parâmetros, apenas seus tipos. Veja agora o arquivo de implementação para esta classe:

Código para Pessoa.cpp:

// arquivo de implementação para a 
// classe Pessoa

// vamos incluir o header Pessoa.h
#include "Pessoa.h"

// implementação do construtor
Pessoa::Pessoa(string nome, string email, int idade){
  this->nome = nome;
  this->email = email;
  this->idade = idade;
}

// método que permite obter o nome da pessoa
string Pessoa::getNome(){
  return this->nome;                  
}

// método que permite obter o email da pessoa
string Pessoa::getEmail(){
  return this->email;                  
}  

// método que permite obter a idade da pessoa
int Pessoa::getIdade(){
  return this->idade;                  
}    

Note que na implementação do método construtor nós recebemos os argumentos para os parâmetros e os usamos para inicializar as variáveis privadas da instância da classe. Observe o uso do ponteiro this para nos referirmos à instância atual da classe Pessoa.

Finalmente, veja o código para o método main() do programa. É aqui que criamos um novo objeto da classe Pessoa e usamos seu método construtor para inicializar suas variáveis privadas de uma só vez:

Código para main.cpp:

#include <cstdlib>
#include <iostream>

// vamos incluir a classe Pessoa
#include "Pessoa.h"

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[])
{
    // vamos criar um novo objeto da classe Pessoa
    Pessoa *p = new Pessoa("Osmar J. Silva", 
      "osmar@arquivodecodigos.net", 38);    
    
    // vamos exibir os dados da pessoa
    cout << "Nome: " << p->getNome() << endl;
    cout << "E-Mail: " << p->getEmail() << endl;
    cout << "Idade: " << p->getIdade() << endl;
    
    system("PAUSE");
    return EXIT_SUCCESS;
}

Além do construtor, uma classe C++ possui também um método destrutor. Veja minhas dicas relacionadas a este assunto para aprender como definir e usar destrutores em suas classes C++.


Java ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística

Como converter de hexadecimal para decimal usando o método parseInt() da classe Integer da linguagem Java

Quantidade de visualizações: 14501 vezes
Em algumas situações nós precisamos converter um valor hexadecimal em um valor decimal. Isso pode ser feito por meio do método parseInt() da classe Integer do Java. Tudo que precisamos fazer é fornecer o valor 16 como segundo argumento na chamada desse método.

Veja o exemplo a seguir:

 
package arquivodecodigos;

public class Estudos{
  public static void main(String args[]){
    String hex = "F";
     
    // efetua a conversão de hexadecimal para
    // decimal
    int decimal = Integer.parseInt(hex, 16);
 
    // exibe o resultado
    System.out.println(hex + " em decimal é: " +
      decimal);
 
    System.exit(0);
  }
}

Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado:

O hexadecimal F em decimal é 15


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Java

Veja mais Dicas e truques de Java

Dicas e truques de outras linguagens

E-Books em PDF

E-Book 650 Dicas, Truques e Exercícios Resolvidos de Python - PDF com 1.200 páginas
Domine lógica de programação e a linguagem Python com o nosso E-Book 650 Dicas, Truques e Exercícios Exercícios de Python, para você estudar onde e quando quiser.

Este e-book contém dicas, truques e exercícios resolvidos abrangendo os tópicos: Python básico, matemática e estatística, banco de dados, programação dinâmica, strings e caracteres, entrada e saída, estruturas condicionais, vetores e matrizes, funções, laços, recursividade, internet, arquivos e diretórios, programação orientada a objetos e muito mais.
Ver Conteúdo do E-book
E-Book 350 Exercícios Resolvidos de Java - PDF com 500 páginas
Domine lógica de programação e a linguagem Java com o nosso E-Book 350 Exercícios Exercícios de Java, para você estudar onde e quando quiser.

Este e-book contém exercícios resolvidos abrangendo os tópicos: Java básico, matemática e estatística, programação dinâmica, strings e caracteres, entrada e saída, estruturas condicionais, vetores e matrizes, funções, laços, recursividade, internet, arquivos e diretórios, programação orientada a objetos e muito mais.
Ver Conteúdo do E-book

Linguagens Mais Populares

1º lugar: Java
2º lugar: Python
3º lugar: C#
4º lugar: PHP
5º lugar: C
6º lugar: Delphi
7º lugar: JavaScript
8º lugar: C++
9º lugar: VB.NET
10º lugar: Ruby


E-Book 650 Dicas, Truques e Exercícios Resolvidos de Python - PDF com 1.200 páginas
Domine lógica de programação e a linguagem Python com o nosso E-Book 650 Dicas, Truques e Exercícios Exercícios de Python, para você estudar onde e quando quiser. Este e-book contém dicas, truques e exercícios resolvidos abrangendo os tópicos: Python básico, matemática e estatística, banco de dados, programação dinâmica, strings e caracteres, entrada e saída, estruturas condicionais, vetores e matrizes, funções, laços, recursividade, internet, arquivos e diretórios, programação orientada a objetos e muito mais.
Ver Conteúdo do E-book Apenas R$ 32,90

Planilha Web - Planilhas e Calculadoras online para estudantes e profissionais de Engenharia Civil, Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica.


© 2026 Arquivo de Códigos - Todos os direitos reservados
Neste momento há 49 usuários muito felizes estudando em nosso site.