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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Python ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Python Básico |
Exercícios Resolvidos de Python - Como calcular o peso de uma pessoa na Lua usando PythonQuantidade de visualizações: 1011 vezes |
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Pergunta/Tarefa: Escreva um programa Python que leia o peso de uma pessoa na Terra e retorne o seu peso na Lua. Lembre-se da seguinte fórmula: \[\text{Peso na Lua} = \frac{\text{Peso na Terra}}{9,81} \times 1,622 \] Aqui nós estamos definindo a força da gravidade na Terra como 9,81 m/s2 e a força da gravidade na Lua como 1,622 m/s2. Se você quiser calcular o peso de uma pessoa em Marte, por exemplo, basta trocar a força da gravidade na Lua pela força da gravidade em Marte. Sua saída deverá ser parecida com: Peso na terra (kg): 70 O peso da pessoa na Lua é: 11.57 kg Veja a resolução comentada deste exercício usando Python:
# função principal do programa
def main():
# vamos ler o peso da pessoa na Terra
peso_terra = float(input("Peso na terra (kg): "))
# vamos calcular o peso da pessoa na Lua
peso_lua = (peso_terra / 9.81) * 1.622
# arredonda para duas casas decimais
peso_lua = round(peso_lua, 2)
# vamos mostrar o resultado
print("O peso da pessoa na Lua é: {0} kg".format(peso_lua))
if __name__== "__main__":
main()
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PHP ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas |
Como calcular o cateto oposto dadas as medidas da hipotenusa e do cateto adjascente em PHPQuantidade de visualizações: 1683 vezes |
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Todos estamos acostumados com o Teorema de Pitágoras, que diz que "o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos". Baseado nessa informação, fica fácil retornar a medida do cateto oposto quando temos as medidas da hipotenusa e do cateto adjascente. Isso, claro, via programação em linguagem PHP. Comece observando a imagem a seguir: ![]() Veja que, nessa imagem, eu já coloquei os comprimentos da hipotenusa, do cateto oposto e do cateto adjascente. Para facilitar a conferência dos cálculos, eu coloquei também os ângulos theta (que alguns livros chamam de alfa) e beta já devidamente calculados. A medida da hipotenusa é, sem arredondamentos, 36.056 metros. Então, sabendo que o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (Teorema de Pitógoras): \[c^2 = a^2 + b^2\] Tudo que temos que fazer é mudar a fórmula para: \[a^2 = c^2 - b^2\] Veja que agora o quadrado do cateto oposto é igual ao quadrado da hipotenusa menos o quadrado do cateto adjascente. Não se esqueça de que a hipotenusa é o maior lado do triângulo retângulo. Veja agora como esse cálculo é feito em linguagem PHP: <?php $c = 36.056; // medida da hipotenusa $b = 30; // medida do cateto adjascente // agora vamos calcular o comprimento da cateto oposto $a = sqrt(pow($c, 2) - pow($b, 2)); // e mostramos o resultado echo "A medida do cateto oposto é: " . $a; ?> Ao executar este código PHP nós teremos o seguinte resultado: A medida do cateto oposto é: 20.000878380711 Como podemos ver, o resultado retornado com o código PHP confere com os valores da imagem apresentada. |
C ::: C para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear |
Como calcular a transposta de uma matriz em C - Curso de C para Geometria Analítica e Álgebra LinearQuantidade de visualizações: 1460 vezes |
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A matriz transposta de uma matriz A é a matriz AT. Tal matriz é obtida quando copiamos os elementos da matriz A para uma outra matriz (ou para ela mesma) e trocamos de posição as linhas e colunas. Dessa forma, a primeira linha da matriz A se transforma na primeira coluna da matriz transposta, a segunda linha da matriz A se transforma na segunda coluna da matriz transposta e assim por diante. Em termos de notação, podemos dizer, de forma algébrica, que: ATji = Aij Onde i representa as linhas e j representa as colunas, tanto na matriz original quanto na matriz transposta. É importante estar atento à quantidade de linhas e colunas na matriz original e na matriz transposta equivalente. Assim, se a matriz original for 3x2, a matriz transposta será 2x3. Antes de vermos o código C, dê uma olhada na seguinte matriz de duas linhas e três colunas: \[A = \left[\begin{matrix} 3 & 5 & 7 \\ 1 & 2 & 9 \end{matrix}\right] \] Sua matriz transposta correspondente é: \[A^T = \left[\begin{matrix} 3 & 1 \\ 5 & 2 \\ 7 & 9 \end{matrix}\right] \] E agora veja o código C que declara uma matriz 2x3 e gera a matriz transposta 3x2:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
#include <locale.h>
int main(int argc, char *argv[]){
setlocale(LC_ALL,""); // para acentos do português
// vamos declarar e construir uma matrix
// 2x3 (duas linhas e três colunas
int matriz[2][3] = {{3, 5, 7}, {1, 2, 9}};
int i, j;
// vamos exibir os valores da matriz
printf("Elementos da matriz:\n");
for(i = 0; i < 2; i++){
for(j = 0; j < 3; j++){
printf("%5d ", matriz[i][j]);
}
printf("\n");
}
// como temos uma matriz 2x3, a transposta deverá ser
// 3x2, ou seja, três linhas e duas colunas
int linhas = 3; // linhas da matriz original
int colunas = 2; // colunas da matriz original
int transposta[linhas][colunas];
// e agora vamos preencher a matriz transposta
for(i = 0; i < 2; i++){
for(j = 0; j < 3; j++){
transposta[j][i] = matriz[i][j];
}
}
// vamos exibir os valores da matriz transposta
printf("Elementos da matriz transposta:\n");
for(i = 0; i < 3; i++){
for(j = 0; j < 2; j++){
printf("%5d ", transposta[i][j]);
}
printf("\n");
}
printf("\n\n");
system("PAUSE");
return 0;
}
Ao executar este código C nós teremos o seguinte resultado:
Elementos da matriz:
3 5 7
1 2 9
Elementos da matriz transposta:
3 1
5 2
7 9
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Delphi ::: Dicas & Truques ::: Ponteiros, Referências e Memória |
Como usar nil para testar ou indicar que um ponteiro Delphi não referencia nenhuma posição de memóriaQuantidade de visualizações: 15637 vezes |
O propósito dos ponteiros é nos permitir acessar e manipular os valores de outras variáveis. Isso é feito acessando-se diretamente o endereço de memória destas variáveis. Porém, há situações nas quais queremos testar se um determinado ponteiro está realmente apontando para um local na memória. Veja o seguinte trecho de código:procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject); var pvalor: ^integer; begin // vamos exibir o valor da variável referenciada pelo // ponteiro pvalor ShowMessage(IntToStr(pvalor^)); end; Ao executarmos este código nós teremos um valor aleatório sendo exibido (e um warning do tipo W1036 Variable 'pvalor' might not have been initialized. Isso acontece porque criamos um ponteiro para um Integer mas não indicamos o endereço da variável para a qual ele aponta, ou seja, até o momento este ponteiro é nulo (não aponta para nenhuma posição de memória). Mova a declaração do ponteiro para a seção interface e verá que código compilará mas teremos uma exceção do tipo EAccessViolation (Exception class EAccessViolation with message 'Access violation at address ... in module ...). Clássico erro de lógica. Estamos tentando acessar dados não existentes na memória. Esta situação pode ser evitada testando se o ponteiro ainda é nulo antes de tentarmos desreferenciá-lo. Veja:
procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
begin
// vamos exibir o valor da variável referenciada pelo
// ponteiro pvalor
if pvalor = nil then
ShowMessage('O ponteiro ainda é nulo.')
else
ShowMessage(IntToStr(pvalor^));
end;
Note que movi a declaração do ponteiro para a secão interface, de forma a torná-la global. Isso evita que o ponteiro seja automaticamente inicializado (o que sempre acontece com as variáveis locais). Ao executar o código novamente você verá a mensagem indicando que o ponteiro ainda é nulo. Podemos também usar nil para, explicitamente, marcar um ponteiro como nulo, ou seja, definir que o ponteiro não aponta para nenhum local na memória. Comece declarando as variáveis abaixo na seção interface do formulário: valor: Integer; pvalor: ^Integer; Em seguida coloque o código abaixo no evento Click de um botão: procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject); begin // vamos atribuir um valor à variável valor valor := 14; // vamos "apontar" nosso ponteiro para o local de // memória da variável valor pvalor := @valor; // vamos exibir o valor da variável apontada por pvalor ShowMessage(IntToStr(pvalor^)); // vamos marcar pvalor como nulo pvalor := nil; // vamos causar um EAccessViolation já que pvalor // não aponta para nenhum local na memória agora ShowMessage(IntToStr(pvalor^)); end; Sempre que marcamos um ponteiro como nil, a memória até então ocupada por ele é liberada para uso por parte do sistema operacional ou demais programas. Este procedimento ajuda a evitar os vazamentos de memória (memory leak) tão frequentes em códigos que trabalham com memória alocada dinamicamente. Para fins de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009. |
Python ::: cmath Python Module (Módulo Python cmath para números complexos) ::: Números Complexos (Complex Numbers) |
Como converter um número complexo na forma retangular para a forma polar usando PythonQuantidade de visualizações: 2819 vezes |
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Quando estamos efetuando cálculos envolvendo números complexos, é comum precisarmos converter da forma retangular para a forma polar, e vice-versa. Um número complexo na forma retangular apresenta o seguinte formato: 7 + j5 onde 7 é a parte real e 5 é a parte imaginária. Note que usei a notação "j" em vez de "i" para a parte imaginária, uma vez que a notação "j" é a mais comum na engenharia. O número complexo na forma polar, por sua vez, é composto pelo raio e pela fase (phase), que é o ângulo theta (ângulo da inclinação da hipotenusa em relação ao cateto adjascente). O raio, representado por r, é o módulo do vetor cujas coordenadas são formadas pela parte real e a parte imaginária do número complexo. A parte real se encontra no eixo das abcissas (x) e a parte imaginária fica no eixo das ordenadas (y). Veja agora o código Python completo que lê a parte real e a parte imaginária de um número complexo e o exibe na forma polar:
# vamos importar o módulo de matemática de números complexos
import cmath
# método principal
def main():
# vamos ler a parte real e a parte imaginária do
# número complexo
real = float(input("Parte real do número complexo: "))
imaginaria = float(input("Parte imaginária do número complexo: "))
# constrói o número complexo
z = complex(real, imaginaria)
# mostra o valor absoluto na forma polar
print ("Valor absoluto (raio ou módulo): ", abs(z))
# mostra a fase do número complexto na forma polar
print("Fase em radianos: ", cmath.phase(z))
print("Fase em graus: ", cmath.phase(z) * (180 / cmath.pi))
if __name__== "__main__":
main()
Ao executar este código Python nós teremos o seguinte resultado: Parte real do número complexo: 3 Parte imaginária do número complexo: -4 Valor absoluto (raio ou módulo): 5.0 Fase em radianos: -0.9272952180016122 Fase em graus: -53.13010235415598 |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Python |
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