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PHP ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes) |
Como embaralhar os elementos de um array em PHP usando a função shuffle() - Vetores e matrizes em PHPQuantidade de visualizações: 13165 vezes |
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Em algumas situações nós precisamos misturar os elementos de um vetor em PHP, ou seja, embaralhar de forma aleatória os elementos. Para isso nós podemos usar a função shuffle(), que recebe um vetor e o devolve com a ordem dos elementos embaralhada de forma randômica. Veja o exemplo completo:
<html>
<head>
<title>Estudando PHP</title>
</head>
<body>
<?php
$nomes = array("Osmar", "Marcos", "Igor", "Gustavo");
// ordem original
for($i = 0; $i < count($nomes); $i++){
echo $nomes[$i] . "<br>";
}
echo "<br>";
// embaralha o vetor
shuffle($nomes);
// ordem embaralhada
for($i = 0; $i < count($nomes); $i++){
echo $nomes[$i] . "<br>";
}
?>
</body>
</html>
Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado: Osmar Marcos Igor Gustavo Gustavo Osmar Marcos Igor |
Angular ::: Dicas & Truques ::: Diretivas Angular |
Angular para iniciantes: Como usar a diretiva ngFor do Angular para percorrer e exibir os itens de vetores e listasQuantidade de visualizações: 5676 vezes |
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A diretiva ngFor do Angular é usada quando precisamos percorrer os elementos de um vetor (ou lista) de tipos primitivos ou objetos de classes. Dessa forma, para cada elemento da lista nós podemos definir o bloco HTML que determinará como o elemento individual será renderizado. Vamos ver um exemplo bem simples? Comece criando uma nova aplicação Angular. Abra uma janela de terminal e dispare um comando Angular CLI parecido com: c:\docs_osmar>cd c:\estudos_angular c:\estudos_angular>ng new escola Aqui nós estamos criando uma aplicação Angular com o nome escola. Nesse momento o CLI já criou para nós os seguintes arquivos: app.component.css, app.component.html, app.component.spec.ts, app.component.ts, app.module.ts. Estou usando Angular 11. Dependendo da sua versão, pode ser que sua lista de arquivos seja um pouco diferente. Antes de continuarmos, vamos deixar a aplicação executando. Então, dispare o comando abaixo para executar a aplicação no navegador: c:\estudos_angular>cd escola c:\estudos_angular\escola>ng serve --open Rodou sem problemas? Agora vamos ao nosso primeiro exemplo da diretiva ngFor. Abra o arquivo app.component.ts no seu editor de código favorito e altere o seu código para a versão abaixo:
import { Component } from '@angular/core';
@Component({
selector: 'app-root',
templateUrl: './app.component.html',
styleUrls: ['./app.component.css']
})
export class AppComponent {
linguagens: string[];
constructor() {
this.linguagens = ["Java", "C++", "Delphi", "PHP", "Perl"];
}
}
Veja que temos um vetor de string contendo o nome de cinco linguagens de programação. Agora vamos usar a diretiva ngFor para receber esta lista no template HTML e exibir seus itens individuais. Para isso, abra o arquivo app.component.html e altere o seu código para:
<h2>Minhas linguagens favoritas:</h2>
<ul *ngFor="let linguagem of linguagens">
<li>{{ linguagem }}</li>
</ul>
Veja que coloquei a diretiva ngFor como parte de um elemento HTML <ul> e, para cada item do vetor, nós criamos um novo elemento <li>. Aqui nós usamos o elemento <ul>, mas você pode usar uma <div> ou até mesmo <tr> e <td> para exibir o item como linha de uma tabela. Execute a aplicação no navegador e você terá o seguinte resultado: ![]() A instrução "let linguagem of linguagens" quer dizer: pegue os elementos individuais do vetor linguagens e associe, durante a iteração, o elemento atual à variável linguagem. Depois disso só precisamos usar as tags de template {{ linguagem }} para exibir o valor de cada elemento de forma individual. Mas a diretiva ngFor oferece alguns recursos extras. Não deixe de acompanhar as outras dicas e truques dessa seção. |
Java ::: Classes e Componentes ::: JTable |
Java Swing - Como alterar a cor de fundo dos títulos de uma JTable usando o método setBackground() da classe JTableHeaderQuantidade de visualizações: 1 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos chamar o método getTableHeader() da classe JTable para obter um objeto JTableHeader e usar seu método setBackground() para definir a cor de fundo dos títulos da tabela JTable. Veja o trecho de código a seguir: JTableHeader titulos = tabela.getTableHeader(); titulos.setBackground(Color.ORANGE); Note que "tabela" é uma referência a um objeto da classe JTable. |
Java ::: Pacote java.io ::: Console |
Java para iniciantes - Como usar a classe Console da linguagem JavaQuantidade de visualizações: 10336 vezes |
A classe Console, que é definida no pacote java.io como public e final, fornece métodos para acessar o dispositivo de console baseado em caracteres associado com a máquina virtual Java (JVM) sendo executada no momento. Um objeto desta classe é obtido por meio de uma chamada ao método console() da classe System. Veja:
import java.io.Console;
public class Estudos {
public static void main(String[] args) {
// vamos obter o console para a JVM atual
Console console = System.console();
// vamos testar se o console foi obtido com sucesso
if(console != null){
System.out.println("Console obtido com sucesso");
}
else{
System.out.println("Não foi possível obter o console");
}
}
}
É importante observar que, durante a autoria desta dica (Maio/2012), não é possível obter um objeto da classe Console executando a aplicação dentro do Netbeans e/ou Eclipse, somente executando a aplicação a partir da linha de comando ou outros editores, tais como o JCreator. A razão disso é que, tanto o Netbeans quanto o Eclipse executam a janela de console como um processo de fundo, afim de obter sua saída e exibir em suas próprias janelas. Veja a posição desta classe na hierarquia de classes da plataforma Java: java.lang.Object java.io.Console O fato de a máquina virtual ter um console ou não depende da plataforma na qual ela está sendo executada, e também na forma que a JVM foi invocada. Se a máquina virtual é iniciada a partir de uma janela de linha de comando interativa sem redirecionar os fluxos de entrada e saída padrão, então o console existirá e estará conectado ao teclado e tela a partir da qual a JVM foi lançada. Se a máquina virtual é iniciada automaticamente, por exemplo, como um gerenciador de agendamento de tarefas em segundo plano, então ela, em geral, não terá um console. Se a JVM atual tiver um console, então este é representado por uma instância única da classe Console, que pode ser obtida por meio de uma chamada ao método console() da classe System. Se nenhum dispositivo de console estiver disponível, uma chamada a este método retornará o valor null. Operações de leitura e escrita são sincronizadas para garantir a atomicidade das operações críticas. Assim, as chamadas aos métodos readLine(), readPassword(), format() e printf(), assim como operações de leitura, formatação e escrita nos objetos retornados pelos métodos reader() e writer() poderão causar bloqueios em cenários de múltiplas threads. Chamar close() nos objetos retornados pelos métodos reader() e writer() não fechará os fluxos destes objetos. Os métodos de leitura da classe Console retornam null quando o fim do fluxo de entrada de console é alcançado, por exemplo, ao digitar control-D no Linux/Unix ou control-Z no Windows. Operações de leitura subsequentes terão sucesso se caracteres adicionais forem inseridos mais tarde no dispositivo de entrada do console. |
Ruby ::: Dicas & Truques ::: Data e Hora |
Como usar a classe Date do Ruby em seus programasQuantidade de visualizações: 7960 vezes |
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A classe Date da linguagem Ruby representa datas. Ela o faz trabalhando com anos, meses, semanas e dias. Tenha em mente que, ao usar a classe Date não temos acesso a nada relacionado a horas, minutos ou segundos. Internamente, uma data é representada como um número: ajd (Astronomical Julian Day Number). O dia da reforma do calendário (Day of Calendar Reform), sg, também é armazenado, para conversões para outros formatos de datas (há também um campo chamado "of" para a diferença de fuso horário, mas este é usado somente na subclasse DateTime). Um novo objeto Date é criado usando-se um dos métodos de criação de objetos da classe. E tais métodos recebem nomes de acordo com o formato de data. Além disso, os argumentos fornecidos devem obedecer ao formato de data desejado, por exemplo, Date::civil() (apelido para Date::new()) com ano, mês e dia do ano, ou Date::ordinal() com ano e dia do ano. Todos estes métodos de criação de objetos da classe também aceitam o dia da reforma do calendário (Day of Calendar Reform) como um argumento opcional. Objetos Date são imutáveis após sua criação. Após criarmos um objeto Date, valores de data podem ser obtidos para os diferentes formatos de data suportados usando métodos de instância. Por exemplo, mon() retorna o mês civil, cwday() retorna o dia comercial da semana, e yday() retorna o dia ordinal do ano. Valores Date podem ser obtidos em qualquer formato, independente de qual formato foi usado para criar a instância do objeto. A classe Date inclui o módulo Comparable, o que permite que objetos Date possam ser comparados e ordenados, faixas de datas possam ser criadas e assim por diante. Veja no trecho de código abaixo como podemos criar um objeto Date representando a data atual:
# importa o módulo date
require 'date'
# obtém a data de hoje
hoje = Date.today
# exibe o resultado
puts "Hoje é " + hoje.strftime("%e/%m/%Y")
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Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Ruby |
Veja mais Dicas e truques de Ruby |
Dicas e truques de outras linguagens |
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Delphi - Como converter strings em valores TDateTime usando as funções StrToDate() e StrToDateDef() do Delphi Delphi - Delphi para iniciantes - Como criar uma data e hora em Delphi usando a função EncodeDateTime() |
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