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Boleto Bancário Java - Como montar o campo livre do código de barras juntamente com o seu dígito verificador (Módulo 11) - Boleto Caixa Econômica

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Em outras dicas dessa seção eu mostrei, passo-a-passo, como calcular o dígito verificador do código do cedente para os boletos da Caixa Econômica Federal (Banco 104). O código do cedente, com o seu dígito verificador, e o nosso número do título são essenciais para a montagem do campo livre, usado tanto no código de barras quanto na linha digitável do boleto. Em caso de dúvidas, revise as demais dicas. Prossiga somente se você estiver bem seguro quanto aos conhecimentos anteriores.

Na Especificação do Código de Barras para Bloquetos de Cobrança Sem Registro e Registrada no SIGCB (67.119 v005 micro), o Campo Livre contém 25 posições dispostas da seguinte forma:

a) Código do Cedente, composto de 6 dígitos;

b) DV do Código do Cedente;

c) Nosso Número – Seqüência 1: 3ª a 5ª posição do Nosso Número;

d) Constante 1 Posição: 1ª posição do Nosso Numero: Tipo de Cobrança (1-Registrada / 2-Sem Registro);

e) Nosso Número – Seqüência 2: 6ª a 8ª posição do Nosso Número;

f) Constante 2 Posição: 2ª posição do Nosso Número: Identificador da Emissão do Bloqueto (4-Cedente);

g) Nosso Número – Seqüência 3: 9ª a 17ª posição do Nosso Número;

h) DV do Campo Livre: Dígito Verificador do Campo Livre, calculado através do Modulo 11, conforme código que mostrarei também nessa dica. Nos boletos e arquivos de remessa da Caixa, o Dígito Verificador do Campo Livre admite 0 (zero), diferentemente do DV Geral do Código de Barras (que também mostro como calcular em dicas dessa seção).

O cálculo que mostrarei a seguir é baseado no Módulo 11 e está de acordo com as instruções do Manual de Leiaute de Arquivo Eletrônico Padrão CNAB 240 - Cobrança Bancária Caixa - SIGCB - Versão 67.118 v024 micro e Especificação do Código de Barras para Bloquetos de Cobrança Sem Registro e Registrada no SIGCB (67.119 v005 micro). Tenha certeza de verificar sua versão do manual antes de usar o código apresentado.

Dito isso, veja o código Java completo para uma função que recebe o Código do Cedente e o Nosso Número e retorna o Campo Livre com 24 posições. Em seguida o código chama outra função para calcular o dígito verificador, totalizando as 25 posições:

package arquivodecodigos;

/*
  A implementação do método dvCodigoCedente() está
  na dica Boleto Bancário Java - Como calcular o
  Dígito Verificador do Código do Cedente 
  (Módulo 11) - Boleto Caixa Econômica  
*/

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    // ATENÇÃO: Se você ainda não entende os dados abaixo,
    // revise as dicas anteriores antes de continuar
    String carteira = "1"; //  
    String emissao = "4"; // cedente
    String nossoNumero = "222333777777777";
    String nossoNumeroCompleto = carteira + emissao + nossoNumero;
    String cedente = "005507";
    int dvCedente = dvCodigoCedente(cedente);
  
    // agora vamos montar as 24 posições do campo livre
    String campoLivre = montarCampoLivre(cedente, dvCedente,
      nossoNumeroCompleto);

    // vamos mostrar o resultado (25 posições)
    System.out.println("O campo livre completo é: " + campoLivre);
  }

  // função que recebe o campo livre
  // e retorna o seu dígito verificador
  public static int dvCampoLivre(String campoLivre){
    // agora vamos definir os índices de múltiplicação
    String indices = "987654329876543298765432";
    // e aqui a soma da multiplicação coluna por coluna
    int soma = 0;
     
    // fazemos a multiplicação coluna por coluna agora
    for (int i = 0; i < campoLivre.length(); i++){
      soma = soma + Integer.parseInt(String.valueOf(campoLivre.charAt(i))) *
        Integer.parseInt(String.valueOf(indices.charAt(i)));
    }
    
    // obtemos o resto da divisão da soma por onze
    int resto = soma % 11;
     
    // subtraímos onze pelo resto da divisão
    int digito = 11 - resto;  	
	 
    // atenção: Se o resultado da subtração for
    // maior que 9 (nove), o dígito será 0 (zero)
    if(digito > 9){
      digito = 0;    
    }
     
    return digito;
  }
  
  // monta as 25 posições do campo livre
  public static String montarCampoLivre(String cedente, 
    int dvCedente, String nossoNumeroCompleto){
	
    // muita atenção às subtrings. Revise e revise
    String campoLivre = cedente + dvCedente +
      nossoNumeroCompleto.substring(2, 5) +
      nossoNumeroCompleto.substring(0, 1) +
      nossoNumeroCompleto.substring(5, 8) +
      nossoNumeroCompleto.substring(1, 2) +
      nossoNumeroCompleto.substring(8, 17);      
        
    // agora vamos calcular o dígito verificador do
    // campo livre
    int dvCampoLivre = dvCampoLivre(campoLivre); 
	
    return campoLivre + dvCampoLivre;  
  }
  
  // função que recebe o nosso número
  // e retorna o seu dígito verificador
  public static int dvNossoNumero(String nossoNumero){
    // o nosso número possui mais que 17 dígitos?
    if(nossoNumero.length() > 17){
      System.out.println("O Nosso Número não pode ter " +
        " mais que 17 dígitos.");
      System.exit(1);	
    }
	
    // agora vamos definir os índices de multiplicação
    String indices = "29876543298765432";
    // e aqui a soma da multiplicação coluna por coluna
    int soma = 0;
     
    // fazemos a multiplicação coluna por coluna agora
    for (int i = 0; i < nossoNumero.length(); i++){
      soma = soma + Integer.parseInt(String.valueOf(nossoNumero.charAt(i))) *
        Integer.parseInt(String.valueOf(indices.charAt(i)));
    }
    
    // obtemos o resto da divisão da soma por onze
    int resto = soma % 11;
     
    // subtraímos onze pelo resto da divisão
    int digito = 11 - resto;  	
	 
    // atenção: Se o resultado da subtração for
    // maior que 9 (nove), o dígito será 0 (zero)
    if(digito > 9){
      digito = 0;    
    }
     
    return digito;
  }
}

Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado:

O campo livre completo é: 0055077222133347777777771

Para não deixar o código desta dica muito longo, eu omiti a função dvCodigoCedente() está na dica Boleto Bancário Java - Como calcular o Dígito Verificador do Código do Cedente (Módulo 11) - Boleto Caixa Econômica.


Java ::: Estruturas de Dados ::: Lista Ligada / Lista Encadeada / Linked List

Estruturas de dados em Java - Introdução às listas ligadas em Java

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Então você se interessou pelo assunto de listas ligadas em Java? Recomendo que leia esta anotação com muita atenção. É o ponto de partida para o entendimento e implementação desta estrutura de dados tão importante.

Uma lista singularmente ou duplamente ligada (singly or doubly linked list) é uma lista dinâmica no sentido de que ela pode crescer ou diminuir de acordo com as necessidades do programa. As matrizes (arrays) comuns também têm seu papel assegurado no estudo das estruturas de dados. No entanto, uma de suas limitações é que seus elementos são dispostos lado a lado na memória. Isso torna a inserção de um novo elemento no meio do array uma tarefa dispendiosa, visto que os demais elementos precisam ser movidos para outras posições. Em uma lista dinâmica isso não acontece.

O conceito principal das listas ligadas é a capacidade de um nó (cada elemento da lista é chamado de nó) poder apontar para um outro nó com estrutura semelhante. Veja a estrutura típica de um nó em uma lista ligada:

// classe No
public class No{
  public int valor;
  public No proximo;
}
// fim da classe No

Note que esta classe contém dois campos: um campo do tipo int que guarda o valor do nó e um campo do tipo referência apontando para um objeto do mesmo tipo que o nó atual. Isso permite a circularidade das listas, ou seja, um nó apontando para um elemento de seu mesmo tipo.

Com este conhecimento já podemos criar o início de uma lista singularmente ligada, para isso só precisamos declarar uma variável do tipo No. Veja:

// declara o início da lista
No inicio;

Até agora temos uma lista ligada vazia. A criação do primeiro elemento da lista pode ser feito da seguinte forma:

public class Lista{
  // declara o início da lista
  static No inicio = null;

  public static void main(String args[]){
    // verifica se a lista está vazia
    if(inicio == null){
      // reserva memória para o novo nó
      inicio = new No();

      // a memória foi alocada com sucesso?
      if(inicio != null){
        inicio.valor = 150;
        // é o primeiro nó...seu campo proximo não deve 
        // apontar para lugar nenhum
        inicio.proximo = null;
      }
    }
 
    System.out.println(inicio.valor); 
    System.exit(0);
  }  
}

Aqui nós temos a criação do primeiro nó de uma lista singularmente ligada. Note como usamos a palavra-chave new para alocar memória para o nó atual. Veja também que o valor null é fornecido para o campo próximo do nó. Isso aconteceu porque temos apenas um nó. Em outras dicas desta seção abordaremos como inserir os demais nós e também listar todos os nós existentes na lista. Até lá.


Java ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Manipulação de texto em Java - Como contar as ocorrências de um caractere em uma string

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Nesta dica mostrarei como podemos combinar um laço for e o método charAt() da classe String para contar as ocorrências de um caractere (uma letra) em uma palavra, frase ou texto.

Veja o código completo para o exemplo:

package arquivodecodigos;

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    String frase = "Programar em Java é muito bom";
    System.out.println("Frase: " + frase); 
    
    int cont = 0;
    char letra = 'a'; // ocorrências da letra "a"
     
    for(int i = 0; i < frase.length(); i++){
      if(frase.charAt(i) == letra){
        cont++; 
      }
    }
     
    System.out.println("A frase contem " + 
       cont + " ocorrencias da letra \"" + letra + "\"");
     
    System.exit(0);
  }
}

Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado:

Frase: Programar em Java é muito bom
A frase contém 4 ocorrências da letra "a"


Java ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos

Programação orientada a objetos em Java - Como criar e usar interfaces em seus programas Java

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Muitos estudantes de Java torcem o nariz quando nós, professores e instrutores, tocamos no assunto de interfaces. Definitivamente este não é um tópico fácil de entender ao primeiro contato. Comecemos com uma analogia simples. É sabido que é cada vez maior o número de softwares sendo desenvolvidos em equipes, ou seja, o projeto do software é desmembrado e suas funcionalidades são implementadas por grupos diferentes de programadores.

Quando estamos desenvolvendo software em grupos de programadores, é comum desenvolvermos partes que dependem do trabalho de um outro grupo. E, nem sempre podemos esperar que uma parte da qual dependemos fique pronta para só então progredirmos.

Para isso, um contrato entre os grupos de programadores é firmado. E este contrato é o que chamamos de interface. Suponhamos que em um determinado momento meu grupo está desenvolvendo código que depende da parte de impressão, sendo desenvolvida por outro grupo. Todos se reúnem e decidimos quais funcionalidades a classe de impressão terá e quais métodos públicos serão disponibilizados. Feito isso, uma interface contendo a assinatura destes métodos é disponibilizada para todos e o desenvolvimento continua. Mais tarde, quando a classe de impressão estiver sendo desenvolvida, ela poderá implementar a interface anteriormente disponibilizada e tudo está resolvido.

Sendo assim, uma interface na linguagem de programação Java é um tipo referência, similar a uma classe. A diferença é que uma interface pode conter apenas constantes e assinaturas e métodos. Não há a implementação dos corpos dos métodos. Além disso, interfaces não podem ser instanciadas usando new. Veja o que acontece quando tentamos fazer isso (lembre-se de que List é interface):

import java.util.*;

public class Estudos{ 
  public static void main(String args[]){ 
    // cria um objeto da interface List
    List lista = new List();
  } 
}

Ao tentarmos compilar este código teremos a seguinte mensagem de erro:

Estudos.java:6: java.util.List is abstract; 
cannot be instantiated
    List lista = new List();
                 ^
1 error


Interfaces devem ser implementadas por classes ou extendidas por outras interfaces. Agora, um detalhe interessante. Se você verificar a API do Java, verá que a interface List é implementada pelas classes AbstractList, ArrayList, LinkedList e Vector. Desta forma, o código anterior pode ser modificado para:

import java.util.*;

public class Estudos{ 
  public static void main(String args[]){ 
    // cria um objeto da interface List
    List lista = new ArrayList();
  } 
}

Este código compila normalmente e fortalece nossa discussão a respeito da interface de impressão. O sistema inteiro pode fazer referências a uma interface e, para que ele funcione da forma esperada, só precisamos fornecer a classe que implementa a interface no momento de instanciar os objetos. Isso demonstra que o nome de uma interface pode ser usado em qualquer lugar no qual um tipo da classe que a implementa seja necessário.

Vamos ver agora como criar uma interface chamada Pessoa. Veja:

public interface Pessoa{
  public void setNome(String nome); 
  public String getNome();
}


Salve esta interface como Pessoa.java e a compile. Pronto! Esta interface já pode ser usada no sistema, contanto que todos do grupo tenham concordado com as assinaturas dos métodos. Agora observe uma classe Cliente que implementa esta interface:

public class Cliente implements Pessoa{ 
  private String nome;
  private int idade;

  public void setNome(String nome){
    this.nome = nome;
  } 

  public String getNome(){
    return this.nome;
  }
}

Salve este código como Cliente.java e o compile. O primeiro detalhe a observar é o uso da palavra-chave implements para mostrar que a classe implementa a interface Pessoa. Note também que a classe fornece implementação para todos os métodos da interface. Não seguir esta regra geraria o seguinte erro de compilação:

Cliente.java:1: Cliente is not abstract and 
does not override abstract method getNome() in 
Pessoa
public class Cliente implements Pessoa{
       ^
1 error


Em resumo, uma interface define um protocolo de comunicação entre dois objetos e pode conter, além das assinaturas dos métodos, constantes. Neste caso todas estas constantes serão implicitamente public, static e final. Mesmo que estes modificadores sejam omitidos.


Java ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes)

Java Vetores e Matrizes - Como inicializar os elementos de um vetor usando o laço for da linguagem Java

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Neste exemplo veremos como inicializar um vetor (array) de ints usando o laço for. Note que os elementos do array serão inicializados com os valores de 1 a 10.

Veja o código completo:

package arquivodecodigos;

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    // vamos declarar e construir um vetor de 10 elementos
    int[] a = new int[10];
 
    // inicializa os elementos do vetor
    for(int i = 0; i < a.length; i++){
      a[i] = (i + 1);
    }
     
    // exibe os valores dos elementos do vetor
    for(int i = 0; i < a.length; i++){
      System.out.print(a[i] + ", ");
    }
 
    System.exit(0);
  }
}

Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado:

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10,


Java ::: Classes e Componentes ::: JTextArea

Java Swing - Como adicionar mais texto a um JTextArea usando o método append()

Quantidade de visualizações: 17893 vezes
Nesta dica mostrarei como é possível usar o método append() da classe JTextArea para adicionar mais conteúdo a esse controle. Esta é uma técnica muito importante no desenvolvimento de aplicações Java Swing.

Segue um exemplo completo (note que fiz toda a aplicação Java Swing na mão mesmo, ou seja, não usei o editor visual do NetBeans ou semelhantes):

package arquivodecodigos;

import javax.swing.*;
import java.awt.*;
import java.awt.event.*;

public class Estudos extends JFrame {
  JTextArea textArea;
  JTextField texto;
  JButton btn;

  public Estudos() {
    super("Como adicionar texto a um JTextArea");
    Container c = getContentPane();
    FlowLayout layout = new FlowLayout(FlowLayout.LEFT);
    c.setLayout(layout);

    textArea = new JTextArea(10, 20);

    texto = new JTextField(10);
    btn = new JButton("Adicionar Texto");
    btn.addActionListener(
      new ActionListener() {
        public void actionPerformed(ActionEvent e) {
          textArea.append(texto.getText());
        }
      }
    );

    c.add(textArea);
    c.add(texto);
    c.add(btn);

    setSize(350, 250);
    setVisible(true);
  }

  public static void main(String args[]) {
    Estudos app = new Estudos();
    app.setDefaultCloseOperation(JFrame.EXIT_ON_CLOSE);
  }
}

Veja que neste exemplo, mais conteúdo é adicionado ao controle JTextArea sem provocar uma quebra de linha. Em outras dicas e truques dessa seção você aprenderá como isso pode ser feito.


Veja mais Dicas e truques de Java

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Goiânia-GO
Full Stack Developer, Professional Java Developer, PHP, C/C++, Python Programmer, wxWidgets Professional C++ Programmer, Freelance Programmer. Formado em Ciência da Computação pela UNIP (Universidade Paulista Campus Goiânia) e cursando Engenharia Elétrica pela PUC-Goiás. Possuo conhecimentos avançados de Java, Python, JavaScript, C, C++, PHP, C#, VB.NET, Delphi, Android, Perl, e várias tecnologias que envolvem o desenvolvimento web, desktop, front-end e back-end. Atuo há mais de 15 anos como programador freelancer, atendendo clientes no Brasil, Portugal, Argentina e vários outros paises.
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José de Angelis
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Goiânia-GO
Formado em Sistemas de Informação pela Faculdade Delta, Pós graduado em Engenharia de Software (PUC MINAS), Pós graduado Marketing Digital (IGTI) com ênfase em Growth Hacking. Mais de 15 anos de experiência em programação Web. Marketing Digital focado em desempenho, desenvolvimento de estratégia competitiva, analise de concorrência, SEO, webvitals, e Adwords, Métricas de retorno. Especialista Google Certificado desde 2011 Possui domínio nas linguagens PHP, C#, JavaScript, MySQL e frameworks Laravel, jQuery, flutter. Atualmente aluno de mestrado em Ciência da Computação (UFG)
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