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Programação orientada a objetos em PHP: Classes, objetos, métodos e variáveis de instância

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A melhor forma de entender a programação orientada a objetos (OOP) é começar com uma analogia simples. Suponha que você queira dirigir um carro e fazê-lo ir mais rápido pressionado o acelerador. O que deve acontecer antes que você seja capaz de fazer isso? Bem, antes que você possa dirigir um carro, alguém tem que projetá-lo. Um carro geralmente começa com desenhos feitos pelos engenheiros responsáveis por tal tarefa, tal qual a planta de uma casa. Tais desenhos incluem o projeto de um acelerador que possibilita ao carro ir mais rápido. O pedal do acelerador "oculta" os mecanismos complexos responsáveis por fazer o carro ir mais rápido, da mesma forma que o pedal de freio "oculta" os mecanismos que fazem o carro ir mais devagar e o volante "oculta" os mecanismos que fazem com que o carro possa virar para a direita ou esquerda. Isso permite que pessoas com pequeno ou nenhum conhecimento de motores possam facilmente dirigir um carro.

Infelizmente, não é possível dirigir o projeto de um carro. Antes que possamos dirigí-lo, o carro deve ser construído a partir do projeto que o descreve. Um carro já finalizado tem um pedal de aceleração de verdade, que faz com que o carro vá mais rápido. Ainda assim, é preciso que o motorista pressione o pedal. O carro não acelerará por conta própria.

Agora vamos usar nosso exemplo do carro para introduzir alguns conceitos de programação importantes à programação orientada a objetos. A execução de uma determinada tarefa em um programa exige um método. O método descreve os mecanismos que, na verdade, executam a tarefa. O método oculta tais mecanismos do usuário, da mesma forma que o pedal de aceleração de um carro oculta do motorista os mecanismos complexos que fazem com que um carro vá mais rápido. Em PHP, começamos criando uma unidade de programa chamada classe para abrigar um método, da mesma forma que o projeto de um carro abriga o design do pedal de acelerador. Em uma classe fornecemos um ou mais métodos que são projetados para executar as tarefas da classe. Por exemplo, a classe que representa uma conta bancária poderia conter muitos métodos, incluindo um método para depositar dinheiro na conta, outro para retirar dinheiro, um terceiro para verificar o saldo, e assim por diante.

Da mesma forma que não podemos dirigir o projeto de um carro, nós não podemos "dirigir" uma classe. Da mesma forma que alguém teve que construir um carro a partir de seu projeto antes que pudessémos dirigí-lo, devemos construir um objeto de uma classe antes de conseguirmos executar as tarefas descritas nela.

Quando dirigimos um carro, o pressionamento do acelerador envia uma mensagem ao carro informando-o da tarefa a ser executada (neste caso informando-o de que queremos ir mais rápido). Da mesma forma, enviamos mensagens aos objetos de uma classe. Cada mensagem é uma chamada de método e informa ao objeto qual ou quais tarefas devem ser executadas.

Até aqui nós usamos a analogia do carro para introduzir classes, objetos e métodos. Já é hora de saber que um carro possui atributos (propriedades) tais como cor, o número de portas, a quantidade de gasolina em seu tanque, a velocidade atual, etc. Tais atributos são representados como parte do projeto do carro. Quando o estamos dirigindo, estes atributos estão sempre associados ao carro que estamos usando, e cada carro construído a partir do projeto sofrerá variações nos valores destes atributos em um determinado momento. Da mesma forma, um objeto tem atributos associados a ele quando o usamos em um programa. Estes atributos são definidos na classe a partir da qual o objeto é instanciado (criado) e são chamados de variáveis de instância da classe.

Veremos agora como definir uma classe em PHP e usar um objeto desta classe em um programa. Veja o trecho de código abaixo:
<?
  // definição da classe Cliente
  class Cliente{
    private $nome;
    
    public function definir_nome($nome){
      $this->nome = $nome;
    }

    public function obter_nome(){
      return $this->nome;
    }
  }
  // fim definição da classe Cliente   
   
  // Cria uma instância da classe Cliente
  $cliente = new Cliente();

  // Define o nome do cliente
  $cliente->definir_nome("Osmar J. Silva");

  // Obtém o nome do cliente
  $nome = $cliente->obter_nome();

  // Exibe o resultado
  echo "O nome do cliente é: " . $nome;
?>



PHP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Tipos de Dados

Entendendo o tipo de dados NULL do PHP - Aprenda a usar o tipo de dados NULL da linguagem PHP - Atualizada

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O tipo de dados NULL (nulo) do PHP é semelhante aos tipos undef (Perl) e None (Python). Este tipo de dados possui apenas um valor que é usado para indicar que uma variável não possui nenhum valor (não recebeu nenhuma atribuição ainda). Este tipo de dados pode ser escrito NULL, Null, null, etc. Não há distinção de maiúsculas e minúsculas. Veja um exemplo de seu uso:

$nome = "Osmar J. Silva";
$nome = null;  // variável é NULL agora
$nome = Null;  // mesmo resultado
$nome = NULL;  // mesmo resultado

Se quisermos testar se uma variável ainda é NULL, podemos usar a função is_null(). Veja:

<?
  $nome;
 
  if(is_null($nome)){
    echo 'A variável $nome ainda é NULL.';
  }
?>

Este código mostrará o seguinte resultado:

A variável $nome ainda é NULL.

Note que, se as advertências estiverem habilitadas na página PHP, a seguinte mensagem será exibida:

Warning: Undefined variable $nome in ...\index.php on line 4

Esta é a forma da linguagem PHP nos advertir de que a variável foi declarada mas não foi inicializada com algum valor.

Esta dica foi revisada, atualizada e testada no PHP 8.


PHP ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Arquivos e diretórios em PHP - Como montar uma árvore de arquivos e diretórios recursivamente

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Este exemplo mostra como listar todo o conteúdo de um diretório recursivamente em forma de árvore. Note que usei um objeto da classe RecursiveDirectoryIterator da linguagem PHP para facilitar nosso trabalho.

Veja o código completo para o exemplo:

<html>
<head>
<title>Estudando PHP</title>
</head>
<body>
 
<?php
  // nome e local do diretório
  $dir = $_SERVER["DOCUMENT_ROOT"] . "/escola/app";
 
  // função recursiva que lista o diretório atual
  function montarArvore($it){ 
    echo '<ul>';
    for(; $it->valid(); $it->next()){ 
      if($it->isDir() && !$it->isDot()) { 
        printf('<li>%s</li>', $it->current()); 
        
        if($it->hasChildren()) { 
          $filho = $it->getChildren(); 
          echo '<ul>' . montarArvore($filho) . '</ul>'; 
        } 
      } 
      elseif($it->isFile()) { 
        echo '<li>'. $it->current() . '</li>'; 
      } 
    } 
   
    echo '</ul>'; 
  } 
 
  // faz a primeira chamada à função recursiva
  montarArvore(new RecursiveDirectoryIterator($dir));
?>

</body>
</html>



PHP ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como obter parte de uma string usando a função substr() da linguagem PHP

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Nesta dica eu mostrarei como podemos usar a função substr() do PHP para obter uma substring a partir de uma string, ou seja, parte de uma palavra, frase ou texto. Esta técnica é muito útil em aplicações PHP que efetuam manipulação de texto.

A função substr() possui três parâmetros:

substr(string, início, comprimento)
Veja que precisamos fornecer a string a partir da qual nós queremos obter uma parte, o índice inicial e o comprimento da parte a ser obtida.

Veja um código completo demonstrando seu uso:

<html>
<head>
  <title>Estudos PHP</title>
</head>
 
<body>

<?php  
  $frase = "Gosto muito de programar em PHP.";
  // vamos obter uma parte dessa frase.  
  $parte = substr($frase, 6, 5); 
  // mostra o resultado
  echo $frase . "<br>";
  echo "Parte obtida: " . $parte;
?>  

</body>
</html>

Ao executar este código PHP nós teremos o seguinte resultado:

Gosto muito de programar em PHP.
Parte obtida: muito


PHP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Tipos de Dados

PHP para iniciantes - Como usar o tipo de dados float do PHP

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Números de ponto-flutuante, ou float (também conhecido com double ou real) representam números com casas decimais. Assim como o tipo integer, a faixa de limite deste tipo depende da arquitetura da máquina na qual o PHP está sendo executado. A faixa de números de ponto-flutuante em PHP equivale à faixa do tipo de dados double de seu compilador C. Geralmente esta faixa está entre 1.7E-308 e 1.7E+308 com 15 dígitos de precisão. Se precisarmos de uma precisão ainda maior, podemos usar as extensões BC e GMP.

O PHP reconhece números de ponto-flutuante escritos de duas formas diferentes. Eis a que usamos mais comumente:

3.14
0.017
-7.1

E a forma usando notação científica:

0.314E1   // 0.314*101, ou 3.14
17.0E-3   // 17.0*10-3, ou 0.017

Valores de ponto-flutuante são apenas representações aproximadas de números. Por exemplo, em muitos sistemas, 3,5 é na verdade representado como 3,4999999999. Isso quer dizer que devemos ter cuidado ao comparar valores de ponto-flutuante usando ==. O mais correto é comparar usando várias casas decimais:

if(int($a * 1000) == int($b * 1000)){
 // comparação baseada em três casas decimais
}

Se quisermos verificar se uma variável é do tipo float, podemos usar as funções is_float() ou is_real(). Veja:

<?
  $valor = 0.6;

  if(is_float($valor)){
    echo 'A variável $valor é do tipo float';
  }
?>



PHP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle

Como usar a instrução switch para desviar o fluxo de execução de seus códigos PHP

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A instrução switch é usada quando queremos testar várias possibilidades de fluxo de código mas não queremos usar vários elseif. Desta forma, cada possibilidade é testada em um bloco case. Veja um exemplo:

<?php
  $valor = 4;
  
  switch($valor){
    case 0:
      echo "Valor é igual a 0";
      break;
    case 1:
      echo "Valor é igual a 1";
      break;
    case 2:
      echo "Valor é igual a 2";
      break;
    default:
      echo "Nenhuma das anteriores";
  }
?>

Ao executarmos este código PHP nós teremos o seguinte resultado:

Nenhuma das anteriores

Veja que, se nenhuma das condições testadas em um bloco case for satisfatória, a parte default da instrução switch será executada.


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Formado em Sistemas de Informação pela Faculdade Delta, Pós graduado em Engenharia de Software (PUC MINAS), Pós graduado Marketing Digital (IGTI) com ênfase em Growth Hacking. Mais de 15 anos de experiência em programação Web. Marketing Digital focado em desempenho, desenvolvimento de estratégia competitiva, analise de concorrência, SEO, webvitals, e Adwords, Métricas de retorno. Especialista Google Certificado desde 2011 Possui domínio nas linguagens PHP, C#, JavaScript, MySQL e frameworks Laravel, jQuery, flutter. Atualmente aluno de mestrado em Ciência da Computação (UFG)
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